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'Después de eso, después de que la noche oscura

terminó, ya era demasiado tarde para resistirse.

Era demasiado tarde para dejar de amarte'

("Depois disso, depois que aquela noite escura

terminou, já era tarde demais para resistir.

Era tarde demais para deixar de te amar.")

Marguerite Duras

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Ardente Paixão

Capítulo Dez

Kagome acordou com o cheiro de café provocando-lhe o olfato, mesmo antes de abrir os olhos. Respirou funda e, quando se espreguiçava, InuYasha entrou no quarto carregando uma caneca fumegante.

Tomara banho, mas ainda não se barbeara. Vestia uma calça jeans e uma camiseta listrada de cinza e vermelho.

Era a primeira vez que Kagome o via em um final de semana. A aparência dele era casual e sexy.

- Bom dia. – comprimentou-a , alegre. – Dormiu bem?

-Sim ,obrigada. – Kagome esticou o braço e puxou o lençol até o pescoço.

InuYasha suspirou, colocou a caneca na mesa-de-cabeceira e sentou-se ao lado dela.

- Kagome, acho que já passamos desse ponto.

- Como assim?

- Não há sentido em se constranger com minha presença. Somos amantes, e não há como recuar. Você não quer recuar, quer? – Encarando-a, muito sério.

- Na verdade, não.

- Sem arrependimento?

- Certo.

- Então, qual é o problema?

Foi vez de Kagome suspirar.

- Acho que... Bem, não estou acostumada a vê-lo assim de manhã na minha frente. – E pegou a xícara para dar alguns pequenos goles.

- Nesse caso, sugiro que se acostume logo. – Os olhos âmbares de InuYasha brilharam de alegria. – Vai descobrir que sou um homem diferente daquele que conhece no escritório. Gosto de dar muita satisfação à mulher que vive comigo. E você é essa mulher, não se esqueça disso.

Kagome foi pega de surpresa com a declaração inesperada. Não condizia com o comentário feito na noite anterior, onde InuYasha deixara dúvidas sobre o tipo de envolvimento que teriam. Chegou a ter dificuldade de adormecer, achando que pudesse ter feito o papel de ingênua rendendo-se aos encantos dele.

- Eu... gostaria muito de ser essa pessoa, InuYasha, mas...

- Mas o quê? Sei que minhas duvidas de ontem, porém, não se referiam mas a você do que a mim. Ponderei muito sobre o assunto e sei bem o que quero. Vamos ficar juntos.

- Mas o que vai acontecer no trabalho? – Kagome fazia tudo para manter um certo distanciamento de uma questão íntima e pessoal. – As pessoas vão comentar e ...

- Elas não precisam saber de nada, precisam?

Kagome sentiu o coração ainda mais apertado.

- Quer que nosso relacionamento fique em segredo?

- Por enquanto. Pelo menos até que saia meu divórcio. Para ser franco, não ligo nem um pouco se vão ou não falar de mim, mas percebo o quanto às maledicências magoam gente boa e sensível como você.

Kagome assustou-se com o elogio. Boa e sensível. Aquelas eram palavras lindas. Não poderia ter se sentido mais feliz, exceto por um motivo...

Ter um caso com InuYasha implicava precisar contar a ele sobre a gravidez , mais cedo ou mais tarde. Não poderia evitar revelar sobre o filho que teriam. Talvez fosse melhor se contasse tudo logo.

- InuYasha...

- Sim?

- O problema é que... – Quando Kagome abriu a boca para dizer a ele, foi dominada por um extremo medo e ansiedade. InuYasha não dissera que a amava. Não tinha liberdade para casar-se com ela também. Podia ser que tudo que o ele quisesse naquele momento fosse apenas sexo. E se chegasse a lhe propor que fizesse um aborto?

