Capítulo 8 - Namorado
Tradutora ~ MiliYLJJ
Garoto... Amigo.
Seus olhos brilhavam à luz do sol se pondo enquanto eu me perdia neles. Suas mãos corriam para cima e para baixo nas minhas costas, e assim quando os nossos lábios estavam prestes a se tocar, eu dei uma passo pra trás e corei. Eu não estava esperando o gemido que ele soltou, ou a mão no meu queixo, então eu olhei pra ele. Seus olhos profundos me mostravam a miséria e a incapacidade de compreender as minhas ações. Ele parecia se sentir como se eu tivesse arrancado seu coração e pisado nele com um sapato de golfe.
"Por quê?" Ele perguntou profundamente, era como se ele estivesse ferido por me perguntar. Eu passei meus braços em volta de mim, quando ele olhou para o chão, incrivelmente machucado.
"Por quê?" Eu perguntei, olhando timidamente em seus profundos olhos verdes.
Ele veio para perto de mim, nossos lábios quase se tocando. "Por que você não quer me beijar?" Ele sussurrou, sua respiração doce soprando no meu rosto era impressionante.
Espera.
Edward... queria que eu... o beijasse?
Eu perdi alguma coisa?
"Você, você quer que eu...?" Eu perguntei, incapaz de conter as palavras que fluíram pela minha mente. Estas eram palavras honestas e sem censura.
Eu não tinha percebido isso? O garoto sexy me admirava a distância, me explorando com mãos e os lábios. Amigos não atacam amigos com suas bocas, ou pelo menos eu achava que não. "Eu nunca quis nada mais." Ele afirmou sinceramente.
E se eu estivesse cega o tempo todo? Seus olhos sempre brilharam, quando olhavam pra mim? Suas mãos eram como fogo por toda a minha pele? Eram suas palavras verdadeiras e puras só pra mim? Minha mente discutia com meu coração e eu os deixei surtando enquanto fechei a distância entre nós.
Imediatamente minhas mãos decidiram se mover para o seu pescoço para chegar mais perto da sensação que vinha com o simples toque romântico. Foi como provar o melhor vinho quando eu beijei Edward, e ele não estava alheio ao sentimento também. Suas mãos me agarraram com força, me puxando para o seu peito e passeando da minha coluna aos meus quadris. Sua língua lisa implorou para entrar pelos meus lábios e eu aceitei avidamente, precisando sentir seu gosto mais profundamente. Meus gemidos me escaparam quando ele me abaixou para a cama, descansando em cima de mim. Ele precisava de mim, assim como eu precisava dele, e nem mesmo nos paramos para respirar. Eu rolei em cima dele, me perdendo no seu cheiro e sua inebriante colônia, abriu meus olhos para encontrá-lo olhando pra mim.
Tal paixão enchia os olhos de bondade cativante e emoção genuína. Crua e pura, o melhor tipo, o único tipo de sentimento mais profundo que isso trazia. Isto me surpreendeu, e através do deslumbrante olhar eu sorri. Suspiros nos escaparam enquanto nós arquejamos um contra o outro. Meu corpo caiu ao lado dele, nossas pernas emaranhadas e nossos narizes tocando com nossas respirações. Ele passou a mão pelo meu rosto e me beijou uma vez, duas vezes, e inacreditavelmente três vezes mais. Seus lábios eram tão suaves contra os meus e eu não podia querer não beijar mais ele.
"O que você está pensando?" Ele sussurrou enquanto eu estava deslumbrada com os flocos de ouro salpicados contra o verde de seus olhos.
Uma alma linda, ele tinha. Não havia erros já cometidos contra qualquer pessoa, sem segredos, sem histórias não contadas omitidas entre nós, à espera para partir corações. Ele estava esperando por uma resposta que eu sonhava. "Eu acho que estou confusa." Eu ri humildemente contra seus lábios macios.
E não era verdade? Alguns momentos atrás, eu pensava que Edward queria uma garota loira sexy com tatuagens, e na verdade ser eu esse tempo todo. "Como você pode estar confusa? Eu te dei mais de 30 sinais roxos de néon dizendo que eu queria você pra ser minha." Ele fez uma careta, deixando linhas suaves de preocupação entre as sobrancelhas. As alisei com os dedos, apenas para que ele formasse mais uma vez sua carranca.
