EPOV

- Ai, ai! Você não pode chutar a mamãe assim! – Eu escutei a voz de Bella no quarto e olhei imediatamente para o corredor, curioso. Ela continuou a falar, mas não compreendi mais suas palavras.

Quando finalmente terminei o chocolate que preparava na cozinha, comecei a me aproximar o mais lentamente possível, para que ela não percebesse. Aos poucos, sua voz ficou mais clara. Eu parei do lado de fora da porta, prestando atenção.

- Você está muito quentinho aí, não é? Sorte sua. Aqui está começando a ficar cada vez mais frio. – Eu franzi a testa, ainda não entendendo muito bem com quem ela falava. – Logo você vai descobrir... Você vai nascer, e dormir no meu colo o dia todo. Eu juro que eu nunca vou largar você. – Ela riu baixinho, e eu sorri sozinho. – Você vai conhecer seus avós, a tia Alice... O papai...

Minhas sobrancelhas se ergueram ao ouvir a última palavra. Apesar de ser um assunto evitado, eu sempre soube que ela não esperava muito de mim em relação à paternidade. Pela primeira vez, ela me considerava parte de tudo isso.

E, bom, eu também.

Dei um pequeno passo a frente, o suficiente para vê-la. Ela estava praticamente deitada na cama, apoiando parte das costas em um travesseiro. Olhava para sua barriga e a acariciava com um sorriso bobo no rosto. Eu observei a cena provavelmente com a mesma expressão. Aproveitando que ela não estava prestando a mínima atenção no corredor, entrei devagar no quarto, sorrindo tranquilamente para ela.

- Espero que esteja como você gosta. – Murmurei. Ela ergueu os olhos castanhos, retribuindo meu sorriso.

- Obrigada, Edward. – Ela agradeceu ao pegar a caneca, fazendo uma pequena careta ao sentir a temperatura quente. Ajeitou as costas melhor no travesseiro e segurou a alça fria, bebendo devagar. – Você já falou com Esme?

- Eu tentei. – Suspirei ao sentar na beirada da cama, perto dela. – Mas ela começou a chorar, é claro.

- E você se irritou. – Ela riu.

- Estou acostumado. – Dei os ombros. – Só ignorei.

Ela riu novamente e então me olhou com os lábios cerrados, sem saber o que dizer. Acho que não sabíamos conversar sem discutir. Sem que eu esperasse por isso, Bella abaixou a mão livre, acariciando as costas da minha, que estava apoiada na cama. Ela me olhou outra vez, sincera.

- Obrigada. Por... Tudo. – Gaguejou.

- Você é péssima tentando demonstrar sentimentos. – Eu sorri, zombeteiro.

- Você também. – Ela rebateu, erguendo as sobrancelhas. – Mas eu estou emocional nos últimos meses, então ainda posso tentar.

- Estou ouvindo. – Provoquei ainda com a mesma expressão.

Ela revirou os olhos, e então voltou a me encarar, parecendo incomodada enquanto pensava no assunto. – Eu só... – Tentou dizer, e então riu baixinho. – Não acredito que cheguei a pensar que conseguiria fazer isso sozinha. Eu não sei ser uma mãe. E você não sabe ser um pai. Então vamos ser tortos juntos.

Eu sorri largamente, apenas assentindo. Ela ergueu a mão da minha, esperando que eu batesse nela, e assim o fiz.

- Mas você continua sendo um imbecil. – Ela sorriu.

- E você continua sendo uma cobra. Só um pouco mais maternal.

Bella abaixou a cabeça, ainda divertida, e sussurrou algum palavrão que eu não entendi direito. Quando franzi a testa em uma pergunta muda, ela arregalou os olhos e apontou para sua barriga, como se me alertasse. Eu comecei a rir.

