Brincar com o fogo, no inferno não é muito aconselhável. Mas InuYasha e Kagome continuam se desafiando e provocando em lugares não adequados...


Gato e Rato.

No capítulo anterior:

- Esse é o problema! Dá sua parte só existe desejo!- puxou o braço com violência.

Bateu com força a porta atrás de si e sumiu pelo corredor. Não estava mais por perto quando ele se arrumou.

E aquele cheiro da lágrima em seu cabelo o decepcionava. Se tornou alguém que mais repudiava. Se tornou um aproveitador.

- Nunca é realmente muito eterno, minha Kagome... – sussurrou só no corredor.

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Capítulo III: Se você fugir, eu te procuro.

Sango estava correndo entre os corredores da escola. Já estava tarde, mas aquele assunto não podia passar em branco, nem dia. Sabia que Inuyasha ainda estava pelo colégio. Na ala do cursinho, provavelmente estendendo o turno como sempre fazia.

Viu uma porta semi aberta, iluminada, algumas pessoas já estavam no corredor e um relativo murmúrio dentro da sala. Não pensou duas vezes e adentrou correndo e gritando furiosa:

- LONDRES! LONDRES! Seu imbecil! Não vê o que provocou? Ela quer ir para Londres!

Inuyasha parou de conversar com uma aluna e viu Sango bufando na porta. Não ouviu bem o que ela disse, parecia que era algo sobre Kagome.

Alguns alunos ficaram calados, observando o ódio da Sango. Alguns davam assovios, a chamavam de gostosa. Mas naquele momento pouco importava. Miroku não estava por perto. Só sabia que sentia muita raiva.

Foi até a mesa do professor, cerrou os punhos e bateu com muita força.

- Algum problema senhorita Sango?

- Todos seu idiota!

- Você não tem respeito?

- Dobre a língua para falar de respeito. Você sabe muito bem que não tem moral para falar sobre tal assunto.

Inuyasha a puxou pelo braço, levou-a para um canto, e os alunos já entenderam que era para sair de perto.

- Me conte o que diabos deu em você para entrar assim na sala e falar um monte de asneiras! E eu juro que se você não tiver uma boa justificativa, eu providenciarei para que sofra as devidas conseqüências.

Sango coçou a cabeça com tanta impaciência. Ele era realmente um imbecil. Não sabia o que tinha acontecido?

Com certeza não! E se não tomasse uma providencia logo, ela mesma tomaria conta para que ele sofresse as devidas conseqüências.

Viu que finalmente estavam sozinhos na sala e resolveu abrir o jogo:

- A Kagome escreveu uma carta. Pediu para um mensageiro entregar, mais ela não esperava que a carta chegasse ainda hoje. Deixou uma para mim e outra pra que lhe entregasse. – estendeu um envelope azul claro com a escrita dela. – Leia a minha antes e depois faça o que ela me pediu. Acredito que assim você entenda melhor.

Ele olhou desconfiado para Sango que permanecia impaciente. Queria saber sobre Kagome. Ela havia faltado nos últimos três dias. Não teve chances de entrar em contato e pedir uma explicação.

Por fim abriu o envelope e começou a ler.

30/04/2007

Sango-chan,

Minha querida amiga, sei muito bem que você não vai me perdoar por fazer essa loucura. Se te conheço, você provavelmente vai me ligar e querer uma excelente explicação, né?

Você sabe que recebi um convite para estudar no exterior, e também tenho certeza de que você lembra que eu recusei. Assim como Kouga.

Não queria ir para Londres e deixar tudo o que eu mais prezava. Você, melhor do que ninguém, sabe que eu não desisto fácil das coisas. Mas cheguei a um ponto onde compreendi que nada do que eu queria, fazia sentido. Tudo era uma loucura.

Kouga finalmente conseguiu abrir meus olhos. Me fez entender que não fazia sentido sofrer por alguém que não me dava valor. Mas é claro que ele não sabia quem era, nem sabia nada sobre o que aconteceu. Mas colocando os pingos nos is, realmente notei que fiz tudo errado.

Não quero me sacrificar novamente, e por isso menti sobre os exames. Não tenho nenhum problema de saúde. Eu precisava faltar para acertar os últimos detalhes da viagem.

Não mereço o seu perdão. Não teria coragem para olhar na sua cara agora. Mas eu só quero que saiba que você é muito especial. Foi uma mãe para mim. Cuidou, zelou e me protegeu dentro das suas possibilidades. E Não quero que você esqueça que eu te amo muito! Amor que duas irmãs tem. Você é a irmã-mãe que eu nunca tive.

Te Adoro, beijos.

PS: Quero que você entregue o envelope vermelho para o Inuyasha. E tente não matá-lo. Tem uma carta para o Miroku também, mas eu já enviei. Não se preocupe com nada viu?

