Kaede acordou no meio da noite um pouco assustada. Não sabia bem o porquê, mas estava com um mau pressentimento. Algo em seu peito doía.
– Mas o que está acontecendo? – Perguntou-se a velha senhora.
Sentiu uma presença maligna e tratou de levantar-se e pegar seu arco e flechas rapidamente. Ela já estava velha e sua visão já não era muito boa, mas talvez pudesse assustar quem quer que estivesse se aproximando. Saiu lentamente da cabana, com o arco em riste, apontando para a escuridão lá fora. O vento gelado soprava e ela sentiu algo passar rapidamente por trás dela. Quando se virou, algo foi atirado em sua direção, que a fez largar o arco e a flecha. Era um pequeno youkai, que ela amparou em seus braços.
– Shippou... – Disse ela, observando docemente o filhote de raposa. Depois, olhou para a criatura a sua frente e pôde reconhecer Kouga. – O que está fazendo aqui?
– Vim devolver essa peste, velha. Sei também que Inu-Yasha e Kagome já voltaram. Sinto o cheiro deles. Onde estão?
– Voltaram? Kouga, não sei do...
– Ora, não me venha com essa! Eu sei muito bem onde eles estavam! Eu estive no mundo da Kagome, sua velha inútil! Agora me diga onde eles estão!
– Ironicamente, Kouga, eles foram atrás de você para resgatar Shippou...
Kouga cruzou os braços e sorriu confiante. "Ele está tornando tudo mais fácil. Só tenho que seguir a trilha deles e encurralá-los no meu vale..." Não dirigiu qualquer outra palavra a Kaede e saiu caminhando.
– Espere... – Indagou a velha sacerdotisa. – Por que trouxe Shippou de volta? Achei que quisesse usá-lo para atrair Inu-Yasha...
– Eu não tenho que dar satisfações do que eu faço para você!
Um redemoinho de ventos formou-se ao redor do lobo e ele desapareceu na escuridão. Kaede tratou de entrar em sua cabana e colocar o inconsciente Shippou sobre seu futon. E, enquanto olhava aquela criaturinha dormir, imaginava o que estaria acontecendo com os outros. Ver Shippou são e salvo trazia um certo alívio ao seu velho coração, mas algo lhe dizia que uma desgraça maior estava por vir.
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Houjou acordou com um susto, ofegante e suando. Levantou-se rápido, se sentando sobre a cama.
– Kagome...
Foi o nome que sussurrou. Havia tido um pesadelo com ela. Olhou para o velho relógio pendurado na parede do quarto: três horas da manhã. Respirou fundo e passou as costas da mão pela testa, removendo o suor. Não conseguiria mais dormir, por isso resolveu se levantar. Desceu as escadas e sentou-se no sofá. Lá estava ele novamente naquele lugar. Ao lado do sofá, havia deixado um pequeno baú de madeira, onde se encontravam vários pergaminhos. Pegou um deles e começou a ler.
Shippou estava fazendo uma de suas rondas pela casa. Ele sempre fazia isso, todas as noites, desde que a Jóia Shikon voltara a emanar energia maligna. Queria ter a certeza de que seu amo estaria seguro, embora soubesse que Houjou não fosse assim tão indefeso. Ao retornar à sala, na entrada da casa, encontrou Houjou acordado naquele sofá antigo, lendo novamente os pergaminhos que Miroku havia deixado.
– Não está com sono, meu senhor?
– Não consigo dormir... Eu sei que algo ruim está acontecendo naquela época, mas não sei o que é... – Encarou Shippou. – Por favor, me diga o que aconteceu...
– Meu senhor... – Aproximou-se de Houjou e sentou-se no chão, diante do sofá. – Eu havia sido seqüestrado por Kouga. Mas depois parece que ele voltou atrás e quando acordei estava novamente com Kaede, mas Inu-Yasha e os outros não estavam mais no vilarejo. – Apontou para um dos pergaminhos que estava nas mãos de Houjou. – O que espera encontrar nisso?
