Nota do Autor: Hehehehe! Este capitulo voltará a ser narrado pel'O Homem, O Mito, A LENDA, Zedotelhado! Não percam o próximo capítulo porque eu TAMBÉM NÃO!

Algures num quarto em Stormwind, Elwynn, Eastern Kingdoms, Azeroth.

"Au…dói-me a cabeça…"-pensei assim que acordei. Na noite anterior tomei apenas uma cerveja, mas a falta de hábito deixou-me uma ressaca inacreditável. Assim que os meus olhos se habituaram á escuridão do quarto, reparei que estava nu. Isto não era normal. Desde Northrend que dormia sempre com a coiraça vestida e com a espada a jeito. Nunca se sabia o que iria acontecer. Virei-me para um lado e outro á procura da minha espada. Com o que vi, por pouco que não gritei. Iseultha, a acólita elfa e meretriz da taberna estava a meu lado, igualmente nua mas resguardada pelos lençóis. Recuperando do susto, levantei-me, suscitando um gemido dela. Aconchegando-a melhor, sai com mais cuidado. Vesti a minha coiraça, as minhas calças de cabedal e agarrei na minha espada. Antes de sair virei o pequeno espelho de bronze que existia no quarto para a janela de maneira a apanhar um pouco de luz e analisei-me meticulosamente: As minhas tranças de maturidade, de um ruivo acobreado estavam sujas, a minha barba da mesma cor igualmente imunda e o cabelo escorria em desalinho pela minha cara. Afastei o cabelo e reparei na minha cara cheia de cicatrizes. Passando o dedo por elas, fui-me lembrando da origem de cada uma.

"A caçar o meu primeiro lobo"

"Quando caí do cavalo"

"Quando bebi a minha primeira cerveja com força demais, levando a caneca contra a cara"

"Quando em Northrend, uma seta me rasou pela cara"
"De novo em Northrend, quando uma espada de um Undead me ia levando o nariz"

Todas as cicatrizes tinham uma história para contar.

Sem me demorar, saí daquela casa de prazer, e, cuspindo no chão, jurei nunca mais entrar lá.

Ao passar em frente á Catedral, o gnomo que salvei anteriormente apanhou-me e berrou:
-HEY!

Virei-me para ele:

-Tudo bem? Já estás recuperado do choque? O que andavas a fazer por ali, hem?

-Err…Já recuperei, sim senhor, e o que eu fazia lá não interessa!

-Shorty, diz-me isso e o teu nome ou levas com o Marte---….espada, hoje não estou de martelo.

-Ok ok! O meu nome é Gnomito, sou um Bruxo (Warlock) e andava por ali a tentar comercializar uns relógios em segunda mão.

-Bem, sugiro que vás negociar para outro lado – e comecei a afastar-me.

-OY! Onde julgas que vais?

-Embora.

-Nananinanão! Agora vou-te acompanhar, eu e a minha Jhorlia! JHORLIA! AQUI JÀ!

Após isto, um pequeno portal abriu-se do chão, dentro do qual saiu um demónio que eu conhecia há bastante tempo: Uma súcúbo, mas não uma súcúbo qualquer. Esta era a Rainha delas todas, que eu defrontei junto com vários guerreiros de Northrend. Com a ajuda da Luz, bani-a para o Vazio. Mas o shorty parecia conseguir controlá-la. Assim que saiu do portal de invocação, soprou um beijo ao shorty e, virando-se para mim, berrou:

-TU?! Amo! Protegei-me dele! - após estas palavras, eu saquei da espada ao passo que ela se escondeu atrás do Gnomito.

-Esconde-te, como fizeste várias luas atrás. Esconde-te atrás das tuas guerreiras, mas aviso-te: A Santa Luz não será parada por compaixão contigo!

-Mestre!

-Xiu Jhorlia. Eu conheço o teu passado, mas o Zé agora é teu---nosso amigo. Sem ele, eu não estaria aqui. Agora portem-se bem e vamos.

-Onde shorty?

-Onde mestre?

-Errr…num sei. O Zé que decida.

-Bem, por mim vamos a Darnassus-disse eu no gozo.

-Arranja-se!-berrou o shorty.-Jhorlia! Rifte Dimensional para Darnassus já!

Um "flash" de escuridão e de repente estava em Darnassus.

"Este shorty não distingue gozo de seriedade…mas já que estamos aqui, aproveitemos"

Nota do Autor: Sim, seus Warlocks rebarbados, eu sei que as súcúbo não conseguem fazer Rifte Dimensional (Acho que esse spell nem existe) mas, hey! Isto é ficção! Agora CALUDA e continuem a ler os próximos capítulos!