I'm not a perfect person

There's many things I wish I didn't do

But I continue learning

I never meant to do those things to you

And so, I have to say before I go

That I just want you to know

(Eu não sou uma pessoa perfeita

Tem tantas coisas que eu gostaria de fazer, mas não fiz

Mas eu continuo aprendendo

Eu não pretendia fazer aquelas coisas com você

E então eu tenho que dizer antes de ir

Que eu apenas quero que você saiba)

Por um instante, o semblante de Inuyasha ficou impassível. Era impossível de se distinguir se passava algum pensamento, ou sentimento. O seu rosto parecia vazio.

- "Maldito lobo fedido! Ele levou a Kagome de mim! Onde era que ela estava com a cabeça para fazer isso?".

Rapidamente o seu rosto se contraiu e virou bruscamente o rosto para desviar do olhar de Sango. Estava visivelmente irritado, ele estava se controlando. Parecia que explodiria a qualquer momento e tinha que ter uma solução antes que isso acontece.

- Cadê a carta que ela escreveu pra mim?

- Está aqui. – Estendeu um envelope vermelho. – Mas antes de ler, quero que você me prometa uma coisa.

- Qual?

- Que não irá fazer nada impensado. – Sango suspirou pesadamente antes de continuar - Kagome-chan não gostaria nada disso.

- Não se preocupe.

30/04/2007

Inuyasha,

Sei que você deve estar se perguntando o porque que eu fiz essa loucura, não é mesmo? É Inuyasha, eu realmente prevejo as suas palavras.

Se eu te contasse pessoalmente, você me encheria de perguntas, iria querer saber o porque que eu estou fazendo isso, e acabaria por me magoar outra vez. Mas você sabe que a culpa não foi inteiramente sua. Eu te persegui por todo o colégio. Você já estava de saco cheio de mim. Mereci ouvir aquelas verdades.

As palavras ainda ecoam na minha cabeça e ainda me fazem parar para pensar. Tudo o que aconteceu foi lindo. Exceto na parte da manhã. Nunca vou esquecer desse dia, com todos os seus contratempos. O que você me disse ficou cravado forte no meu coração, ' Você não passa de uma menina que se acha demais' e 'Não me procure, não quero nada com uma aluna idiota', vão ficar sempre lá. Farão parte de mim, para que eu possa tornar uma pessoa melhor. Tentarei não errar em Londres.

Estou partindo agora à noite, e não sei como ainda tenho forças para escrever essa carta. Não posso falar que é por culpa do cansaço dos preparativos, por que eu estava fazendo tudo quase que automaticamente.

E eu não posso esconder de você o cheiro das lágrimas, afinal de contas você é um meio-youkai e já sentiu elas em todo esse papel.

Tenho que lhe explicar logo de uma vez o porque de estar viajando. Bem, Eu consegui uma bolsa de estudos em Londres faz algum tempo, mas tinha recusado. Porem acho que lá é o melhor para mim. Londres deve ser o melhor lugar para eu me refugiar. Vou ficar lá até concluir a faculdade. Pretendo fazer Biomedicina. E sei que para onde vou, é o caminho correto.

Não terei mais que tentar me concentrar nas suas aulas de biologia quando o que eu queria entender, era a química, ente nós dois. Piadinha besta né? Eu sei. Mas eu não estou em condições nem para sorrir, quem dirá para escrever poesias.

Espero que algum dia você esqueça tudo o que aconteceu. Siga em frente e me deixe para trás. Somente me perdoe por ter te amado.

Com carinho,

Kagome Higurashi.

- Conseguiu fazer eu me sentir um lixo. – as mãos despencaram para a lateral do corpo, amassou levemente o papel na tentativa de se controlar. – Ela está pedindo perdão por me amar.

- Ela merece o seu perdão Inuyasha? – ele balançou negativamente a cabeça. – Por que?

- Por que eu deveria agradecer a ela por simplesmente ficar do meu lado.

Finamente encarou Sango nos olhos. Ela não precisava ler aquela carta para saber do que se tratava.

Sango olhava no fundo dos olhos e pareceu analisá-lo.

- Você quer que ela vá embora?

- Não.

- Então você realmente gosta dela?

- ...

- Tudo ficaria mais fácil se você tivesse falado para ela antes. Admita pelo menos para mim. Acredite que ficará mais fácil depois para falar com ela.

- Agora não tem mais jeito.

- Tem. Tem se você prometer amá-la. – ele a encarou com súbita curiosidade. – Já cuidei de tudo, sei à que horas o avião vai sair, consegui o plano de vôo, tenho a inscrição dela nas minhas mãos e um táxi à nossa espera. Só depende de você querer impedi-la.

- Você acha certo impedir que ela tenha sucesso na vida?

- Que frase mais careta Inuyasha! Alem do mais, pra que adianta sucesso na vida, se ela não vai ter amor?

Sango chegou perto de Inuyasha e segurou suas mãos.

- O pior pesadelo dela era se tornar que nem os pais. Eles só viviam para o trabalho, e me surpreendo por ela ser o que ela é hoje. E acredito que isso não é o que ela quer.

- O que ela poderia querer então?

- Só alguém que lhe de um porto seguro.