– Eu não sei, Shippou. Eu só queria entender. Aqui diz que Inu-Yasha atacou Kagome e foi embora, deixou a Tessaiga com Miroku, mas misteriosamente os registros param aí... – Largou de lado o pergaminho e encarou Shippou. – Não posso acreditar que ele a tenha atacado.
– O senhor nunca o viu transformado em um youkai completo.
– Você me disse que ele aprenderia a usar a Tessaiga mesmo estando na forma humana. E eu disse isso a ele. Isso é verdade mesmo? – Shippou afirmou com a cabeça. Houjou levantou-se e foi até uma janela, na qual podia ver fracamente seu reflexo. – Kagome é a reencarnação da sacerdotisa que protegia a Jóia Shikon. Você me disse que as duas eram muito parecidas, Shippou... Mas eu não vejo a mesma semelhança entre eu e Inu-Yasha... Será verdade mesmo? – Virou-se e encarou Shippou. – Será que eu realmente sou a reencarnação dele?
– E quem mais poderia usar a Tessaiga?
– É, mas se isto estiver certo, quer dizer que ele morreu, não é mesmo?
Shippou dessa vez ficou calado, aquela idéia não lhe agradava. E apesar de tanto tentar não intervir nas decisões de Houjou com o seu conhecimento sobre o que acontecera no passado, pôde perceber que cada vez mais seu jovem amo chegava mais perto da verdade. Notou Houjou aproximar-se dele e encará-lo.
– Diga-me, Shippou. Como Inu-Yasha morreu?
– Eu... – Por um breve momento se perdeu com as palavras. – Meu senhor, o passado é algo que deve ser esquecido por hora...
– Meu pai o proibiu de contar, não foi? A mesma coisa sobre as espadas. A katana (x) de Sango é fácil de imaginar como a conseguimos, afinal, ela foi a esposa do meu ancestral Miroku. Mas você nunca explicou muito bem como conseguiu a Tessaiga, a Tenseiga e a Toukijin.
– Há um momento no tempo para tudo. Seu pai é um homem muito sábio... Não se preocupe com o que ainda não sabe. Já existe algo muito maior para se preocupar.
Com o olhar, Shippou apontou a porta do alçapão que levava ao porão onde estava lacrada a Jóia.
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As nuvens passavam rapidamente e o céu voltava a exibir suas estrelas. O vento frio que soprava não incomodava mais o corpo do youkai morto por Inu-Yasha. Próximo a ele estava a mochila de Kagome e, dentro dela, o vidro com fragmentos da Jóia. A sombra de um menino se aproximou dela. Ele a abriu e retirou o valioso vidro contendo os fragmentos. Ele ficou observando-os um segundo ou dois e, depois saiu caminhando, desaparecendo na escuridão da noite.
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Enquanto corriam pela trilha aberta pelo youkai Inu-Yasha, Miroku se espantava ao ver a destruição causada pelo caminho. Várias das árvores haviam sido derrubadas e outras tiveram seus galhos decepados. Além do espanto, a preocupação também tomava conta da mente do monge, pois o rastro de sangue por aquela trilha era forte. "Meu Deus, não permita que tamanha desgraça aconteça..." rezou ele em pensamento. Observou o rosto também preocupado de sua parceira que corria ao seu lado. Havia um brilho úmido naqueles belos olhos. De repente, a pequena Kirara, que estava sobre o ombro de Sango, saltou e tomou uma direção diferente da que eles estavam seguindo.
– Kirara! O que foi? – Perguntou Sango.
Logo Kirara transformou-se em fera e ficou rosnando para aquela direção. Não podiam visualizar o que estava chamando a atenção de Kirara, mas com certeza, não era algo bom. Uma energia maléfica começava a tornar-se cada vez mais forte. Uma presença odiosa que Miroku conhecia muito bem. Ele se pôs na frente de Sango e gritou para a escuridão.
– Apareça, seu maldito! Naraku!
