Um aviso importante! Talvez (eu disse talvez) eu não demore muito em atualizar a história, afinal, ela está manuscrita (já tenho idéia do que ocorrerá até o capítulo 10, e ainda terá mais, está quase na metade!), mas o que pode me atrasar em digitá-la e publicar aqui, é justamente o fator tempo. Caso ainda não saibam, sou universitária, e todo curso superior tem disciplina fácil e difícil, com um trabalho em cima de outro e prova em cima de prova...Escrevo nas minhas horas vagas – que são cada vez mais escassas – e depois é que eu digito! Dá trabalho, é verdade, mas eu não quero correr o risco de perdê-lo, como aconteceu com uma fic de Rurouni Kenshin (inédita) que estava escrevendo: o computador deu bug e eu perdi tudo, e até a minha idéia voltar, o ano já passou. Mas com essa fic de Inuyasha prometo sempre pôr mais capítulos, ok?Já escrevi demais aqui, vamos à história!

Nota: como vocês podem ver, decidir não tirar as respostas dos reviews. Vou mantê-las em respeitos àqueles que mandaram, certo?


CAPÍTULO II : " A Espada que Perdeu oCoração e a Estranha Doença de Rin"

TÚMULO? – gritaram todos, no auge da surpresa.

Sim. Um túmulo.

Mas daquele tamanho? – Inuyasha estava incrédulo.

Espera um pouco, Miroku. Você quer dizer que esse prédio onde você e a Sango se esconderam era um mausoléu?

O que é mausoléu, Kagome?

Uma construção que se faz sobre o túmulo, Shippou. No meu mundo isso é costume, principalmente entre famílias tradicionais, e também no Ocidente.

Keh! Onde já se viu fazer casa pra morto!

Inuyasha!

Mas é verdade, Kagome! Pra que fazer esse tal de mausoléu? É só pôr uma pedra, escrever o nome e oferecer flores. Simples!

Tem certeza do que está falando Miroku? Não me lembro de ter visto algum nome escrito e muito menos flores. O que tinha era muita teia de aranha e poeira...

Certeza absoluta, Sango. Era um túmulo ou um mausoléu, como a Kagome diz.

Um silêncio se fez entre eles. Todos ainda estavam muito surpresos com aquela revelação. Por fim, Shippou falou.

Devia ser uma pessoa muito importante. Será que era de um lorde dessas terras?

Era mulher.

O quê, Sango?

Deve ser mulher. Pelo menos é isso que eu acho. Tinha uma estátua de mulher sobre o altar, ou túmulo, sei lá! Estava com as mãos sobre o peito. Um trabalho magnífico de escultura.

Esse negócio de túmulo já está me dando arrepios. O que quero saber é por que a Tessaiga não se transforma mais em canino! – gritou Inuyasha, irritado.

Isso também é intrigante. Somente quando Inuyasha está na forma humana é que a Tessaiga não pode ser usada – disse Sango – Mas Inuyasha está normal...E hoje não é noite de lua nova.

Tudo aconteceu depois daquela explosão e daquela luz... – Kagome tentava pensar em alguma hipótese.

Será que não foi uma jogada do Naraku? – perguntou Shippou.

Só pode ter sido. A espada do Sesshoumaru também foi envolvida por aquela luz.

Espada? Está querendo dizer a Tenseiga, Inuyasha?

Vocês não viram?

Acho que não – disse Kagome – O Naraku não purificaria o próprio miasma. Aliás, ele nem tem como fazer isso. E depois, algo naquela luz o amendrontou...

Então como você explica isso? – perguntou Inuyasha, sacando a Tessaiga. A transformação novamente não aconteceu.

Não sei.

Hah! Você é mesmo uma burra!

O quê! O que você disse! Repete!

Disse que você é uma burra!

SENTA!

O colar no pescoço do meio-youkai brilhou, puxando-o para baixo e fazendo-o espatifar a cara no chão, e foi com tanta força que fez um buraco. Uma enorme gota surgiu nas cabeças de Sango, Miroku e Shippou.

