Da mesma forma como não tenho mais justificativas a oferecer pelo meu atraso, não tenho mais coragem de pedir desculpas aos passageiros desse olifante desgovernado.
O texto simplesmente não me parece pronto, mas cheguei a um ponto que, se não postá-lo assim mesmo, vou acabar tirando a fic do ar.
Juro que o próximo capítulo está melhor: apelo então, mais uma vez, para sua paciência com este aqui
DAROR E MÍRIEL
CAPÍTULO XXI - TEMPOS DE COLHEITADaror agradava-se muito de ver Míriel corada e cheia de saúde, e numa manhã tomou-lhe a mão em outra direção que não a dos campos de embates.
... Que estais pensando, Daror? – perguntou deliciada do sorriso travesso que ele lhe reservara esta manhã.
... Levar um amigo teu a passear – respondeu. – Mas vamos longe, e precisas de pôr o véu - disse ele prendendo-lhe os cabelos louros no turbante e neste o véu que protegeria seu rosto, não sem antes untá-lo de andir.
Um amigo?
Um conhecido talvez, de velha data, mas há anos que não o via, e acabara se esquecendo dele: Estor, o belo corcel da estrebaria de seu pai.
Míriel aproximou-se tímida; mesmo que se lembrasse dela após tanto tempo, não seria com o véu de Harad.
Mas a cavaleiros de rosto oculto, Estor estava bastante acostumado. Se Míriel o abandonara aqueles anos, o Sûr não o fizera, antes o brindara com os melhores pastos, cavalgadas pela areia macia, e também todas as éguas que pudesse emprenhar: era o pai de toda uma nova geração de potrinhos, e Míriel viu Daror prestar sua deferência ao cavalo antes de suspendê-la para sua sela.
É algo que não se desaprende, percebeu Míriel, ainda mais que agora não montava atravessada, e logo se sentiu segura, pois Daror emparelhara ao seu lado no garanhão negro que só a ele obedecia e era o único grande o suficiente para suportar-lhe bem o peso.
Míriel firmou as pernas à volta do animal para controlar as rédeas com uma só mão, trazendo a outra em pala na primeira vez desde que chegara que saiu do Sûr. Estava agora no deserto, na planície sem fim que tremia sob o calor, enganando os olhos.
Cavalgavam lado a lado, e embora logo parecesse a Míriel que estavam no meio do nada, ele lhe apontava um mundo que ela não enxergaria: arbustos que acumulavam água, moitas que escondiam roedores, pedras lisas que indicavam que o leito seco conduzia a água na época da cheia, e que poderiam ser seguidas em busca de algum reservatório, e muito, muito ao longe, rebanhos de animais que fugiam à sua aproximação.
... Estão voltando à minha terra, Míriel. Minha terra está se curando, é por isso que os animais voltam, porque começam a encontrar água de beber e comida ... Mas ainda não podemos caçá-los por longos anos, ou enquanto nossas colheitas forem suficientes, pois os animais sofreram ainda mais que os homens a traição de Harad.
Por fim um pequeno, muito pequeno oásis, não mais que duas dúzias de árvores para prover sombra à relva em volta do pequeno lago.
Ali pararam e Daror desmontou, estendendo os braços para desapeá-la.
Míriel quedou em transe, contemplando aquele rosto que um dia achara feio, lembrando-se da primeira vez em que o vira dirigir-lhe aquele gesto.
... Lembra da primeira vez que me viu, Daror?
... Lembro.
... Que pensaste então? – perguntou lânguida.
... Que é uma idiotice a mulher montar de lado como se não tivesse duas pernas igual ao homem.
Míriel estapeou-o quanto pôde, Daror gargalhando e protegendo-se com os braços ao mesmo tempo que prendia os animais onde pudessem pastar.
... Pensei que me achara bonita, ou desejável, ou nobre, ou ... qualquer coisa, mas que houvesse pensado em Míriel.
... E Míriel, que pensou de Daror a primeira vez que o viu? Hein?
