Olá a todas!!!
Cá estou eu, Luana Rosette a seu dispor... e como sei que vocês estão loucas para lerem o capítulo, vou partir logo para os finalmentes:
Este capítulo vai em homenagem à minhas mais novas leitoras:
-
Larkan
Likaah
Niu
-
E também às minhas fiéis leitoras, que vem acompanhando o eterno embate
1x2 versus 1x5 desde o princípio o/:
Illia Verseau
AninhaSaganoKai
Tina-chan
Lyoko Nitales
Ayame Yuy
Maddy Richellier
Blanxe
E À TODAS AS FÃS DESTE CHINÊS MARAVILHOSO:
WUFEI!!!!
Er... e só mais uma coisa...
A CULPA É DA ILLY!!
A CULPA É DA ILLY!!!!!!!!
NÃO ME MATEEEEEEEEEMMMMMMMMM!!!
"Por que Seus Olhos Não Me Enganam..."
Capítulo 9
O Motivo de minha existência
(Parte 2)
-
Acordando pela segunda vez naquele dia, Duo não abre os olhos, mas geme devido à dor que se espalha por todo seu corpo. Tenta botar toda aquela confusão que se tornara sua missão, no lugar. Ao chegar no ponto em que ele caía nos braços de Heero ao ser ferido pelo próprio, abre rápido os olhos e levanta o tronco – esforço que o faz lembrar de seus ferimentos.
- Ugh...!!
- Não recomendo que se mexa tanto.
Procurando de onde veio aquela voz, sua visão percorreu por toda a cela na qual agora percebia estar preso: viu no canto ao fundo, um homem alto, de aparência aristocrática e de roupas impecáveis. Seus olhos estreitaram-se perigosamente ao ver Heero – segurando um pequeno dispositivo – sentado em uma cadeira, ao lado desse homem que afagava sua cabeça como se este não passasse de um cãozinho.
- Duo, você está melhor?
A voz reconfortante e serena que ouviu era de Quatre – ele estava na mesma cela, não muito longe.
- Estou. – tenta simular um sorriso amarelo para tranqüilizar o amigo: – ...mas o Wuffy não vai gostar de saber que você deixou os codinomes dele de lado, tão friamente.
- Não creio que isso chegue a ser um problema. – Trowa, que estava do lado de Quatre, se manifestou: – Eles já parecem muito bem informados a respeito de nossas identidades.
Treize sorriu com o comentário perspicaz do latino, e em resposta, acariciou o pescoço de Heero, fazendo-o erguer levemente a cabeça para cima. Cerrando os punhos furiosamente, Duo morde o lábio inferior para se controlar.
Todos os três prisioneiros estavam algemados, mas nada de especial os prendia ou os mantinha necessariamente presos no chão em que haviam acordado, a não ser, é claro, uma porta maciça à sua frente na saída da cela e soldados fortemente armados; fora isso podiam transitar calmamente pela cela – liberdade ilusória que dispensaram, preferindo encarar o anfitrião e seu... brinquedinho.
- Ora, não me olhem com essa cara. – Treize reage, enfim, aos olhares fuzilantes que recebia: – Não deviam encarar assim um desconhecido.
- Treize Kushrenada. – começa Trowa.
- Líder e mentor da organização Oz. – Quatre continua
- Figura política suprema de nosso inimigo, o qual devemos apagar. – Duo termina, cuspindo suas palavras com raiva e destacou bem a última delas, para evitar dúvidas.
- Hmmm... Vejo que apresentações são dispensáveis, então. – Treize formulou um semblante sério – ...não é, Heero?
- Creio que sim. – o japonês veste um sorriso vazio, que enfurece um certo americano.
- O que você fez com o Heero?! – sua voz saiu cortante.
- Como assim "fiz"? – dono da situação, Treize se fez de ofendido: – Por que eu deveria ter feito algo a ele? – sensualmente, sua mão desce pelo pescoço e adentra a camisa do rapaz oriental, sem impedimentos. – Ele não me parece alguém que precise ser coagido, ou será que estou enganado?