Ai...

Seu insensível!

Como ele é idiota... Tsc, tsc...

Inuyasha tentou se levantar e quando conseguiu, os ossos de sua coluna estalaram. "Qualquer dia desses a minha coluna vai quebrar por causa desse 'senta' da Kagome!" pensou, sentindo uma coceira insuportável na nuca. Imediatamente levou a mão para trás do pescoço, para acabar com a fonte da coceira. Quando o fez, algo esmagado veio flutuando no ar.

Velho Myouga? O que faz aqui?

Todos se voltaram para a mão de Inuyasha.

Olá, Senhor Inuyasha! Eu escutei tudo sobre a Tessaiga...

Escutou? Então, o que me diz?

Talvez a Tessaiga tenha perdido o coração.

O quê? – perguntou Kagome – Coração?

Do que você está falando, velho Myouga? Você nunca me contou isso!

Er...eu não sei explicar – disse Myouga, um tanto constrangido – Eu só sei que a Tessaiga possuía um coração, porque uma vez o Senhor Inutaisho me disse que tinha...

Hah! Você não presta pra nada, mesmo!

Inuyasha!

Sango tomou a dianteira e falou

Mas então, o pai do Inuyasha sabia do que se tratava, não é? O que esse coração fazia dentro da espada?

Ele não me contou quase nada sobre isso. Só disse que o coração da Tessaiga e da Tenseiga iria ajudar os filhos. Só isso.

Espere aí – interrompeu Inuyasha – Quer dizer que a Tenseiga do Sesshoumaru também possui um coração?

Acho que sim. Pelo menos de acordo com o Senhor Inutaisho...

Todos se entreolharam. Realmente, algo importante havia acontecido naquela rajada de luz que envolveu as espadas dos dois irmãos durante a batalha. Mas o quê?

Então – disse Miroku, deitado ao lado de Kirara – deve ter acontecido a mesma coisa com a espada de Sesshoumaru.

Isso não importa – disse Inuyasha – Ele nunca se importou muito com a Tenseiga. Pra ele tanto faz como tanto fez, não há diferença...

É verdade...

Aí é que está – interrompeu Myouga – Pelo menos a Tenseiga o protegia. Mas agora ele está indefeso...

Sesshoumaru indefeso! Não me faça rir, velho Myouga. Todos aqui sabem que ele não precisa da Tenseiga para se proteger!

Senhor Inuyasha, o senhor não me entendeu...

Cale a boca, pulga covarde!

Assim o senhor me magoa...

Enquanto Myouga se escondia na Kirara, Miroku lembrava de alguém que poderia ajudá-los naquele mistério.

Não é melhor procurarmos o Toutousai?

Acha que ele sabe de alguma coisa, monge?

Não foi ele que fez as espadas para o pai do Inuyasha? Quem melhor para nos explicar essa história de coração do que o Toutousai, Sango?

Então – disse Inuyasha – Vamos atrás dele. Ele deve mesmo saber disso.

Não – disse Kagome – Miroku tem que primeiro se recuperar. Sango, leve ele até o vilarejo da senhora Kaede.

E você, Kagome?

Eu vou com o Inuyasha!

Ei, por que você quer vir comigo? Não preciso de companhia!

Por que eu quero, ora!

Bah!

Enquanto Inuyasha e seus amigos se dispersavam, Sesshoumaru chegava ao local onde antes havia deixado Rin com Ah-Uh. Encontrou o animal, mas não a menina. Estranhou. Geralmente, Rin ficava junto de Ah-Uh, esperando seu retorno. Jaken não perdeu a oportunidade de falar em como a menina estava cada vez mais inconseqüente.

Esssa menina não tem juízo, Sssenhor Sssessshoumaru!

Este nada falou; olhava ao redor, concentrando-se em sentir o cheiro dela. Finalmente encontrou a direção. Ela estava próxima a um rio que havia mais adiante.

