12 é Demais
------------- Nota Da Autora:
Autora: Tety Potter-Malfoy
Rate: T
Disclaimer: Peguei alguns persos emprestados da tia JK que teve a idéia deles mais rápido que eu... . E também aquele blábláblá sobre não ganhar nada com isso, apenas reviews se vocês forem gentis! E também peguei a idéia básica do filme de mesmo nome. :D
Resumo: Baseado no filme. Draco e Harry vivem felizes em Godric's Hollow, mais logo ambos recebem proposta de emprego e resolvem se mudar. Como Draco irá se virar, quando Harry viaja á negócios?
Recado: SLASH! Mpreg!
Pares: Harry/Draco
Betagem: Black.Alexa
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POV Harry
Sempre quis ter uma grande família. Na verdade, depois que ingressei no mundo mágico e entendi a coisa toda de "Menino-que-viveu" e principalmente depois que soube da profecia, eu nunca achei que sobreviveria tempo o bastante sequer pra casar.
Mais alguém lá em cima foi contra. Passei todo o meu sétimo ano treinando e aprendendo feitiços e defesas na esperança de ter uma chance quando o "Grande Momento" chegasse. Foi no final do ano que fiquei sabendo que Draco não estava do lado de seu pai e do amoroso Tom, e sim do nosso lado. Do meu lado.
Pela primeira vez, conversamos. Numa reunião da ordem da Fênix, e acabei o conhecendo. Draco. Não o filho de Lucius. Não um Malfoy. Apenas Draco, na sua mais pura essência.
Não me pergunte quando veio o amor. Eu não saberia dizer concretamente. Talvez tenha vindo se instalando aos poucos, tentando não ser percebido. No momento da luta final, Voldemort invadiu minha mente. Nós estávamos afastados dos outros que lutavam por uma barreira mágica que se instalou com o poder de ambos.
E então, foi o próprio Tom Riddle Junior que me fez descobrir o amor já instalado no meu peito. "Você é patético Potter! Amando o filho do meu mais fiel comesal. Mais... Vamos usar isso ao meu favor."
Essas haviam sido as ultimas palavras do bruxo mais temido do mundo, pois logo depois ele cometeu o maior erro do mundo, apontar a varinha para certo loiro sonserino que lutava bravamente contra sua tia Belatriz.
Na metade das palavras que certamente mataria Draco, um monstro rugiu dentro de mim, clamando por vingança. Logo ouve um estalo e a proteção em volta de nós havia desaparecido. Tom Riddle, Voldemort, Aquele-que-não-deve-nomeado, monstro dos infernos ou qualquer outro carinhoso apelido, deixou de existir. Virou pó.
Eu ainda tremia da cabeça aos pés, mais antes de desmaiar de cansaço, estuporei Belatriz, que lançava um Cruciatus em Draco, sem perceber a morte de seu mestre.
Acordei três dias depois, no hospital. Logo fiquei sabendo de todos que haviam morrido lutando bravamente, e me senti aliviado ao saber que não foram muitos. Pelo menos não do lado do bem. Recebi visita de todas as pessoas possíveis. Meu quarto era o maior do St. Mungos, pra poder caber os presentes e os cartões de agradecimento que recebia de toda a população bruxa.
Com dois dias veio a visita mais esperada. E foi como tudo começou. Nós continuamos amigos por um curto período de tempo, até virarmos namorados, amantes, noivos e finalmente casados.
Compramos uma casa em Godric's Hollow para poder levar a vida, sem muitos jornalistas distorcendo coisas e colocando Draco como vilão. Logo eu engravidei pela primeira vez. Antes do nascimento de Carolyn, eu tive varias conversas e apelações com meu marido, até convencê-lo a ter uma grande família.
Eu não entendia seu lado, afinal, não era ele que teria que ficar nove meses passando mal e sendo chutado! Tínhamos concordado em ficar com oito, porém, com deslizes ali e imprevistos acolá, paramos no doze.
Hoje de manhã aconteceu um pequeno imprevisto na hora do café. Não que isso fosse anormal de acontecer, porém dessa vez, lá estava o loiro que mais se preocupava em deixar seu cabelo limpo, com a aparência de quem acabou de sair de uma guerra de comida.