Heero se contorce com o toque de seu superior e ergue o rosto para cima com olhar de adoração.
- NÃO TOQUE NEL... argh!! – Duo tenta se levantar, mas suas feridas recém-tratadas voltam a latejar, jogando-o novamente ao chão – NÃO.TOQUE.NELE!
- Não tocá-lo? – Treize se deliciava com aquela situação – Por quem me toma? Eu não faria nada que ele não quisesse... Heero? Se eu quiser te tocar, você deixaria? – sua pergunta saiu macia e ao seu final a reforçou, inclinando-se um pouco e acariciando a orelha do jovem com a língua.
- Claro. – foi tudo o que disse o japonês, em mais um sorriso vazio.
Os olhos de Duo queimavam em fúria, e aquilo apenas fez Treize soltar uma risada; o americano estava pronto a tentar uma nova investida, mas Quatre e Trowa o puxaram para o chão – não seria prudente em seu estado, e nem com tantos guardas protegendo Treize.
BUUUUUUUUUUMMMMMMM!!!!!!!!!!Todos na cela se surprendem ao som de uma explosão que parecia vir de longe. Trowa e Quatre trocaram olhares cúmplices, e a mente confusa de Duo pareceu demorar um pouco para processar os fatos, até se dar motivos para sorrir.
Wufei ainda estava solto.
O semblante confiante de Treize fraqueja por um segundo e um olhar distante se instala em seu rosto: pareceu se perder em lembranças, as quais ninguém se atreveu a interromper, até a porta da cela se abrir repentinamente e dela aparecer um homem de longos cabelos loiros que usava um capacete que lhe escondia boa parte de sua face.
- Treize!! Mais uma explosão – deve ser o amigo deles!
- Wufei... – Treize sussurrou.
- O que disse?
- Eu? Nada. O que tem a me dizer desse invasor, Zechs?
- Pelos dados que temos... - Zechs olhava seu amigo ainda desconfiado – ...esse parece ser o piloto 05, Wufei Chang. Como ele não foi afetado no caso da troca de personalidades, não achamos muitos dados sobre ele.
Treize sorri para si mesmo e se perde em pensamentos... mas apenas por alguns instantes; logo se põe a andar novamente, imponente, em direção à saída da cela.
- Hei!! Oi!! Aonde você pensa que vai? – Duo exclama, parecendo se esquecer de sua atual posição de prisioneiro, ali: – Você ainda não me disse o que fez com Heero!!
- Garoto teimoso. – o homem volta cada passo que tinha dado e põe a mão no ombro de Heero – Eu já disse que não fiz nada, apenas... dei uma opção melhor ao rapaz, e ele aceitou.
- MENTIRA!!
- Se quiser acreditar ou não, é problema seu. Mas faço a vocês a mesma oferta: espero que sejam tão inteligentes quanto o seu colega. – volta-se para Heero, finalizando: – Não deixe que saiam daqui. É uma ordem.
- Sim, senhor. – Heero diz, ainda sentado.
Treize segura o rosto de Heero fazendo-o encará-lo. Mesmo arranhando discreta e propositalmente o rosto do rapaz japonês, ele se vê diante da mesma expressão fria. Crispa seus lábios em uma pequena demonstração de desgosto e sai da cela, deixando para trás dois soldados guardando a porta do lado de fora... e um silêncio perturbador do lado de dentro.
Quatre e Trowa ainda seguravam Duo, por precaução; Duo encarava Heero incrédulo... e este, nem piscava, mantendo todos sob seu campo de visão.
- Heero... – diz o americano, com a voz chorosa.
- Duo, não é hora para isso. – Trowa é seco: – Temos que pensar em como sair daqui.
- Eu sei, mas... e o Heero?
- Duo, sejamos sinceros: você acha mesmo que o Heero vai colaborar com uma fuga? – Quatre parecia escolher cada palavra dita ao americano – Será que você ainda não notou que se estamos aqui, é exatamente por causa dele?