Levantei da cama e ela imediatamente voltou a beber seu chocolate, me acompanhando com o olhar enquanto eu saía do quarto. Eu avancei pelo corredor me espreguiçando. Quando passei pela única porta fechada, paralisei olhando para ela. As coisas de Bella ainda estavam ali dentro – e ela finalmente aprendera a usar o local sem sujar o resto da casa. Mas era exatamente isso que me preocupou naquele segundo. As coisas estavam ali. Nosso bebê estava chegando e ele ainda não tinha seu espaço na casa.

Eu deveria ser a última pessoa a pensar nisso, mas acho que o pensamento ainda não tinha atingido Bella. Era uma boa oportunidade para começar a organizar algumas coisas sem que ela soubesse. Mais uma maneira de pedir desculpas por tudo.

Seria perfeito se, bom, se eu entendesse alguma coisa do assunto.

Praticamente corri até a sala e peguei meu celular na mesa de centro, abrindo meus contatos e indo diretamente até o número de Rosalie. Mas... Não. Parei, pensando no assunto antes de chamá-la. Isso seria pedir pelo pior dia da vida. Eu subi pelos nomes até a letra "E", pensando em Esme, mas não seria muito melhor. E havia Alice, mas ela daria com a língua nos dentes para sua melhor amiga.

Eu bufei, permanecendo no "E" e discando para a pessoa mais improvável da lista.

(...)

- Eu não estou reclamando. – Emmett disse enquanto descia do carro. – É só um comentário. Até algumas semanas atrás você não dava a mínima pra Bella e a gravidez... Bom, uma hora você precisava cair em si, não é?

Apenas lancei um olhar sério para ele, colocando minhas mãos frias nos bolsos do casaco e andando na frente. Logo ele estava ao meu lado, apressando um pouco o passo. Nós andamos em silêncio pelo estacionamento até a entrada da loja – que não era exatamente pequena. Emmett era tão inexperiente quanto eu, obviamente, e nós descobrimos aquele lugar após uma rápida procura na internet. Era uma espécie de supermercado para bebês. A fachada ridícula cheia de chupetas já denunciava isso.

Nós entramos e paramos ao mesmo tempo, processando o que estávamos vendo. Havia vários corredores, como em um mercado comum, mas todos coloridos demais. As pessoas passavam com carrinhos cheios de roupas, brinquedos e bichos de pelúcia, sempre carregando seu bebê confortavelmente. Os que não tinham bebês estavam claramente esperando um. Sem esperar qualquer reação do meu amigo, eu me aproximei de uma vendedora, que rapidamente me ofereceu ajuda.

- Minha esposa está grávida, e ainda não preparamos nada. Eu nem sei por onde começar, na verdade. – Admiti. – Eu quero fazer uma surpresa comprando algumas coisas.

- Bom, você vai encontrar absolutamente tudo o que precisa aqui, isso eu garanto. – A mulher parecia um robô. – A sessão dos recém-nascidos é no último corredor. É só seguir em frente.

Eu agradeci rapidamente e acenei para Emmett, que logo me seguiu. Eu estava ficando até animado. Sentia uma sensação de estar cumprindo meu dever. Eu andei pelo corredor indicado, confiante, até que cheguei ao meu destino e paralisei. Havia muito mais opções do que eu pensava. É como se todos os tipos de mamadeiras, fraldas, roupinhas, carrinhos de bebê e chupetas estivessem ali. Eu não tinha ideia do que fazer primeiro.

- Tudo bem... – Emmett disse, como se pudesse ler minha mente. – Vamos com calma.

- Eu devia ter feito uma lista. – Fiz uma careta, parando na frente de uma prateleira cheia de pacotes de fraldas. – Bom, isso é básico, não é? – Eu peguei o primeiro pacote que vi, sem me importar com a marca. – Precisamos de muitas fraldas.

- Compre só um pouco, Edward. Você vai ainda vai comprar muita fralda nos próximos meses. – Ele riu, parando ao meu lado. – Isso é só pros primeiros dias.