Eu mordia o meu indicador fortemente, tentando não rir da situação e deixá-lo mau frente às crianças. Observei ele entregar o sapo ao Jesse, ordenando que o menino o colocasse bem seguro dentro da gaiola. Draco respirou fundo e eu soube que ele iria começar um discurso longo e chato sobre "ter modos". Não agüentei mais segurar e soltei uma sonora gargalhada.
As crianças pareciam aliviadas e se juntaram aos risos. O loiro se virou lentamente e veio caminhando em minha direção vagarosamente, com um brilho perigoso no olhar. Não conseguia parar de rir. Aquele pedaço de salsicha que ia escorregando vagarosamente era irresistivelmente hilário contrastando com o rosto aristocrático do meu marido.
Ele me olhou profundamente, talvez percebendo que eu consegui desviar de todas as comidas lançadas e estava completamente limpo. Pegou um copo de leite na bancada e posicionou em cima da minha cabeça.
As crianças pararam de rir imediatamente e eu o olhei incrédulo.
-Você não teria coragem.
Parecia ter sido uma escolha ruim de palavras, considerando que no minuto seguinte eu tinha um líquido branco e viscoso espalhado por todo meu corpo. (N/A: mentes pervas em ação!).
Ele riu delicadamente, e logo virou pras crianças, falando com seriedade:
-Vocês têm cinco minutos para estarem no colégio.
Todos se levantaram fazendo bastante barulho ao arrastar todas as cadeiras e saíram correndo em busca de seus pertences e meios de transporte. Quando a cozinha estava vazia, ele se virou pra mim.
-Não acredito que riu de mim, Potter.
Eu fiz bico.
-Não acredito que derramou leite em mim, Malfoy!
Ele sorriu amorosamente e me beijou. Lógico que Draco havia mudado com o tempo. Se ele ainda fosse envolvido com a capa dos Malfoy's, teria explodido a casa com sua raiva. Felizmente, esse não era o cara com que eu tinha me casado.
Nós dois lançamos um feitiço rápido de limpeza em tudo, inclusive nos nossos corpos. Draco torceu o nariz. Não gostava do feitiço. Preferia um bom banho, mais não havia tempo.
Em cinco minutos, eu estava na varanda, tentando lembrar a todos seus compromissos e objetos que mais esqueciam. Brian já dirigia, e ia com o segundo carro da família pra estação, pegar o trem para Hogwarts, juntamente com Dulce e Todd.
Nathan, que começaria Hogwarts no ano seguinte, ia de skate, já que a escola ficava perto e a cidade tinha pouco movimento, juntamente com Kyle. Emily, Amanda, Jennifer e Jesse iam de bicicleta.
Os gêmeos caçulas iam com o pai, pois tinham consulta com o dentista, mais normalmente ficavam comigo.
-Argh! Estou atrasado, a gravata está alinhada?
Caminhei rapidamente até Draco, e ajeitei a dita cuja pra ele. Depois de um amoroso beijo de despedida, ele já ia virando pra ir quando voltou.
-Vai na empresa hoje?
-Vou sim. Primeiro vou passar na casa do Rony e da Mione hoje, e ver se eles podem olhar as crianças.
Draco deu um sorriso diabólico. Adorava quando o Rony tinha que cuidar de todo mundo. Mais ele não disse nada sobre os planos pro dia seguinte. Eu ri, delicadamente e apontei pro carro onde os gêmeos estavam esperando parecendo aborrecidos com a demora. Ele se virou e foi caminhando.
Não pude deixar de olhar pra bunda dele. Podem passar os anos e a bunda do Malfoy continuava a ser motivo de aplausos e prêmios. Dessa vez eu fui pego na minha contemplação. O loiro se virou lentamente e perguntou indignado:
-Você estava me observando?
Apenas balancei os ombros inocentemente.
-Doze filhos e ainda temos fogo, hein?
Eu ri abertamente e lancei um beijo pra ele.
-Não demore querido, a noite é uma criança.
Com um último olhar de luxúria, ele finalmente entrou no carro, sumindo do meu campo de vista.
Entrei em casa e suspirei alto. Ficava tão silenciosa sem todos. Comecei minha limpeza vagarosamente, dando tempo pra ficar tarde o bastante pra uma visita. Limpei todos os aposentos, que não eram poucos, e deixei o almoço pronto. Cozinhar era uma das coisas que eu adorava fazer e os Dursley's me obrigaram a aprimorar.