I've found a reason for me

To change who I used to be

A reason to start over new

And the reason is you

(Eu encontrei uma razão para mim

Para mudar quem eu costumava ser

Uma razão para começar de novo

E a razão é você...)

Saiu da sala, deixando o meio-youkai para trás. Não acreditava que ele não faria nada. Era mesmo muito "Covarde".

Um braço a puxou para trás de repente e uma ponta de esperança tingiu o seu coração.

- Não importa pra onde ela vai, só sei que não quero ser trocado por um lobo fedido.

Finalmente conseguiu fazer algo por sua amiga. O seu maior alívio era saber que não seria a única a travar essa batalha. Kouga vs. Inuyasha. Quem venceria?

- "A Kagome é lógico!" - Sorriu e correram o mais rápido que podiam para o táxi. – Ao aeroporto internacional de Tókio. Urgente!

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Kagome tinha passado a tarde inteira com Kouga. Estava sendo tediante, e se arrependia amargamente de não ter contado pelo menos para Sango sobre a viagem. Com certeza ela estaria ali para lhe fazer companhia.

Seus pais estavam viajando novamente. Não chegariam no aeroporto a tempo. Mas Kagome não fez questão. Afinal de contas, a mãe e o pai nunca foram figuras presentes.

Somente o motorista estava lá com ela. Ela o considerava um grande amigo. Foi ele quem brincou com ela na infância. Mas ele negava sentar-se na mesa do barzinho em que estavam, pois falava que ainda era um chofer.

- Você é o meu único parente por aqui! Isso sim.

- Bondade sua minha menina...

- Toutosai. Não seja tão formal, todos nós já sabemos da sua relação com a Kagome. Não se intimide comigo. Afinal, eu já sou de casa não é mesmo?

- Exatamente! Sabe que você é tão importante para mim, a ponto de dar a vida. Lhe vejo como um pai. Tento fazer ele enxergar isso há 17 anos.

- Então acho que está na hora de eu usar o meu poder paterno e impor respeito não é mocinha?

Kagome riu. Ele sempre achava uma forma de manter a palavra. O seu sorriso se manteve até a voz mecânica anunciar:

"Ladies and gentlemen, embarkment with final destination London, gate 13. Flight 33516, take-off in 30 minutes "

(Damas e cavalheiros, embarque com destino final Londres, portão 13. Vôo 33516, decolagem em 30 minutos.)

- Está na hora não é minha pequena? – Toutosai perguntou enquanto acariciava os fios de cabelo dela.

- Sim.

Disse isso e se agarrou nas barras o terno da grande pessoa que ela considerava. Enfiou a cabeça no ombro dele e chorou.

I'm sorry that I hurt you

It's something I must live with everyday

And all the pain I put you through

I wish that I could take it all away

And be the one who catches all your tears

That's why I need you to hear

(Eu sinto muito ter te magoado

É algo que eu devo conviver todos os dias

E toda a dor que eu te fiz passar

Eu gostaria de poder retirá-la completamente

E ser aquele que apanha todas as suas lágrimas

É por isso que eu preciso que você escute)

- Eu não sei se é o mais certo... Tenho medo... Muito medo. Não quero ficar só por lá. Vou sentir muitas saudades!

- Você vai ter que ser forte minha pequena. Além do mais, você não estará sozinha. – Ela o encarou

Secou algumas lágrimas que ainda estavam por todo o rosto.

- Você não estará sozinha. – fez um gesto com a cabeça, indicando Kouga, que assistia a cena em um canto. – Tenho certeza de que este nobre cavalheiro também lhe daria a vida.

- Ficarei do seu lado sempre, Kagome. – Kouga estendeu a mão.

Kagome aceitou a mão de Kouga e naquele momento sentia que não tinha mais volta.

- Vamos para o salão de embarque.

- Sim.

Kagome correu até Toutosai novamente e o abraçou. As mangas da blusa de frio eram maiores que os seus braços. Ela brincava com a pontinha por trás do aperto.

- Diga para a Kaede que eu também a amo muito e que entendo o motivo dela não poder vim. Amo muito você também.

I've found a reason for me

To change who I used to be

A reason to start over new

(Eu encontrei uma razão para mim

Para mudar quem eu costumava ser

Uma razão para começar de novo)

- Tudo bem menina, não prolongue mais a sua a sua dor...

- Já vou.

Virou e foi correndo ao encontro de Kouga.

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Inuyasha e Sango desceram do táxi e entraram no aeroporto. No caminho Sango viu Toutosai e o puxou imediatamente.

- Toutosai!

- Senhorita Sango? O que faz aqui?

- Você sabe muito bem o que eu faço aqui. Cadê a Kagome?

- Foi para a sala de espera faz uns 20 minutos. O vôo dela sai daqui a cinco minutos em ponto. Infelizmente a senhorita não chegou a tempo.

Inuyasha se virou e se contorceu de ódio. Tudo estava sendo questão de tempo.

- Claro que não. O avião ainda não decolou! – Sango disse e pegou o celular do bolso. – Papai? Sim, preciso de um favor.