- Desde quando você entende tanto de bebês? – Eu franzi a testa, virando o rosto para ele.

- Você não sabe nada sobre mim. – Ele puxou um carrinho abandonado perto de nós, e eu joguei três pacotes de fralda lá dentro, ainda com a mesma expressão. – Quer saber? Vamos nos separar. Eu pego o essencial, e você vai atrás das coisas mais bonitinhas. Roupas, brinquedos, essas coisas. São poucos corredores, logo vamos nos encontrar. Você precisa ver a parte legal de ser pai.

Emmett sorriu antes de sair pelo corredor com o carrinho. Eu continuei parado por mais alguns segundos, atordoado com esse novo lado dele que eu estava conhecendo. Sempre vi que ele levou o assunto mais a sério do que eu, desde o começo, mas eu não conseguia imaginar meu melhor amigo cuidando de um bebê. Pelo jeito qualquer imbecil como ele sabia mais sobre crianças do que eu.

Eu suspirei com o pensamento, andando pelo corredor atrás do que ele tinha me falado. No final dele, encontrei uma prateleira um pouco diferente, com várias roupinhas penduradas. Uma mulher grávida olhava algumas com entusiasmo, e eu me aproximei timidamente, parando ao seu lado. Um macacão azul me chamou a atenção, e eu o peguei do cabide devagar, analisando a peça. Meu bebê realmente usaria uma coisinha tão minúscula? Só aquela perna era quase do tamanho da minha mão. E se eu fizer alguma coisa errada? E se ele for tão frágil que vai se machucar quando eu segurá-lo sem o menor jeito?

Eu percebi que meus olhos estavam quase arregalados enquanto eu pensava no assunto. Mesmo assim, não fiquei triste ou desisti do que estava fazendo. Eram simplesmente medos pelos quais eu passaria por cima com o tempo.

Continuei a analisar as roupas, escolhendo algumas. Aquilo era definitivamente algo que eu não me via fazendo há pelo menos 2 semanas atrás, o que me fez pensar se eu não estava escolhendo as estampas mais ridículas possíveis. Mas tudo ali parecia bonito demais para errar, então eu simplesmente escolhi as que me agradavam mais, com desenhos de animais ou de carrinhos. Eu sorri ao imaginar um bebê dentro de cada uma delas.

Precisei de outro carrinho para enfrentar os próximos corredores – eu peguei praticamente todos os bichos de pelúcia que vi pelas prateleiras e alguns brinquedos que ele provavelmente só usaria com alguns meses de vida. Eu fiquei morrendo de vontade de ir para as outras sessões, para bebês um pouco mais velhos, mas decidi ouvir Emmett e me concentrar no essencial.

Eu reencontrei meu amigo, que se aproximou de mim animado com o carrinho cheio e o telefone de uma vendedora em mãos. Antes de sair nós procuramos outro vendedor e fomos levados para o outro lado da loja, onde eu pude escolher um berço e uma pequena cômoda para guardar tudo aquilo. Eu não entendia muito bem do assunto, mas tentei encontrar o berço mais seguro possível. Optei por um dos mais caros e, mesmo com a compra um pouco absurda no final, dinheiro não era problema. Eu gastaria tudo o que fosse preciso para deixar meu filho confortável e conseguir a confiança de Bella.

O berço, a cômoda e o carrinho para passeio seriam entregues mais tarde, mas o resto precisaria passar pelo caixa. Nós levamos tudo para lá, felizmente sem precisar enfrentar fila. Emmett ficou a minha frente, abrindo as sacolas enquanto eu passava os produtos rapidamente. A vendedora ficou me encarando o tempo todo, e eu fingi não perceber, desconfortável.

- Meus parabéns pelo bebê. – Ela disse após muito tempo, emocionada.

Eu apenas ergui os olhos, sorrindo timidamente. – Hm... Obrigado. – Ela estava obviamente analisando nossas coisas, percebendo que ele era realmente novo, ou ainda nem havia nascido.

