Categoria: Romance Yaoi
N/A: Eu não possuo Saint Seiya, infelizmente, garanto que iria ser mais legal vê-los namorando...Pra quê tanta luta? Paz e Amor...Voltando da viagem...Saint Seiya é propriedade de Kurumada, Toei e Bandai e essa fic não tem fins lucrativos.
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-E-eu... –Milo olhava para baixo, confuso. Será que Camus tinha dito aquilo mesmo? Ou era coisa da sua cabeça?? Viu Camus se aproximando e colocando a mão no seu queixo com carinho e levantando seu rosto.
-O que você disse Milo? –falou baixinho.
-Eu... –tentou desviar o olhar do rosto a sua frente, mas o outro não permitiu. –te amo Camus... –disse, no mesmo tom de voz que o aquariano.
Camus não esperou nem mais um segundo, já tinha esperado tempo demais. Beijou Milo calorosamente e este, após se recuperar um pouco da surpresa, correspondeu da mesma forma.
-Eu também te amo, Milo... Te amo muito. –disse, quando conseguiu um tempo para falar, e Milo o beijou novamente.
Só se separaram novamente quando ouviram um barulho de algo se espatifando no chão. Milo ficou constrangido, sem querer tinha batido com o braço em uma imagem de uma mulher segurando o que parecia ser um vaso sobre a cabeça, na base da estátua em pedaços estava escrito Aquarius. Levantou o olhar para Camus constrangido, que apenas sorriu e, envolvendo-o em um abraço, o beijou de novo sem se preocupar nem um pouco com a interrupção, afinal, a noite estava apenas começando e ele tinha coisas bem mais importantes com que se preocupar...
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Os raios de sol que entravam pela janela acabaram despertando o escorpiano. Milo esticou-se na cama e olhou para o seu lado, ficou surpreso ao ver que tinha acordado antes do namorado. Tirou com cuidado algumas mechas que estavam sobre o rosto do aquariano que começava a despertar, começou a distribuir beijos sobre o rosto de Camus que sorriu e abriu os olhos lentamente. Era sexta-feira. Já fazia uma semana que estavam juntos.
-Bom dia, dorminhoco. –disse, Milo sorrindo.
-Ah, nem vem... Você sabe que eu sempre acordo antes de você. Mas eu quase não dormi essa noite e a culpa é sua.
-Está reclamando?
Camus sentou-se na cama e puxou Milo para os seus braços, fazendo com que encostasse a cabeça no seu peito. –Claro que não. –respondeu, beijando o alto da cabeça do escorpiano.
-Acho bom. –Milo disse, rindo. –Tem algum plano para hoje?
-Sim. –Milo sorriu quando Camus começou a depositar leves mordidas no seu pescoço, e virou-se para ele.
-Eu sempre ouvi dizer que um certo aquariano não gostava de se aproximar das pessoas...
-Esse aquariano não teve muita escolha quando um escorpiano maluco apareceu na vida dele. –disse Camus, beijando o namorado.
-Bom, mas o que eu quis dizer era se você queria sair para algum lugar hoje porque...
-Fala logo para onde você quer ir.
-A gente podia ir naquela boate...
-Por que? –Camus perguntou. Não estava com muita vontade de sair, realmente preferia ficar em casa, muito bem acompanhado é claro.
-Quero te apresentar a uma pessoa.
-Bom, está bem... Mas está chovendo...
-Aquele dia também estava. Ah, vamos, Camus! Seu chato.
-Tá bom, tá bom. Nós vamos.
-Ah que bom. Camus, vamos lá na minha casa?
-Fazer o quê?
-É que eu não apareço lá faz uma semana e... –Camus riu. –O que foi? –Milo perguntou.
-Sua casa já é uma bagunça... Fico imaginando como ela deve estar agora.
-Ei! –Milo disse, batendo com o travesseiro na cabeça do namorado.
-Se bem que talvez ela esteja mais arrumada do que estaria se você estivesse nela, afinal, você não arruma nada mesmo... –Camus disse, pensativo.
-Ah, hoje você está cheio de gracinhas, né? –e começou a apertar o travesseiro contra o rosto do namorado. Quando finalmente se cansou e foi puxar o travesseiro, acabou batendo com ele em alguma coisa na mesinha ao lado da cama que se estatelou no chão.
-Opa... –Milo disse, constrangido.
-Mon Dieu... Você ainda vai acabar quebrando minha casa inteira desse jeito. –Camus disse, passando as mãos no cabelo. Milo riu e beijou a bochecha do namorado.