And the reason is you

(E a razão é você...)

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"Ladies and gentlemen, the flight 33516, with final destination, London, Will have a delay of 10 minutes. Thanks for understanding".

(Damas e cavalheiros, o vôo 33516 com destino final, Londres, Terá um atraso de 10 minutos. Obrigada pela compreensão).

Aquilo parecia uma brincadeira. Já estava sendo torturante demais ficar ali esperando entrar no avião para desistir de tudo o que viveu ali.

Kagome não conseguia mais agüentar, chorou novamente. E pensava, pensava, pensava. Mas não podia voltar atrás.

- Quero entrar logo e tomar um tranqüilizante. Só me acorde em Londres ok?

- Tudo bem. – Kouga afirmou.

Kagome sentia o coração palpitar. Não estava com toda a certeza de fazer aquilo. Tomou medidas drásticas. O seu coração não estava suportando.

And the reason is you

(E a razão é você...)

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- O papai arrumou um jeito de atrasar os vôos Inuyasha. Agora vamos até o balcão da linha aérea e fazer esse check-in urgente!

- Ok!

- Boa sorte garotos!

Correram até o local e por sorte não tinha muita gente. Mas Sango insistiu em furar a fila e para isso fingiu estar passando mal. Com pena todos cederam a vez e os dois começaram a correr de novo, para o portão 13.

Só faltavam 3 minutos.

And the reason is you

(E a razão é você...)

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"The passengers of flight 33516 with destination, London, please, to embark in gate 13".

(Os passageiros do vôo 33516 com destino, Londres, por favor, embarcar no portão 13).

- Finalmente chegou a nossa vez. Vamos Kagome?

- Sim.

Kouga a puxou pelos ombros e beijou a sua testa.

- Não tenha medo.

Kagome manteve o olhar distante.

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Na entrada para os portões de embarque tinha mais uma fila. Inuyasha não chegaria a tempo. Já fora feito a última chamada para o vôo.

Inuyasha sentiu o coração contrair ao ver ela, passando por uma porta enorme de vidro, detector de metais, para finalmente entrar no avião.

Caiu a ficha! Ela já estava entrando no avião.

- Sango! Lá está ela! Já está entrando! Não vai dar tempo.

- Claro que vai! Só um minuto.

Sango foi para o início da fila, falou com uns senhores idosos que sorriram bondosamente para a menina, e depois trocaram algumas palavras com o guarda.

- Corra Inuyasha!

- Meu jovem! – uma idosa no início da fila o chamou e ele se virou – Vá em frente e tenha fé! Não a deixe partir!

Ele fez um aceno positivo com a cabeça e correu novamente até o portão de embarque.

- Espere! Eu ainda tenho que entrar nesse avião!

- Mas a última chamada já foi feita. O senhor terá que remarcar.

- Não! Ela não pode entrar nesse avião.

A aeromoça entendeu por altos, parte da história, presumiu o que estava acontecendo.

- Então corra! Me dê o seu passaporte e corra! Vou pedir para o segurança lá do avião esperar a sua chegada.

- Obrigado!

E ele correu novamente, correu até chegar na porta do avião. Um homem o esperava.

- Senhor Taisho, entre logo e procure o seu lugar. Se acomode pois o avião já vai decolar.

- Não precisarei nem sentar. Só quero achá-la.

And the reason is you

(E a razão é você...)

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Kagome afundou na cadeira confortável da primeira classe. Tomou os remédios como queria e massageava a cabeça com as pontas dos dedos.

"Ladies and Gentlemen, we will have one another small delay, we ask for the understanding of all again. A passenger is embarking. It will be only the time of the room".

(Teremos um outro pequeno atraso, pedimos novamente a compreensão de todos. Um passageiro está embarcando. Será somente o tempo da acomodação).

- Ótimo! Tudo resolveu atrasar hoje!

- Não será muita coisa Kagome. É somente mais um passageiro atrasado. Sempre acontece isso. Se acalme. Tudo vai dar certo.

- Não consigo ficar quieta.

- Controle a sua ansiedade. – ela se virou na poltrona para encará-lo melhor.

Kouga apertou a mão dela entre as suas. Queria passar um pouco da tranqüilidade que tinha.

- Você vai ver como vai dar tudo certo lá.

- Espe- não terminou porque viu alguém que jamais pensaria em estar naquele local. – Não é possível!

Kouga olhou para as mãos dela brancas. Ela ficou pálida.

Kagome não desgrudara os olhos do novo passageiro. Não acreditava que era ele.

Kouga olhou para a direção que Kagome observava. Ficou tão perplexo quanto.

A figura parecia ofegante, suada e passava os olhos lentamente pelo local.

Os olhares finalmente se encontraram. Um misto de alegria e alivio o invadiu. Ele não conteve o grito:

- Kagome!

Ele correu, e a abraçou. Abraçou forte. Tinha medo de que ela fugisse dali, daquele abraço.

- Finalmente! Finalmente te encontrei!