Míriel recuou ante a pergunta, mas Daror avançou para ela.
... Pensou que Daror era um bárbaro, hein? Um selvagem? – Daror a agarrara e suspendera nos ombros, Míriel gritando – Um monstro? Um porco talvez? – tirara-lhe as botas e olhou-a com ar cruel antes de atirá-la à água.
... Ai Daror, ainda te lembras disso? – cuspiu água Míriel. E agora ele estava ao seu lado na água, depois de haver tirado a própria roupa; estava ao seu lado, estava em volta dela, estava abraçando-a nu dentro da água, tirando-lhe a roupa e estendendo-a nas margens.
... Depois de tu te me negares por meses? Não, já me esqueci!
... Êh Daror, eu era uma tola.
... Era?
... Eu já te queria, só não conseguia ver, devias ter-me tomado à força aquele dia.
... Sempre desconfiei que tu o apreciarias – disse sorrindo, mas qualquer vestígio de ironia ou crueldade se fora à afirmação de que ela sempre o quisera, e Daror agora a abraçava, beijando-lhe os cabelos molhados. – Mas estavas pejada, e na ira em que me deixaste ao tentar enganar-me, se te tomasse, abortarias, e Daror não queria isso.
Míriel tomou-lhe o rosto nas mãos ... é claro que ele não queria isso, nenhum aborto. Daror queria muitos filhos ...
Antes que as lágrimas chegassem, Míriel mudou o rumo de seu pensamento.
... Acho que às vezes Daror julga Míriel mais frágil do que realmente é.
... Míriel é frágil, é a flor delicada que Daror tem de zelar, como se fora um bom jardineiro.
... Mesmo que Míriel lute de espadas e cavalgue ao teu lado?
... Mesmo assim, ou não foi Míriel que gritou ainda há pouco, quando Daror a suspendeu?
... Mas gritou de deleite - voltou-se-lhe ela – Míriel gosta de sentir a força de Daror.
E Daror fê-la sentir a sua força, e mais de uma vez, somente aquela manhã.
Míriel abandonou-se na contemplação daquele rosto, esquecida de si mesma, mirando apaixonada o vai-e-vem de Daror, a face marcada tão próxima à dela, tão ... entregue.
Míriel não se apercebeu da sensação que chegava até ser totalmente tragada por uma violenta onda de prazer, que a forçou a arquear o corpo e fechar os olhos, gritando: veio do baixo ventre e expandiu-se num círculo, escorrendo pelas coxas e joelhos, e subindo espetacularmente pelos seios e para a nuca, a cabeça, o rosto, as orelhas de Míriel.
Pareceu-lhe que perdia tão completamente o controle, que, por um momento, temeu haver urinado. Estava com uma sensação quente e molhada, e foi sem entender o que acontecia que abriu os olhos.
Míriel deparou-se com uma das visões mais ternas que sua lembrança viria a guardar pelo resto de seus longos dias numenorianos: os grandes olhos de Daror muito abertos, totalmente concentrados nela, com tal expressão de expectativa que eram como uma prece silenciosa.
... Parece que Daror fez algo que Míriel gostou?
... A-ham – Míriel não sabia porque estava ofegante.
... E o que foi? – sussurrou a voz grave de Daror, um sorriso pouco a pouco tomando conta de seus lábios, de todo o seu rosto, os olhos alegres do menino que acaba de ganhar o maior presente percorrendo o rosto de Míriel.
... Eu ... não sei – o que fora aquilo que alegrara tanto a sua criança? Míriel sentiu o corpo todo estremecer à simples cogitação da lembrança, e o ar escapou de sua boca involuntariamente, produzindo um som entre o gemido e o suspiro.
... Daror quer saber. Daror quer fazer de novo. – Dizia, abraçando e beijando Míriel, absolutamente tomado de alegria; sorrindo como um garotinho que se sabe amado.
Míriel ria, retribuindo os beijos e abraços da sua criança grande.
... Eu não sei ... nunca pensei.
... Nunca pensou o quê?
