Nota do Autor: 808 202 202! Adquira já este Zedotelhado, lvl 40 Human Paladin, em bom estado de conservação, cerveja e êxito com as mulheres incluídas…Oferta especial: Agora 60 mais rápido devido a Warhorse! Ligue já! E se ligar nos próximos 15 minutos ofereço-lhe GRÁTIS este maravilhoso pito: Parrot Cage: ((Senegal))! Uma oferta imperdível! (Por amor de Deus matem o raio do pássaro! PLEASE!)

Stormwind, Elwynn, Eastern Kingdoms, Azeroth.

Acordei. No dia anterior mandei Marcus literalmente bugiar, acerca do assunto das comissões diplomáticas de Khaz Modan e Darnassus. Fui dormir. Hoje teria de ir recebê-las juntamente com Marcus, Bolvar e Anduyn. Passei a minha coiraça rapidamente pelo braseiro da Catedral para dar um ar "enegrecido" ao aço negro com que fora feita. O rasgo na protecção das costas era bem visível, mas resolvi isso vestindo uma camisa negra por baixo. A seguir á armadura ser chamuscada, foi a vez das minhas costas. Coloquei-me deitado por cima do braseiro, ficando literalmente a grelhar. Assim que a dor se tornou insuportável, saí de cima. Fiquei satisfeito com o resultado: Apesar de estar queimado, a ferida cauterizou, logo iria cicatrizar mais depressa. Vestido, arranjado e queimado, saí da Catedral e dirigi-me ao Keep.

Pelo caminho, fui reflectindo. Iseultha…como é que uma simples noite de prazer irreflectido pode causar tanta emoção? Sinceramente…não consigo perceber! Mas no entanto percebi que tinha de voltar a vê-la…era como se alguém tivesse pregado o meu coração ao chão…

Pelo caminho, uma vozinha irritante chamou-me a atenção:

-Zé!

"Oh não, ele não…"

-Zé! Sou eu! O Gnomito!

-Ah, bom dia Gnomito!

-Soube que hoje vão discutir o envio de tropas a Northrend, e perguntei-me se não me conseguias arranjar maneira de eu assistir…

-Por acaso sou capaz de conseguir…mas és capaz de não gostar…

-Não importa! Eu quero é saber!

-Olha, Gnomito, onde anda a Jhorlia?

-Sei…mas tu e ela não se devem aproximar. È verdade o que ela me disse, que tu e o teu pai atacaram o domínio dela fora do Nether, em Northrend?

-É.

-Vais ter de me contar isso. Mas agora arranja lá maneira de eu entrar!

-Sim…….- Abafei uma risadinha maléfica.

Tirisfal Glades, Western Plaguelands, Eastern Kingdoms, Azeroth

Amarylis corria desesperadamente. As noticias da sua traição a Arthas chegaram aos ouvidos deste, e ele destacara quase todo o exército e até enviara um emissário a Sylvannas, rainha de Undercity para criar uma aliança que visasse a captura dela. Viva.

Tinha despistado dezenas de patrulhas quer de Arthas quer de Sylvannas, morto alguns guardas e assassinado outros tantos. Apesar de ser uma feiticeira do mais alto calibre, estava a ficar cada vez mais exaurida. Cada feitiço, cada passo, cada vergastada e cada espadeirada drenavam um pouco mais da sua energia. Ela sabia que se continuasse a esse ritmo, mais cedo ou mais tarde iria cair…para nunca mais se levantar. Decidiu parar. Puxando do seu colar, canalizou a pouca força que lhe restava para dentro dele. Assim que o formigueiro se acentuou, o portal foi aberto. O clarão azul atraiu todos os Undeads da área até ela, mas não importava. Assim que o primeiro se aproximou, já ela estava em segurança na quinta de Go'Shek, nas Arathi Highlands.

Amarylis sabia que os Orcs de Hammerfall não lhe dariam guarida, por isso limitou-se a continuar a correr, evitando alguns cavaleiros da arruinada Stromgarde. Prosseguiu a estrada para Hillsbrad, mas parou em Refuge Pointe. As noticias da rebelião dos Blood Elves ainda não tinham chegado a esse cu-de-Judas que era Refuge Pointe, por isso ela pôde alugar um grifo que a levasse até Stormwind em segurança. Pagou mais que o necessário, e por isso o mestre de grifo deu-lhe uma sela maior. Amarylis deu graças aos poderes do dinheiro, e adormeceu enquanto o grifo fazia a morosa viagem de Refuge Pointe até Stormwind.

Stormwind, Elwynn, Eastern Kingdoms, Azeroth.

-Não era isto que eu estava a pensar…-reclamava o Gnomito. Zé enfiou-o num caixote e escondeu-o num canto da sala de audiências antes das embaixadas entrarem. Para Zé, as audiências eram eventos chatos em que homens chatos discutiam assuntos ainda mais chatos, mas agora não. Desta audiência dependia toda Northrend e Northwaste. Zé tinha de ter a certeza que não iria regressar a Northrend sozinho. De Darnassus veio uma comitiva que consistia em cerca de 700 arqueiras élficas, armadas com arcos feitos directamente da World Tree e protegidas por armadura de pele de Nightsaber, junto com mais de 1500 guerreiras, armadas até aos dentes nas mais letais espadas, martelos, escudos, machados, agora decidir se iriam a Northrend. Os lanças e bastões e com armaduras variadas: desde cabedal a cota de malha. De Khaz Modan veio uma companhia de montanhistas profissionais: Caçadores, guerreiros, padres, todos vieram. Restava soldados de Khaz Modan concordaram, mas as elfas de Darnassus estavam seguras de que tudo se iria resolver e que os soldados de Hillsbrad e Arathi resolveriam isso. Marcus e Bolvar recorreram á sua maior capacidade de persuasão: O seu discurso adormecedor. A comitiva élfica estava prestes a ceder, até que Zé pediu a palavra:
-Senhoras, estamos frente a uma crise. Caso Arthas não seja derrotado em Northrend, Arathi, Hillsbrad, Silverpine, Pyrewood, Alterac, Southshore e todo Lordaeron. Depois será a vez de Khaz Modan e depois, Azeroth. O que iríeis vós fazer assim que Azeroth caísse? Eu digo que devemos cortar o mal pela raiz. Quem me segue até ás estepes de Northrend?!

Um coro uníssono ouviu-se quer dos montanhistas de Khaz Modan quer das guerreiras de Darnassus. As representantes pouca escolha tiveram senão aceitar. O bando de guerra partiria amanhã.

Sentindo uma ânsia como nunca antes sentiu, Zé dirigiu-se á Catedral. Toda a cidade estava em rebuliço acerca da partida do exército. Assim que Zedotelhado entrou na Catedral, reparou em Iseultha, que estava num canto, com o padre élfico guardião das esmolas prestes a pregar-lhe um estalo.

Não contendo em si de raiva, Zé sacou da espada e matou o padre ali mesmo. Virando-se para Iseultha, disse calmamente:

-Eu não te faço mal.

A chamada "magia do momento" foi quebrada assim que Iseultha espetou Zé com um punhal, vertendo sangue do seu peito. O punhal penetrou perfeitamente numa dobra da couraça, e Zé pouco mais pôde fazer do que ver a sua vida esvair-se em jorros vermelhos e quentes. Não pôde deixar de reparar no sorriso de Iseultha.

-Cabrão impotente…

Nota do Autor: Triste né?