UHHHHHHHHHHHHHUUUUUUUUUU! Agora sim!
Desculpe a euforia, mas este capítulo é a menina dos meus olhos, hehehehe! Ao contrário do terceiro, este aqui não sofreu grandes alterações. Também pudera! É o SESSHOUMARU! Eu simplesmente amo criar cenas para ele! Ele é o príncipe que todas as meninas que amam animes querem ter! Ai, tô me excedendo...
Eu estou com mil idéias novas... Não sei se vai dar pra pôr neste fic, mas que eu vou escrevê-las qualquer dia, ah, isso eu vou!
Então – vamos à história!
C A P Í T U L O IV: "O Desaparecimento de Rin e a Morte de Daijimaru"
Anoitecera. A lua cheia iluminava os campos do Oeste.
No castelo abandonado, Jaken lutava para manter os olhos abertos. Rin continuava com febre apesar dos cuidados do pequeno youkai. Mas nada, nenhum remédio, fazia com que ela melhorasse.
Ahhh... – suspirava Jaken – Essa menina tinha que adoecer jusssto agora? E eu ainda por cima esstou tão cansssado, que sssou capaz de dormir sssentado... Uahhh...Onde ssserá que essstá o sssenhor Sssesshoumaru?
Uma brisa leve e fria entrava pela janela. Jaken, não podendo mais lutar contra o sono, adormeceu.
A brisa soprou mais forte. Uma sombra surgiu no quarto, carregando consigo uma espada. Sem fazer barulho, aproximou-se dos dois.
Numa fração de segundo, cortou a cabeça de Jaken e trespassou o peito de Rin com a espada.
Sesshoumaru acordou num sobressalto. Fora um sonho. Ele havia parado para descansar e dormira sem sentir.
Levou a mão ao rosto, perturbado. Não fora um sonho e sim pesadelo.
"Estou pensando demais nisso", disse para si mesmo. A doença de Rin abalara seu espírito, mas ele próprio não queria admitir. No entanto, a visão da menina morta ficara bem nítida em sua mente, como se de fato testemunhasse alguém atravessando o coração de Rin com uma espada. Não sabia como explicar, mas era capaz até de sentir o cheiro de sangue. Sangue de sua protegida.
Sesshoumaru olhou para o céu. Era noite de lua cheia e tudo estava iluminado. Uma brisa leve soprava fria. Exatamente o cenário de seu sonho, tudo muito tranqüilo, ao contrário do espírito do youkai. De repente, um pensamento sombrio surgiu-lhe na mente e, com os dentes cerrados pronunciou um nome.
Daijimaru...
No mesmo instante, virou as costas para o caminho que estava a frente – que poderia levá-lo até Naraku – voltando-se para as terras do Oeste, sem perceber a presença de mais uma pessoa a alguns metros dali.
"Eu não devia tê-la deixado lá" arrependia-se Sesshoumaru. Jaken não conseguia tomar conta direito de Rin saudável, imagina cuidar da menina doente! Decididamente, sua obsessão por Naraku estava pondo em risco a vida de uma inocente. Por que não a havia deixado em alguma vila quando teve chance?
Essa era uma pergunta que o atormentava vez ou outra; não queria vê-la em perigo, por isso muitas vezes partia sozinho para lutar. Mas não conseguia seguir adiante sem ela. Tornara-se comum voltar para buscá-la – não, mais do que isso: tornara-se necessário. O sorriso dela, de alguma forma, aquecia seu coração. E esse mesmo coração o estava recriminando por tê-la deixado sozinha com Jaken, em meio a youkais hostis – de sua tribo – que, com certeza, acabariam com a vida da pequena na primeira oportunidade.
Voava depressa, mas com a suavidade que lhe era característica, impassível como sempre, não demonstrando em nenhum momento os sentimentos que lhe corroíam. Voltar para a sua terra, trazendo Rin no colo, fora mesmo um erro. Tarde demais para se arrepender. Ou não...
