Brincar com o fogo, no inferno não é muito aconselhável. Mas InuYasha e Kagome continuam se desafiando e provocando em lugares não adequados...

Gato e Rato.

Capítulo II: Nunca é muito eterno.

O sinal estridente indicava que a sexta aula já havia terminado. E os alunos teriam uma pausa de duas horas para o almoço, retornariam para as salas e voltariam a estudar. Não era bem um plano que Kagome queria seguir. Mas não podia fazer nada.

Sango iria almoçar fora do colégio com o Miroku. Não lhe restava alternativa do que ficar naquele maldito colégio, passar pelo corredor infernal, e depois voltar com uma ótima disposição para aturar todos os detalhes que Sango estaria determinada a descrever.

O seu inferno monopolizado não ficaria por ai. Notava que o seu professor não fazia questão de ultrapassar os alunos. Sabia que ele não tinha mais nenhuma aula, e provavelmente ficaria naquela sala para explicar algum assunto mal entendido por algumas alunas.

- "Fingidas..."

A verdade é que ele ia ficar sim lá. Esperava o momento que as alunas fossem embora, e falaria à sos com aquela menininha sobre esses bilhetinhos. Mas não tinha tanta certeza se ia poder falar mesmo com ela, pois estava tão empenhada em se espremer para sair que desviou o olhar dela, e passou a se concentrar na pergunta de uma aluna.

- K-chan! Não adianta, você não vai conseguir sair agora. Sei muito bem que você não tem a menor disposição de sair no meio desse povo. Te conheço amiga.

Sango tinha razão.

- Vem, senta aqui comigo. E me faça companhia.

- E o Miroku? Não iam sair do colégio?- disse se dirigindo para a amiga.

Ela estava sentada na mesa do professor, perto da porta. E Kagome sentou-se em cima da mesa. O hanyou percebeu o ato dela. Parecia involuntariamente sexy.

- "Tudo nesta menina está me fascinando. Tenho que parar com isso de uma vez por todas. Não dá pra jogar com sedução."

Meneou levemente a cabeça.

- O Miroku disse que passaria aqui assim que a aula dele encerrar. Até lá o sufoco já terá passado.

- Hum. Ta!

- Você percebeu os olhares dele?- sussurrou, olhando de esguelha para o Inuyasha. – Você não vai pedir explicações hoje?

Kagome sorriu marotamente, negou com a cabeça, não daria respostas, pois ele provavelmente escutaria e ficaria insuportável depois. Com um ar de superioridade. Convencido que era o único que lhe provocava esse sentimento.

Continuavam conversando, sobre assuntos paralelos. Alguns olhares dos dois se cruzavam, um transmitindo ódio, e outro, pura curiosidade e impaciência. Ela tinha que admitir que estava na hora de acabar com esse joguinho.

Jogou os cabelos para trás e Sango viu InuYasha derrubando a caneta da mão. Ela não desistia assim tão fácil, mas a verdade era que nenhum dos dois podiam esconder o desejo. A amiga estava sendo simplesmente natural. E parecia o atrair mais.

- Kagome-chan! Somente assim para lhe ver!- exclamou uma voz conhecida, na batente da porta.

- Kouga?- perguntou ela com um sorriso nos lábios. – Você é que está sumido, Mon'amour.

- Você não me procura mais. - Disse ele com ar teatral.

- Meu deus! Como pude esquecer de vossa adorável pessoa? Explica-me memória minha!- disse levando a costa da mão a testa, descendo da mesa.

Esse ato fez o professor passar a observar a cena. Kouga aproximou-se elegantemente, esticando os braços que Kagome correu. Como nos filmes de cinema.

- Vossa presença é tão importante, que receio em perguntar qual a desgraça aconteceu para dar o ar de vossa graça; ente nós, meros mortais. – Falava teatricamente, com expressividade nos olhos. Kouga se levantou, pegou-a pela cintura e trouxe-a para si.