I'm not a perfect person

I never meant to do those things to you

And so I have to say before I go

That I just want you to know

(Eu não sou uma pessoa perfeita

Eu nunca quis fazer aquelas coisas para você

E então eu tenho que dizer antes de ir

Que eu apenas quero que você saiba)

Kagome estava chocada demais. Não estava entendendo tudo aquilo. Inuyasha estava na sua frente, lhe abraçando, dizendo que a encontrou.

A única coisa que tinha certeza era de que ainda estava viva. Tinha certeza que não teve um infarto, pois sentia o seu coração palpitar forte por debaixo da pele.

- Não fuja mais assim, não fuja mais de mim.

Ela ia desfazendo lentamente do abraço, olhava em seus olhos, e viu resquícios de lágrimas por cima da pele.

Não conseguia proferir sequer uma sílaba. Não tinha plena certeza de seus movimentos. Não sabia se tinha firmeza o suficiente para apertar as mãos. Mas naquele momento, ela só queria sentir...

- Não entendo Inuyasha...

- Não precisa se preocupar com isso agora, eu só quero que você me prometa que não vai fugir.

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(Eu encontrei uma razão para mim

Para mudar quem eu costumava ser

Uma razão para começar de novo

E a razão é você...)

- Não, eu não sei... Eu... Quero dizer... Bem... Ainda tenho um futuro pra mim lá, Londres está me esperando.

- É isso mesmo Kagome! Não sei o que esse cara de cachorro está fazendo aqui, mas eu sei que só é para arruinar o seu futuro Kagome. Tirem esse idiota daqui! – Kouga exclamou alterado, estava correndo o risco de perder a chance de conquistar de uma vez por todas a Kagome.

- Pare de falar asneiras lobo fedido! – Inuyasha replicou –Se estou aqui é para ajudar a Kagome! Jamais quis prejudicá-la!

- Ah! Claro, então passar a noite com ela faz parte do pacote do conserto?

- Do que você está falando?

- Ora! Ora! Não seja tão hipócrita. – Olhou desafiadoramente – Sou um Youkai, Inuyasha, você acha que eu não notaria? Seu maldito cheiro está impregnado nela.

Kouga avançou para cima do Inuyasha, segurou pelo tecido da camisa, e o imprensou contra o chão. Começou a bater!

Kagome sentiu o chão sumir aos seus pés. Tudo estava acontecendo tão rapidamente que não teve tempo para pensar. Mas não podia ficar ali parada, Kouga estava batendo em Inuyasha, e ele o chutava, estava uma confusão aquele corredor.

Ela se levantou e gritou, tentava em vão parar com a briga. Chorava e pedia para que não fizessem mais aquilo, mas não adiantava em nada. Estava em desespero, quando de repente apareceram três seguranças e várias aeromoças.

Finalmente aquela confusão estava acabando. Os seguranças contiveram Inuyasha e Kouga. Estavam retirando os dois do avião e ela estava nostálgica.

- Não estou me sentindo bem.

- Calma Kagome. Vamos sair daqui. O avião atrasou demais e vão partir. Vamos, eles já estão levando o Inuyasha e o Kouga.

- Sango? É você mesmo ou eu já perdi os sentidos? Eu não acredito em tudo o que está acontecendo.

- Eu sei. Fique calma, você ainda não está em um universo paralelo. Fiz o possível e o impossível para que esse avião não decolasse.

- Eu não duvido. Mas eu não entendo como vocês conseguiram montar toda essa confusão.

– Nem queira saber!

Kagome baixou o olhar, limpou uma lágrima com a costa das mãos.

– Mas será que tudo valeu a pena? Isso tudo vai dar certo Sango?

- Vem. Vamos sair logo daqui. – A puxou para o corredor de vidro que dava para o saguão de embarque. – Acredito que o que fiz, foi o correto. Não saiu tudo muito bem planejado, mas... – virou para a amiga e se sentou – Mas, eu não podia deixar você ir embora sem saber direito o que fazer.

- Nada do que planejei deu certo.

- Fugir não é um plano. Fugir é uma alternativa.

Apertou as mãos da amiga entre as suas. Estavam geladas e sem vida.

- Acredite que tudo até agora foi uma loucura. Também não tenho a menor idéia de como cheguei com Inuyasha até aqui. Sou incapaz de descrever qualquer coisa. Acho que o amor de vocês dois é tão grande, que me cegou também.

As duas riram juntas.

- Sango, será que tudo o que estou vivendo tem algum propósito?

- Hum hum.

- Qual?

- Encontrar a sua felicidade.

- Felicidade?

- Sim. Você não viu o desespero do Inuyasha quando leu as cartas. Mas eu vi, e posso afirmar que não teria armado toda essa loucura se não tivesse visto um mínimo que fosse de sentimento. Não pude simplesmente passar por cima disso.

- Obrigada Sango. Muito obrigada. Eu estava atordoada... Nada está indo como eu queria.

- Graças a Kami-sama! – sorriu para a amiga. Como ela ainda podia ter um pingo de humor ainda?

- Me perdoa por ter desistido?