"Acho que eu sou lenta para julgar quando alguém gosta de mim já que ninguém nunca fez isso antes." Minha risada estava nervosa lhe mostrando meu lado vulnerável. Eu estava toda vulnerável, principalmente com Edward eu senti isso ainda mais, porque eu queria ele dentro da minha apertada bolha que eu me cercava.
"Bem, agora você sabe. Que eu quero você desde a primeira semana eu conheci você on-line, mas relações de longa distância são difíceis. Teríamos que ver um ao outro só duas ou três vezes por ano. E quando você me disse que estava se mudando eu quase tive um ataque do coração, porque eu podia ter uma chance com você. " Sua voz era suave conforme ele explicava seus pensamentos e meu coração sentia que ele estava perto de mim de uma forma que ninguém tinha estado antes. Eu nunca tinha deixado ninguém tão perto, nunca e não pretendia novamente.
"Você sempre teve uma chance comigo. Desde lá atrás. Eu queria ser sua desde que nos conhecemos." Corei e senti suas mãos correrem por minha clavícula.
"Você sempre foi minha, Bella. E eu, irremediavelmente seu." Ele jurou pra mim, e eu sabia que ele não podia estar mentindo.
O sol ainda estava sobre as árvores e eu o puxei comigo. "Vamos, eu quero te mostrar uma coisa."
Subimos para o sótão da casa, escalamos a janela até que nossos pés encontraram o suave nivelamento do telhado. Ele me segurou com as mãos quentes nos meus quadris e nos sentamos para assistir ao pôr do sol. Sentei-me entre suas pernas e descansei meu corpo contra o dele, amando o calor de outra pessoa pela primeira vez. "É lindo aqui em cima." Ele suspirou no meu ouvido conforme mudava o meu cabelo para um lado dos meus ombros. Seus lábios agraciaram minha pálida pele macia suavemente como seda e era insuportavelmente perturbador.
"Eu costumava subir no meu telhado lá no Arizona todas as noites enquanto conversávamos. As estrelas eram tão grandes, porque não havia luz no deserto." Eu sorri quando as nuvens passaram rapidamente. As estrelas aqui eram pontos brilhantes e pequenos pontos quando as nuvens deixavam você dar uma olhada nelas. Elas contrastavam lindamente com o pôr do sol vermelho, enquanto a pálida lua tomava seu lugar atrás de nós.
"Quando a minha mãe e meu pai estavam no trabalho, e eu ficava sozinho, eu subia no telhado e pensava em você. Sempre imaginando você de uma forma diferente a cada vez." Ele sorriu enquanto olhava em meus olhos.
"E? Será que eu faço jus a sua criatividade?" Eu brinquei, mexendo as sobrancelhas.
"Não, eu estava errado sobre você", ele suspirou, "você é um milhão de vezes a mulher que eu pensei que você seria." Seu grande sorriso torto apareceu e eu o empurrei para longe de mim o mais suavemente possível. Seu braço circulou minha cintura e me puxou para mais perto de seu peito, beijando meus lábios vertiginosamente mais uma vez até que eu estava prestes a rolar e levá-lo daqui.
Nós nos separamos e seu sorriso falava mais que mil palavras. "Cale-se, Butthead. Vamos eu estou com minha bunda congelando." Eu tremia conforme ficávamos lá. Havia uma tempestade se formando com as nuvens que passavam agora e eu queria estar lá dentro antes que ela começasse.
A janela do meu quarto estava bem fechada, as persianas fechadas, conforme a chuva veio, e minha porta trancada com Edward lá dentro. Ele se sentou na minha cama castanho chocolate e olhou para a obra de arte emoldurada acima da minha cama. "Você manteve isso?" Sua voz saiu como uma reverencia.
Fiz uma careta quando me sentei ao lado dele. "É claro que eu mantive, você me deu." Seus olhos contavam uma história que não precisavam de palavras, e ele me segurou com força a ele conforme nós caímos para os cobertores quentes de penas de ganso. Ele encheu meu pescoço com beijos, até que finalmente descansou sua boca suavemente na minha. Eu não esperava que isso acontecesse, não horas atrás e eu queria nada mais do que fingir que eu não sentia nada, apenas amizade. E agora, nos braços de Edward, na minha própria cama, estávamos dando partes de nossas almas um para o outro, em cada pequeno beijo.