Já podia ver ao longe as terras do Oeste; mal conseguia manter a sua ansiedade. Rin teria melhorado? Estava bem? E o mais importante: Daijimaru não tentara nada contra ela? Sabia que o tio não suportava humanos – como Sesshoumaru antes de encontrar Rin – e uma humana no território dos youkais cães era mais que um sacrilégio. Porém, também sabia que o irmão de seu pai nutria um despeito por ter sido preterido na escolha do sucessor de Inutaisho. Como irmão, pensara que seria o novo líder, no entanto, perdera o posto tão cobiçado para o sobrinho. Desde então, procurava um motivo qualquer para que Sesshoumaru caísse no desagrado da tribo e conseguir o lugar dele. E a obsessão do filho de Inutaisho em encontrar a Tessaiga e depois em derrotar Naraku, deve ter facilitado, e muito, os planos de Daijimaru em conseguir a liderança dos youkais cães. E agora, com o retorno do "pródigo" com uma humana nos braços, era a oportunidade perfeita! A luta era inevitável! Sesshoumaru teria que enfrentar o tio, sim – não apenas para proteger Rin, mas para reafirmar diante de todos o seu poder como líder.
Então, você voltou... – disse alguém às suas costas, ao cruzar os limites do território dos youkais cães.
E por que não voltaria? – perguntou Sesshoumaru, descendo ao chão – Sou o líder.
É mesmo? Então ainda se lembra de que é líder de nossa tribo, mesmo depois de séculos de ausência, procurando uma espada inútil?
Humph, Daijimaru, não me faça perder o meu tempo respondendo a perguntas idiotas.
Idiotas? Acha que são idiotas? Acho que nosso povo não pensa assim...
Não me importa o que eles pensam. Não deixam de ser perguntas idiotas, cujas respostas não preciso proferir de tão óbvias que são.
Hah, hah, hah, é melhor mesmo não responder... Porque hoje será a última vez que você reinará sobre os youkais cães – sorriu Daijimaru, sacando a espada – Prepare-se, Sesshoumaru!
Huh, e quem será o novo líder? Você, por acaso?
Agora quem faz uma pergunta idiota com resposta óbvia é você.
Não estou fazendo nenhuma pergunta idiota. Só estou lamentando a má sorte de nossa tribo por escolher um líder tão incapaz como você.
Ora, seu... Tome!
Daijimaru avançou, investindo contra Sesshoumaru, que desviou rapidamente, assim como de todos os outros ataques, defendendo-se com seu chicote, sem intenção de sacar a espada. Daijimaru continuou a atacar, e a cada lance de espada destruía tudo a sua frente, menos o seu alvo: seu próprio sobrinho.
O que foi Sesshoumaru? Por que não saca a sua espada? Tudo isso é medo de mim?
Não – respondeu o rapaz – Só estou dando um tempo para você se divertir a vontade.
É mesmo? Pois saiba que a minha diversão estará completa quando atravessar você com a minha espada!
Era um verdadeiro estrago à Natureza a cada ataque dado. E Sesshoumaru continuava firme, desviando tranqüilamente da espada de seu tio, quando finalmente desembainhou a Toukijin.
Finalmente, sacou a sua espada – disse Daijimaru – Assim, poderemos lutar mais à vontade.
É mesmo? Então quer dizer que até agora você não estava lutando a sério? – ironizou Sesshoumaru – É lutando assim que deseja tomar o poder que me foi concedido por meu pai? Que patético!
Não foi isso que eu quis dizer! – gritava Daijimaru – Pare de...
Não teve tempo de terminar a frase; Sesshoumaru vinha com tudo! As espadas se chocaram e Daijimaru empurrou o sobrinho para dar margem para o contra-ataque. Mas Sesshoumaru foi mais rápido e, num só golpe, acertou a espada do tio com tal força que a rechaçou. Daijimaru se valeu do chicote para se defender dos ataques da Toukijin, porém, a energia maligna da espada o atingiu em várias partes do corpo. A raiva que o irmão de Inutaisho sentia ficava mais forte, mas Sesshoumaru mantinha a costumeira frieza.
Para alguém que só tem um braço, você tem uma grande perícia!
E para quem tem os dois, você tem a força de um aprendiz.
Feh... Ironize enquanto pode!