- Isso é muito corajoso da parte de vocês. – Ela olhou de relance para Emmett ao falar comigo.

Eu franzi a testa, encarando-a outra vez. – Desculpe? – Rebati.

- É, sim. – Ela sorriu. – Mesmo hoje em dia, ainda é muito difícil para um casal gay adotar uma criança.

- O que? Não! – Eu e Emmett respondemos quase em uníssono. – Não, não... – Eu ri nervosamente, erguendo as mãos. – Não somos um casal. Eu sou casado. Eu vou ter um bebê e ele é apenas meu amigo, me ajudando.

- É mesmo? – Ela virou de vez para Emmett, mal prestando atenção enquanto passava minhas compras. – Isso é muito legal da sua parte... – Ela sorriu, curvando o corpo para ele.

Eu revirei os olhos enquanto meu amigo retribuía o flerte, esquecendo as sacolas e atrasando tudo. Eu queria chegar em casa antes que Bella voltasse do trabalho, mas ele precisava enrolar e conversar com todas as garotas que davam bola para suas cantadas baratas. Finalmente, depois de quase chutar sua bunda para isso, ele voltou ao trabalho e nós terminamos.

Com mais um telefone no bolso, Emmett me ajudou a colocar todas as sacolas no carro e me levou para casa. Eu já havia conversado com Angela, e ela concordou em ajudar e guardar todas as coisas de Bella em uma sala de seu ateliê. Agora sim ela definitivamente teria seu próprio lugar para sujar. Com isso, eu tinha o quarto extra em nosso apartamento livre, e só precisaria de uma boa limpeza antes que os móveis do bebê chegassem.

Deixei todas as sacolas na sala e me preparei para deixar o quarto praticamente novo, aproveitando que o apartamento ainda estava vazio. Eu odiava ficar na sala sozinho com aquela cobra maldita me encarando em seu "aquário". Coloquei a roupa mais velha que tinha, liguei minhas músicas preferidas para tocar e levei tudo o que precisaria para o quarto vazio.

Enquanto limpava as paredes, eu tentava imaginar como o lugar ficaria mobiliado. Talvez devêssemos pintar as paredes de azul, do jeito mais clichê possível. Mais tarde eu colocaria algumas prateleiras para alguns enfeites, um móbile acima do berço... Eu me peguei parado encarando uma parede, imaginando tudo isso, com apenas metade do lugar limpo. Quando tentei continuar, a música parou, e eu virei o rosto para a porta imediatamente.

- Edward! – Por sua voz, não era a primeira vez que chamava.

Eu larguei o pano no chão e saí do quarto, sorrindo um pouco ao encontrar Bella parada na sala, com os olhos um pouco arregalados. Ela colocou a bolsa em cima do sofá, me olhando confusa.

- O que... O que é tudo isso? – Ela perguntou, tirando o casaco grosso.

- Eu... Queria fazer uma surpresa. – Sorri um pouco mais, limpando minhas mãos na calça. Eu abaixei e peguei uma das sacolas no chão, apoiando no balcão para lhe mostrar. – Eu pensei que você já está no sexto mês, e ainda não temos nada, então Emmett me ajudou com algumas coisas.

Bella esperou com uma expressão indecifrável enquanto eu tirava um macacão minúsculo da sacola, mostrando a ela. Com uma risada baixa, ela pegou a peça, passando um dedo pela estampa de girafa. Antes que eu percebesse, seus olhos estavam cheios de lágrimas, e ela mesma procurou o resto das roupas nas outras sacolas. Estava claro em seu rosto o quão emocionada ela estava, mesmo que não tivesse agradecido nem nada do tipo.

- Edward, isso é lindo... – Ela murmurou, deixando as roupinhas em cima do balcão e segurando a última contra o peito.

- Você ainda não viu a melhor parte! – Eu quase gritei, mexendo em uma das sacolas que ainda estava no chão.

