Gentem, desculpem pela demora! Obrigada pelo comentários lindos de cada um. Esse é o nosso último capítulo, e espero que gostem.
Sem mais delongas... Creep!
Boa leitura!
Creep
Seja lá o que te faça feliz, seja lá o que você deseje.
Whatever makes you happy, whatever you want.
Creep
Eu voltei tarde para casa naquele dia.
Estranhei ao sair da lareira, pois Hermione não me esperava no sofá, como fazia todos os dias. –Hermione?- chamei, mas ela não respondeu. Confuso com o silêncio anormal, subi as escadas para procura-la. Ela estava no quarto, encarando a janela aberta com os braços cruzados e de costas para mim.
–Hermione?-chamei outra vez, me aproximando para tocar em seus braços. Assim que meus dedos á alcançaram, ela se desvencilhou do toque, como se tivesse recebido uma carga elétrica. –O que está acontecendo?
–Me diz você. – sussurrou tremula. Ela cruzou os braços junto ao corpo, e apontou o queixo para a cama. Levou alguns segundos para que reconhecesse o que eram aqueles papeis sobre o lençol. Cartas. Cartas que Lily me mandara, e eu guardava como se fosse um tesouro.
–E-eu posso explicar...
–Explicar? Explicar? Por favor, me explique, o que você faz dividindo a cama comigo, se ainda ama Lily Potter?! – perguntou histérica.
E de todas as coisas que eu podia dizer para apaziguar as coisas, escolhi justo aquela que faria tudo piorar.
–Não á chame de Potter!- ela arregalou os olhos para mim e seu lábio inferior tremeu um pouco, como se fosse chorar.
–Mas ela é! Quer dizer, era! Ela era uma Potter! –gritou. –Ela nunca quis você! Ela amava o James, sempre amou!
–Ela era jovem, não sabia o que queria! – eu não sabia por que estava agindo daquela forma, eu devia deixa-la dizer o que quisesse, e fazer com que ela acreditasse que Lily era parte do passado. Mas , como sempre, eu não conseguia segurar minha língua. E Lily Evans sempre foi um assunto delicado para mim.
–Ela sabia sim!- gritou exasperada. –Ela queria James! O amava como nunca amou você!
–Você não sabe nada sobre ela. Ela era..
–Era uma maldita Potter, da cabeça aos pés, cada fio do cabelo ruivo pertencia ao Potter! E você, nunca significou nada! Falsa, manipuladora! Foi incapaz de ficar ao teu lado quando você mais precisava! –as lágrimas rolaram dos olhos castanhos, e senti meu peito se apertar com isso. Eu á amava mais que tudo, mais do que um dia amei Lily, mas a culpa que sentia pela morte de Lily, me obrigava á defende-la, á coloca-la num pedestal imaculado.
– Lave a sua boca para falar o nome dela, Granger. – eu disse fora da razão. O uso do sobrenome, a fez chorar ainda mais. Ela ficou de costas para mim outra vez, colocando entre nós um silêncio pesado que eu não era capaz de quebrar. Sentei-me na cama, cuidando para não sentar sobre nenhum dos pergaminhos, e enterrei a cabeça nas mãos.
Era sempre Lily! Sua lembrança, seu filho, suas promessas quebradas. Sempre e sempre voltando á me atormentar, roubando minha paz, minha sanidade, e agora, me roubava também Hermione.
Demorou para que ela voltasse a falar, e quando o fez, sua voz era triste, mas aparentava tranquilidade.
– Eu não vou competir com o teu passado, não quando ele é tão presente no teu pensamento. Não pode ter duas mulheres em seu coração, Severus. – suspirou profundamente, e continuou. – Ela fica. Eu vou. – e com isso Hermione marchou resoluta em direção á porta.
A imagem dela passando pela cama, e se distanciar de mim, indo de encontro á porta, me enlouqueceu.
Num átimo eu estava em pé, a varinha selou a porta e eu me joguei sobre ela. Hermione arregalou os olhos quando sentiu a ponta de minha varinha forçando-lhe a jugular.