Duo abriu a boca para argumentar, mas a verdade lhe era jogada contra a face como uma bofetada – era inegável que tanto ele quanto os outros haviam sido pegos à traição em emboscadas, e as coordenadas que os havia levado a elas foram e.x.a.t.a.m.e.n.t.e as de Heero.
Se seu braço – e acima de tudo, seu quadril – estavam feridos, era por causa de Heero. Se Quatre e Trowa também apresentavam ferimentos, apesar de menores que os seus, era por causa de Heero.
Mas tudo isso parecia tão pequeno diante da certeza de que, se ainda conseguia juntar forças, para querer fugir de lá... era justamente por causa de Heero.
De modo decidido e ágil, ele escapa das mãos que o prendiam e deixa seus dois amigos para trás, indo em direção ao rapaz sentado na cadeira.
- Trowa, ele...
- Deixe, ele precisa entender. – o moreno suspira – Entender que nada mais pode ser feito e ninguém melhor que o Heero de agora, para lhe mostrar isso.
- Alá... O que será que fizeram com ele? ... não parece nem nos reconhecer, mais.
- O que quer que tenha sido, apagaram completamente o pouco de identidade que ainda existia na pessoa que um dia se chamou "Heero Yuy".
Com passos vacilantes, Duo se esforçou para chegar perto de Heero.
Este nem piscava: suas ordens eram de apenas não deixar seus prisioneiros saírem da cela.
- Então... era por isso que você me chamava de Maxwell. – Duo sorria, aliviado – ...era o único nome concreto que você tinha ouvido alguém me chamar, em meio a toda aquela confusão.
Trêmulo pela perda de sangue, Duo tropeça em seus próprios pés, mas antes de chegar ao chão, se recompõe e trata de continuar seu percurso, sendo observado por todos, ou quase todos – já que um deles parecia olhar apenas o vazio.
- Como fui burro... eu estava tão desesperado em te ter de novo, que nem vi que você nem sequer me reconhecia!
Heero não piscou enquanto Duo se ajoelhava perto dele.
- Aposto que achava que estava sendo seqüestrado... ou até sabia que era um resgate; mas ainda assim, dizia apenas o que eu queria ouvir, ou achava mais certo de se dizer, no momento. Tudo para voltar para seu "mestre"... mesmo que isso significasse voltar a ser um ratinho de laboratório.
Tentava ter alguma reação de Heero – tentava irritá-lo jogando na cara sua condição sub-humana, mas este apenas olhava para frente, em um "olhar" que nada via.
- Quando percebeu que todos nutriam amizade e confiança por você, não pensou duas vezes em usar isso contra nós, não foi? Raciocínio perfeito. Devia estar desesperado atrás de um momento para se livrar desse louco que o tratava com tanta intimidade.
A voz de Duo era a única que preenchia o cômodo, ao mesmo tempo triste e feliz – feliz, por saber que a falta de afeto do Soldado Perfeito não vinha de algo espontâneo, e triste, pois os olhos que nem ao menos o encaravam, agora, eram completamente opacos.
- Olha para mim... – disse para o dono dos olhos azul-cobalto distantes – OLHA PRA MIM, DROGA!! – Heero não se movia – SE EU TE CHAMAR DE SOLDADINHO DE GELO, VOCE OLHARIA PARA MIM ? – explode, pegando a gola de Heero e sacudindo-o: – SE TE AGARRASSE POR TRÁS E TENTASSE TE CONSTRANGER? VOCÊ TENTARIA SE LEMBRAR DE MIM? – suas forças se esgotavam e ainda apoiando suas mãos nos ombros do outro, abaixa a cabeça – ...droga, Heero, olha para mim! – suplica, sentindo-se ajoelhar em frente a ele, os olhos violetas enchendo-se de água.
"Ele sumiu, o meu Heero sumiu." Era o pensamento horrível em sua mente.