Sango não se assustou com as palavras do monge. Se Kohaku estava por perto, longe não estaria Naraku. Ela observou a face de Miroku, que mantinha fixo seu furioso olhar na direção de onde vinha aquela presença. Só então ela notou que ele não tinha mais a mochila onde estavam os fragmentos. Mas antes que ela pudesse dizer algo, uma gargalhada familiar ecoou pela floresta.
– Vocês humanos são tão idiotas... Caem tão facilmente nas minhas armadilhas. Mas agora não tenho tempo para ficar brincando com vocês dois. Algo muito mais interessante surgiu. Um espetáculo à parte. A morte daquela garota pelas mãos de seu protetor, que cena comovente.
O tom irônico e debochado daquela voz enchia de ódio o coração do monge.
– Seu miserável! Você sabe onde a Kagome está? Diga! Vamos!
Uma sombra moveu-se entre as árvores e logo tomou forma diante deles. Naraku surgiu usando sua pele de babuíno, mas sem a máscara, com o rosto que roubara do jovem Kagewaki (x) a mostra. Não era um Kugutsu (x), era o monstro em pessoa.
– Você não está se esquecendo de nada, monge?
Miroku ficou confuso com a pergunta. Então sentiu Sango colocar a mão em seu ombro e a fitou.
– A mochila, Miroku... A deixamos para trás na pressa de achar Kagome.
– Essa não.
Ao voltar seu olhar para Naraku, Miroku notou que o inimigo diante de si estendeu umas das mãos e revelou o vidrinho dos fragmentos que estavam na mochila. Por trás de Naraku, surgiu Kohaku, com o olhar vazio e frio. Sango sentiu um aperto no coração. "Será que o fragmento que mantém Kohaku vivo é o único que falta para completar a Jóia?" Naraku pareceu ler os pensamentos dela.
– Não se preocupe, jovem exterminadora. Vou deixar seu irmãozinho viver mais um pouco, afinal a Jóia ainda não está completa. Como ele me trouxe estes fragmentos, talvez me traga os que ainda faltam. – Uma nuvem rósea de miasma começou a formar-se ao redor dele. – Agora tenho que ir assistir a um espetáculo único e depois pegar meu prêmio...
Ele saiu voando, envolto pelo miasma. Sango tentou acertá-lo com seu Hirai Kotsu, mas Kohaku interrompeu o percurso do gigante bumerangue com sua Kusarigama (x). Os dois irmãos ficaram se entreolhando por alguns segundos, até que Miroku despertasse Sango de seu transe.
– Temos que seguir o Naraku, ele parece saber onde Kagome está.
– Kohaku... – Ela mantinha fixo seu olhar no irmão.
– Sango, não podemos fazer nada por seu irmão agora. Vamos antes que seja tarde demais.
Com os olhos cheios de lágrimas, ela assentiu com a cabeça e montou sobre Kirara, seguida por Miroku. Levantaram vôo, tentando seguir Naraku. Kohaku recolheu sua arma e ficou observando-os se afastarem.
– Irmã... – Sussurrou baixinho.
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Uma escuridão intensa. Um frio mortal e anestesiante tomava-lhe conta do corpo, paralisado-lhe os membros, suas pernas e braços. Seus olhos estavam fechados, até mesmo as pálpebras eram pesadas demais para conseguir abrir. O único sentido que ainda parecia ter era a audição. E vozes ecoavam por sua mente, vozes familiares.
– Kagome! Kagome!...
– Mana! Vamos brincar?
– Não sei mais o que inventar para justificar suas faltas no colégio!