–Você não pode me deixar. Nunca. Você é minha! Toda minha!- Hermione arquejou e eu não dei á ela tempo para fazer qualquer outra coisa. Juntei nossos lábios com força, devorando-a e forçando minha língua contra seus lábios macios.
POV-Hermione.
Louco. Severus Snape estava completamente louco. Seus lábios famintos sobre os meus eram selvagens, os dentes apareceram e morderam meus lábios até que sangrassem, rindo roucamente quando isso aconteceu e sugando o liquido escarlate como se precisasse daquilo para viver.
–Minha!- sussurrou novamente. Girou-me com violência, e prensou-me contra a porta, esfregando sua ereção em minhas nádegas. Arfei.
Lily Potter era o assunto, o motivo de nossa briga e de minha eminente partida. Entretanto, eu não conseguia pensar em nada daquilo naquele momento.
Minhas defesas foram ao chão, quando ele num movimento rápido e preciso, rasgou meu vestido. Afastou-me da porta, apenas o suficiente para que o vestido pudesse escorregar ao chão, e então voltou á prensar-me.
Mais forte, mais possessivo, mais violento.
–Severus.. – chamei, surpresa pela excitação evidente em minha voz. Se minha voz não denunciasse que eu estava entregue, a umidade em minha calcinha o faria.
Eu era, de fato, dele. Só dele. Sempre.
–Tem coisas... que você precisa saber, Hermione. – ele sussurrou roucamente, e suas mãos pareciam estar em todo lugar, deixando marcas que causavam dor e alivio, ao mesmo tempo. Sim, alivio, porque só com aquelas mãos possessivas sobre mim, eu me sentia completa. –Você nunca vai me deixar. – seus lábios beijaram meu ombro. –Você é minha, e eu sou teu. Só teu. – senti quando ele se afastou um pouco e ouvi, mesmo com o som arquejante de minha respiração, quando ele abriu o zíper da calça. Severus deslizou o corpo para o chão, lambendo minha pele no processo, e agarrou a varinha que tinha rolado para perto da porta. Murmurou um feitiço de lubrificação e baixou minha calcinha, eu tremi ao perceber qual era a sua intenção. Entretanto, não me movi, não me neguei, estava entregue e perdida, tão louca quanto ele.
–Lily...Potter, é passado. – percebi que chama-la de Potter exigia dele um sacrifício, mas ele o fez. – Você, só você, é a dona do meu coração. – palavras doces foram pontuadas com movimentos bruscos. Separou minhas pernas com o joelho e fez com que eu me inclinasse para ele, deixando-me a mercê de seu membro entumecido.
Com a mão, acariciou meu sexo, espalhando a umidade por toda extensão que pretendia penetrar.
Então, num movimento rápido e forte, preencheu-me como nunca antes.
Lágrimas queimaram meus olhos por causa da dor nunca antes experimentada, mas, os meses ao lado de Severus, tinham me ensinado o bastante para reconhecer na dor, o prazer obscuro e inebriante.
Sexo, daquela forma tão primitiva e animal, era muito mais avassalador, intenso. Era quase viciante.
Entretanto, por ser a primeira vez que Severus me deflorava daquela maneira, ele me deu alguns segundos para que me acostumasse com o membro inteiro dentro do lugar, até antes, inexplorado.
Arfante, movi os quadris minimamente, incentivando-o á continuar.
E ele continuou.
Entrou e saiu de dentro de mim, se enterrando tão fundo que me causava soluços. Sua mão circulou minha cintura e desceu de encontro ao meu sexo, para massagear meu clitóris de forma hipnótica. Gemeu, rouco e alto, quando enfiou dois dedos em meu sexo gotejante.
Sem nunca deixar de se mover ás minhas costas, Severus continuou á estimular-me com os dedos, fazendo com eles os mesmos movimentos que fazia com o pênis em meu ânus.