Duo respirava sofregamente e sentia a dor de todos os seus ferimentos, mas mais dolorido estava seu peito, que se encolhia diante da "casca" que havia sobrado da pessoa que amava. "Não: da pessoa que amo!" Duo ergue de novo sua cabeça com olhos firmemente decididos, se posiciona na frente de Heero de modo que o japonês pudesse encará-lo olhos-nos-olhos.
- Tudo bem... – Duo diz, calmo – Está tudo bem, agora: mesmo que você não me ouça, eu continuarei falando... isso nunca me impediu antes, heehehhehe. Mesmo que você não me olhe, eu te farei me encarar, dia a dia; eu tornarei minha presença um fato, e se mesmo assim você não reconhecê-la, eu vou continuar vivendo, pois a minha existência não depende de você, ou do sentimento que você nutre por mim, mas sim, do sentimento que eu sinto por você.
Suas mãos sobem dos ombros da pessoa à sua frente para o rosto inexpressivo e acaricia a face gélida e séria. Heero nada faz, e Duo sorri de maneira infantil.
- Parece que nunca vamos evoluir, ne, Hee-chan? Não importa o quanto nosso sentimento seja recíproco, um de nos sempre levantará um muro o qual o outro não possa pular. Hehehehe... Mas tudo bem: somos os senhores da destruição – um dia, explodir esse muro será algo fácil. É só nunca nos afastarmos, eu e você... o Shinigami e o Soldado Perfeito; o casal de amor tão forte quanto patético.
Ainda segurando o rosto de Heero, o americano aproxima o seu para beijá-lo, e por isso não percebe o primeiro movimento de Heero desde que Treize deixara o quarto – e só se dá conta do mesmo, quando se vê voando pela cela ao ser arremessado duramente contra a parede.
- Ai...!! Essa doeu.
- Afh!! – Trowa revira os olhos – Viu só? Eu sabia que não ia adiantar! Ele não passa de uma máquina, agora: se antes tinha algum sentimento, foi totalmente tomado. Esqueça o Heero, Duo, e nos ajude a pensar em um meio de fugir daqui.
- Uhf... pfh... HAHAAHAHAHAHAHAHAHAHH!!!!!!
Diante da crise de riso do americano, Quatre e Trowa se encaram – e talvez com termos diferentes, mas decerto com o mesmo significado, ambos pareciam compartilhar da mesma conclusão: "Será que J teria que concertar mais uma cabeça, além da do Heero?".
- Duo, você está bem? – Pergunta Quatre com genuína preocupação.
- Eu? Claro...!! É só que, eu realmente fico impressionado com a evolução da tecnologia de hoje em dia.
"Delírios". O casal 20 chegou à mesma conclusão... mas tiveram que dar o braço a torcer, quando olharam para onde Duo encarava: Heero Yuy, a Máquina Perfeita, estava sentado aonde havia sido deixado por seu dono, mas seu rosto gélido parecia derreter em lágrimas.
Duo praticamente rolava de rir – mas estava preso em uma risada nervosa: aquela demonstração de humanidade mostrada por seu amor era a mais triste possível.
Eram lágrimas, mas eram inconscientes – algo que ele próprio sofrera algumas vezes recentemente; eram fruto de algo extremamente agonizante, e confuso. Heero chorava por uma dor que não sabia explicar qual era, e chorava mais ainda por não saber por que estava chorando, vivendo preso em um ciclo infinito. E nem mesmo demonstrar essa dor ele podia. Heero morria por dentro.
- Heero... – Duo volta a andar em sua direção, com mais dificuldade do que antes, e, ajoelhando-se novamente à sua frente, opta por não tocá-lo e com a voz num tom baixo e compreensivo, se faz ouvir novamente pela cela: – Dói, né? Eu sei, mas tudo bem... uma hora passa e eu ficarei aqui, até que esta hora chegue.
- Duo, não! – Quatre se intromete – É impossível levá-lo neste estado: ele tentará nos matar a cada esquina!! Desse jeito nunca chegaremos até J.!!
- Não vou deixá-lo aqui sozinho. – Duo diz calmamente, sem nem se virar para Quatre.