"Bella", ele sussurrou minutos mais tarde, quando um trovão começou. Eu tinha começado a cochilar enquanto ele me segurava firmemente em seu peito e o sono foi me levando para baixo rapidamente.
Eu balancei a cabeça, mas não cheguei a abrir os olhos e senti um beijo na minha testa, que me fez sorrir. "Eu te amo". Sua voz era menos que um sussurro e mais um lampejo do vento contra a minha janela, mas eu sabia o que eu tinha ouvido.
E eu sabia que eu o amava também.
Eu afundei ainda mais profundamente enquanto ele cantarolava uma familiar canção de ninar e os meus sonhos coloridos apareceram com a doce música. Eu vi uma garota bonita correndo pela floresta com um sorriso brilhante em seu rosto enquanto ela olhava para um garoto lindo que a seguia. Eles seguiram por um caminho, sempre se tocando, de alguma forma, até que caíram em um pequeno pedaço de remendo profundo de grama azul. Não foi até o garoto se virar que eu vi que eu era a garota, e Edward o garoto.
O olhar em nossos olhos eram de adoração, e os meus dedos passaram por seu cabelo conforme eles tanto gostavam de fazer. Suas mãos encontraram as minhas e todas as cores azul e roxo viraram cinza conforme nos beijamos profundamente. Havia escuridão ao meu redor eu soube que eu estava acordada, pois eu podia ouvir o ronco de Charlie levemente por todo o quarto, Edward respirou pra dentro e pra fora ao meu lado. O sonho pareceu tão real, conforme eu me lembrava que já era terça-feira. Eu não podia negar os sentimentos que senti ou os que eu vi em seus olhos. Eu estava, sem dúvida, de cabeça para baixo por este homem, e eu estava com medo disso. Com medo de ser ferida, mas quando meus olhos se voltaram pra ele eu soube que ele nunca poderia me machucar. As únicas coisas que eu não podia suportar seria se ele me deixasse, ou me dissesse para nunca mais voltar para os seus braços.
Mudei meus olhos para o antigo quarto, sabia que o sol estaria a caminho brevemente. Isso significava que eram seis ou sete da manhã, e eu tinha que acordar o meu Edward. A escola estava quase acabando, e as pessoas contavam os dias para as férias. Rolei na cama de frente pra ele e vi algo surpreendente, e muito inesperado. A pele de seu peito pálido me cumprimentou e eu não pude estar mais feliz com isso. Passei a mão para baixo, sentindo uma pulsação constante, e eu fiquei excitada, conforme seus músculos se contraíram sob o meu toque. Um de seus braços estava do meu lado e ele me puxou para perto dele durante o sono. Eu beijei o ponto certo sobre o seu coração, ao ouvir o barulho dele batendo quando minha cabeça repousou sobre seu peito. Eu não queria acordá-lo, isso era certo.
Suas mãos começaram a se mover para cima e para baixo do meu corpo, provando que ele já estava acordado. Passei meu braço em volta da sua cintura e suspirei quando ele beijou o topo da minha cabeça. Enquanto suas mãos criavam arrepios na minha pele, eu sabia que esse era o começo de algo incrível.
E foi assim que Edward e eu passamos a nossa última semana de aula. Ele fugia no meu quarto, todas as noites, me segurava até que eu adormecia, e saia da minha casa antes que alguém soubesse que ele a tinha deixado. Nós dirigimos em carros separados e sempre chegávamos lá alguns minutos mais cedo ou um depois do outro. Eu o tinha perguntado como ele estava escondendo um chocante Volvo enorme e ele me disse que Alice o levava todas as noites. Ele também me disse que sua mãe e seu pai não sabiam dele ter saído. Ele comia o jantar e ia para o seu quarto para falar comigo pela noite, ou pelo menos é o que eles pensavam.
Queríamos dançar a bonita música lentamente ao luar, ou tirar estúpidas fotos um do outro. Também vi sua impressionante coleção de O Senhor dos Anéis, e quando não estávamos fazendo algo como isso nós estávamos conversando. Assim como havia feito tantas noites desde que eu o tinha conhecido. Sua voz era algo que eu nunca me cansava. Veludo, liso, áspero e sexy.