- Não precisa dizer nada. – disse InuYasha, sério, e os olhos de Kagome se arregalaram. – Sei que não está apaixonada por mim. Não poderia esperar isso de você agora. Compreendo como é difícil abrir-se logo após ter sofrido uma desilusão amorosa. Tenho que ser honesto, Kagome, também não estou apaixonado. Não como uma paixão que nos deixa cego , a ponto de pôr de lado todo o bom senso, fazendo com que nos dediquemos por completo a um amor que pode não dar certo.

Kagome, ouviu, atenta, as frases sensatas, e ficou sem saber a razão de não estar satisfeita.

A campainha da porta chamou a atenção de Inuyasha, que ergueu as sobrancelhas, intrigado.

- Quem poderá ser a esta hora, num sábado de manhã?

- Espero que não seja sua mãe.

- Duvido, Kagome. Mamãe sempre faz compras aos sábados, neste horário. E não faria menor objeção ao fato de você estar em minha cama. É possível que ficasse surpresa, mas nem um pouco infeliz.

InuYasha levantou-se.

- Tome seu café. Vou ver quem veio até aqui tão cedo.

Kagome consultou o relógio de pulso, o único objeto que o corpo ainda nu usava. Faltava cinco minutos para as dez. Não era tão cedo assim.

Ouviu InuYasha descendo as escadas, abrindo a porta da frente e também o cumprimento irritado:

- Deus! Kikyou, o que está fazendo aqui?

Kagome não ouviu a resposta, só o que InuYasha disse a seguir:

- Não viu a placa? Não posso fazer nada se o preço que queria pela casa está muito acima do mercado. Os compradores de imóveis não são tolos, como alguns maridos.

Kagome colocou a caneca sobre o criado-mudo, levantou-se e correu para o banheiro. Não queria ouvir a emoção de Inuyasha por nem mais um minuto. Não queria testemunhar as evidências dos sentimentos dele.

Abriu o chuveiro e se colocou embaixo do jato de água, molhando os cabelos. Pegou um frasco de xampu de uma prateleira e esfregou a cabeça com movimentos bruscos. Então, percebeu que estava chorando.

Foi um momento revelador para Kagome, que se deu conta de que amava InuYasha com todas as forças, com a paixão cega a que ele se referiu. E talvez fosse assim que InuYasha tivesse amado Kikyou. E por sua entonação, ainda a amava.

- Oh, céus! – exclamou, cobrindo o rosto com as mãos. – Ama-lo é um grande erro.

O xampu irritou-lhe os olhos, que ficaram ainda mais vermelhos. Inclinou a cabeça para cima e deixou a água escorrer pelas faces. Permaneceu na mesma posição por longos minutos até conseguir recobrar a compostura e fazer a dor da descoberta diminuir. Mas não podia continuar ali. Tinha de se vestir e ir para casa.

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Quinze minutos mais tarde, Kagome parecia estar pronta para mais um dia de trabalho. Os botões da blusa todos abotoados, os cabelos presos para trás em um laço preto. Não usava batom, porque não tinha nenhum consigo. A bolsa ainda estava no carro de InuYasha.

Olhou para seu reflexo no espelho e tentou imaginar a razão de InuYasha a ter desejado. Comparada a glamourosa que era a ex-mulher , não passava de uma pessoa comum e sem atrativos.

Do alto da escadaria, Kagome notou a porta da frente fechada. Não havia som algum vindo do andar de baixo. Ou InuYasha saíra para conversar na varanda com Kikyou ou ela já tinha ido embora. Kagome desejou que a segunda opção fosse a certa.

Kagome pisou no tapete e foi andando na direção do piso de mármore, tomando cuidado para não escorregar.

Foi pega de surpresa e ficou sem saber para onde ir quando ouviu uma voz feminina vindo da esquerda.

- Não precisa ir embora, Kagome.

A ex-esposa de InuYasha apareceu, carregando um par de cisnes de vidro. A cor violeta forte do adorno combinava com os olhos de Kikyou e contrastava com os cabelos claríssimos e o vestido de seda branca.