Sango sorriu com o desabafo da amiga. Lembrava de quando ia uma para a casa da outra e passavam a noite comendo brigadeiro, falando inutilidades e confissões. Lembrou de uma frase que sempre gostavam de repetir perto da prova.

- Você lembra daquela frase que ficava sempre no final de cada prova? Tudo no fim dá certo... Se não deu certo,

- É porque ainda não chegou ao fim. – Kagome completou.

- Então pare com essa cara de choro e vamos procurar saber pra onde levaram os meninos?

- Ok! – Sango beliscou de leve a bochecha de Kagome, se levantaram e voltaram a andar.

Já estava mais encorajada. Não devia temer uma nova conversa. Talvez... As novidades poderiam ser uma das melhores.

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Inuyasha e Kouga haviam sido detidos. Estavam em cabines blindadas e separadas, por segurança. Não que os dois fossem inteiramente agressivos, mas é que as atitudes deles estavam beirando ao infantil.

- Kagome-chan, eu posso pagar a fiança. O advogado já está chegando e não terão problemas. Quanto a você, eu sugiro que escolha um dos dois para que seja solto primeiro. Assim, não corremos o risco deles se matarem em mais uma briga infantil.

- Infantil? – indagou o chefe do departamento de segurança, alterado – A senhorita achou essa algazarra toda, infantil? – arqueou uma sobrancelha – Acho que devo revogar na minha decisão quanto à fiança!

Sango revirou os olhos e bufou.

Aquele dia definitivamente não estava sendo relaxante! Desde que soube que Kagome pretendia sair do país, não teve mais descanso. Correu de casa pra escola, aeroporto, saguão, avião, departamento de segurança. E ainda vinha um imbecil querendo sair por cima. Estava preste a explodir! Será que ninguém via isso?

Passou os dedos pelos cabelos nervosamente. Quem visse pensaria que ela era uma maníaca, prestes a escolher a sua vítima. Virou na direção do chefe e apontou o dedo acusadoramente para o velhote gordo escondido atrás da cadeira.

- Só se o senhor for homem o suficiente para largar essa cadeira e vim até a minha frente e repetir. Sabe, eu ultimamente venho tendo várias crises nervosas e não tenho muito controle sob as minhas ações. De certa forma, isso acaba afetando a minha audição. Mas eu creio que não entendi nada errado não é mesmo?

O homem só balançou a cabeça afirmativamente. Estava petrificado de medo da morena de melenas castanhas.

- Não senhorita. Eu... eu... Só fiz uma brincadeirinha. Haha.

- Hum. Ok! Eu realmente preciso voltar a minha psicóloga. – Abriu um sorriso sereno – Obrigada.

- De nada.

Kagome levantou da cadeira e chegou até a mesa.

- Senhor Yamamoto, muito obrigada por sua gentileza. Creio que demos muito trabalho para um dia só. – Fez uma leve reverência. – Peço que liberte Inuyasha primeiro. Mas lhe imploro que os dois não saibam de nada. Diga a Inuyasha que tem que dar um depoimento.

O chefe sorriu bondoso e foi caminhando até a porta.

- Claro senhorita. Será um prazer. E espero que as suas amizades saibam absorver pelo menos três por cento da sua educação.

Saiu do local e as duas ouviram passos firmes se distanciando.

- Kagome-chan?

- Sim? – a amiga olhou.

- O que será que ele quis insinuar?

Kagome prendeu a risada.

- Talvez seja melhor não entender.

Sango amarrou a cara. E soltou um muxoxo. Murmurou mais alguns palavrões que nem mesmo Kagome conhecia e finalmente se acalmou.

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- Delinqüente Inuyasha.

- Sim, capataz!

- Deixe as gracinhas para a forca. Você vai sair para depor.

- De novo?

- É o que parece não é?

- Qual foi o problema com o primeiro depoimento? Aquele delegado não anotou as pausas da minha respiração? – falou sarcástico.

Inuyasha foi puxado da cabine de segurança, foi algemado e conduzido. Deu uma espiada para o lado. Kouga rondava a cela de um lado para o outro. Parecia gritar, mas as cabines eram também a prova de som.

- "Lobo fedido e idiota!".

- Ande!

- Calma! Não vou fugir.

- Você não seria tão estúpido a esse ponto.

- Por que não seria?

Chegando na porta que ligava o corredor principal com as cabines de segurança, sentiu os pulsos livres.

Olhou para o guarda que passou por ele e abriu os cadeados do portão azul. Entreabriu deixando uma fresta de luz amarela iluminar um pedaço da parede branca. Sentiu um cheiro invadir o ar.

- Por que acho que você não seria estúpido o suficiente para deixar esta garota para trás.

Abriu a porta por completo e revelou uma figura que encarava o chão e brincava com a pontas dos pés, apertando nervosamente os dedos e cobrindo a saia de pregas com o casaco de moletom maior que os seus braços.

- Você está livre rapaz.

- Kagome?

Ela levantou ao pouco os olhos e encontrava dificuldade para sustentar o olhar diante dele.