- Saudades minha cara. – Passava uma mão sobre os cabelos negros dela. Fazia um cafuné gostoso, e ela se aninhava em seu colo.

- Também sentia saudades desse carinho. – os olhares dos três se encontraram. Ela lembrou da brincadeira de antes. E passou a se desvencilhar do corpo dele. – Mas então só vens para consumar o sentimento de solidão em que aqui estou! Se querias ver suplicas nos meus olhos, está se arriscando de se retirar desse local.

Ele segurou sua mão e a fez girar e bater contra ele.

- Na verdade vim aqui só pra te convidar para almoçar. E não para lembrar dos teatros.

Ela deu uma sonora gargalhada.

- Vocês dois sempre foram dois belos dramatizadores. – Sango concluiu parando de olhar o InuYasha que saiu do transe da atuação e se concentrava novamente na explicação.

- E pensar que tudo isso foi só para saírem pra almoçar...- disse Miroku chegando e dando um selinho na namorada.

- Pior é que você não viu as discussões. Às vezes a linguagem se tornavam tão complexa que até demoravam pra entender o que falavam um do outro.

- Mas é que sempre foi divertido brincar desse modo.

- Mas agora não tenho mais do que brincar Kagome. – Falou ele beijando o pescoço dela.

- Então que tal brincar de você parar de me arrepiar!- disse se afastando com destreza.

- Então te provoco arrepios? – Ele deu um sorriso malicioso.

- Quem em sã consciência diria que não?- ela disse com naturalidade. – e que hora voltamos? Por que tenho-

- "Aula de tarde, só saio de noite e não quero perder matéria".Já decorei o seu discurso Mon'amour.

- Ótimo! Então você já sabe que nem pode pensar em ir a restaurantes com comidas saudáveis.

- Sim claro. Com você, é só porcarias nos Fast Foods.- disse ele girando a chave do carro no dedo.

- Sem nenhuma objeção.

- Desta vez... Eu te conheço Higurashi! Você ainda é Mon'amour.

InuYasha só ouviu uns risinhos abafados saindo pelo corredor. Os planos dele de arrancar dela a verdade, e por um ponto final nessa história já tinha sido derrotada. Viu um aceno da outra menina que estava com ela. E não poderia ouvir se não tivesse a audição tão apurada.

- Não adianta tentar. Não vai conseguir fazer com que ela pare e te escute.

A mesma menina saiu de lá com o namorado. Acompanhando o grupo de meninhinas que estava explicando.

Olhou para fora da janela, viu todos os quatro, correndo pelo estacionamento. Miroku tinha Sango abraçada a ele pela frente, e abria o carro só com uma mão. Os outros dois, continuavam correndo, ela mais na frente. Com algum objeto em mãos. Ele a agarrou por trás, parecia que só ele enxergava a malícia do contato daqueles corpos.

Ela insistia em se esticar entre risos, enquanto ele lhe fazia cócegas, e ela mesmo assim desviava a mão dele.

- O que essa menina está fazendo comigo?- ele se perguntou sozinho.

Afundou as mãos no rosto e se jogou na cadeira. Não acreditava que aquela menina lhe tirou o autocontrole assim tão fácil.

Na verdade, ele não entendeu muito bem o porque dela não dar em cima dele. Estava certo de que ela estaria lá no meio da rodinha, para pedir explicação. Ela sempre estava. E ficou por lá, com conversas sem nexos, sem duplos sentidos, sem nenhum assunto. E depois vem aquele outro que faz a maior cena com ela.

Como via malícia no olhar dele. Sabia que a desejava com os olhos. Ela não ficava encabulada. Aquela amizade que parecia antiga, para ele, parecia uma formação de laços fortes. Dava a impressão de que sempre se viam, e por algum motivo, quebraram a rotina. E ele estava determinado ir mais além.