Outras noites foram gastas conversando até o amanhecer ou com beijos cheios de paixão no escuro. Senti que outras coisas ganhavam vida naturalmente, mas nunca na pura luxúria, apenas a sensação no ar. Tinha uma sensação agora de que eu não estava confortável com uma determinada conversa. Amor. Eu estava apaixonada por ele, mesmo ele não sabendo ainda. E eu gostava de acreditar que ele estava apaixonado por mim também. Hoje foi nosso último dia juntos, porque embora fosse sexta-feira, é claro, mas também porque Edward estava saindo em uma viagem de acampamento com sua família para o fim de semana. Eles estavam indo para o Monte. St. Helens, um parque de montanhas, não muito longe daqui, e seria por todo fim de semana. De sexta-feira até segunda-feira. E eu não ia, é claro porque eles nem sabiam que eu morava em Forks.
Estávamos em minha casa após o dia na escola ter terminado e ele estava se despedindo. Suas mãos corriam em minhas costas e eu o segurei apertado contra mim, eu sinceramente não queria o deixar ir. Ele beijou meu rosto suavemente, recebendo minha atenção e afastando a tristeza. "Será só até segunda-feira a noite, Babe." Ele jurou com nossas mãos atadas juntas em seu peito.
"Eu sei, e eu vou estar aqui quando você voltar, Butthead. Tenha um bom tempo fazendo xixi em arbustos". Eu bufei, odiando todas as coisas que tinham a ver com camping.
"Não me lembre disso, Beavis". Ele fez uma careta, mas me abraçou apertado novamente. A batida de seu coração tinha se tornado música pra mim, e eu sei tinha conhecimento disso. Ele respondeu acelerando suas batidas neste momento pra mim e eu amei como ele se acelerava quando eu me aproximava.
Nós compartilhamos um beijo íntimo, que de nenhum modo era de adeus e ele descansou sua testa contra a minha. "Eu te amo". Ele sussurrou, pela primeira vez, enquanto eu estava consciente.
Não havia nada em que pensar. Não havia guerras complicadas entre a razão e os sentimentos, eu apenas pressionei meus lábios nos dele. "Eu também te amo, assim se cuida." Sussurrei baixo o suficiente para apenas ele ouvir.
Charlie saiu de casa, oficialmente rompendo a nossa feliz despedida, e eu relutantemente soltei os meus braços. Ele beijou a minha mão conforme estendi meu braço com o seu.
"Segunda-feira". Ele prometeu, dando-me força para deixá-lo ir. Seus olhos nunca mentiram pra mim, e eu confiei em suas palavras.
Voltei para minha casa, e um confuso Charlie marchou até os degraus da varanda. Meu pai me seguiu até a cozinha e viu como eu cortei uma laranja em fatias.
"O que?" Eu ri de seu escrutínio.
"Você gosta desse garoto, não é?" Sua voz era grave, como se tivesse dito que ele tinha uma doença terminal e que precisava amputa-la.
"Muito." Não era tão claro como o dia? Todos já tinham visto isso antes de mim? Acho que eu as minhas habilidades de observação são iguais a de Charlie.
"Bem, tome cuidado. Eu não gosto dele." Ele alertou, sem razão. Charlie não gostava de ninguém, mas, especialmente do meu Edward.
"Eu vou para o parque, ok?" Sorri, tentando fazer as pazes com ele.
"Volto ao escurecer". Ele acenou pegando suas roupas para se preparar para o trabalho. Durante o verão, Charlie tinha que trabalhar à noite - havia muito mais crimes. Eu ri com este pensamento bobo. Nada de ruim acontecia em Forks.
Tinha um pequeno parque a poucos quarteirões da minha casa e eu sempre queria apenas sentar nos balanços vazios. Eu levei a minha laranja comigo, sugando até secar as peças e colocando-as em um saco. A grama estava grande e exuberante e estava totalmente descampada. Havia adolescentes sentados ao longe no campo de futebol, mas eu queria os balanços. Meus pés correram pela areia quando eu tirei as minhas sandálias e eu amei o ar de verão ao redor de mim. Tinha gosto de sol, se era mesmo um gosto e cheiro de grama fresca cortada. Enquanto eu estava lá no pequeno parque, uma parte de mim ainda não podia acreditar que eu tinha Edward.