A sensação de ser preenchida daquela forma, era tão intensa, que eu não conseguia pensar direito. Nada fazia sentido, os pensamentos giravam rápidos demais para que eu os entendesse. Me arrependi de ter me negado á essa pratica sexual por tanto tempo, por ter-me prendido á um pudor, que agora, eu só podia definir como desnecessário.
–Venha pra mim, Hermione. – Severus falou entre os gemidos, o polegar apertou meu clitóris e eu explodi no orgasmo mais intenso que já havia sentido em toda minha vida.
–Oh! Severus! – exclamei durante o ápice, espasmando loucamente. Um urro de prazer irrompeu do homem, quando ele por fim, derramou-se dentro de mim.
Minhas pernas fraquejaram, e ele teve que me segurar com firmeza para que eu não fosse ao chão.
Severus retirou o membro, agora flácido, de dentro de mim, e me girou nos braços. Selou nossos lábios num beijo doce, calmo, cheio de carinho e amor.
Sentamos no chão, onde ele me aninhou nos braços fortes e eu afundei o nariz em seu pescoço.
Chorei. Era amor demais, desejo demais, felicidade demais, e eu tinha medo de perder tudo isso. Os sentimentos estavam entalados em minha garganta, como se eu pudesse, de repente, vomita-los. Severus acariciou meus cabelos revoltos, como se entendesse meus medos, e os compartilhasse.
Foi então que ergueu a varinha, e bradou.
–Expecto patronum. – Eu sabia que o patrono dele assumia a forma do de Lily, e não entendi o porque dele convoca-lo naquela hora. O que ele queria? Me humilhar? Me neguei á olhar diretamente para a fonte de luz que banhava o quarto em azul perolado. –Olhe, Hermione.
–Não quero, Se...-ele segurou meu queixo e forçou o meu rosto á se virar em direção ao patrono. Para minha surpresa, não era uma corça que banhava o quarto com sua luz.
Era uma lontra.
Corria pelos ares, lançando seu brilho ofuscante sobre nós, até que se aproximou e me fez um carinho na bochecha, depois, desapareceu como fumaça.
Seu patrono tinha mudado, assim como seu amor.
–Eu te amo, Hermione. Só você. Sempre. –
E então eu tive certeza. Ele me pertencia, me amava e ficaria comigo pra sempre.
Lily Potter não era mais a dona de Severus.
Nos beijamos novamente, e quando nos sentimos descansados o suficiente, tornamos á nos amar no chão.
POV-Snape.
Algum tempo depois, quando estávamos nos vestindo novamente para sairmos em busca de um restaurante qualquer, Hermione tornou a fitar as cartas sobre a cama.
Com um olhar duro em aviso, ela as reuniu num pequeno monte no chão, me encarou e eu assenti com a cabeça permitindo que ela fizesse o que queria. Então ela girou a varinha, e as cartas pegaram fogo.
Assisti Lily Potter virar cinzas e não me senti mal por isso. Pelo contrário, senti-me livre, pela primeira vez em anos, senti-me total, completamente, feliz.
Alguns anos depois.
Eu ainda lembro, quando numa noite ao voltar para casa, encontrei minha Hermione nua em frente ao espelho de corpo inteiro que tínhamos no banheiro. Ela acabara de sair do banho e parecia cansada, provavelmente enfrentava algum problema no ministério. Mas não foi isso que chamou minha atenção. O que me chamou a atenção, foi a maneira que ela alisava o ventre liso.
Não era difícil adivinhar o que se passava em sua cabeça.
Ela imaginava o ventre maior, e acariciava um feto que ainda não existia. Minha linda Hermione sonhava em ser mãe.
Tão logo ela notou minha presença, parou de fantasiar e se enrolou na toalha, um tímido rubor se espalhou pela face.
–Então é isso o que você quer, e não tem coragem de pedir? – perguntei enquanto me poiava na soleira da porta.
–Desculpe. Não vi que você tinha chegado. Eu vou estar pronta num minuto, prometo.- tentou desconversar.