Eu procurei entre todos os bichos de pelúcia, puxando o que mais queria mostrar a ela. Sorri ao ficar em pé novamente, segurando uma cobra verde realmente grande nas mãos. Ela tinha olhos enormes e esbugalhados, e sua boca ficava aberta em uma espécie de sorriso. Não era nem um pouco assustadora; na verdade, eu a achava engraçada. Isso foi confirmado quando Bella começou a rir alto, devolvendo o macacão junto com os outros e se aproximando de mim.

- Agora o bebê pode dormir com ela e sempre lembrar da mãe dele. – Eu zombei.

- Ela é tão fofinha que eu vou levar isso como um elogio. – Ela disse, ainda rindo, pegando o brinquedo e o abraçando. – Obrigada, Edward. – Sorriu.

- O que, por isso? – Eu ergui as sobrancelhas. – Você ainda não viu nada! Eu encomendei um berço, uma cômoda, um carrinho... Eu pensei em comprar uma daquelas cadeirinhas para o carro, mas ainda não temos um. Ainda! Essas foram só as primeiras compras de muitas, mas já tem muita coisa pra você ver. Você vai adorar as ideias que eu tive pro quarto, eu comecei a limpar tudo mas... O que? – Eu parei de falar ao ver sua expressão.

Mal tive tempo de pensar enquanto ela largava o bicho de pelúcia e se aproximava de mim, apoiando as mãos nos meus ombros ao colar nossos lábios. Não foi como o beijo da noite em que voltou do hospital, esse foi carinhoso e sincero. E intenso. Eu a puxei devagar para perto de mim, retribuindo imediatamente. Eu não me lembrava que seu gosto era tão bom.

Ainda mais rápido do que começou, acabou. Eu apertei meus lábios um no outro ao encarar seu rosto atordoado. Ela levou uma mão até a boca, franzindo a testa.

- Desculpe. Eu não sei o que foi isso. – Murmurou ao colocar as mãos para trás, desconfortável.

- Tudo bem. – Respondi, soltando um pigarro em seguida. – Não foi nada.

- Nada. Eu só estava... Agradecendo.

- Eu sei. Está tudo bem.

Ela ainda tinha a mesma expressão confusa, quase como de uma criança sendo pega no flagra. A minha não devia estar muito diferente. Com um breve suspiro, ela virou o corpo para o corredor, apoiando as mãos confortavelmente no topo da barriga.

- Eu preciso de um banho. – Ela disse ao me olhar de relance.

- Eu vou pedir comida. – Respondi, forçando um sorriso nervoso.

- Ótimo. – Bella suspirou. – Ótima ideia...

Nós nos olhamos uma última vez antes que ela praticamente corresse até o banheiro, passando a mão nervosamente pelo cabelo ao bater a porta atrás de si. Eu respirei fundo e voltei para o quarto, esquecendo de ligar a música outra vez.


Pois é, gente, acho que agora não tem mais o que duvidar das intenções do Edward, né? Ele pode não ser o melhor pai do mundo ainda, mas tá tentando... E com esse beijo, pelo visto a Bella também acha isso Hahahaha

Já vou adiantar que no próximo capítulo esse climinha fofo acaba! Aqui vai o teaser de hoje pra vocês entenderem:

"Edward pegou o envelope nas mãos, sorrindo para o tio. O que havia ali era apenas um presente, totalmente simbólico perto da real quantia em sua conta bancária, mas já foi suficiente para seus olhos verdes brilharem. A expressão satisfeita no rosto de Carlisle cortou meu coração e fez minha cabeça girar. Eu não podia continuar com isso. Eu dei um passo a frente e tomei a pior atitude que podia, por mais correta que fosse.

- Carlisle, existe uma coisa que você precisa saber. - Eu ofeguei, soltando o braço do meu marido."

E aí? Já consegui deixar todo mundo ansiosa? Hahaha Até quarta!