Ele não sabia porque, mais alguma coisa o alertava. Claro, continuava impassível como sempre, mas ele não gostava nada em pensar que Rin poderia correr perigo quando não estivesse por perto. E era justamente esse pressentimento que percorria seu espírito.

Olha lá, Sssenhor Sssesshoumaru!

A voz de Jaken despertou-o de seus pensamentos. A menina estava caída no chão e parecia dormir. Mandou Jaken acordá-la, para que continuasse a viagem.Mas não conseguia parar de pensar que havia algo errado.

Sssenhor Sssesshoumaru, Rin esstá esstranha... – disse o pequeno servo – Esstá queimando como brasssa!

O irmão de Inuyasha se aproximou do corpo da menina e percebeu que a pele dela estava vermelha. Ela tremia de frio, motivo pelo qual estava encolhida, quase abraçando os joelhos.

Jaken, vá procurar algum remédio contra febre. – ordenou.

O servo obedeceu prontamente, não demorando em retornar na garupa de Ah-Uh com uma planta. Mas a infusão que Jaken fizera não fez efeito algum. A febre não cedia.

Deve sser maiss grave do sse penssa, Sssenhor Sssesshoumaru...

Sesshoumaru a tomou no colo e montou em Ah-Uh. Jaken também. Naquela situação, procurando por Naraku, só havia um lugar em que podia deixá-la segura.

Para as terras do Oeste.

"Segura?", questionava. Sabia muito bem que alguns não aceitariam a presença de uma humana, assim como não aceitaram o relacionamento de seu pai com a mãe de Inuyasha. "Que ironia", pensava. Ele, Sesshoumaru, foi um dos primeiros a se revoltar contra o pai e agora vivia uma situação parecida. Deixou Rin segui-lo depois que a ressuscitou, pensando que seria por pouco tempo, mas com o passar dos meses, percebera que a criança nunca o abandonaria. Perguntou-se muitas vezes sobre o motivo, mas nunca encontrou a resposta. Rin, diferente dos outros humanos, era um mistério.

Olhava a menina, que tremia em seu colo. Tão indefesa quanto antes... E o máximo que ele podia fazer num momento como aquele era conduzi-la para o único lugar que nunca quis levá-la.

Para sua casa.

Já de volta? – disse Sango, ao avistar Kagome e Inuyasha – E aí? O que o Toutousai falou?

Você quer dizer o que ele não falou, não é Sango? – respondeu o meio-youkai, irritado – Aquele velho não sabia de nada! E ainda me culpou pelo fato da Tessaiga estar como está!

Ah, Inuyasha – Kagome tentava acalmá-lo – Não foi bem assim. Ele nos disse alguma coisa...

Bah! Alguma coisa! E você acha que o que ele disse valeu alguma coisa!

E o que ele disse? – perguntou Sango.

Disse que essa história de coração da espada foi invenção do Myouga. E que devíamos procurar o motivo no lugar em que a espada ficou sem poder.

Keh! Que viagem inútil!

E por que vocês não foram até lá?

A Kagome não quis ir. Disse que temos muito tempo, que estava preocupada com o Miroku e quer voltar pra casa porque vai ter um maldito teste!

Inuyasha não conseguia esconder a raiva. Mas Kagome pareceu não se importar muito.

Por falar no Miroku, Sango, como ele está?

Está se recuperando perfeitamente. – respondeu a garota, não conseguindo esconder uma veia na testa – Percebi isso agora a pouco, quando ele tentou tocar onde não devia.

Ah... – disseram os dois.

Kagome ajeitou a mochila que levava nas costas e virou-se para Inuyasha, pedindo que a levasse até o Poço Come-Ossos.

Tchau, Sango. Prometo voltar em três dias!

Acho bom mesmo...- resmungou o meio-youkai, carregando a jovem nas costas, correndo o mais que podia.

Não demorou muito para chegarem ao lugar que levava Kagome de volta ao seu mundo. Ela novamente prometeu o retorno para três dias, não sem antes ouvir as reclamações de Inuyasha. A garota deu de ombros e saltou para dentro do poço. O rapaz já tomava a direção do vilarejo quando ouviu a voz de Kagome chamá-lo.