Não gostava da idéia de ver ela sendo abusada por aquele imundo fedido. Rosnou baixinho.

- Estou enlouquecendo. Só pode ser isso... ela está querendo me suicidar... só pode ser isso!

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Aquela espera estava sendo sufocante. Esteve no colégio durante o dia inteiro. Não tinha mais aulas naquele dia. Mas arrumou uma forma de permanecer lá. Disse que ainda tinha alguns alunos que estavam com dificuldades na matéria, e que estaria disposto a ficar até a hora necessária.

A verdade toda era que esperava a aula da sala daquela colegial, acabar. Ia dar uma solução ainda naquele dia. Ou noite. Ouviu uns barulhos e murmúrios de conversa do outro lado da porta. A aula já devia ter acabado. Mas os professores tinham regras explícitas para que não deixassem sair ninguém antes do horário.

Bateu na porta e esperou o professor de física aparecer. Observou de longe que os alunos formavam grupos em rodas para conversar.

- O senhor deseja algo Taisho?

- Na verdade sim. Gostaria de falar com uma aluna. Há algum problema se chamá-la para mim?

- Não senhor. Mas prefiro que gaste a sua voz. Sabe como é que é não é? Já não consigo falar com eles em aula, imagine no meio dessa baderna!- falou o velhote risonho.

Deu passagem para que ele entrasse. Parte da turma moveu os olhos para ver quem estava entrando. Alguns nem notaram a presença do professor. Dentre esses alunos estava Kagome. Que ainda ria e gesticulava com as mãos.

Deu três passos adiante e disse com uma voz dura e fria:

- Higurashi Kagome. Venha comigo. Me acompanhe até a sala dos professores.

- Eu professor?- disse ao virar levemente a cabeça e lhe lançar um sorriso inocente.

- Exatamente.

- Mas vou logo lhe avisando que não fiz nada. - disse levantando da cadeira.

- Não está sendo acusada para se defender senhorita.

- Nossa! Eu sei disso professor, era só uma brincadeira... Estou me sentindo até em um tribunal.

- Todos sabem exatamente que não gosto de piadinhas.

- Tudo bem! Tudo bem! Não está mais aqui quem falou! Poxa! Só queria saber sobre o que era.

- Nunca. – enfatizou.

- Nunca, é um advérbio de tempo muito eterno...- sussurrou.

Ele ficou impassível. Ela já não demonstrava a alegria habitual. Estava cabisbaixa. Talvez fosse culpa do ocorrido logo pela manha. A rejeitara de uma forma cruel. A ofendeu.

Ela passou por ele e parou na batente da porta. Girou nos calcanhares e deu um grito para a amiga no local:

- Sango! Por favor, Quando acabar a aula, guarde os meus materiais no meu armário, sim?

Viu um gesto afirmativo da amiga e saiu para o corredor. Ele fez o mesmo. Ela andava apressadamente. Ouvia os passos dele. E enquanto ele dava um passo, ela dava três.

- "Nunca tenha esperanças de encontrar alguém... Jamais te entenderiam..." - ele pensou olhando para frente. Ela estava quase correndo.

- "Por que estou com tanto medo dele? Nunca agi assim. Ele deve estar querendo se desculpar, mas eu não quero isso. Eu já me decidi, e isso só vai complicar as coisas pra mim..."

De repente ela não ouve mais os passos dele e para no corredor. Estava levemente iluminado. Poucas luzes acesas. Já deviam passar das oito da noite. Ainda estava parada mas não ouviu nada. Virou-se para procurar por ele, e teve que se agarrar ao pescoço dele para não cair.

Quem imaginaria que ele estava atrás dela? Parado. Como ela não percebeu ele se aproximando? Estava desnorteada demais para pensar.

Ele aproveitou aquele momento de súbito silêncio. Não havia aulas naquele corredor. Somente os dois. A estudou por minutos. Ela se encantava com o olhar intenso dele. Até que ela quebrou o contato visual.

