A/N: não se preocupem, esta é a última parte... Cuidado: há cenas explícitas.
Será que ela vai achar ruim se eu aparecer sem avisar? E se ela estiver dormindo? Não quero acorda-la, mas por outro lado eu quero vê-la. Sentir meu corpo bem pertinho do dela.
Ele dirigiu um pouco, até finalmente tomar uma decisão.
Bateu na porta algumas vezes, até que sara atendeu. Ela vestia uma calça de moletom e uma blusa larga. Estava bem confortável.
"Oi estranho".
"Tudo bem eu ter aparecido?"
"claro. entre. espero que não se importe de eu estar vestida assim, precisava tirar aquela roupa apertada".
"tudo bem. Você está na sua casa".
Ele a cumprimentou com um beijo.
"Eu senti falta disso" disse ela.
"Eu também. O tempo todo" respondeu ele fazendo de novo.
"Sente-se e eu vou preparar algo para você comer".
"não precisa".
"não vai ser um problema... Fique aí".
"como foi o dia hoje?" Perguntou ele, sentando no sofá.
"chato. E o seu?"
"Teria sido melhor se você estivesse comigo."
"Pelo menos os rapazes e eu conseguimos terminar o caso das motos. Finalmente" – disse ela voltando com um sanduíche feito.
"Obrigada, querida".
"Você me chamou de "querida"?"
"foi errado?" Questionou ele com olhar tristonho.
"não, só foi a primeira vez que você não me chamou de Sara".
"Hum. Entendi" disse ele começando a saborear o sanduíche.
Sara o deixou comer em silencio e ficou apenas olhando.
"Estava uma delicia" disse ele ao terminar.
Sara sorriu e continuou imóvel, olhando dentro dos olhos dele.
"por que você está me olhando assim?"
"Não sabe como eu senti a sua falta esses dias. Especialmente as noites".
"eu senti também"
Grissom apontou a mão no sofá, chamando-a para perto. Sara se aninhou entre o corpo dele e o sofá e segurou a mão dele.
"não ficou brava por eu recusar os seus convites, não é?"
"em outras circunstâncias teria ficado magoada, mas desta vez não".
"que bom. Por que eu queria, muito, mas..."
"Foram dias agitados... Eu entendo"
"obrigado".
Os dois ficaram assim por um tempo, até que grissom resolveu que precisava tomar um banho antes de deitar. Ele sussurrou no ouvido dela, perguntando se tudo bem ele ficar a noite lá.
"mas é claro, seu bobo" disse ela.
Enquanto ele tomava banho, Sara foi para o quarto e ficou esperando por ele. Adormeceu antes que ele terminasse.
Grissom sorriu ao vê-la dormindo tão confortavelmente. Ele olha em volta e percebe que não trouxe outra muda de roupa. e agora?! Espero que ela não se importe se eu dormir assim. Ele entra embaixo da coberta, sem fazer barulho e se ajeita perto dela.
Minutos depois dos corpos deles se tocarem, grissom sente que seu membro ficou ereto. Oh droga! Não agora!.
Sara sente algo se mexer e muda de posição, agora acordada.
"desculpe" disse ele envergonhado.
Ela sorri, mostrando que esta tudo bem. Ela fica admirando os olhos azuis, e em seguida pede que ela a beije. Como ele poderia recusar aquele pedido? Eles o fazem devagar, ambos de olhos fechados.
"eu te amo,Sara.."
ela responde com beijos mais apaixonados.
Não era a intenção, de nenhum deles, fazer amor naquela noite, mas foi difícil resistir, depois daquelas palavras que demoraram tanto tempo para sair. Enquanto ele a beija, sua mão percorre as costas, até a barriga e depois volta por dentro. Sara tira a blusa e joga no chão. Ele retira carinhosamente a calça de moletom e descobre, para sua admiração, que ela não esta usando roupa de baixo. Ela só sorri e o puxa novamente para beijá-la.