Daijimaru utilizou novamente o chicote, não para atingir Sesshoumaru, mas para pegar de volta a espada. Partiu para o ataque. A lâmina expeliu uma energia maligna em forma de raios em direção do sobrinho, que se protegeu fincando a Toukijin na terra, que tremeu, lançando rochas para todos os lados, em meio a uma nuvem de poeira. Daijimaru nada via e quase não conseguiu se desviar do contra-ataque de Sesshoumaru, que surgiu de repente por entre a poeira. No entanto, foi atingido novamente. Não podia mais correr em grande velocidade. Estava gravemente ferido nas pernas.
Seu...
Ainda pensa em se tornar o líder?
Idiota! Eu tenho mais direito a esse posto do que você, Sesshoumaru!
É mesmo? Não era essa a opinião de meu pai.
Não me interessa a opinião de um tolo que misturou o nosso sangue com o de uma humana! Você também é igual, Sesshoumaru! Todos vocês, incluindo sua mãe, eram iguais!
Sesshoumaru quase não se conteve diante dos dizeres do tio; apesar da expressão de sempre, seus olhos denunciavam a revolução de seus sentimentos.
Heh, eu posso ver a raiva em seus olhos – provocou Daijimaru, ao perceber uma ligeira perturbação no sobrinho – Sim, sua mãe também era uma completa tola! Não matava humanos, mesmo que isso pusesse sua vida em perigo! E ainda por cima, morreu protegendo uma criança humana, assim como seu pai morreu protegendo aquela mulher humana e o filho meio-youkai! Você também irá morrer do mesmo jeito!
Sesshoumaru segurou a espada com mais força e cortou o ar com a lâmina, lançando novamente a energia maligna da Toukijin na direção do tio, que foi lançado ao longe, mais ferido ainda.
O que quis dizer com "morrer do mesmo jeito"?
Heh, heh, heh, não consegue adivinhar? Enquanto estamos lutando aqui, aqueles que me apóiam se dirigem para aquele maldito castelo a fim de derrubá-lo...com sua querida humana dentro!
Pela primeira vez em muito tempo, o rosto de Sesshoumaru demonstrou o que o coração dele sentia: assombro. No mesmo instante, elevou-se do chão, a caminho do castelo, quando Daijimaru se levantou.
Aonde pensa que vai!
Ao mesmo tempo em que proferia essas palavras, Daijimaru começava sua transformação. Em pouco tempo, revelou a sua verdadeira forma: um grande youkai cão de pêlos brancos, com olhos cinzentos e uma meia lua vermelha na testa. A estola, que lhe envolvia os ombros, confundia-se com o resto de seu corpo. No momento em que a transformação terminou, Daijimaru uivou ameaçadoramente, e disse a Sesshoumaru.
Você não vai escapar da morte, Sesshoumaru! Você irá encontrar aquela humana repugnante no outro mundo!
Tsc!
Sabendo que não poderia vencer o tio na forma em que estava, Sesshoumaru também se transformou. Entretanto, lutar com seu verdadeiro corpo se revelou difícil, por não estar com um dos membros. Sua agilidade diminuiu, dando vantagem a Daijimaru, que o mordeu no pescoço. Sesshoumaru uivou de dor e deu uma patada forte no focinho do tio, que foi ao chão, desnorteado com o veneno das garras do sobrinho. O irmão de Inuyasha aproveitou a deixa e partiu em direção ao castelo, disposto a enfrentar quem quer que fosse para proteger Rin. Daijimaru correu atrás de Sesshoumaru e, mesmo ferido, logo o alcançou. Tentou impedi-lo, saltando sobre ele, mas o filho de Inutaisho repeliu o ataque, lançando-o para longe. O corpo de Daijimaru caiu sobre uma montanha, destruindo-a. Não conseguindo mais se levantar, cansado e com inúmeras feridas graves pelo corpo, Daijimaru desmaiou. Sesshoumaru, por sua vez, corria o mais rápido que podia para chegar ao castelo e impedir que os demais de sua tribo matassem Rin e Jaken.
Quando finalmente chegou, viu que Daijimaru realmente não mentira quando dissera que os youkais cães que o apoiavam estavam lá prontos para derrubar o castelo – e não eram poucos. Porém, eles ainda não haviam entrado, pareciam aguardar a vinda do chefe do motim. Sesshoumaru saltou até atingir o portão de entrada e, diante de todos, assumiu a forma humanóide e sacou a Toukijin.