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Camus esperava impaciente em frente à casa de Escorpião. Milo já estava 20 minutos e 17 segundos atrasado. Usava uma camisa com mangas curtas azul escura e uma calça preta. Batia o pé no chão e olhava no relógio a cada minuto até que Milo finalmente apareceu com uma blusa preta de mangas compridas e uma calça jeans clara, afinal, a noite estava um pouco fria.
-Já sei... Estou atrasado, não é? –Milo falou com cara de arrependido para ver se não levava um sermão do namorado.
-Que novidade, não? –Camus disse, mas acabou sorrindo ao ver que Milo tinha ficado levemente vermelho. –Vamos logo.
Chegaram à mesma boate de uma semana atrás e se sentaram em uma das mesinhas que ficavam na entrada. Enquanto bebiam alguma coisa, Camus percebeu que Milo olhava em volta como se procurasse por algo, provavelmente a pessoa que queria lhe apresentar.
-Algum problema? –Camus perguntou.
-Não, Camus. –Milo olhou para a escada que levava ao andar acima e achou que tinha encontrado quem procurava. –Espera aqui, pingüim, eu já volto. –Camus fez uma cara de desgosto e Milo sorriu maroto, andando em direção à escada.
Camus suspirou e passou a observar ao seu redor. A boate estava um pouco mais vazia do que na outra noite em que estiveram lá. Após algum tempo Milo voltou e não estava sozinho, estava acompanhado da garota loira da outra noite e de um rapaz de cabelos castanhos e olhos da mesma cor, que lhe pareceu simpático.
-Camus, te apresento a Safiry! –disse Milo sorrindo.
-Olá! –disse a garota também sorrindo. Camus retribuiu o cumprimento e ficou pensando se o namorado estava querendo lhe fazer ciúmes com aquela garota, observou melhor e achou que ela estava ainda mais bonita do que na outra noite.
-E este aqui é o namorado dela, o Sam. –disse Milo, e o rapaz o cumprimentou com um aperto de mão.
-É um prazer conhecê-los. –Camus disse, educadamente.
-O Milo me disse que vocês estão namorando, fiquei muito feliz por vocês! –a garota parecia realmente feliz, e Camus ficou surpreso. Safiry enrubesceu. –Oh, me desculpe pela indiscrição.
-Não, eu apenas fiquei surpreso, não precisa se desculpar. –disse sorrindo.
-Camus, foi a Safiry que me convenceu a me declarar a você.
-Bom, então eu realmente acho que tenho que lhe agradecer, Safiry.
Os quatros ficaram a noite toda conversando sobre amenidades. Camus percebeu que Safiry era muito inteligente e educada, e descobriu que Sam era inglês, o que levou a algumas brincadeiras sobre a rivalidade entre França e Inglaterra. Milo tinha sentido que tinha que encontrar Safiry novamente e contá-la a novidade, e tinha ficado muito feliz ao saber que ela estava namorando, torcia pela felicidade dela, afinal, ela tinha tido um papel importante na sua.
-Tchau, Milo, nós temos que ir. A noite foi ótima, foi um prazer conhecê-lo Camus. –Safiry disse.
-O prazer foi meu. –Camus sorriu.
-Bem, nós também vamos embora. –Milo disse. –Tchau Safiry.
-Tchau Milo, me liga tá bem? Você também, ouviu Camus? E cuide bem do Milo. –disse, sorrindo.
-Pode deixar, Safiry. –o francês disse. –E você também, cuide bem dela, Sam. –o rapaz assentiu sorrindo.
-Obrigado por tudo, Safiry. –Milo disse, abraçando a garota.
-Que nada, Mi. Cuide-se viu? Tchau, gente.
-Tchau. –despediram-se.
Milo viu a garota saindo da boate com o namorado e sorriu, feliz. Camus foi ao banheiro e Milo ficou esperando na mesa. Quando o francês estava voltando, ficou admirando a beleza do namorado e quando este se virou para olhá-lo, Camus acabou batendo a perna com força em uma das mesas e Milo riu divertido jogando a cabeça para trás, enquanto o francês xingava baixinho irritado.
-Ai, Camus... Isso que dá ficar me admirando sem olhar para onde anda. –o francês bufou. –Mas pode deixar que eu cuido de você quando a gente chegar em casa. –completou malicioso, e puxou o francês para um beijo, beijando o pescoço dele depois.
-Seu depravado! –o francês disse, sorrindo.
-Eu? Só queria te ajudar, mas se você não quer...–disse o "inocente" Milo, e Camus riu novamente. Puxou o escorpiano para outro beijo mais demorado e mais quente que o anterior, prendendo-o em seus braços firmemente.