Tomei banho, e me arrumei. Não tão relaxado e nem muito elegante. Mais como eu ia passar pela empresa pra ver como andavam as coisas, optei por uma blusa social e uma calça jeans.
Passei revisando a casa novamente, coloquei Monstro pra fora, como uma espécie de vigia. Ele sempre ficava na varando quando a casa estava vazia. Era bem treinado pra proteger. Não que a casa precisa-se, com tantos feitiços, mais era bom deixar um aviso a mais.
Antes, quando Monstro era pequeno e eu e Draco não nos preocupávamos tanto com feitiços de proteção, alem do básico, um fotógrafo conseguiu entrar e se esconder debaixo da minha cama. Ele conseguiu tirar fotos tão íntimas, minha e do meu marido que eu fiquei assustado por não ter percebido mais alguém no quarto.
Felizmente, não é muito fácil de esconder de tantas pessoas e ele acabou sendo pego antes de conseguir fugir. Eu lancei um feitiço na memória e Draco queimou as fotos, apesar de ter me mostrado antes. Tenho certeza que a Senhora Weasley teria um belo infarto se as fotos fosse á publico.
Peguei a chave do meu carro, e caminhei até ele, lançando um ultimo feitiço na casa pra me alertar se alguém chegasse. Toquei a campainha da casa dos meus amigos poucos minutos depois. Mione que abriu a porta.
-Harry! Que surpresa agradável!
Sorri pra Hermione e ela logo se lançou pra um abraço.
-Olá Mione.
-Padinooooo!
Harry sorriu e se separou da amiga, para poder pegar seu afilhado no colo.
-Hey campeão.
-Cadê meu oto padino?
-Draco está trabalhando. E então? Nunca mais foram nos visitar, não é? – acrescentei, olhando acusadoramente pra morena.
-Nem vocês!
-Mione... Vamos combinar que quatro pessoas se deslocarem é mais fácil que treze...
A garota riu delicadamente, e puxou o amigo pra cozinha, onde preparava um bolo.
- Ricardo está no colégio, acredito?
-Sim. E Rony no Ministério. Mais me conte Harry, como estão todos?
-Graças a Merlin, bem. Você sabe como eu fico quando um não está Mione.
A mulher riu e acenou com a cabeça.
-Sim, sei bem. Eu lembro quando você quase explodiu a escola no dia que Jesse voltou pra casa com o olho machucado por ter apanhado.
Eu acenei com a cabeça, não querendo lembrar do episódio porque até hoje tenho ganas assassinas.
-Na verdade, Mione. Por mais que eu esteja devendo, essa não é uma visita de cortesia. Eu vim pedir um favorzinho.
Colin caminhou até mim, arrastando um coelho pelas orelhas, e pediu colo. Eu o coloquei sentado na mesa distraidamente. Hermione levou a massa do bolo ao forno e se sentou em frente a nós dois.
-Então?
-Hum... Amanhã é o meu aniversário de casamento.
Hermione riu. Com essa simples frase, ela sabia o que vinha a seguir, e o que isso implicava.
Todos os anos, no aniversário de casamento de Draco e de Harry, eles deixavam as crianças sobre meus cuidados. Como não dava conta sozinha, acabava chamando as cunhadas que vinham ajudar junto com seus filhos e seus respectivos maridos que gostavam de fazer companhia ao Rony e apreciar vê-lo arrancando os cabelos.
Sempre virava uma zona, e apesar de ter quartos o suficiente na mansão, Mione sempre saia recolhendo as crianças dormindo em cima da mesa, no chão, no tapete, no colchão e até embaixo da mesinha de centro.
Aquilo virou uma cerimônia anual. Somente comparada ao natal, e aos aniversários, que eram muitos.
Eu olhei pra ela, com a minha melhor cara de cachorro pidão, que aperfeiçoei com os anos, assistindo aos melhores: meus filhos.
Quando ela acenou positivamente com a cabeça, como todos os anos, eu e Colin demos um grito de alegria. Ele pela bagunça e eu por uma noite sem elas. Sorri amavelmente e agradeci algumas centenas de vezes.