O quê! Você ainda não foi embora! – surpreendeu-se Inuyasha.

Não consegui passar! E agora como vou voltar pra casa!

A jovem começava a chorar desesperadamente e Inuyasha tentava entender os fatos. Primeiro a Tessaiga, depois o poço.

Que diabos está acontecendo aqui?

Como previra, Sesshoumaru não foi bem recebido por sua tribo, quando estes perceberam a presença de Rin. Mas, como sempre continuou inabalável, não se importando com comentários, até reconhecer a voz de alguém que o chamava.

Sesshoumaru! Olhe para mim, Daijimaru, quando estiver falando com você!

Daijimaru. Irmão de seu pai, seu tio. O único de sua família que ainda estava vivo. Deveria ter parado ao ouvi-lo, mas não o fez, obrigando-o a segui-lo.

Sesshoumaru!

Se quiser falar algo – disse, finalmente – fale andando.

Jaken, que também o seguia, pensava o porquê daquele youkai imaginar que Sesshoumaru o obedeceria, sem saber do parentesco que os ligava. Rin continuava desacordada no colo de seu protetor.

Como ousa trazer uma humana para cá! – rosnava Daijimaru, cada vez mais revoltado.

Sesshoumaru nada respondeu. Continuou andando, sempre com a criança junto de si. Para ele, o líder dos youkais cães, pouco importava a opinião do tio. Não era obrigação dele explicar, a resposta já estava ali.

Estou esperando uma resposta, Sesshoumaru!

Contente-se com o que você vê. – disse por fim, sem se voltar para trás.

Daijimaru ficou sem ação. Então, Sesshoumaru ousara...?

Jaken seguia de perto o seu senhor. Caminharam por mais algum tempo, e ele viu quando chegaram numa construção inacabada, devendo ser um castelo. Sesshoumaru parou e ficou observando por alguns instantes.

Seu pai, o grande youkai Inutaisho, mandara construir aquele castelo para viver com a mãe de Inuyasha, Izayoi. Desejava que as duas raças convivessem em paz, sem guerras nem desconfianças. Tudo por amor a uma humana – contudo, morrera antes que o prédio fosse terminado, condenando-o ao abandono. Mas alguns quartos estavam prontos e Rin poderia ficar num deles enquanto ele, Sesshoumaru, estivesse longe, procurando por Naraku.

Seguiu adiante.

Mesmo no estado deplorável em que se encontrava, o castelo ainda possuía uma certa beleza, sobretudo os jardins, em que o mato escondia maravilhosas e raras flores, de todas as cores e com um perfume único, capazes de levar qualquer um a viajar dentro de si mesmo, despertando sentimentos até no mais frio coração. Sesshoumaru, que caminhava impassível por dentro do castelo, não fugiu às lembranças que o retorno a sua terra traziam para sua mente, embora continuasse mantendo o controle sobre o que sentia. O passado estava muito longe e não tinha como voltar atrás em certas decisões. O tempo é imutável, mais cedo ou mais tarde as conseqüências dos atos se revelam e tudo o que se pode fazer é suportar seu peso. Entretanto, havia uma decisão da qual não se arrependera...

Parou novamente. Encontrara um bom aposento, apesar da poeira e das teias de aranha, mas que não conseguia esconder a harmonia do lugar.

Jaken.

Ssssim, Sssenhor Ssssessshoumaru?

- Limpe o quarto.

O QUÊ! – surpreendeu-se Jaken, com uma gota na testa, os olhos mais arregalados que o normal.

Limpe o quarto.

Sesshoumaru enfatizava suas ordens de tal maneira que Jaken tremia ao pensar no que poderia acontecer a ele se o desobedecesse – era incapaz de protestar. Sem alternativas, o servo do irmão do Inuyasha prontamente submeteu-se ao que o seu senhor mandava. Um pouco contrariado, obviamente.