Sua pele bronzeada com a luz do sol, com o queixo que sempre mantinha uma sombra de avermelhada barba rala, seu cabelo estava sempre desarrumado e parecia louco, seu corpo era incrivelmente tentador e perfeito, mas seus olhos ofuscavam todas essas coisas. Eu podia olhar para os seus olhos verdes para sempre, se eu não tivesse que comer ou me mexer de vez em quando.
Um ruído de choramingando me tirou do meu transe e olhei por cima do meu ombro para um grande cão preto. Seu pelo era longo, e ele parecia um cruzamento entre um lobo e um husky. Ele olhou pra mim com olhos de teca e meu coração se partiu todo por ele. Ele estava magro, magro demais para ter uma casa eu estendi minha mão pra ele.
"Venha aqui, eu não vou te machucar." Eu chamei por ele, recebendo um pouco de confiança de volta. Ele veio com cautela e esfregou o lado do seu rosto quando se sentou aos meus pés. Ele não estava sujo, mas ele não estava muito limpo, e na minha mente já estava feito.
"Quer ir pra casa comigo, querido? Eu tenho certeza que você pode encontrar um pouco de comida pra cão, ou um bife." Eu sorri pra ele conforme ele ofegava e olhava pra mim.
Ele era um cão muito bonito, e eu não podia acreditar que alguém teria o deixado ali para morrer de fome. Eu me levantei, ele se levantou e me seguiu não seria difícil mantê-lo comigo. Charlie, como de costume, saiu para trabalhar às seis, e eu abri a porta da frente com a minha chave.
"Vamos, amigo." Eu sorri pra ele e ele entrou em casa com cuidado, farejando um milhão de quilômetros por minuto.
Eu o levei para o banheiro com pedaços de uma Pop Tart e ele pulou para dentro da banheira de bom grado. Esfreguei atrás das orelhas e em torno de sua barriga, e em todos os lugares que eu podia antes de escovar os dentes com uma escova de dentes de reposição. Ele não era um cachorro novo, mas ele não era velho também. Nós saímos da enorme banheira ele se sacudiu todo quando eu coloquei a toalha sobre ele. Ele tinha um sorriso tão pateta, e tal comportamento típico fez com que eu realmente quisesse ficar com ele, não importa o que Charlie dissesse. Edward não era alérgico a cães, por isso eu estava bem.
"Vamos pegar um pouco de comida, bonito." Minha voz era só pra mim, porque eu sabia que ele não me entendia entrando na cozinha.
Sem comida de cachorro, mas muita sobra de bolo de carne e arroz. Eu fiz uma nota mental para comprar alguma amanhã, enquanto ele engolia a saborosa refeição que eu tinha aquecido. Ele olhou pra mim com um sorriso bobo no seu rosto de lobo e me beijou toda.
"Oo é melhor ter cuidado para não fazer isso em torno do Edward. Ele pode chutar o seu traseiro." Eu ri quando ele lambeu meu rosto.
"Você precisa de um nome." Sussurrei pra mim mesma enquanto ele explorava a casa e eu o segui.
"Jake, eu gosto disso. Você será Jake a partir de agora, e você vai ser o meu melhor amigo. Prometo que você sempre vai ter uma casa." Eu jurei para ele depois de coçar atrás das suas orelhas.
Quando eu terminei de limpar as minhas bagunças, ambos caímos sobre minha cama, eu com um suspiro, Jake com um grunhido. Sua barriga estava enorme quando ele rolou para esfregar seu rosto nos cobertores, e eu jurava que ele seria meu até que ele morresse. Ele fez o meu dia.
Eu senti falta do meu Edward mesmo com Jake enrolado em meus braços. Sua cabeça descansou um pouco no meu ombro e as patas esparramadas na frente dele só me fez sentir falta de abraçar meu amor. Eu esperava que ele estivesse seguro onde quer que estivesse.
Durma bem, minha Bella. A mensagem soou no meu telefone.
Você também, meu amor. E eu realmente esperava isso pra ele quando fechei os olhos com força para encontrar um pouco de paz na minha terra dos sonhos.
N/T: Quem ai ficou com medo da Bella no tal Parque, eu fiquei esperando algo acontecer hehehe aconteceu o Jake apareceu!
Charlie é tão desconfiado, queria realmente saber os motivos, ou ele é ranzinza mesmo?
Enfim,
Quem esta com saudades do Edward ai, deixa uma review
Bjos
Mili YLJJ