- Eu entendo o que sente, mas agora é impossível tirá-lo daqui: vamos sair e tentar uma nova investida, outro dia. – o rapaz de costas para si e ajoelhado alguns metros mais a frente, sequer dá indícios de ter ouvido o que ele acabara de dizer. - Duo, acharemos outro meio de trazê-lo de volta; a máquina não pode ser o único jeito de curá-lo, aposto que J pode...
- Eu não vou deixá-lo sozinho.
- Não seja infantil, Duo! – Trowa perde a paciência: – Quatre já disse que é impossível tirá-lo daqui, nesse estado! Não entende?
- Não, você é que não entende. – Duo vira seu rosto e diz, sorrindo: – Eu não vou deixá-lo sozinho, mas vocês podem ir.
- O que você quer dizer com isso?
- Eu não vou deixá-lo sozinho.
Não era preciso saberem mais do que aquilo: ele não deixaria Heero sozinho novamente; se o japonês ficasse, Duo ficaria também, mesmo que isso significasse definhar ao seu lado.
- Não seja tão emocional, Duo: você é necessário, as colônias precisam de você. – Trowa buscava calma nos confins de seu interior.
- E elas me terão. Eu não vou ficar aqui para sempre – vocês não deixariam esse corpinho maravilhoso virar cobaia de cientistas loucos, ne gente? – Duo pisca. Voltando-se novamente para Heero, seu tom torna-se revestido de seriedade, firmeza e resignação: – Eu me importo com as colônias, e eu sei que ele também; mas desta vez eu vou ficar bem perto dele, para que, no caso dele se auto-destruir, eu estar abraçado a ele. Se esse momento chegar, aposto que dessa forma doerá bem menos em mim, do que apenas ficar distante e assistir esse louco tentar sumir da minha vida da maneira mais estúpida que conseguiu encontrar.
Quatre e Trowa se entreolharam, tentando entender a associação sem pé nem cabeça que o americano acabara de fazer, enquanto Duo coloca a mão no peito ao se lembrar do dia horrível em que Heero tentara se sacrificar em nome das colônias; uma época em que ele se pegara questionando por que a possível morte daquele soldado de gelo o incomodava tanto.
- Nem vem que não vamos deixar você aqui! – Quatre se revolta.
- E não vamos. – Trowa suspira resignado – O que não tem remédio, remediado está. Vamos pensar em um jeito de todos sairmos. – massageia a têmpora, irritado: – Mas eu nunca me vi em uma situação em que teria de fugir de uma cela seqüestrando meu carcereiro, por isso você vai ter que me ajudar a pensar em algo, Maxwell. – ele encara o americano de modo feroz – A não ser que queira o Heero morto ou perigosamente inconsciente.
BUM.
- Parece que as explosões estão se distanciando cada vez mais de nós. – Quatre analisa.
- O Wufei, também. – Duo se irrita: – Vai ter um senso de direção tão ruim assim, lá na Puta que o ...
BUUUMMMMMMMM!!!!!!!!!!!!!
A porta que fechava a cela explodiu sem aviso algum – e através dos restos de metais retorcidos e fumegantes e da poeira que baixava, apareceu Wufei, trazendo consigo os corpos dos dois soldados que guardavam a cela, jogando-os friamente no chão aos seus pés.
- O que dizia, Maxwell?
- WUFEI?!?!!!? – Todos na cela, menos Heero, exclamam em coro, surpresos.
- Último invasor localizado. – Heero diz em voz alta, processando a informação – Procedimento padrão: captura. E em última hipótese, extermínio.
Er...
E...
...Continua no próximo capítulo! o/ ( Luana protegida dentro do HeavyArms)
O capítulo n° 10 será o ÚLTIMO, EU JUROOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!
Duo – "Wufei!!!!"
Trowa – "Wufei!!!!"
Quatre – "Wufei!!!!"
Heero – "Wufei!!!!"
Luana – "Wufei!!!!"
Illy – "Wufei!!!!"