... Nunca pensei que pudesse sentir assim ... isso ... tanto prazer.
... Porque não poderia sentir prazer?
... Não pensei que mulheres ... sentissem esse prazer.
Daror riu, gargalhou até as lágrimas, recostando-se na relva por medo de esmagar Míriel, até finalmente puxá-la para bem junto de si e levantar-lhe o queixo com a ternura incongruente de suas mãos enormes.
... Depois nós somos o povo bárbaro. Na masmorra de qual prisão foste criada?
... Numa torre de pedra fria e escura, onde tinha de andar coberta o tempo todo e minha única liberdade era a de me sentir envergonhada.
... Nossa, que trágico! Bem vinda ao Harad, Míriel de Daror. Aqui és livre para praguejar, banhar-te nua, te entregares ao sol, fazer o que quiser por tua conta e risco, gritar de prazer ... Quero ouvi-la gritando, Míriel, quero ouvi-la gritando alto para que toda a Minha Casa ecoe o teu prazer. Só uma coisa proíbo: que sinta vergonha. É a sentença de seu Pai.
... Daror falou – respondeu Míriel.
E Daror percebeu que há muito, muito tempo não pensava na irmã como mais que isso.
Há muito que, se porventura pensasse nela, esse pensamento não viria acompanhado de dor e culpa e raiva.
Darai era excepcional e incomparável sim, a única que poderia se igualar a Ravai em feitiço, a única com quem, para o bem e para o mal, partilhara o início de sua vida, aquela com quem pelo favor de Raor acabara fazendo-se um só. A própria encarnação do espírito haradrim, que a tudo resiste e luta sempre. Uma líder, uma líder a quem confiaria o Harad. Talvez para conduzi-lo à própria destruição, mas sem hesitar, sob muitos aspectos uma líder menos relutante que Daror.
Daror que por tanto tempo acalentara um sonho insano: o sonho de descobrir que não eram verdadeiramente irmãos, e de castigá-la pela mentira, pelas vezes sem conta em que fora punido no lugar dela, de castigá-la por todas às vezes em que invejara-lhe a certeza de colo ao correr para os braços de Raor, sua completa afinidade com ele, a capacidade de levá-lo a troçar do filho que respirava para agradá-lo, para obter um gesto de aprovação, que entretanto precisava ser cada vez mais forte, destemido, feroz, firme, simplesmente o melhor em tudo para conseguir o que ela conseguia sem esforço algum. Pela culpa que tinha sentido por desejá-la. Um desejo que ela bem que não desconhecia, que ao contrário chegara a utilizar.
E depois que a castigasse muito, muito, Daror a ergueria nos braços, curaria sua pele, e a cobriria de ouro como nunca mulher alguma jamais fora coberta. A tomaria como sua mulher e poria o Harad inteiro aos seus pés, sentando-a sobre os SEUS joelhos, para que pronunciasse as sentenças com que governariam, como só ele poderia fazê-lo.
Teria sido a frustração dela, nunca ser a Senhora do Harad, ele sabia.
Teria sido a frustração dele, nunca ser o senhor dela, ninguém nunca soubera.
E se durante os anos em que a julgou morta, tomou as primas querendo acreditar que chamava seu nome em saudade, quando ela retornou soube que o fizera em loucura, e de todas as formas o estrangeiro que a levara para longe fora a melhor solução para os dois.
E de todas as formas a delicada flor branca fora a melhor solução para ele, pois seu amor suave o preenchera por completo.
... Míriel! Míriel! Míriel! – exultara ele aquela noite, repetindo-lhe infindavelmente o nome adorado ao senti-la exultar sob o seu amor.
... Míriel, meu bem-querer – disse Daror quase desfalecendo, pacificado de pertencer à sua flor.
Ele lhe estenderia a semente, ela lhe estenderia o fruto.
Ele lhe estenderia a semente, ela lhe estenderia o fruto.