- Se o senhor não quer n-

Não pode completar, pois ele prendeu as suas mãos no alto da cabeça e lhe prensou na porta da sala dos professores. Ela não esperava ser pega tão facilmente. Estava gemendo. Estava surpresa e extasiada demais para pensar em algo para se defender. A verdade é que não queria. Aqueles beijos no pescoço no colo, estavam lhe levando à loucura.

Ele estava traindo a si próprio. Não pretendia fazer nadinha daquilo. Não devia estar enchendo de beijos o corpo daquela jovem. Sabia que era muito arriscado. Mas aquela menina conseguiu lhe fazer culpado. E naquele momento que ela parou, no lugar que antes ele a rejeitou, parecia refletir, estava com um olhar distante. Havia algo errado.

Mas o caso é que não se conteve e estava dando o que ambos pareciam gostar. Ela desejava isso mais do que tudo. Ele nem sabia que fazia tanta questão de se sentir dominante daquele corpo. A sensação de orgulho e recompensa era gratificante.

Murmuravam palavras incoerentes, sem nexo. Estavam loucos pela boca um do outro. O beijo representava luxúria. Ambos pareciam que rolar naquela parede era uma brincadeira sensacional. Rolavam até chegar na porta e quase caírem no chão da sala.

- Oh! Kagome! Você me descontrola!

- hummmmm!

Um estava agarrando o corpo do outro com brutalidade, as bocas não se desgrudavam. Tanto que os caninos dele, lhe feriam levemente. Mas algo amortecia o corpo. Não sentiam nada. Nem os vermelhos intensos na costa de InuYasha, provocados pelas unhas de Kagome.

Ele passava a mão na barriga dela sensualmente. Lhe arrancava o seu nome com muito prazer embargado na voz. Gostava daquele som! Passou a mão por debaixo da saia dela, tocando na calcinha, seguindo o contorno dela quase que por completo. Ouvia ela gemer mais intensamente.

Ela estava se rendendo muito fácil. Até aquele momento, só havia tirado a blusa dele, enquanto que estava sem blusa, sem saia, desabotoando o sutien. Ele fazia de uma maneira descomunal. Passava a língua pela sua costa sensualmente. Dando leves mordiscadas. Soltava murmúrios de paixão.

Ele de repente parou no ouvido dela, mordiscando o lóbulo e sussurrando:

- Você me fez perder a linha...- trilhou do pescoço aos seios- me enlouquece só com esse olhar...- envolveu um mamilo com a boca, e brincava com o outro na mão. – e me faz delirar só de pensar em te desejar...

Ela sentia há muito tempo o membro rígido dele. Somente naquele momento ela pode ver como estava realmente. Completamente ereto. Ele gemia quando encostava alguma parte nela. Somente se deixava levar. E o seu interior lhe mandava despi-lo.

E fez o que queria. Prensou ele no sofá e tirou o cinto de couro. Ele arregalou os olhos. Mordia os lábios para controlar o gemido. Ela acariciava por cima da calça o membro dele. Ele a obrigou a tirar a roupa. Agora estava completamente nua enquanto ele estava só de cueca.

Ele estava deslumbrado. Ela era perfeita de corpo. Agia como uma deusa do sexo.

- Agora sou eu quem vai lhe torturar InuYasha!- disse calmamente, e caminhou até ele.

Retirou a cueca apertada. E admirou o tamanho do pênis dele. Não por muito tempo. Ele empurrou a cabeça dela para si e ela o envolveu com a boca. Ele gemeu incrivelmente alto. Parecia mais um rugido.

Rapidamente, a virou de lado e acariciou a sua parte sensível. Já estava completamente úmida. Ela gemia entre dentes e com o seu membro na boca. Aquilo sim, era mais gostoso ainda. Ele lambia a área genital dela com prazer. Beijava com carinho. Simulando lábios, dava leve selinhos.