Wufei – "Wufe..." - o pobre chinês pára e pisca: - "QUEREM PARAR COM A PALHAÇADA???" – explode. Depois de um segundo em que todos se paralisam, em choque, ele dá uma olhada ao redor, como que procurando alguém: – "Por Nataku, onde está a insana que DEVERIA ter acabado com esta loucura neste capítulo...?!"
Zechs (o DEUS LOIRO e BONITÃO) – "Senhorita Rosette? Não seria... bem, não seria hora de finalmente soltarmos a Senhorita HimuraWakai?" (pergunta)
Luana – "Hã? Oh, sim... Quer dizer, ainda não – sabe como é... a vida dela estaria correndo risco de vida agora, entende?" (com um olhar desconfiado, se abaixa e some do alcance da vista do Chinês, escondendo-se atrás de Zechs, o DEUS GREGO.)
Zechs – "Risco de vida? Mas como..." (sem entender)
Luana – "Ora, vamos... Seu chefinho finalmente vai tirar a sorte grande... e você quer que eu estrague tudo, soltando aquela maluca por 1x5? Tá louco, é?Isso sem falar das fãs, que vão ficar P da vida comigo."
Zechs – "Sorte grande? Mas..." (pára e olha para Treize, parado em pé ao seu lado, um sorriso enooorme na cara) "Oh... Bem, agora entendo."
Treize – "Isto mesmo, meu caro Milliardo... Isto mesmo. E não queremos que nossa divina autora sofra algum... acidente, nestes momentos tão decisivos, não é mesmo?" (sorriso maníaco ainda no rosto.)
Luana – "De jeito nenhum, heeheheheh... De jeito nenhum." – – – – – – - o pobre chinês pára e pisca: - explode. Depois de um segundo em que todos se paralisam, em choque, ele dá uma olhada ao redor, como que procurando alguém: – "Por Nataku, onde está a insana que DEVERIA ter acabado com esta loucura neste capítulo...?!" (o DEUS LOIRO e BONITÃO) – "Senhorita Rosette? Não seria... bem, não seria hora de finalmente soltarmos a Senhorita HimuraWakai?" (pergunta) – "Hã? Oh, sim... Quer dizer, ainda não – sabe como é... a vida dela estaria correndo risco de vida agora, entende?" (com um olhar desconfiado, se abaixa e some do alcance da vista do Chinês, escondendo-se atrás de Zechs, o DEUS GREGO.) – "Risco de vida? Mas como..." (sem entender) – "Ora, vamos... Seu chefinho finalmente vai tirar a sorte grande... e você quer que eu estrague tudo, soltando aquela maluca por 1x5? Tá louco, é?Isso sem falar das fãs, que vão ficar P da vida comigo." – "Sorte grande? Mas..." (pára e olha para Treize, parado em pé ao seu lado, um sorriso enooorme na cara) "Oh... Bem, agora entendo." – "Isto mesmo, meu caro Milliardo... Isto mesmo. E não queremos que nossa divina autora sofra algum... acidente, nestes momentos tão decisivos, não é mesmo?" (sorriso maníaco ainda no rosto.) – "De jeito nenhum, heeheheheh... De jeito nenhum." – – – – – – - o pobre chinês pára e pisca: - explode. Depois de um segundo em que todos se paralisam, em choque, ele dá uma olhada ao redor, como que procurando alguém: – "Por Nataku, onde está a insana que DEVERIA ter acabado com esta loucura neste capítulo...?!" (o DEUS LOIRO e BONITÃO) – "Senhorita Rosette? Não seria... bem, não seria hora de finalmente soltarmos a Senhorita HimuraWakai?" (pergunta) – "Hã? Oh, sim... Quer dizer, ainda não – sabe como é... a vida dela estaria correndo risco de vida agora, entende?" (com um olhar desconfiado, se abaixa e some do alcance da vista do Chinês, escondendo-se atrás de Zechs, o DEUS GREGO.) – "Risco de vida? Mas como..." (sem entender) – "Ora, vamos... Seu