Se querem morrer, avancem! – gritou – Derrotarei todos que se puserem no meu caminho, assim como derrotei Daijimaru!
Muitos não se atreveram a atacar o líder da tribo, afinal, esperavam que Daijimaru o tivesse vencido. Aqueles que avançaram foram impiedosamente atingidos pela espada de Sesshoumaru.
Quem mais? Quem mais aqui não tem amor à vida?
Os youkais cães recuaram diante da força do líder; Sesshoumaru, não tendo mais obstáculos, entrou no castelo. As feridas da luta não o impediram de correr pelos corredores até o quarto onde deixara Jaken cuidando de Rin.
Lá estava ela, deitada, do mesmo jeito que a deixara. Jaken dormia sentado. A brisa soprava mais forte e o luar entrava pela janela, iluminando o lugar.
Sesshoumaru apoiou-se na ombreira da porta e devagar sentou no chão. Suspirou, aliviado em ver a menina – e Jaken também, por quê não? – viva. O ferimento no ombro esquerdo doía devido a mordida de Daijimaru e ele perdia muito sangue. Mas isso era o de menos. O importante era que Rin, apesar da febre misteriosa, ainda vivia.
Sesshoumaru fechou os olhos, respirou fundo e permaneceu pensativo por alguns minutos. Então, segurou firme a espada Toukijin e, numa fração de segundo, a lançou para algum ponto do jardim. Um urro de dor ecoou por todo o castelo e o luar iluminou o rosto do intruso.
Era Daijimaru.
Co...mo?... – murmurou Daijimaru, com a Toukijin cravada entre o pescoço e o peito, segurando outra espada numa das mãos.
Mesmo na hora da morte, você não deixa de fazer perguntas idiotas– replicou Sesshoumaru.
Daijimaru caiu no chão. Estava morto.
Sesshoumaru olhou para Rin, distante a alguns passos. A menina respirava alto, com dificuldade. Estava pálida demais. Ele caminhou até ela e, pela primeira vez desde que a ressuscitou, pegou a mão dela. Fria. Parecia que a morte não demoraria a chegar.
"A sua mãe também era uma completa tola! Morreu protegendo uma criança humana!"
Feh... – murmurou Sesshoumaru, ao lembrar as palavras do tio.
Sim, ela morrera ao salvar uma humana, assim como Inutaisho morrera para salvar a mãe de Inuyasha. Daí o motivo que o levou a odiar humanos. Devido a uma humana, crescera sem a companhia da mãe, que amava muito. E por causa de outra humana, não pôde mostrar ao pai o quanto era forte. Se aqueles seres eram tão fracos, porque protegê-los? E além do mais, aquele povo também os odiavam e temiam. Por que se unir a eles? Essas mesmas interpelações Sesshoumaru as fez a Inutaisho, quando este confessou estar apaixonado pela humana Izayoi.
"Um dia você saberá, Sesshoumaru."
Um dia? Desde que Rin entrara em sua vida, a perspectiva que ele possuía de "humano" mudara, e muito. É claro que ele ainda os considerava inferiores, mas a menina era diferente, merecia um certo respeito, por assim dizer. Foi a primeira a se aproximar dele, a demonstrar reverência, admiração (um pouco mais comedida que a de Jaken, claro) e até mesmo carinho, sentimento totalmente esquecido por ele desde a morte da mãe. Tudo ao redor dela inspirava pureza. Ás vezes a observava dormindo e se surpreendia pensando que youkais e humanos realmente poderiam conviver pacificamente, como Inutaisho acreditava. Pensamento este que sempre afastava por orgulho, mas que teimava em voltar à sua mente quando vez ou outra olhava Rin com seu sorriso inocente de criança
Suspirou. Levantou, caminhou até a porta e apoiou-se novamente na ombreira da porta, sentando-se. A brisa voltou a soprar levemente e durante boa parte da noite Sesshoumaru velou Rin, no entanto, vencido pelo cansaço causado pelos últimos acontecimentos, adormeceu.