- InuYasha tentou se livrar de mim dizendo que não estava sozinho – Kikyou analisou Kagome dos pés a cabeça. – Mas como pode ver, essa desculpa não funciona. Só conseguiu aumentar a minha curiosidade, e o forcei a revelar a identidade da nova parceira de cama. Ou ele confessava ou eu mesma subiria as escadas e descobria por mim mesma. Por alguma razão, meu marido não quis constrange-la com minha presença. A propósito, ele está na garagem, tentando encontrar a caixa destes cisnes.

Kagome nunca se sentiu tão pequena como naquele momento.

- Sabe, não costumo me surpreender com facilidade, mas devo admitir que você conseguiu, Kagome. Sei bem o que secretárias ambiciosas fazem no que se refere aos patrões. No entanto, foi capaz de me enganar com sua imagem inocente e séria. Mas deve ser bem experiente, não é? InuYasha gosta muito de sexo. Minha única dúvida diz respeito a seu namorado. O que aconteceu com ele? Terminou o relacionamento assim que InuYasha ficou disponível? Foi assim?

Kagome começou a ficar irritada a cada pergunta feita, mas recusou-se a aceitar a provocação.

- Subirei e permanecerei no quarto até que vá embora. – Deu-lhe as costas e dirigiu-se para cima.

- Se você acha que Inuyasha vai se casar com uma mulher como você, querida, está muito enganada – provocou-a Kikyou. – Não é mais de um passatempo até que ele encontre uma segunda esposa que se encaixe nos seus planos cinco estrelas.

Kagome não agüentou a menção a um plano. Kikyou estava em pé, junto ao corrimão encarando-a.

-O que quer dizer? – indagou Kagome, ofegante.

- Ora, você deve saber como InuYasha é. Impulsos não combinam com ele. Tudo em sua vida é planejado. E acredite, a escolha da esposa e mãe para seus filhos é muito importante para InuYasha, que é muito exigente. Quer alguém com ótima aparência, inteligente e com estilo. E que se dedique ao lar e às crianças vinte e quatro horas por dia.

Kikyou fez uma pausa, talvez para dar tempo para que o que disse fosse absorvido, e depois continuou:

- Contrariando as idéias dele, eu não estava preparada para desistir de minha carreira para ficar em casa e ter os bebês que InuYasha quer. Tenho só vinte e cinco anos. Cheguei a dizer que teria filhos aos trinta, mas isso não o satisfez. Sabe o que InuYasha fez, então? Descartou-me. Sim, seu chefe vai descarta-la e casar-se com alguma mocinha que faça tudo o que InuYasha quer e quando quer.

- Eu... Não acredito no que diz. – Porém, Kagome parecia transtornada.

Kikyou gargalhou.

- Em que parte da história não acredita?

- InuYasha ama... Amou você?

- Ele não sabe o significado da palavra "amor", Kagome. Só deseja as pessoas; de forma até passional, devo admitir. Tenho certeza de que InuYasha a quer, meu bem, pelo menos durante os próximos seis meses. Mas não se esqueça nunca dos planos dele. Ou seja, jamais tente ser mais que uma amante e secretária, ou será descartada como fui.

Caminhando com descaso para a saída, Kikyou virou-se e sorriu para Kagome, com ironia.

- Diga a InuYasha que decidi não levar mais estes cisnes.

Kagome ficou vendo, boquiaberta, Kikyou deixar os enfeites escorregarem de seus dedos e estilhaçarem no chão. O barulho foi ensurdecedor e ecoou por toda a mansão.

InuYasha chegou correndo, trazendo algumas caixas de papelão, quando Kikyou já tinha deixado a sala. Ficou parado, olhando para os enfeites, agora irreconhecíveis, e depois para Kagome, que estava pálida e assustada.