chefinho finalmente vai tirar a sorte grande... e você quer que eu estrague tudo, soltando aquela maluca por 1x5? Tá louco, é?Isso sem falar das fãs, que vão ficar P da vida comigo." – "Sorte grande? Mas..." (pára e olha para Treize, parado em pé ao seu lado, um sorriso enooorme na cara) "Oh... Bem, agora entendo." – "Isto mesmo, meu caro Milliardo... Isto mesmo. E não queremos que nossa divina autora sofra algum... acidente, nestes momentos tão decisivos, não é mesmo?" (sorriso maníaco ainda no rosto.) – "De jeito nenhum, heeheheheh... De jeito nenhum." – – – – – – - o pobre chinês pára e pisca: - explode. Depois de um segundo em que todos se paralisam, em choque, ele dá uma olhada ao redor, como que procurando alguém: – "Por Nataku, onde está a insana que DEVERIA ter acabado com esta loucura neste capítulo...?!" (o DEUS LOIRO e BONITÃO) – "Senhorita Rosette? Não seria... bem, não seria hora de finalmente soltarmos a Senhorita HimuraWakai?" (pergunta) – "Hã? Oh, sim... Quer dizer, ainda não – sabe como é... a vida dela estaria correndo risco de vida agora, entende?" (com um olhar desconfiado, se abaixa e some do alcance da vista do Chinês, escondendo-se atrás de Zechs, o DEUS GREGO.) – "Risco de vida? Mas como..." (sem entender) – "Ora, vamos... Seu chefinho finalmente vai tirar a sorte grande... e você quer que eu estrague tudo, soltando aquela maluca por 1x5? Tá louco, é?Isso sem falar das fãs, que vão ficar P da vida comigo." – "Sorte grande? Mas..." (pára e olha para Treize, parado em pé ao seu lado, um sorriso enooorme na cara) "Oh... Bem, agora entendo." – "Isto mesmo, meu caro Milliardo... Isto mesmo. E não queremos que nossa divina autora sofra algum... acidente, nestes momentos tão decisivos, não é mesmo?" (sorriso maníaco ainda no rosto.) – "De jeito nenhum, heeheheheh... De jeito nenhum." – – – – – – - o pobre chinês pára e pisca: - explode. Depois de um segundo em que todos se paralisam, em choque, ele dá uma olhada ao redor, como que procurando alguém: – "Por Nataku, onde está a insana que DEVERIA ter acabado com esta loucura neste capítulo...?!" (o DEUS LOIRO e BONITÃO) – "Senhorita Rosette? Não seria... bem, não seria hora de finalmente soltarmos a Senhorita HimuraWakai?" (pergunta) – "Hã? Oh, sim... Quer dizer, ainda não – sabe como é... a vida dela estaria correndo risco de vida agora, entende?" (com um olhar desconfiado, se abaixa e some do alcance da vista do Chinês, escondendo-se atrás de Zechs, o DEUS GREGO.) – "Risco de vida? Mas como..." (sem entender) – "Ora, vamos... Seu chefinho finalmente vai tirar a sorte grande... e você quer que eu estrague tudo, soltando aquela maluca por 1x5? Tá louco, é?Isso sem falar das fãs, que vão ficar P da vida comigo." – "Sorte grande? Mas..." (pára e olha para Treize, parado em pé ao seu lado, um sorriso enooorme na cara) "Oh... Bem, agora entendo." – "Isto mesmo, meu caro Milliardo... Isto mesmo. E não queremos que nossa divina autora sofra algum... acidente, nestes momentos tão decisivos, não é mesmo?" (sorriso maníaco ainda no rosto.) – "De jeito nenhum, heeheheheh... De jeito nenhum."
x.x.x.x.x.x.
Illy – (outrora amarrada e presa; mas agora, solta, dentro do Talgueese) "Uau! Menino, que maneiro isso aqui! Mas... deixa ver... o Heero disse que era para apertar que botão, mesmo??" (risadas malignas)