-Então... Draco comentou algo do que pretende fazer amanhã? – perguntei inocentemente.
Ela fez uma cara mais inocente ainda e eu sabia que daquela boca não sairia uma palavra. Fiquei com calafrios de curiosidade, e insisti mais um pouco, mesmo sabendo que era uma luta perdida.
Depois de mais um tempo de conversa, eu me despedi e segui para a empresa.
Eu e Draco fundamos essa empresa de vassouras, quando a Nimbus faliu, logo depois da guerra. A gente não planejou fazê-la crescer tanto. Mais talvez o nome dos donos tenha ajudado um pouco. Nossas competições de quadribol no colégio eram lendas, e nós dois já recusamos vários convites de times profissionais. Até Draco virar treinador.
Entrei pela porta da frente, depois de estacionar, cumprimentando a todos cordialmente, com sorrisos sinceros e gentis. Sempre achei que um ambiente de trabalho com aquela carga de opressão era o local mais horrível de se passar o dia.
Por essa razão, eu criei alguns atrativos pra distrair. Por exemplo, a sala de café que sempre havia uma senhora bastante simpática distribuindo bolos e salgados deliciosos. Tínhamos algumas festas da empresa como Natal, no começo de dezembro, dia da família, festa a fantasia, e a sexta do "saco-cheio".
Essa ultima acontecia toda sexta feira. As pessoas que, normalmente têm que usar roupas comportadas como terno e gravata, estavam livres pra usarem o que quiser, desde que fosse respeitoso. E no final do dia havia um lanche para comemorar o começo do final de semana.
Tudo isso contribuiu para a empresa de vassouras MP, se tornar a mais popular do país, e crescer num ritmo assustador. Eu me orgulhava disso, pois tive um baita trabalho pra fazer meu marido aceitar todas essas idéias. E enfim, pude ver as pessoas trabalharem mais felizes, e não com aquele sentimento de obrigação.
Subi pelo elevador tendo uma agradável e rápida conversa com duas mulheres da contabilidade. Logo cheguei ao último andar, onde tinha um escritório que dividia com Draco.
-Bom dia Harry. – disse sua entusiasmada secretaria. Draco não gostava de muita intimidade, ainda mais comigo, mais eu insisti pra Anna me chamar assim quando estivesse sozinho. Acabamos criando uma amizade e nas horas vagas, ela fica me contando sua rotina com seu namorado e eu falando da minha vida.
Ela adora as crianças. Na verdade, todos da empresa os paparicam nas festas. Felizmente, todas elas são proibidas pra imprensa, restando somente algumas fotos tiradas por um fotografo contratado, que ia pro mural da empresa e alguns empregados pediam copias pra guardar de lembrança.
Uma ou outra cai em mãos erradas, mais pelo menos não é nada constrangedor sobre ninguém, apenas elogios.
-Bom dia Anna. Como passou o final de semana?
Perguntei gentilmente, enquanto entrava na sala com ela atrás.
-Ótimo, ótimo. Mais chega de lero-lero e me conta: O que Draco está aprontando pra amanhã?
Dei um longo e frustrado suspiro.
-Ele está fazendo a jogada de sempre. Fingindo que não lembra do assunto e se fingindo de surdo diante das indiretas. O pior é que todo ano ele quase me convence que esqueceu.
Anna deu um suspiro de inveja.
-Queria tanto que o tapado do Hugo fosse assim. Ele é tão tapado às vezes que eu poderia facilmente confundir com uma parede.
-Ah! Não seja tão melodramática. Pelo menos ele te deu aquele jantar fantástico no seu aniversário, lembra?
-Lógico! Como eu ia esquecer das suas poucas boas ações. E mesmo assim, você não me deixaria esquecer.
Eu ri.
-Mas, indo ao que não interessa muito mais é fundamental pra "bufunfa" chegar todo mês, vamos ao trabalho!
Ainda rindo, eu acenei com a cabeça, afirmando, e passei o resto da manhã analisando relatórios e compradores. Algumas coisas eu colocava em uma pasta para resolver com Draco à noite.
Quando chegou perto do meio dia, eu encerrei minhas atividades e voltei pra casa. Coloquei o almoço que já estava preparado pra esquentar, e fui tomar banho.