Colocando as caixas de lado, InuYasha subiu apressado alguns degraus e abraçou Kagome, que continuava parada no mesmo lugar.

- Aquela idiota! – Exclamou, irritado, segurando Kagome, que tremia. – Kikyiu não suporta me ver feliz. O que ela lhe disse?

- Falou que...

InuYasha recuou um pouco para poder olhar para Kagome com atenção. Estaria ele preocupado com ela, mesmo?

- O quê, Kagome? O que foi que Kikyou falou?

Kagome não se sentia muito bem.

- Ela... pediu para eu dizer que não queria mais os cisnes.

Inuyasha gargalhou diante do comentário.

- O que Kikyou não quer é minha felicidade. É egoísta e vingativa. Não me deseja mais, mas precisa ter certeza de que ninguém há de me querer.

- Kikyou afirma que foi voce quem a dispensou.

- É o que ela diz agora!

- E foi você? – Kagome se determinara, a saber, tudo, mesmo sentindo o estômago embrulhado.

- Não diria isso. Eu sugeri que nos separássemos depois da última briga que tivemos. Falei que, se fosse fazer mais uma daquelas viagens para fazer compras, que ela não precisava voltar. Quando Kikyou retornou, muitas semanas depois, eu já havia trocado as fechaduras e levado às coisas dela para a casa de seus pais.

O que significava o mesmo que tê-la descartado, na opinião de Kagome. A emoção que percebera na voz de InuYasha não era amor, e sim de fúria. Tinha raiva da mulher que ousou querer voltar a seu convívio após terem terminado para sempre o relacionamento.

- Você... Algum dia a amou de verdade?

Inuyasha deu de ombros e franziu a testa.

- Duvido muito. Fiquei entusiasmado na época, mas Kikyou era uma moça muito diferente daquela com quem pensei estar me casando. Mas não vamos mais falar sobre ela. – A expressão de InuYasha não demonstrava nada além de desprezo, - Ela está morta para mim, e não quero preocupar-me com bobagens.

Kagome ficou olahndo Inuyasha. Kikyou não tinha exagerado. Ela não fora apenas descartada. Para InuYasha, morrera.

Kagome superara a traição de Kouga, entretanto, não se esquecera do que um dia sentiu por ele. Amou-o muito, e alguimas vezes ainda pensava no ex-noivo com afeto. Kouga não era de todo mau, mas apenas jovem e imaturo. Não sabia ao certo o que queria da vida.

InuYasha, ao contrario, era um homem adulto, ambicioso e determinado. Sabia bem o que almejava.

Kagome balançou a cabeça, negando as esperanças tolas que nutria por ele. Kikyou estava certa quando disse que Inuyasha não se casaria com uma secretária. Desejaria alguém mais importante para ser a mãe de seus filhos. O que não era nada bom. Afinal, ela, seria a mãe de pelo menos um filho de InuYasha, sendo ou não inadequada.

- Isso não vai dar certo.

Inuyasha a encarou com atenção.

- O que não vai dar certo, Kagome?

- Você e eu.

- Por que não? Deus! Não deixe que Kikyou atrapalhe o que há entre nós. Ela é uma hábil mentirosa e adora torcer os fatos. O que mais lhe falou para deixa-la assim?

Kagome não se esforçou parta resumir o que Kikyou falara:

- Afirmou que você a escolheu para esposa como se escolhe um animal de estimação, apenas porque era jovem, bonita e cheia de vida. Disse que decidiu livrar-se dela quando se recusou a ter filhos na hora em que você planejou.

O riso de InuYasha demonstrava amargura.

- Que excelente promotora ela seria!

- Concorda que decidiu divorciar-se porque Kikyou não parou de trabalhar para ser mãe?

- Não é assim tão simples, Kagome. Eu...

- Por favor, diga só "sim" ou "não" .

InuYasha a fitou bem no fundo dos olhos.

- Mas o que é isso? Algum tipo de julgamento?