"Mamãe... Souta... Vovô... Onde vocês estão?" perguntou-se a jovem. Fez um esforço para abrir os olhos, mas de nada adiantou. Estar de olhos fechados ou abertos, não fazia diferença. Era como se flutuasse no meio do nada. Não havia qualquer luz, qualquer calor. Decidiu permanecer de olhos abertos e tentar encontrar alguém. "Onde estou? O que aconteceu?" Sua mente estava repleta de dúvidas e Kagome levou as mãos à boca. "Por que eu não consigo falar?" Tentou arduamente gritar, mas seu esforço foi em vão. E, com os olhos cheios de lágrimas, começou a lembrar-se do que havia acontecido. "Inu-Yasha... Ainda posso sentir as mãos dele na minha garganta... Será que eu morri?" Aquela idéia não lhe agradava. Logo o desespero começou a tomar conta de seu coração, não por talvez estar morta, mas pelo responsável ter sido o ser que ela tanto amava. Caiu sentada sobre os joelhos, chorando compulsoriamente, o rosto escondido entre as mãos.
– Eu só faço você chorar... – Lamentou uma voz que lhe era familiar.
"Inu-Yasha!" Ela imediatamente reconheceu aquela voz e tratou de procurar sua fonte. Mas tudo estava tão escuro e frio. Não conseguia encontrá-lo. "Inu-Yasha!" Ela queria gritar, mas não conseguia. Era como se as mãos dele ainda a estivessem prendendo pelo pescoço. "Vamos, Kagome! Abra os olhos!" ordenou ela a si mesma. "Você não está de olhos abertos!"
O som do rio voltou às suas lembranças. O calor das mãos dele voltou às suas lembranças. Mas não eram apenas lembranças, era a triste realidade. Kagome conseguiu abrir seus olhos e viu-se ainda segura pelo pescoço, pelas mãos de Inu-Yasha. Ele olhava intensamente para ela, com olhos vermelhos e distantes. "Não posso acreditar que você tenha me esquecido, Inu-Yasha..." E apesar de não conseguir falar, a jovem fez um esforço, esticando sua mão direita na direção do rosto do hanyou transformado.
Ele pareceu não ligar para aquele gesto, até que ela conseguisse tocar-lhe a face. Ele não moveu um único músculo, apenas as pupilas azuladas naquela vermelhidão de seus olhos se moveram para tentar observar a mão daquela cuja vida estava por um fio em suas mãos. Ela fazia um carinho delicado e caloroso; saudoso. Sim, ele sentia saudades de algo, mas não conseguia se lembrar do quê. Ele ainda a segurava com a mão direita e se valeu da que estava livre para tocar a mão dela em seu rosto. Fechou seus olhos e, a mente que outrora estivera mergulhada em trevas, agora se via invadida por um turbilhão de lembranças. Estava confuso, ansioso e desesperado. Imagens, juras, risos, lágrimas, tudo o invadia de uma única vez; como se fosse a primeira vez. Levantou seu olhar para ela, encarando-a e, apenas dessa vez, ela viu algo diferente dentro daqueles olhos; viu lágrimas e dor. Havia tanta dor naquele olhar... Kagome sentiu a pressão ao redor de seu pescoço diminuir, embora ele não a soltasse por completo.
Um facho de luz cruzou o ar e atingiu o braço que Inu-Yasha usava para segurar Kagome, fazendo-o soltá-la de vez. Ele soltou um grito de dor e observou incrédulo uma flecha cravada em seu braço. Ele a quebrou com ira, retirando-a e jogando-a do alto do penhasco. Kagome caiu sentada no chão, com uma das mãos no pescoço e tentando recuperar o fôlego. "Uma flecha? Será que..." Ela percorreu a área com os olhos e localizou a fonte daquela flecha. Inu-Yasha também a notara. Kikyou, com o arco ainda em riste, já com outra flecha apontada para o peito dele, surgia de detrás das árvores.
– Inu-Yasha! – Gritou a morta-viva, mas sua ira deu lugar à incerteza ao olhar diretamente para o rosto dele. – O que aconteceu com você?
Ele deu um sorriso malicioso e pareceu ter se esquecido de Kagome logo atrás dele. Sua atenção agora estava toda voltada para Kikyou. Esta, por sua vez, abaixou um pouco a guarda. Não acreditava no que via diante de si. Ela não reconhecia mais aquele olhar. E voltou-se para Kagome, esbravejando.