Em meia hora, já pude ouvir as vozes animadas se aproximando, e o som que as rodas das bicicletas e skates faziam no trilho. Logo, um por um fez seu caminho, primeiro até mim pra um cumprimento, e depois pra dentro da casa pra espalhar suas coisas pelos corredores e camas, enquanto ainda conversavam animadamente. Vários "oi papai" foram ditos, e logo eu estava chamando um por um pra recolher as coisas que encontrava no chão.
Brian, Dulce e Todd não almoçavam em casa, pois só voltariam de Hogwarts às 3 da tarde. Mais o resto não sentia muita falta, levando em consideração que a bagunça era feita mais pelos menores.
Draco chegou alguns minutos depois, com os gêmeos que se arremessaram sobre mim.
-Papaaaaaaaai!
-Olá meus amores. Divertiram-se com seu pai?
Ambos acenaram com a cabeça, animados, mais antes que começassem um longo relato sobre sua manhã, eu os mandei se lavarem para o almoço.
-Deram muito trabalho? – perguntei quando Draco veio me cumprimentar.
-Quais seriam as chances da minha resposta ser "não"? – disse enquanto me beijava suavemente e eu apenas ri.
-Dia excitante amanhã, hein?- comentei esperançosamente.
-Hum. –Disse ele, sem prestar atenção e logo me beijou de novo, indo tomar seu banho.
Suspirei frustrado. Ele escapou de novo. Que maldita coisa será que meu marido está aprontando para amanhã?
To be continue...
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Olááá!
Sim, eu demorei uma eternidade pra atualizar, mais, em minha defesa, eu não sabia que o terceiro ano ia pegar tanto tempo meu. Eu estipulei uma ordem, pra num dar confusão de fics, e a próxima a ser atualizada será Love Strange Love.
Acho que não demora tanto assim pro próximo não. Pelo menos eu espero. Só quero que tenham em mente que desistir eu não vou!
Ahh, as shorts fics que surgem na minha cabeça são feitas bem rápido pra não atrapalhar. Espero que gostem!
Propagandinha: Visitem meu blog! O endereço está no meu profile, em "homepage". É dedicado a fics, em especial de D/H
Muito obrigado a todos que leram e não comentaram, mais dessa vez deixa um recadinho? É tão revigorante!
Agradecimentos especiais a minha beta Alexa que aceitou pegar mais essa fic!
PS: Eu acho que nos próximos capítulos eu podia colocar pequenas partes com POV's dos filhos... pelo menos dos mais velhos... pra vocês se familiarizarem mais um pouco com cada um... O que acham?
Outros agradecimentos:
Thais Weasley Malfoy: Oie! Você como sempre me prestigiando! Amei a review! Eu tbm não gravei o nome de todos não.. ahuhuauha... tenho uma lista aqui no pc. :D E então? Gostou do cap? Beijos!
Deni Chan: Também é difícil pra mim. Ainda mais que o Harry continua com aquele mesmo espírito inocente e jovem... talvez seja a convivência com tantas crianças... ahuauhhua... Valeu o comentário! Amei! Beijoss
M. Sallaberry P.: Valeu a review! Adoreiiii! E obrigada pelos parabéns! Ainda mais vindo de uma das minhas idolas! Auhauhahu... beeeijos
Bru: Que bom que gostou da fic! Eu me divirto escrevendo também! Valeu mesmo a review! Beijos!
Rafael9692: Oie! Não importa que seja pequena não, pelo menos vc comentou e eu adorei! Quanto aos nomes, nem eu sei direito não, mais eu acho que com a idéia do PS de colocar os POV's de alguns deles melhore. O que vc acha? Eu não vou parar ela não... vai aos trancos e barrancos mais vai! Beijos!
milinha-potter: Ahhh, valeu:D Me sinto honrada com os elogios. Valeu mesmo! Que bom que riu com o capitulo, eu realmente não tenho o dom de comedia... soh romance mesmo. Mais estou me esforçando! Beiijos!
Scheila Potter Malfoy: Aêee! Atualizado! Rápido, não eh? Rsrs... Valeu pela review! Elas são seeeeempre bem vindas! Bejos:D
Beijos á todos! Vejo vocês logo, logo, em Love Strange Love!
:D