- Preciso a verdade.

- Kikyou sabia o que queria quando nos casamos e afirmou que tínhamos os mesmos sonhos, mas mentiu.

- Talvez tenha mentido, InuYasha, mas pode ser que fez isso porque o amava demais. É possível que não tenham lhe dito, mas o que uma mulher mais deseja é... ser amada.

- Nem todas, Kagome – retrucou. – Isso é um ideal romântico, e não a realidade.

- Essa é a minha realidade, Inuyasha. É por isso que acredito que nosso relacionamento não dará certo.

- Voce não vai nos dar nem mesmo uma chance?

- Não. Não posso.

- Por que não? Que droga, Kagome, será que não vê o que vivemos na noite passada? Que foi muito especial? Acha que toda aquela química acontece com todos os casais? Não pode jogar tudo fora assim só porque ainda acha que está apaixonada por Kouga.

- Não é isso?

- Então o que é? Dê-me uma boa razão para que você e eu não possamos continuar sendo amantes.

A fúria dominou cada fibra de Kagome. Sexo era tudo o que ele queria dela? Seria isso tudo o que pretendia ter de alguém que não fosse perfeita para esposa?

- Muito bem, vou dar-lhe um excelente motivo. Logo, não vai mais me querer em sua cama. Muito em breve, esta maravilhosa química de que você falou vai desaparecer, porque estarei gorda e grande, e não provocarei nada além de sua repulsa. InuYasha, eu vou ter um bebê.

Continua... XD

Olá! Desculpem a demora. Mas em compensação eu publiquei dois capítulos. Minha prova foi mais ou menos .u.u Uhhhhhh! Não gostei! ¬¬ Bom.. Como estou de férias não irei demorar em publicar os próximos capítulos e eles estão esquentando, não? XD

Um abraço para Algum Ser, Ana Spizzioli, R-chan, Hinata-chan, Mk-chan160, Lere (desculpa pelo corte brutal do lenon XD mas achei que seria necessário para ficar com um suspense e também ainda não tinha muitas idéias na cabeça u.u. mas espero que tenha gostado), JuHh-Chan Saturi ( Obrigada pelos elogios a minha fic, fico muito agradecida XD), Lua ( Gostou da revelação em um momento explosivo XD, mas a reação do Inuyasha é que vai ser inusitada XD Eu também quero um Inu assim XD hehehehe), Natsumi Takashi (Eu sinto ondas malignas perto de mim por ter terminado bem ai XD mas eu estou seguindo o roteiro da fic hehehehe espero que tenha gostado /o/ Obrigada Obrigada Obrigada XD) , Sra. Kouga (E como foi a peça? Hum hum? Eu também achei que ninguém ia gostar dessa fic, acredita que eu passei com ela dois meses no pc? Eu não pensava que as pessoas iam gostar tanto XD),Gheisinha Kinomoto ( E ai? O que achou da revelação? Huahuhauhauhua Ainda tem muito pano pra manga, muito obrigada pelo seu comentário, viu?), Ichigo-Dono ( Heheheeehe Existe é uma enorme atração! Até que não fiquei muito abalada com a prova ¬¬ Oh! Provinha dos infernos! Mas parece que eu acertei a metade Buaaaaaaaaaaa... O capitulo 9 foi o pervertido hauha, gostou da aparição de kikyou a megera! XD Ela ressurgiu apenas para colocar duvidas na cabecinha de Kagome e surgiu efeito. Tanto que ela acabou despejando o maior segredo XD A reação de Inuyasha a isso é até engraçada. Mas isso é no próximo capitulo /o/. Beijos.

Bom eu vou fazer um cosplay... olha para o lado e é de Mahou Sensei Negima, heheheehe vai ter um evento aqui na minha cidade – O SANA – e eu vou! \o\.

Obrigado pelos comentários e até o próximo capitulo.

Abraços e beijos!

Juli-chan