Ele lhe estenderia a semente, ela lhe estenderia o fruto. Míriel repetia mentalmente o roteiro da cerimônia simples para si mesma, extremamente excitada. Daror estaria no Sûr participando da colheita dessa vez, e fizera questão de iniciá-la com o rito tradicional.
Míriel receberia a semente, representando a Mãe Terra de Harad, e como esta retribuiria com o fruto.
... E Daror, estará representando o quê?
... O próprio homem, Míriel, pois nem a terra nem a mãe dão frutos sem que o homem lhes dê primeiro a semente.
... Pensei que representasse o Sol de Harad.
... Nem! o Sol vermelho não precisa do fruto, ele se basta a si mesmo. Foi, é e será, por isso não necessita de ofertar a semente, mas não há o que exista na Terra que não venha dele.
... Parece que estais falando do Único, Erú-Iluvatar, o Criador, Pai dos homens e dos Elfos
... O Sol é único e criou tudo que há. Só a Ele adoramos, mas se quiseres, te construo um altar para tua deusa da Lua e das Estrelas, minha flor branca.
... Elbereth? – riu Míriel – Elbereth não é uma deusa, é uma Vala, um dos Poderes de Arda.
... Parece a deusa da Lua para mim, não vejo como podeis estar falando de outra coisa.
... Os Valar são instrumentos do Deus Único, dirigimo-lhes nossas preces e nosso respeito, mas através deles adoramos apenas Um.
... Também os Haradrin reservam sua adoração para o Sol Vermelho tão somente, mas toda força da natureza deve ser louvada.
... Acreditou-se em Gondor que o povo de Harad adorava a Sauron ...
Míriel temeu que a faísca que subitamente luziu nos olhos de Daror fosse incendiar sua ira, arrependendo-se de ter distraidamente guiado a conversa no rumo daquelas feridas; mas era predisposição de Daror perdoá-la antes mesmo de zangar-se:
... O Norte fica longe, e seu povo fala do que não conhce quando confunde Harad e Umbar. Agora chega de falar e toca para os campos, mulher tagarela.
A Terra de Harad merecera seu louvor. Retribuíra a semente que o Homem lhe entregara e a água que lhe direcionara com a generosidade da Mãe, e junto com todo o povo Míriel participou da colheita, cantando e rindo, suando alegre ao sentir aumentar o peso do cesto preso em suas costas. Sentia que aquilo era a essência da vida, e que se irmanava a essa essência trabalhando ao lado de seu marido e do povo dele.
... Nosso povo – corrigiu Daror. – Só não te chamam de mãezinha ainda porque pareces por demais jovem, mas as gerações que chegam o farão, verás.
Míriel, esposa de Daror, mãe do Sûr, Senhora de Harad ... A vida reservara um destino insuspeito para a filha de sua mãe, ria Míriel, tonta de vinho e festa no encerramento da temporada, girando nos braços do marido, encontrando abrigo para sua exaustão nos braços fortes nos quais adorava se deixar guiar, na dança como no prazer.
... Daror?
... Fale
... Onde aprendeu tudo que sabe?
... TUDO o que sei?
... Sobre ... sobre homem e mulher.
... Como o quê, por exemplo?
... Sobre beijos, e sobre dedos.
... Ah! Isso – riu Daror, voltando-se mais para Míriel na cama, aconchegando-a ao seu corpo – agradam Míriel, o beijo e o toque de Daror?
Míriel ruboresceu, e foi muito engraçado, porque agora deitava-se nua ao lado de Daror, e não só seu rosto, mas seu colo e seus seios também ficaram vermelhos, e ele riu por muito tempo de ver isso, e exercitou novamente o seu beijo e o seu toque, e mais alguma coisa.
... Nunca vai me responder? É o seu segredo?
... O quê?
... A pergunta que faço que sempre acaba em outra coisa.
... Ah! sobre as artes de prazer de Daror? Olha, está ficando vermelha, Daror nunca vai lhe responder assim, não quando vê os peitinhos ficando corados.
... Daror, pare.
... De pé contra um muro? Então não sabias de nada? Eras uma tola mesmo.