-Vamos logo pra casa. –disse com a voz rouca olhando o escorpiano de cima abaixo.
-Depois eu sou o tarado né? –protestou Milo, enquanto era puxado por um Camus sorridente para a saída da boate. Camus voltou-se para olhá-lo e piscou um olho. –Seu enrustido! –disse Milo, rindo.
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No dia seguinte, Camus chegou na Casa de Aquário e se jogou no sofá, cansado após o treino. Decidiu que era melhor tomar um banho e ir dormir, não estava tarde mas estava cansado, poderia mudar seus planos se o escorpiano aparecesse. Após o banho, sentou-se em uma poltrona próxima a janela que havia no quarto e pôs se a olhar o céu nublado, já fazia dias que o tempo mudava de uma hora para outra. Começava a escurecer. Há pouco tempo trás ele estivera naquela mesma situação, olhando o céu e pensando em Milo. A direção dos seus pensamentos não tinha mudado, mas agora ele com certeza estava bem mais feliz, feliz por completo. Quer dizer... quase. Não tinha visto Milo naquele dia ainda, apenas de longe, mas não puderam ficar sozinhos... Que besteira, vi ele o dia todo ontem e à noite também... pensou, sorrindo.
-Ah, mas bateu uma saudade... –nem percebeu que tinha pensado em voz alta. Viu um caco de vidro embaixo da mesinha ao lado da cama, que não tinha visto antes. Sorriu. –Milo...
Sentiu braços o envolverem com carinho e sorriu mais ainda. –Pensei que não ia te ver hoje...
-Você me chamou, eu vim. –falou, próximo ao ouvido dele. Camus se virou e beijou o escorpiano no rosto. –Eu venho pra cá, depois de me arrumar todo pra você, cansado, e ganho um beijinho desses? –fingiu-se de bravo.
Camus sorriu e começou a beijar o pescoço do escorpiano e foi subindo os beijos até alcançar sua boca, fazendo um carinho na nuca dele. Milo o puxou pela mão e foram indo para a cama, quando ouviram algo cair no chão e quebrar. Dessa vez tinha sido um porta-retrato com uma foto de Camus mais jovem. O aquariano se afastou do escorpiano rindo.
-De novo não! –Milo disse, entre irritado e constrangido. –Desculpa, Ca... –não conseguiu terminar de falar pois mais barulho de coisas quebrando o interrompeu. Olhou assustado para o francês que jogava várias coisas que havia na mesinha no chão, entre elas uma estátua pequena de algo que ele não sabia bem o que era e uma caixinha de vidros com várias canetas dentro. –Camus... você surtou, foi?
-Agora você não quebra mais nada! –Camus disse, jogando um último objeto no chão.
-Meu aquariano maluco, te amo! –disse, abraçando o outro e rindo. Depois fez uma cara de desgosto. –Nossa, que brega!
-Também te amo, meu escorpiano breguinha! –disse rindo também, em retribuição ganhou um pedala de leve e depois um beijo.
A chuva caía forte lá fora, mas isso não importava para ninguém que estava dentro daquele quarto... Afinal, eles estavam ocupados com coisas mais importantes, sua felicidade, por exemplo.
Fim.
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N/A:Acabou! Minha fic do Milo e do Camus... T.T. Bom, não acho que ficou à altura do casal mas vou tentar melhorar, ok?Algum dia eu consigo escrever uma melhorzinha, assim espero.
Obrigada a quem leu e desculpa a demora em postar, mas é que escrever o último capítulo é meio complicado... pelo menos para mim é.
Agradecimentos às reviews mais do que especiais das minha queridas:
Kiara Salkys:Minha fiel escudeira! Você sempre lê minhas fics e me manda comentários que você sabe que eu amooo receber né? Valeu mesmo por ler tá? E desculpa mesmo pela demora, acho que nunca demorei tanto para atualizar uma fic ( envergonhada ). Espero que você não tenha desistido dela! Beijo mega imeeenso!
Virgo-chan:Bom... você... Ah, eu nem tenho o que falar né? Você foi a primeira pessoa a ler e comentar minhas fics, além de me dar muito apoio quando eu disse que ia começar a escrever... Obrigada mesmo, Virgo! Eu acho que até meio que posso te considerar minha madrinha fic-writer (pretensão minha XD). Beijo super extra gigante!
Obrigada novamente a todos que leram! E a todos os que comentaram nos outros capítulos! Obrigada pela atenção! Eu juro que vou tentar melhorar, tá?
Quem quiser comentar, eu agradeceria. Críticas construtivas são bem vindas, de verdade!
Beijo mega ultra hiper power gigantesco!!!
Annie. ; )
