Nota do Autor: Ai que a net tá leeeeeeeeeeeeeeeeeeeenta… a patch está a ser sacada…acho que vou escrever mais um capítulo…bem mas enquanto a patch não está cá, aproveito e vejo o trailer da The Burning Crusade…
Darnassus, Teldrassil, Kalimdor, Azeroth.
"Nem acredito que o shorty me trouxe aqui" pensei eu. Virei-me para ele e pedi-lhe que me pusesse de volta em Stormwind. Antes de dar por ela, estava de volta á Catedral.
Stormwind, Elwynn, Eastern Kingdoms, Azeroth.
-Bem, Gnomito, não sabia que conseguias teleportar-te assim de tal maneira!
-Nem eu…tu estavas a gozar quando disseste Darnassus, certo?
-Claro! Bem, temos pena mas tenho de ir ter com o Marcus- atirei uma moeda de prata ao gnomo, lancei um olhar ameaçador sobre Jhorlia e dirigi-me para dentro da Catedral.
À entrada da Catedral, esperava-me nada mais nada menos que Marcus. Já recuperado e com uma ligadura sobre a testa, fez menção de me esmurrar, mas controlou-se:
-Soube que me apedrejaste.
-Ó General, foi só uma e foi para te chamar!
-Bem isso agora não interessa. Temos deveres a fazer.
-ALTO e pára o baile! TEMOS?! Mas que porra de conversa é essa hem?!
-Deveres diplomáticos. Chegaram duas comitivas, uma de Ironforge e uma de Darnassus para discutir a ajuda enviada a Northrend. É por isso que tens de vir.
-Já podias ter dito-resmunguei.
Northrend, Lordaeron, Eastern Kingdoms, Azeroth.
O emissário Undead chamou a atenção de Arthas:
-Senhor.
-Hm?
-Sabemos que os humanos de Azeroth se preparam para tentar retomar Northrend, e já pediram auxilio a Darnassus, Khaz Modan e a Lordaeron. Que fazemos?
-Esperem.-a voz de Arthas parecia ainda mais gélida e despreocupada.
-Esperamos, senhor?
-Sim…há anos que não tenho uma boa batalha, e estes…"humanos" prometem-me uma…esperemos…
-Mas e…Zedotelhado? Certamente ele virá também e vós saibais que…
-Eu sei perfeitamente o que aquela megera da Sylvannas disse antes de fugir. Ele seria o meu fim. Hmph, pois que venha!-com isto, Arthas levantou-se do Trono Gélido e desembainhou Frostmourne- Há anos que esta lâmina não mata bastardos da Luz. Ele será o sangue inaugural antes de eu marchar até Azeroth.
-Certamente senhor. Deseja que eu destaque mais alguns soldados para limparem o resto dos bárbaros nativos?
-Claro…
Northwaste, Northrend, Lordaeron, Eastern Kingdoms, Azeroth.
-Lutem! Lutem! Lutem!-berrava a toda a força Antóniodotelhado. Presumidamente morto em batalha, apenas fugiu com os restos do exército Northrendiano e as tropas de Lordaeron para as estepes. Estava agora de volta a Northwaste, a cidade principal de Northrend. Entraram na cidade com facilidade, apenas para serem surpreendidos á saída. António não acalentava nenhumas esperanças de sair de Northwaste vivo, mas quer ele quer os seus homens iriam vender cara a cidade, levando tantos malditos Undeads quanto possível.
Northwaste estava dividida em quatro principais distritos: O Castelo, O Habitacional, O Militar e O Dos Estrangeiros. Quer o Habitacional, quer o Militar quer o Dos Estrangeiros tinham sido perdidos com perdas terríveis para ambos os lados. António e as suas tropas davam batalha ás portas do Castelo, tendo como única salvação a entrada no Castelo. Antóniodotelhado sabia que retirar para dentro seria o golpe final na moral, e manteve os homens fora a oferecer resistência. Os Undeads pareciam nunca mais acabar. Com uma destra machadada, cortou um deles ao meio, e com um urro de guerra (Un'Shallach!!!), saltou para o meio da linha, o local onde a refrega era mais acirrada. De repente, um enorme clarão quebrou por completo a esperança dos homens e de António. Arthas aparecia em batalha. Com passos calmos, vagarosos, aproximou-se da linha da frente dos humanos, que debandaram para o Castelo e barricaram as portas com barricas, tábuas e corpos. António ficou fora.