Quanto a Rin, a febre realmente estava alta; o quimono que usava começava a ensopar de suor, o queixo tremia e as mãos estavam juntas, numa tentativa inútil de aquecê-las. Estava pálida demais e em nenhum momento ela abrira os olhos. Que tipo de doença era aquela afinal? Ele nunca a vira tão doente, no máximo a menina pegava um resfriado leve que logo era curado, sem que isso abalasse a vitalidade de seu espírito. Agora ela estava ali, em seu colo, mais frágil do que de costume...

Sentiu que ela se remexia; a menina finalmente abrira os olhos, dirigindo-lhe o olhar.

Sen...Senhor...Sesshou...maru? – disse, num fio de voz.

O que foi, Rin? – perguntou Sesshoumaru, no tom frio de sempre.

Vai...ficar...tudo...bem... – retrucou a menina, sorrindo ao dizer com esforço estas palavras, antes de desmaiar novamente no colo de seu protetor, que nada respondeu ao que ela disse.

Um fio de perturbação transpareceu nos olhos do youkai, enquanto observava o céu coberto de nuvens sobre os jardins do velho castelo, com a brisa a balançar-lhe os cabelos.

Não muito distante dali, Daijimaru ainda se remoía de ódio com o que ouvira de Sesshoumaru. Era inadmissível que o líder dos youkais cães cometesse o mesmo erro do líder anterior. Youkais e humanos eram duas raças que não deviam nunca se misturar, seja de que maneira fosse. Contra Inutaisho, ele não pôde fazer nada. Mas...

Sesshoumaru, você vai se arrepender por se meter com quem não devia...Eu não pude contra meu irmão por ele ser o mais forte, mas tenha certeza que o que eu não fiz com ele, eu farei com você! Você e essa humana vão juntos para o inferno! EU JURO!

Nesse momento, Sesshoumaru deitava Rin sobre o futon, no quarto que mandara Jaken limpar.

Jaken.

O que desseja de mim novamente, Sssenhor Sssesshoumaru? – disse o pequeno youkai, cansado, rezando para que não fosse outro serviço pesado.

Quero que você tome conta da Rin enquanto eu estiver fora. Não deixe que nada aconteça a ela.

Sssim, sssenhor. A propósssito, aonde o sssenhor vai?

É óbvio. Procurar por Naraku. – respondeu, dando-lhe as costas.

Em algum lugar, longe da vista de seus inimigos e protegido por sua barreira, Naraku refletia.

O poder espiritual que sentira durante a luta contra Inuyasha e Sesshoumaru era muito forte. Muito mais forte que o poder de Kikyou e Kagome juntas.

O que tinha sido aquilo? Era a pergunta que o perturbava. Em cinqüenta anos, nada fora tão forte quanto aquela energia.

Seria de algum deus? Sim, porque humano nenhum podia possuir aquele nível de poder. Eram fracos demais para suportar tanto.

Ouviu passos. Era Kanna.

O espelho que ela carregava brilhou, revelando a Naraku o local da última batalha, agora envolvido por um estranho poder – como se houvesse uma barreira semelhante à do Monte Hakurei.

Um sorriso maligno surgiu nos lábios do vilão.

Pode ser que eu me beneficie com isso... – dizia Naraku para si mesmo.


Obrigada pelos reviews!

Brucz: respondendo ao que você disse, por mais que alguns não gostem da Kikyou (eu sinceramente não entendo por que tanta raiva dela... Eu gosto igualmente das duas, da Kagome e da Kikyou!), ela é necessária para essa história, e o porquê você verá no decorrer do fanfic. Continue lendo!

E o Rafael, que me mandou recado pelo orkut: obrigada pelo incentivo! Quanto a escrever um fanfic legal, faça como eu: leia e estude muito, além de ficar por dentro do que rola em Inuyasha!

Bom, esse foi o segundo capítulo. Muita coisa ainda vai rolar nessa história – Inuyasha e os outros vão até o local da última batalha contra Naraku e encontram uma desagradável surpresa – e quando a derrota parece certa, algo estranho acontece. O que será?

Respostas no terceiro capítulo.

Angel-san