Foi uma noite de sono sem sonhos.
Quando os primeiros raios de sol despontavam no horizonte, Sesshoumaru acordou, sentindo no ar um perfume de cravos silvestres. Os ferimentos causados na luta contra Daijimaru estavam curados. Jaken continuava dormindo, completamente vergado, segurando firmemente o bastão de duas cabeças. Contudo, alguém não estava mais lá.
Rin havia desaparecido.
No futon¹ onde a menina dormia, estava a Toukijin cravada, reagindo fortemente a alguma coisa.
O lugar estava repleto de energia pura.
Poucas pessoas se aventuravam a desbravar uma certa montanha nas terras centrais – lá habitavam muitos youkais, e uma névoa cinzenta e espessa impediam os corajosos de seguir adiante (se bem, ultimamente, o número de youkais caía consideravelmente). No entanto, naquela manhã, um viajante usando um manto negro com um capuz cobrindo o rosto, carregando uma criança, foi visto na floresta que cercava a montanha, logo desaparecendo na névoa. Muitos lamentaram a sorte daquelas pessoas, prevendo o que aconteceria com aqueles dois.
Não poderiam estar mais enganados.
É certo que todos os youkais daquela montanha atacaram as duas pessoas, porém todos foram derrotados. A névoa, antes cinzenta, tornou-se branca como as nuvens.
O viajante parecia conhecer muito bem o lugar, devido a facilidade em que encontrou uma passagem para dentro da montanha. Entrou sem maiores dificuldades.
A criança – uma menina, vestindo um quimono de estampa xadrez amarelo-laranja – que até aquele momento dormia profundamente, abriu os olhos, negros como o manto daquele viajante.
Ah... é você? – perguntou a menina, ainda sonolenta.
Me reconheces, criança? – replicou o viajante, ou melhor, a viajante.
Você é a mulher que sempre está nos meus sonhos...
Hum... Que bom ver que você não se esqueceu de mim.
A menina sorriu, sem medo. Chegando num recinto iluminado que lembrava um quarto, a mulher a deitou num futon macio e cercou o lugar com um fino véu.
Onde está o senhor...
Você o verá novamente. Não se preocupe. Agora descanse... precisa se recuperar de sua febre.
Tá...
Não demorou muito para que a menina dormisse profundamente. A mulher levou a mão à testa da pequena e a outra na própria.
A febre está cedendo – disse – Era de se esperar que a reação dela à minha presença fosse muito forte.
"E, além disso, a alma dela contém traços da energia da Tenseiga... Pelo visto falta pouco" pensou consigo.
Isso quer dizer que já aconteceu... Ah, posso sentir a sua dor... Mas não se preocupe.
Retirou a mão da testa da menina, assumindo uma posição de reverência.
Seja bem vinda de volta, Rin, ou melhor... princesa.
(¹) futon: é o que japoneses usam para dormir. Uma espécie de colchão fino (semelhante a um colchonete, popularmente falando, hehe) que eles colocam no chão.
Respondendo aos reviews, bom, vou dizer uma coisa a vocês: estou meio sem graça, não imaginava que vocês iam gostar tanto...
Kohaku-inacreditável: na história o irmão da Sango vai fazer uma pequena participação, então aguarde. E essa fanfic que não deu certo, hein? Por que não refaz? Seria ótimo (aliás, vou publicar no site o meu primeiro fanfic, aí você vai notar a diferença entre hoje e dois anos atrás, hehehe, tive até ataque de riso).
AndThejo: obrigada pelos elogios. . Falta pouco para a mulher misteriosa se revelar... Prometo fazer o melhor de mim!
Ah, e por favor, me respondam: como é que faço pra que esse site aceite o travessão? Tô tentando vários truques, mas até agora...
A seguir:
Pouco a pouco, alguns segredos são revelados. Por que a mulher chamou Rin de princesa? Que mistério é esse que elas carregam? E Inuyasha, Kagome, Miroku, Sango e Shippou, juntamente com Kaede, tentarão responder a uma difícil pergunta: afinal, quem foram os guardiões da Jóia de Quatro Almas? O que aconteceu com eles?
Até o quinto capítulo!
Angel-san