–Você pode levar o tempo que quiser pra se arrumar, Hermione, os Potter irão nos esperar, tenho certeza. – á tempos ela tinha voltado á estreitar os laços com os amigos, o que me resultou numa bela dor de cabeça, já que me via obrigado á aguentar uma quantidade absurda de Weasley's e Potter's em nossa casa. Fora esses jantares semanais que o Potter oferecia aos casais. E eu que pensei ter me livrado do insuportável-que-sobreviveu... É, não se pode ter tudo. Mas eu não posso reclamar, minha bruxa me recompensava muito bem por aguentar a companhia desses seres desagradáveis. – Agora, voltando ao assunto de antes... Por que você nunca falou que queria ser mãe? – perguntei com real curiosidade.
–É natural, não acha? – ela disse baixinho. – Eu vejo Gina carregar um barrigão a cada ano! Eu queria sentir uma vida dentro de mim também! – completou corajosa.
–Não me diga que esses anos ao meu lado danificaram seu cérebro, Hermione. – eu disse fingindo afetação. – A mulher que eu amo era completamente capaz de me dizer o que queria anos atrás.- apontei. Eu não desejava ser pai, mas faria qualquer coisa que ela quisesse, qualquer coisa para vê-la feliz. Pois a felicidade dela, era a extensão da minha.
–Mas eu tentei! – ela gesticulou, fazendo com que a toalha balançasse perigosamente. –Mas toda vez que eu falava em crianças, você dizia que odiava fedelhos e tudo que os envolvesse!
–Eu falava dos fedelhos de Hogwarts! Os cabeças ocas que me dão dor de cabeça todos os dias. Não de um possível herdeiro! – expliquei.
–Então você não odeia crianças? – perguntou com uma ameaça de sorriso.
–Odeio. Mas, posso conviver com uma ou duas, se elas tiverem seus olhos. – ela, finalmente, abriu meu sorriso favorito, e caminhou em minha direção.
–Se eu estou entendendo bem, isso significa que posso encomendar os meus morceguinhos?
–Qualquer coisa que te faça feliz, meu amor. – com isso Hermione suspirou. Lentamente, ela se desprendeu da tolha, lançando-a em algum canto do banheiro.
Não importa quantos anos eu passe ao lado dessa mulher, sempre me sentirei um adolescente diante de seu corpo delicioso.
Aquelas curvas me levavam a loucura, eram minha benção e minha maldição.
–Sabe, querido, - começou a dizer quando me alcançou, suas mãos pequenas trabalhando na fileira de botões em minhas vestes. – Engravidar pode levar um certo tempo, acho melhor começarmos a tentar agora. – sua voz era baixa e rouca.
–Tsc, tsc... Seus amigos nos esperam para jantar, querida. – disse com fingida irritação.
–Eles podem nos esperar, tenho certeza. - seus lábios tocaram os meus e o hálito doce se misturou ao meu hálito mentolado.
Naquela noite nos amamos por horas á fio. E nas noites seguintes também. Até que um dia, durante um jantar, ela me deu a grande noticia de que estava grávida. E eu, que nunca ambicionei ser pai, me senti revigorado com a noticia.
Hermione e eu não nos casamos legalmente, não precisávamos disso, só queríamos ficar juntos para sempre, criar nosso bebê, e quem sabe, produzir mais uns morceguinhos.
Eu sei, isso soa melodramático demais para Severus Snape, mas é a verdade. Eu tinha tudo o que eu queria ao lado de Hermione. Eu tinha uma família.
–Severus? – a voz adocicada e melodiosa de Hermione me chamou, arrancando-me de minhas lembranças e me trazendo para a realidade.
–Estou subindo, Hermione. – gritei.
–Rápido, ela está com fome! – como que para confirmar as palavras da mãe, a pequena Eileen chorou alto.
Olhei para o retrato de minha mãe sobre o balcão e sorri, minha filha tinha o mesmo nome que ela, e sem sombra de duvidas, seria uma mulher tão forte e honrada, quanto a avó fora.
Usei um feitiço aquecedor na mamadeira e voltei para o quarto.