- Ahhhh!- ela gemia quando ele aprofundava a língua.

Depois se cansou e deixou ele lhe proporcionar mais prazer.

Esteve à beira da loucura quando ele movimentava os dedos dentro dela. E decidiu acabar com essa tortura.

A arrumou melhor no sofá espaçoso. Começou a trilhar beijos por todo o corpo, começando pela testa, depois pela bochecha, pelo pescoço. Prendeu um pouco mais o tempo nos lábios. Voltavam a se beijar como loucos. Passou a diante. Pela barria, ventre, e enfim a encarou nos olhos.

- Me deixe possuí-la. Seja minha. – disse com um fio de voz rouca.

- só... só... des... dessa vez InuYashaaaaaaaa!!!!- gritou novamente.

- Só agora não! Quero que seja minha para sempre!- bradou e abriu as suas pernas.

Começou a penetração. Lentamente. Para não machucá-la. Ela reclamava de um pouco de dor. E ele se controlava. Queria acelerar o ritmo. Se continha com estocadas fundas.

- Ma- maissssss! Quero maaaaaaaissss Inuyashaaa! Me dê mais!

Ele aumentou o ritmo. Enlouqueciam juntos. Ele mordia a boca com força enquanto segurava os quadris dela e investia. Ela arqueou mais a coluna e movimentavam-se com muita intensidade.

Sentiam que o clímax chegaria logo. E estavam relaxados e estáticos. O prazer os invadiu como uma onda e ficaram do mesmo modo. Até que não agüentavam o tremor da sensação, gemeram em uníssono.

Arfavam em busca de ar. Caíram sobre o corpo do outro, abraçados e respiravam aceleradamente.

Inuyasha acariciou os cabelos negros, depositando um beijo estalado na testa. Um gesto meigo de carinho.

- Há algo errado? – ele perguntou enrolando uma mexa nos dedos.

- Hã? Por que? Não tem nada não!- disse afastando um pouco a franja prateada que caia nos olhos dele. O Abraçou novamente. Era realmente bom ficar assim.

- Sinto que tem algo para me contar.

- Você é que me trouxe aqui para conversar, mas, não sei o que aconteceu com toda aquela história.

- hum... não tem mais importância. Iria fazer a coisa mais idiota da minha vida.

- O que?

- Te afastar.

Ela manteve o olhar distante.

- Mas eu não posso desistir da paixão que me persegue.

- E se fosse eu que desistisse?

- Você não faria isso. Não me castigaria assim.

Ela se aninhou mais nele. Passava a desenhar riscos imaginários com as unhas no peitoral.

Com a mente vaga.

- Você não me abandonaria. Não podemos continuar assim, e nós dois teremos que ser fortes. - ele disse com ternura. Pronunciando entre os lábios dela.

- Nós dois... – repetiu vagamente. Não se dava nem conta do que pensava. – "Nós dois teremos que ser fortes InuYasha... Sinto em te dizer adeus, mesmo que você não saiba".- completou em pensamento.

Uma lágrima solitária escorreu pelo rosto pálido. Desfez-se nas madeixas prateadas.

Ele pousou levemente os dedos pelo caminho que a lágrima fez, secou lentamente.

- Teremos que ser forte. Mesmo que o amor nos consuma. Não podemos nos arriscar a nos separar. Te desejo demais...

- "Deseja? Só me deseja... o meu corpo. Não sou eu. Não a Kagome pessoa que sou... Não sou eu quem ele quer. E sim as curvas, do meu... do meu corpo".- chorou mais compulsivamente. Se levantou e catou as roupas.

Se vestiu rapidamente. InuYasha não teve tempo nem para entender direito.

- Aonde vai? Me conte o seu problema. Eu sei que esconde algo de mim!- a pegou pelo pulso - Não saia por ai e me deixe assim! Vamos! Sente-se e me conte. Te imploro que não me deixe assim!