– O que fez com ele, menina?
A princípio Kikyou não tinha percebido o quanto Kagome estava ferida, mas logo notou o ferimento no ombro dela. Percebeu, pelo triste olhar da jovem, que o ferimento fora causado pelo próprio Inu-Yasha. "Mas como foi que isso aconteceu?" Encarou Inu-Yasha e, com os olhos cheios de incredulidade, o viu erguer suas garras, dessa vez, contra dela. Imagens do passado lhe vieram à mente. Imagens que lhe atormentaram durante todo o tempo, mesmo depois de morta. Imagens de Inu-Yasha atacando-a.
– Não! – Voltou a erguer seu arco e soltou sua flecha.
Inu-Yasha fez uma pausa ao notar a flecha em sua direção. Porém esta não o atingiu. Um Saimyoushou de Naraku se colocou entre ele e a flecha, fazendo-se em pó. Logo, entre o hanyou transformado em youkai e a sacerdotisa ressuscitada, surgiu Naraku, vindo dos céus. Ele não deu a menor atenção à presença de Kikyou ou Kagome. Seu interesse estava voltado para Inu-Yasha.
– Ora, ora, o que temos aqui?... Inu-Yasha? Você mudou bastante. – Naraku olhava para Inu-Yasha como se o estivesse examinando, de cima a baixo. Pôde notar a aura de energia que emanava daquele corpo. – Vejo um enorme poder em você. Posso ver uma aura maligna formar-se ao seu redor...
– Não... – Sua voz era como um sussurro, mas Kagome continuava na tentativa de trazer seu Inu-Yasha de volta. – Acorde, Inu-Yasha...
O som da voz dela chamou-lhe a atenção e Inu-Yasha virou-se para fitá-la nos olhos. Aqueles doces olhos castanhos. Sim, ele se lembrava deles. Ele parecia petrificado por aqueles olhos, mas logo estremeceu ao lembrar-se do nome da jovem ferida por suas próprias mãos.
– Ka... Kagome...
Kikyou novamente teve seus olhos repletos de lágrimas. "Ele se lembrou dela; não de mim..." Lentamente ela recuou e desapareceu na escuridão da noite.
Inu-Yasha mantinha fixo seu olhar naquela jovem que ele esteve prestes a ceifar a vida. Mas então, tentáculos saíram de Naraku e o agarraram.
– Como eu estava dizendo, você tem um grande poder, Inu-Yasha! Vou absorver o seu corpo e esse poder será meu!!! – Gargalhou insanamente, enquanto observava Inu-Yasha tentar soltar-se. Puxava-o com seus tentáculos cada vez mais para perto de si.
– Hirai Kotsu! – Gritou Sango.
O gigantesco bumerangue, lançado por sua mestra, rodopiou no ar e atingiu os tentáculos de Naraku, cortando-os. Inu-Yasha fazia tamanha força para soltar-se que, quando os tentáculos que o prendiam foram cortados, acabou sendo impulsionado para trás, na direção do penhasco e para o rio abaixo dele. Kagome se jogou na frente dele, na tentativa de evitar sua queda, mas ambos acabaram caindo nas águas geladas e selvagens. Sango e Miroku tentaram descer para pegá-los com Kirara, mas novamente foram interrompidos por Naraku. Ele parecia aborrecido.
– Vocês atrapalharam meus planos pela última vez!!! – Lançou seus tentáculos na direção de Sango e Miroku.
(x) Katana – Tipo de espada.
(x) Kagewaki – Era o nome do príncipe do castelo onde o pai e o irmão de Sango e os outros exterminadores foram atacados e mortos. Uma armadilha preparada por Naraku para deixar o vilarejo dos exterminadores indefeso, do qual pudesse roubar os fragmentos da Jóia Shikon que lá estavam protegidos.
(x) Kusarigama – A foice com corrente que Kohaku usa como arma.
(x) Kugutsu – Uma espécie de marionete controlada por Naraku.