- Sim? - Estava inquieta. Repuxava mais os mangas do casaco.

Ele passou pelo portão e desintegrou o vácuo que tinha entre os dois. Puxou-a contra si e beijou os seus cabelos. Afastou a cabeça do tórax dele e encontrou forças para fixar os seus olhos nos dele.

- Você quer me fazer o favor de explicar o que vocês aprontaram desde que chegaram nesse aeroporto? – Kagome perguntou brincalhona.

- Acho que o sigilo seria menos agressivo para a minha imagem. – Ele respondeu aliviado.

I've found a reason to show

A side of me you didn't know

A reason for all that I do

(Eu encontrei uma razão para mostrar

Um lado meu que você não conhecia

Uma razão para tudo que eu faço)

Kagome suspirou.

- Era o que eu temia.

- O que?

- Ninguém querer me falar à verdade. – começou a andar do lado do meio-youkai – Acho que precisamos conversar, não?

- Mais do que tudo! – a abraçou pela lateral do corpo e sussurrou no seu ouvido – Fico feliz por você não ter ido embora. Você não sabe o medo que eu tive de não tirar você daquele avião...

- Se ele tivesse decolado, eu mandava o piloto voltar.

- E como faria isso?

- Do mesmo modo que a Sango ameaçou o chefe da segurança, se ele não libertasse você.

- Com as crises psicóticas?

Ela o olhou e o abraçou também

- Hum rum.

- Ela realmente não parecia bem. Não duvidaria dela se fosse ele!

- Quer parar de falar assim? Não acho que ela tenha feita tanta coisa assim.

- Ela só fez os vôos atrasarem.

Voltaram a caminhar. Estava indo para a lanchonete da praça de alimentação.

- Foi ela? – Kagome estancou?

- Sim. – Ele a puxou para fora do departamento. – Não na verdade... Hum... Bem, acho que ela foi a responsável.

Encontraram Sango no caminho conversando com o advogado. Miroku havia chegado também e estava ao lado de Sango para saber dos detalhes e confortá-la.

- Me lembre de agradecer ao Senhor Taijia.

Mas o que realmente importava era que estava tudo se encaixando. Tudo em volta de si parecia fluir com a mesma harmonia. Chegando na lanchonete, Inuyasha foi um perfeito cavalheiro, lhe estendeu a mão e ofereceu a cadeira.

- Você sente essa vibração? – ela perguntou acabando com o suco do seu copo.

- Qual?

- Essa da felicidade das pessoas a nossa volta.

- Hãn?

- Esqueça. Você é um homem.

- E o que que tem?

- Vocês são uns insensíveis! Jamais percebem nada sobre sentimentos!

- Você é que imagina.

Kagome se calou. Inuyasha ficara mudo de repente. Tinha cutucado na conversa. Ela não queria que fosse tão cedo. Não queria parecer ansiosa.

- Eu acho que falei demais, não foi?

- Não. Nós dois temos que conversar sobre isso mais cedo ou mais tarde.

- Não se preocupe tanto assim Inuyasha. Não foi nada.

- Nada? – Ele se virou para ela chocado. – Nada, Kagome?

- Bem...

Ele a segurou pelos ombros e a trouxe para mais perto de si.

- Eu quase te mandei para Londres.

- Não foi você!

- Claro que fui eu sim! Hoje ainda invadi um aeroporto, furei duas filas e invadi um avião, além do mais, fui preso.

- Você listando desse jeito...

- Mas nós temos que enxergar que tudo isso só aconteceu por que eu cometi uma burrice.

- A culpa não foi toda sua Inuyasha... – Kagome desvencilhou a mão para poder ter coragem de continuar. – Eu que comecei a te perseguir. Se eu não tives-

- Então você está arrependida? – Inuyasha a interrompeu.

Inuyasha fez menção de se levantar, e Kagome empalideceu.

- Não! Jamais! – Ela se desesperou a dizer e puxá-lo pra que não se movesse. – O que eu quis dizer, era que se eu tivesse guardado só para mim, teríamos poupado tanto sofrimento.

- Mesmo que pra isso fosse necessário sacrificar a sua felicidade?

Kagome mordeu o lábio inferior. Estava jogando alto demais. Não queria por tudo a perder. Conseguiu o tesouro mais valioso de sua vida.

Inuyasha estava a seu lado, discutindo sobre tudo o que aconteceu entre eles. Estava receosa em perguntar demais. Mas teria que arriscar.

- Na verdade nem sei se o que teremos daqui para frente será felicidade.

Recostou a cabeça no braço que ainda apertava. Cada vez mais forte. Inuyasha ficou parado e ela sentiu por alguns instantes, os músculos dele se contraírem de surpresa.

Ela ergueu a cabeça para fitá-lo, mas a franja cobria os olhos dele.

- Então existe alguma possibilidade de que tudo isso tenha sido em vão?

Kagome respirou fundo e começou a se sentir aliviada.

- "Graças a Kami-sama, fui eu quem entendi tudo errado".- Kagome sorriu e se levantou para pular nos seus braços.