- Esse é o problema! Dá sua parte só existe desejo!- puxou o braço com violência.

Bateu com força a porta atrás de si e sumiu pelo corredor. Não estava mais por perto quando ele se arrumou.

E aquele cheiro da lágrima em seu cabelo o decepcionava. Se tornou alguém que mais repudiava. Se tornou um aproveitador.

- Nunca é realmente muito eterno, minha Kagome... – sussurrou só no corredor.

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Oieeeeee pessuuuuu!

Hello! Como estão tds? Estão bem? Estão relaxados? Sem nenhuma bolinha de gude na mão para me acertar?

Sei q fiz mal em acabar com td o clima na melhor hora. Sei q fiz mt mal mesmo! Perdoem-me!

Vcs repararam? Meu primeiro hentai! Não ficou lá como eu imaginava. E parece bem mais curto de quando eu pensei. E sem falar q não teve mts diálogos... Perdoem essa pobre alma! Plx! Sei q não é um hentai legal, mas quebra o galho neh?

Estou sem comentários sobre as respostas das reviews! Estou super feliz!!! Mt mt mt mt mt mesmo! Nas minhas fics favoritas claro! Estou super emocionada por estarem gostando! Agradeço a todos os que lêem!

Mas espero que nessa fic não ocorra o mesmo o que aconteceu com "Convite para o paraíso". Tive um certo probleminha com um anônimo, que não só me ofendeu, como ofendeu outras pessoas. Realmente não entendo o porque de tanto alarde, pois eu nunca tive nada contra ninguém! Justamente no capítulo que mais me trouxe gratificação em postar, mais me dediquei, mais me superei, aparece do nada alguém xingando td mundo! E falando mentiras! Eu NUNCA, nunca pedi uma review em nenhuma fic minha! Nenhuminha. Sei que nunca é mt eterno, mais eu garanto! Isso fica chato... Mas o caso é que eu já consegui 60 reviews, em torno de 22 no mesmo capítulo, até agora. E sei que ninguém lá é falso! Tds são carinhosas e amorosas comigo! Sei que não me entregaria assim de corpo e alma para algo que não me agradasse...

Espero que "uma pessoa mt decepcionada", não apareça por aqui tbm! Se quiser, apareça. Não me importa sab! Sei q são as pessoa verdadeiras as quem me apóiam!

Mas vamos deixar os problemas pra lá e finalmente explicar por que Infelizmente não poderei responder as reviews hoje:

Acontece que eu vi em uma fic, que na nota, a autora disse que ficou sabendo que estava proibido responder as reviews na nota. Obviamente eu me revoltei. Vcs podem estar pensando que é por preguiça. Mas não é mais não! Juro! Da-me prazer interagir com vocês! Mas não falaram nada sobre agradecer a todos! E juro que vou procurar me informar sobre essa situação. Realmente não gosto de ficar sem responder. Parece q falta parte do capítulo. Mas eu juro q no próximo capítulo eu respondo. Todas! Sendo proibido ou não. Eu sei q não vou me conter. E eu vou responder parcialmente umas perguntas... pq eh chato não interagir...

Então lá vão os agradecimentos: Gheisinha Kinomoto, Isabella(e você tbm é das minhas. Espero não decepcioná-la com o hentai... E vc sabia q tem o nome da minha melhor amiga?), Ale(eu já consegui fazer um trabalho de 10 páginas em 4 aulas... hehe), Neiva, Macah Potter, Uchiha Kayra, Maya Yoru(obrigada por acompanhar CPP! Apareça sempre por lá ok?), mk-chan160(já teve o hentai agora neh? Hehe, espero que esteja pelo menos legalzinhu...), Angel Love dreams(Obrigada mesmo pelo seu apoio nas 2 fics! As suas reviews caíram como uma luva no momento.

Preciso falar que agradeço a todos os que lêem?

Axu q naum neh?

Obrigada!

Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins, Bjikins!