... Daror não precisa caçoar de Míriel – meio que irritou-se da ignorância que ele apontara.
... Preferes a mentira à verdade? Não a terás de Daror. Daror odeia a mentira e não suporta ser enganado. A pior verdade é preferível à melhor mentira; lembra-te disso.
... Não sei como vocês se arranjam lá no frio do Norte, mas no calor de Harad há oásis, e banhos, e primas...
Por um momento Daror pensou nelas, em suas primas queridas; Nitá que lhe dera o favor; Talyssia que lhe prometera o favor quando voltasse da viagem ... atraiçoadas, forçadas, machucadas, brutalizadas ... e agora misericordiosamente mortas.
Mas foi só um instante: Harad honrava seus mortos, e os vingava, mas não chorava por eles, não era o hábito do deserto ...
... Brincávamos com nossas primas, ora. Elas nos tocavam, e nós tocávamos a elas. Às vezes nos deixavam gozar em suas coxas.
... E os pais não proibiam?
... Bem, sim, mas quem iria nos controlar quando cavalgávamos até os oásis? Surras sempre acontecem aos meninos, as que resultavam dessa razão valiam à pena. Quanto às meninas, na verdade a maioria dos pais não lhes bateria até estragar a pele.
... Mas ... nunca nenhuma delas ficou grávida?
... Acontecia sim, e era um peso extra para uma menina pequena, coisa da responsabilidade dela, por isso geralmente não nos deixavam ir muito longe.
... Quer dizer que quando acontecia não se casavam, quero dizer, com o namorado?
... O casamento entre primos é muito raro, não forma alianças. A fertilidade comprovada, entretanto, geralmente resultava em um bom dote para a Casa da mulher que levaria para a Casa do marido um filho que logo viria a trabalhar.
... Mas Daror, quase todos em Harad são aparentados, parece que quase todos são primos.
... Todos de uma mesma geração se tratam por primos, mas primos verdadeiros são os criados sob a mesma Casa, sob o mesmo Pai, Míriel. Os filhos de minha irmã, embora possa não ser assim na sua terra, estão sendo criados longe, sob outra Casa que não a Minha, por exemplo, e serão só primos segundos de nossos filhos.
Volta e meia Daror se distraia e falava: nossos filhos.
Mas como a terra fértil de Harad, ela recebia a semente do homem todos os dias, e frutificaria.
Era só aguardar a época da colheita.
As RECOMENDAÇÕES têm vindo resumidas, num reflexo das minhas próprias dificuldades em me manter atualizada com tantos trabalhos fenomenais que uma séria de escritoras talentosas vem partilhando conosco:
Kwannom é incansável – HALDIR E HALETH – VERSÃO REVISADA (texto adulto premiado, irretocável, sensual e verossímel) ; BOCA SUJA (tradução generosa e politicamente incorreta); O COMEÇO DO FIM (ramificação de Haldir e Haleth com brilho próprio)
Nimrodel Lorellin – CRÔNICAS ARAGORNIANAS (profissão de fé e louvor de uma autora apaixonada por seu personagem, da qual estamos todas com saudades ... EXTRA! EXTRA! PARECE QUA ACABOU DE SER ATUALIZADA: CORRAM LÁ, QUE EU JÁ FUI!)
Mestra SadieSil – O DESTINO DE MUITOS (dispensa comentários)
L. Eowyn– SE VOCÊ PARTIR (amor, intriga, amizade e vingança que funde personagens clássicos e originais num texto de lirismo absoluto, centrado no meu casal tolkeniano favorito: Faramir e Éowyn)
Kiannah - ESTRELA SILENCIOSA (ousa entrelaçar personagens canônicos e originais em meio aos acontecimentos da própria Guerra do Anel. Romance, aventura, espadas e flores amarelas)
Doce Pequena Soi - IDRIL NÚMENESSË (a doce Idril foi adotada pelo clã mais amado da Terra Média, mas parece que anda esquecendo da gente ...)