Inuyasha a recebeu calorosamente. Todos na praça de alimentação os olhavam o casal que giravam abraçados lá no meio da lanchonete.

- Só existe se você quiser. – Kagome respondeu com biquinho.

- Então isso nunca vai acontecer.

- Então me prove!

- Não precisava nem pedir!

Inuyasha a puxou para um beijo quente. A inclinou para trás e a puxou para a posição normal tão rápido que desgrudou os lábios dos dele.

Kagome viu por cima do ombro de Inuyasha, três rostos conhecidos. Sango e Mirou, abraçados e Toutosai que lhe fazia um gesto positivo com o polegar. Ela somente piscou.

- Pra quem você piscou?

- Para as pessoas que mais me apoiaram nessa vida. Além de você é claro!

Saiu correndo de Inuyasha até as escadas, quando sentiu duas mãos fortes puxarem-na contra o seu abdome.

- Prometa nunca mais tentar me deixar... – Inuyasha sussurrou no seu ouvido.

- Prometo. Jamais deixarei o minha razão de viver.

Colou os lábios com um ato simplório.

- Nunca mais! – Inuyasha sussurrou entre os lábios enquanto subia a escada com a Kagome pendurada em si.

Jurava poder escutar alguma música daquelas dos filmes de final feliz. Não sabia se estava realmente louca, ou se finalmente foi para um universo paralelo; mas se estava com inuyasha, onde se localizava, não tinha a menor importância.

And the reason is you

(E a razão é você...)

0-0-0-0-0-0 The End 0-0-0-0-0-0

Konnichiwa mina-san!

Ogenki desu ka?

Espero que bem!

Eu finalmente acabei com Gato e Rato. Me sinto super realizada. Pois foi um projeto que tomou um rumo muito parecido com a minha vida pessoal. Apesar de que quando eu comecei a escrevê-la não tinha realmente nada a ver.

Acho que toda escritora fica muito contente quando acaba algo que escreveu. E eu sinceramente acho que estou sentindo essa emoção. Sei que demorei um pouquinho, mas eu acho que compensei. Esse foi o capítulo mais longo que já escrevi e acho que o mais legal da fic.

Só tenho que agradecer a todos por terem dado uma passadinha e lido a minha fic. Agradeço também a todos os que deixaram uma review e Favoritaram.

E me sinto na obrigação de dedicar esse capítulo, para "Angel Love Dreams" Que me ajudou demais, revisando esse capítulo e por que escutou o meu problema de coração aberto, com dicas que vão ficar para sempre no meu coração.

Te amuuuuuuu mininaaaaaaa!!!

Espero que tenham gostado do último capítulo dessa fic, que acho que não tem a necessidade de um epílogo ( pois agora estou realmente sem imaginação...) Mas se eu tiver tempo eu faço com todo o prazer! n.n

No post passado eu pensava que não podia responder as reviews por aki, mas eu respondi para praticamente todas por recadinhus, huhu, mas hoje eu vou responder todas as do capítulo passado. Foram poucas, mas eu amu todas de coração...

Neiva: O poir de tudo é que eu tenho um professor assim... mas... eh um idiota! Afff, eu tbm sinto a sala de aula esquentar as veses. Hahaha. Bju Fofa! Espero contar com vc sempre!

Agome chan: Não termino sempre na melhor parte. Mas era que se eu continuasse, eu iria acabar contando o resto da fic! Hehe. Obrigada por gostar do hentai. Eu também ficaria confusa em ter q desistir dele qndo eu já tinha conseguido tudo. Mas espero que tudo tenha sido explicado e que eu não tenha te matado de curiosidade. Hihi bjinhus! Xauzin! E espero te ver hein?!

mk-chan160: Hum! Obigada por me falar do negocinho da proibição mas foi msmo mt a tempo e ngm obedece neh? Hehe fazer o q? Bom, eu não queria mostar o começo que ele tinha reijeitado, era tipo como se eles tivessem tido uma briga e ela tinha ficado p da via. Na verdade, eu não dei muita importância. Só queria que ficasse caro que ela tinha ficado aborrecida com ele. Era só. Mas parece que as energias foram canalizadas para um outro ponto. Huhu... não tinha pensado nisso ainda. Mas era só isso. E obrigada por gostar do hentai. Foi o meu primeiro.

s2-AngeL LovE DreamS-s2:Angel!!! Minha pequetita! Como vc vai? Viu? É pra vc esse capítulo! Vc merece isso e muito mais. Tanto esse qnto akele último do Convite para o paraíso. Vc foi uma das q eu mais simpatizei aki. Brigada more! Eu sei q vc eh mt pura e ingênua, mas plx, não dexe q a sua mãe descubra e me mate! Hehehe! Daki a pouco passo lá na sua fic e comento. Finalmente arrumei tempo e já vou ler a sua fic. Me espere por la! Bjinhus e qm eh excelente, é vc!

Bjokonas!!!! Pra todos! E até a próxima atualização!