Nossa Eileen tinha sete meses de vida. Tinha seu próprio quarto, com um berço enorme e vários bichos de pelúcia, mas preferia dormir no nosso meio na cama de casal.
Eu não reclamava muito disso.
Hermione murmurava uma canção de ninar, enquanto embalava a pequena nos braços, estendi os braços e Hermione me entregou o bebê gorducho, que berrou á plenos pulmões até que recebeu a mamadeira.
–Ela está com barda, você sabe. –Hermione sussurrou ao voltar pra debaixo das cobertas.
–Não ouça a sua mãe, Docinho, você é um exemplo em comportamento. Será uma Sonserina brilhante. – como se entendesse o que eu falei, a pequena parou de mamar e abriu um sorriso maravilhoso, que agora ostentava dois dentinhos.
–Sonserina? Vai quebrar a cara, senhor diretor, minha filha nasceu Griffana! – Hermione disse com um bocejo.
–O chapéu seletor leva em consideração a nossa escolha. – eu disse prontamente. Lembrando que o insolente-que-sobreviveu tinha me contado que, na verdade, era um Sonserino, mas pediu para ir para outra casa. O que só me fez ter mais raiva dele, diga-se de passagem.
–Eileen nunca vai pedir para ir para Sonserina. – rebateu Hermione firme.
–Rá! Ela vomitou na boca do Potter quando ele á levantou pela primeira vez. Se isso não é um sinal de que ela prefere a Sonserina, eu não sei o que é! – Hermione riu ao lembrar da cena e eu me juntei á ela. O pentelho-que-sobreviveu, por insistência de Hermione, era padrinho de nossa filha, mas ela parecia não gostar muito dele. Berrava sempre que ele teimava em dar-lhe colo! Quem diria que até desafeto pode ser genético?
–Você tem um ponto. – ela concedeu de má vontade.
Eileen terminou de mamar, e já demonstrava sinais de sono. Coloquei ela sobre o ombro e alisei as costinhas para que golfasse.
–Você é um bom pai. Já disse isso? – Hermione perguntou aos suspiros. Ah, o sentimentalismo Grifinório!
–Já disse. Mas é bom ouvir outra vez. – esbocei um sorriso convencido, no melhor estilo sonserino.
Assim que Eileen dormiu, eu á levai para seu quarto, mas eu sabia que durante a madrugada, ela acordaria aos berros, e só se calaria quando deitasse em nossa cama.
–Durma bem, minha pequena sonserina. – desejei ao beijar-lhe a testa. Enfeiticei a ambiente, para que uma canção de ninar tocasse, e saí, deixando a porta aberta para ouvir quando ela chorasse.
Voltei ao quarto e encontrei a mulher que amava nua sobre os lençóis.
–Tenha piedade, Hermione, eu sou um pobre velho. Quer me matar do coração? – perguntei já me livrando dos sapatos e começando a abrir os botões.
–Não toque nos botões, Snape! – ela quase gritou e se levantou para me alcançar. –Você sabe que apenas eu tenho o direito de despi-lo. – com agilidade adquirida com muita pratica, Hermione começou a desabotoar minhas vestes.
–Você, e o seu fetiche por botões. – revirei os olhos. Ela beijou-me com carinho e ternura, provocando-me com uma língua atrevida.
E nos amamos mais uma vez.
O amor que Hermione me dava, era o suficiente para espantar todos os meus fantasmas, todas as minha angustias.
Ela deu á mim um novo sentido para viver. E nos olhos de nossa filha, a apequena Eileen, eu encontrava a certeza de que tudo que eu fiz na vida, valeu á pena.
Por que cada escolha, errada ou certa, me trouxeram até aqui. Me trouxeram Hermione e Eileen.
A irritante sabe-tudo, transformou um verme, em homem feliz.
Obrigada á cada um que leu. *u* Me digam o que acharam da fic, e leiam MEU EU EM VOCÊ, uma comédia minha que eu amo escrever!
Espero vê-los em breve!
Deixem seus reviews, e favoritem a fic, pvfr
Beeeso (ll)