Ele não consegue ficar só na parte de cima e ela fecha os olhos aproveitando. Não tem pressa. Com o tempo ela vai abrindo ainda mais a perna, para facilitar as coisas.
Ela grita quando ele comece a se mexer dentro dela.
Em pouco tempo, Sara começa a respirar com mais rapidez, ela pede para ele dar tudo de si, mas ele não quer apressa as coisas. Ele não quer que aquela vez acabe tão cedo.
Quando ele retira o membro, Sara goza de uma forma que ele nunca viu. Então, ele começa novamente a acariciá-la na parte de baixo.
"se quer fazer isso, faça logo, pois não acho que eu agüento muito mais"
Ele a penetra novamente, mas desta vez faz movimentos rápidos. Sara não pára de gritar.
Ele está quase lá. Diminui e dá o máximo de si, até cair sobre ela, totalmente acabado.
Lágrimas escorrem pelo de Sara enquanto ela mexe a cabeça de um lado para o outro. Ela não acreditava naquela sensação. Já sentira o coração querer sair pela boca, mas aquilo era diferente, ela não sabia explicar.
"tenta respirar devagar..." disse ele "Não vai acontecer nada.Tem ar suficiente para você".
Sara vira a cabeça, seguindo a voz e tente fazer o que ele disse.
"Meu Deus! Você é tão bom!" falou ela depois de alguns minutos. "Ninguém nunca conseguiu fazer isso antes... Por favor, não me deixe... Eu não vou conseguir..."
Grissom coloca a mão sobre a boca dela e diz:
"eu não vou a lugar nenhum. Eu te amo Sara".
Depois de uma atividade tão poderosa, eles precisavam tomar um novo banho. Ele a conduz com calma e liga o chuveiro. Ele a deixa entrar primeiro e fica observando do lado de fora, enquanto as águas correm pelo seu ombro. Ela está reluzente e ele se sente revigorado. Com mais força que antes. Quando ela acaba, ele entra.
Ao voltarem para cama, grissom deita na beirada da cama, dando mais espaço para ela, que rapidamente o olha com ferocidade. Ele não quer brigar com aquela fera, então faz o que ela quer e os dois adormecem.
No dia seguinte, Grissom acorda primeiro. Ele vai prepara o café enquanto sara continua dormindo. Ele leva a bandeja para o quarto e carinhosamente ele passa a mão sobre o rosto dela, para acordá-la. Já eram três da tarde e faltava três horas para eles irem trabalhar.
Ela vai acordando lentamente e sorri ao vê-lo tão pertinho.
"eu fiz café para nós dois".
"eu sei. Estou sentindo o cheirinho gostoso".
"nós dormimos demais".
"e como não dormir?"
Ela se ajeita na cama e ele coloca a bandeja entre os dois. Eles conversam através de sorrisos, gestos do rosto... Palavras serão tentativas inúteis de se fazer entender.
Quando ele olha no relógio, percebe que já esta quase na hora de sair, ele levanta, coloca a roupa (ele colocara um conjunto novo quando chegar no laboratório) e a apressa para fazer o mesmo.
Mas, ela se arruma calmamente. Veste a calça jeans, prende o sutiã, coloca a blusa, uma manga de cada vez, fazendo carinho, tudo por que ela sabe que ele está no quarto, olhando.
"você adora me deixar assim não é?"
"Quando eu faço isso, você me deseja mais?"
"muito".
" então, isso faz parte do jogo de sedução".
"Eu não sei jogar Sara".
"duvido muito. Quando gosta de alguém em algum momento você joga. Por exemplo, fingindo não ver quando a pessoa passa, sussurrando coisas no ouvido do outro... ja fez isso comigo algumas vezes"
"Não era jogo. Eu não sabia como agir".
"mas aquilo me cativou. Estava jogando inconscientemente".
Grissom ergueu a sobrancelha:
"A minha total falta de aptidão para me relacionar com as pessoas te cativou?"
Ela resolve não responder e só o beijar.
"você está sendo malvada".
"é só para você querer voltar para mim".
"Acho que isso não vai ser difícil".
FIM
