A/N: como a história já estava pronta antes de eu colocar aqui, não nomeie os capítulos seguintes... hhihihih... mais uma vez: para maiores de 18 anos.
Ele se aproxima dela e a beija carinhosamente. Sara fecha os olhos e sente a paixão, através dos lábios. Ele faz carinho por debaixo dos cabelos e com um das mãos em seu pescoço, ele a puxa mais para perto. Ele é tão carinhoso...
Ele a deita na cama e abre a toalha. Começa a beijar seus seios, um de cada vez.
"Por favor Grissom. Deixe-me fazer isso."
Ela desamarra a toalha da cintura dele e pede para ele deitar na cama de modo confortável. Grissom assim faz. Ajoelha com o corpo dele no meio e começar a dar-lhe prazer. Primeiro com a mão, depois com o boca. Grissom fecha os olhos e respira fundo.
Ela pára e ele olha para abre os olhos querendo entender o que Sara queria dizer com aquilo: estava bom ou ela queria mais.
Ela queria mais! Lhe mostrou o caminho até o seu inteiro. Grissom solta um gemido de prazer, quando seu membro encaixa perfeitamente. Agora ela dita o ritmo. Ela morde os lábios e fecha os olhos enquanto cavalga sobre ele. As mãos dele percorrem o seu corpo, de tempos em tempos.
Grissom não estava acostumado com esse tipo de tratamento, era bom, mas era de mais.
Quando ele a chama pela terceira vez, Sara pára.
"Eu não vou fazer mais. Prometo" – sussurra ela.
Grissom não diz nada.
"Eu vou preparar algo para a gente comer, enquanto você tenta relaxar" disse ela colocando um roupão.
Na cozinha, ela abre a geladeira e mesmo depois de tirar tudo o que precisa, fica mais um pouco com a porta aberta. Ela também precisa se acalmar.
Grissom aparece na cozinha depois de dez minutos. Já vestido.
"Pensei que ia levar na cama" disse ela, terminando de preparar a bandeja.
"Não precisa... eu tenho que ir".
"Ir?! Por que?!"
"Recebi uma ligação do brass..."
"Eu não ouvi nenhum celular tocar"
"Eu vejo você no laboratório".
"Grissom... "
Mesmo que ela chame, Grissom não responde, simplesmente vai embora.
"eu não deveria ter feito isso! estraguei tudo! Não importa o quanto eu estivesse com vontade, eu não deveria ter feito isso! Bom trabalho sua idiota! " Pensou Sara batendo as mãos na mesa.
Grissom saiu da casa dela, mas não foi embora, imediatamente. Sentou na escada e apoiou a cabeça na parede. Não é que ele tão tenha gostado, ao contrário, aquilo foi tão bom que ele precisou tomar um ar, sozinho. Tantos sentimentos passaram por ele, que se ficasse mais um tempo com ela poderia estragar tudo, perder a magia.
Ela não entendia dessa forma, e ele sabia, mas não dava para explicar, não ainda.
Quando saiu do prédio, grissom ligou para brass e perguntou se poderia ir até a casa dele, ou encontra-lo onde ele estivesse. O amigo disse que estava em casa mesmo e que esperaria por ele.
"Oi. Será que podemos conversar um pouco" pediu Grissom.
"Claro. Entre. Está tudo bem?"
"Eu realmente não sei..."
"Quer me contar?"
"Eu... nunca fiz isso antes..."
"Fez o que?"
"Contar para alguém logo depois que aconteceu".
"Até agora você não me contou nada".
"Eu dormi com Sara. Duas vezes" disse ele.
Brass ficou chocado com aquela revelação.
"Esta bem. Você dormiu com Sara" disse o policial, tentando não expressar nenhuma reação que pudesse chatear o amigo.
Grissom contou tudo desde o começo. Desde que a convidou para sair e o desenrolar das coisas. Só não contou os detalhes mais íntimos.
"E você se arrepende disso?" Perguntou Brass.
"Não sei".
"Isso quer dizer que não".
"Como assim?"
"Quando você não gosta, simplesmente fala: não. Se esta indeciso é por que gostou, mas tem algo que não deixa que você aproveite toda a situação".
"Claro que tem! Ela trabalha para mim! Eu nunca mais vou olhar para ela do mesmo jeito. (grissom coloca as duas mãos na cabeça) Eu não deveria ter feito isso! mesmo que eu quisesse faze-la sentir-se bem depois de ser violentada".
"Você fez tudo isso por causa dela, exclusivamente?"
"não!"
"olhe, não é segredo para ninguém da sua equipe ou para mim, que vocês se gostam. Ninguém se opôs a isso e se não estou enganado, todo muito torce para que vocês se acertarem de uma vez por todas".
"Sério? Mas e quanto ao meu chefe? Ou mesmo Ecklie? Eles não vão aprovar".
"Podem não gostar, mas vão ter que aceitar." falou brass com seriedade. "Pode trabalhar bem com a Catherine e com os demais, mas nada se compara a quando você trabalha com ela. Ela sabe o que você quer, da forma que você quer, sem que você diga nada. Ela até completa as suas frases. Ninguém nunca conseguiu fazer isso, nem mesmo eu, que te conheço há mais tempo. Amigo, vocês são uma dupla e tanto e nem ecklie, nem ninguém vai poder separá-los, a menos que você ou ela o façam antes."
"Eu não quero ficar longe dela".
"Então, não tem por que se preocupar com isso. Você falou com ela sobre isso?"
"Não. Depois que fizemos pela segunda vez, eu levantei e fui embora. Quer dizer, vim para cá".
"Sem dar explicações?"
"Disse que você tinha ligado, mas você sabe que ela é esperta..."
"depois que você se acalmar, é melhor ir falar com ela. Seja honesto".
"Esta bem" falou grissom
"Eu vou pegar alguma coisa para você beber".
Grissom deitou a cabeça no sofá e fechou os olhos.
"isso é muito difícil!" Disse ele. "Por que ela tinha que ser assim: tão irresistível?"
Brass ouviu a ultima frase. Mas quando entrou na sala novamente, fingiu que não sabia de nada.
"aqui está".
"obrigado. Você nem imagina como eu me senti... Deus, acho que minha cabeça vai explodir".
"Jesus, ela te pegou em cheio!"
Grissom acenou concordando.
Eles então ficaram em silencio durante um bom tempo.
"Nunca vi um amor sobreviver por tanto tempo e a tanta coisa como o deles. se fosse comigo já teria rompido há muito tempo." pensou Brass.
Grissom foi lentamente recuperando as forças.
"Está melhor?" Perguntou o amigo.
"Sim. Obrigado por me ouvir e me deixar ficar um pouco."
"Não esquenta. Amigo é para essas coisas".
"Não sei o que faria sem você".
"Ok. Não precisa exagerar".
Grissom levantou, colocou o copo na mesa e saiu. Queria ir para casa, tomar um banho gostoso, pensar... em Sara. Impressionante o poder dela sobre ele. Assim que saiu do chuveiro, ligou para o celular de sara e deixou um recado: "eu preciso falar com você. me ligue quando pegar o recado. Grissom".
Depois que Grissom foi embora, Sara resolveu correr pelo quarteirão. Ela fazia isso quando precisava espairecer. Em seguida passou no supermercado e comprou algumas coisas que faltavam. Ao chegar em casa, tomou um banho, preparou algo para comer, lavou a louça, arrumou o quarto e só então que notou o celular piscando sobre a escrivaninha. "uma nova mensagem".
Voltou o celular na mesa e deixou por isso mesmo.