-Com que então, isto é o que mantém os bárbaros unidos…desafia-me!
-Arthas…o meu machado tem sede de sangue…do TEU sangue!- com isto, António saltou contra Arthas, e Frostmourne e Ravajji entrechocaram. António era um homem forte, mas nem ele podia competir com alguém como Arthas, que quebrou a haste de Ravajji com o punho e, atirando António ao chão, o agarrou pelo pescoço e murmurou-lhe:
-Fútil.
Um "clak" enojante, e a cabeça de Antóniodotelhado estava separada do pescoço. Atirando o corpo para o chão e a cabeça para dentro do Castelo, virou-se para as suas tropas e berrou:
-Matem!
Um único projéctil de catapulta quebrou a barricada humana. Poucos minutos depois, tudo o que restava dos orgulhosos guerreiros de Northrend e da disciplinada infantaria de Lordaeron estava reduzido a corpos quebrados, ensanguentados, cortados e parcialmente devorados.
Um grito mudo ecoou pelas estepes. A essência selvagem que estava a ser utilizada por Northrend faleceu. Os Blood Elves de Quel'Thalas conseguiram finalmente acabar com ela. Uma Blood Elf, uma feiticeira ao serviço de Arthas corria. Corria atrás dos pouquíssimos sobreviventes da debandada de Northwaste, antes do massacre perpetrado por Arthas. Um grito chamou-lhe a atenção: Um soldado terminava o sofrimento a um colega ferido gravemente. Sem sequer olhar, a feiticeira bateu com o seu bastão no chão e disse uma simples palavra. Antes que pudesse perceber o que aconteceu, a feiticeira estava de frente com o soldado. Antes que pudesse sacar do punhal, a cara do soldado foi horrivelmente desfigurada por uma bastonada em cheio nas fuças. O soldado caiu no chão, desfazendo-se me pedidos de misericórdia.
-Enojas-me.-disse ela antes de o cravar ao chão com a sua espada. Limpando o sangue na sua capa, embainhou a espada, colocou o bastão ás costas e continuou a correr.
Apenas nos instantes finais da sua vida, o soldado se apercebeu que ela era belíssima. Longos cabelos loiros que esvoaçavam com o vento incessante de Northrend, olhos de um verde fulgurante…estava vestida duma forma simples, com pouquíssimas peças de armadura vermelha com altos-relevos a ouro. Com um suspiro, o homem faleceu.
A realidade era dura.
Northrend caíra.
Seguir-se-lhe-ia Lordaeron.
Stormwind estava em movimento.
Arthas mostrava-se.
E Amarylis, Feiticeira de Quel'Thalas, rebelava-se contra Arthas ao fugir das estepes.
Algures em Stormwind, Zé dormia descansado, inconsciente do que se passava na sua terra natal. As delegações Ironforgianas e Darnassianas que esperassem. E Iseultha…ele tinha de a ver outra vez…a sua sede de amor não ficou saciada por aquela noite na taberna, apenas despertou…
Nota do Autor: Raio da patch inda não sacou…argh…acho que vou escrever outro capitulo…por acaso o trailer tava excelente...mas quem me conhece sabe que eu me interesso por : Tudo o que tenha sangue/matanças/cenas doentias/mulheres/mulheres semi-nuas/mulheres nuas/mortes.
Enfim vocês não estão aqui para conhecer o Real-Life Zé, o que vocês querem sei eu! Querem mais um capitulo do homem mais SEXY,MACHO E VIRIL de todo Azeroth!
Ps:Descobri que sou gay...um Gajo Altamente Yresistivel...mwuahahaha
