Ardente Paixão Capitulo Onze

Mesmo antes de InuYasha abrir a boca diante do espanto, Kagome arrependeu-se do que disse. Era loucura contar a ele naquela hora. Tinha tudo a perder e nada a ganhar. Sentiu uma vontade imensa de cortar a língua fora!

- E Kouga já sabe?

Kagome ficou imóvel por alguns segundos, sem saber o que dizer. Não achou uma conclusão impossível da parte de InuYasha, mas não previra que pudesse acontecer.

- Não...

- E vai contar a ele?

- Não. – Imaginava quanto tempo InuYasha levaria para perceber que Kouga poderia não ser o pai da criança. – Ele não teria interesse.

InuYasha ficou ainda mais chocado.

- Deus! Que tipo de homem esse sujeito é? Deveria assumir as responsabilidades. Pelo menos dar-lhe uma ajuda financeira!

Kagome chegou a encarar a situação com bom humor. Será que InuYasha diria o mesmo se soubesse ser ele mesmo o pai ? Era fácil ficar indignado com o mau comportamento de outra pessoa.

- Não quero que Kouga tenha contato com meu filho, InuYasha. Uma criança precisa de amor. Um pai que não ama o filho não serve pra mim.

- E vai mesmo ter essa criança?

A surpresa de InuYasha enfureceu Kagome.

- É claro que sim! O que achou?

- Para ser franco, não creio que estou raciocinando direito neste momento. – InuYasha passou as duas mãos por entre os cabelos. – Você me pegou de surpresa.

- Tenho certeza de que logo vai se recompor.

InuYasha estava distraído para perceber o sarcasmo de Kagome. Quando pousou os dedos nos ombros dela, ela recuou. Então, InuYasha a encarou com ternura, e Kagome precisou se conter para manter certa distância emocional.

- Já foi ao médico, Kagome ?

- Fui ao ginecologista de minha mãe depois do Natal.

- E sua mãe sabe?

- Evidente. Não esconderia dela uma gravidez.

-E o que disse? Acha que deve contar a Kouga?

- Não. Mamãe não gosta dele.

InuYasha assentiu.

- Uma mulher sábia. Qualquer homem que...

De repente, InuYasha deu um passo atrás e olhou-a , intrigado.

- Você sabia que estava grávida no dia da festa?

Kagome sentiu um nó no estômago.

Enfim, ele começava a cogitar outras possibilidades. A tentação de manter o jogo era grande, mas não era certo. InuYasha precisava saber de tudo. Nunca a perdoaria se o enganasse.

- Não, eu não sabia.

- Mas você disse que estava tomando anticoncepcional.

- Sim. Mas parece que eles não são infalíveis.

- Mas disse que Kouga também usava preservativos. Conseguiu que dois métodos falhassem? É mais do que falta de sorte. É um... – A voz de InuYasha faltou de uma hora para outra, e a expressão mudou.

Kagome percebeu o momento em que ele pensou com lógica e chegou à conclusão certa.

- Meu Deus, Kagome! Está dizendo o que acho que está dizendo?

- Você é um homem inteligente, InuYasha. Até estranhei o tempo que levou para descobrir.

- E está certa de tudo?

- Sem sombra de dúvida. – Tinha ficado menstruada logo após a briga com Kouga. – Se quiser culpar alguém, culpe os cozinheiros daquele evento. Tive uma espécie de intoxicação com algo que comi e vomitei sem parar depois que me deixou em casa, naquela noite. Parece que o problema estomacal tornou a pílula ineficiente.

InuYasha procurava manter a compostura, mas era evidente que se abalara com a noticia.

- Por que não me contou antes?

- Dê uma boa olhada para você no espelho, InuYasha, e acho que conseguirá entender o porquê. Parece que acabou de saber que seu melhor amigo morreu. É fácil criticar alguém, não é? Mas tudo muda quando é você quem deve encarar as responsabilidades que não quer, aquelas que não planejou, mas que, mesmo assim, são suas! Entendo que o que houve foi mais por minha culpa, no entanto chegou a aceitar uma parte dela. Agora, pensar em assumir a paternidade, ainda mais com uma mulher inferior, que não é adequada para ser mãe de um filho seu, é demais, não é?

- Kikyou encheu sua cabeça de besteiras! Não acho que seja inferior. É muito melhor que a minha ex-mulher!

- Talvez de corpo, mas não de outra forma. Sei como sou, InuYasha. Bonita quando estou arrumada. Minha pele é boa e as formas não ficam mal se eu não abusar de chocolates. Porém, sou um tipo comum comparada a Kikyou. Evidente que, se pudesse escolher, eu estaria entre os últimos nomes de sua lista de privilegiadas para produzir sua perfeita prole.

- Que bobagem! Nunca quis que meus filhos fossem perfeitos! Jamais disse tal coisa a Kikyou. Bem... Um dia, logo no inicio do casamento, fiz alguns comentários sobre os bebês que poderíamos ter, que com certeza seriam muito bonitos. Acha mesmo que me preocupo com algo tão superficial como a aparência?

- Não sei, InuYasha. Diga você.

- Acredite em mim, só me preocupo em ter filhos saudáveis.

- Gostaria muito de acreditar nisso. Vou esperar e verificar por mim mesma. Obrigada por tudo. A propósito, sua aparência está demonstrando o quanto está chocado. Mas compreendo. Estraguei seus planos, não foi? E eu também não planejei ter um filho de meu patrão.

Kagome suspirou.

- Não precisa se preocupar, InuYasha, não espero nada de você. Tudo que quero agora é ir para casa. Mais uma vez, obrigada por tudo.

Com o coração disparado e a cabeça doendo, Kagome passou por InuYasha e começou a descer a escada. Quando pisou no chão de mármore, escorregou sobre um caco de vidro.

O grito de Kagome foi do mais absoluto pânico. Visualizou um cenário horrível a sua frente. Viu-se caindo no piso, o corpo todo doendo e o bebê sofrendo ao perder a proteção da barriga da mãe.

Quando as mãos de InuYasha a seguram pelos braços, impedindo a queda, Kagome sentiu um alivio indescritível. E quando InuYasha a virou e puxou para junto do peito, Kagome, entre soluços, deixou que a abraçasse, procurando a segurança do físico masculino.

- Oh, InuYasha! – Começou a chorar. – Pensei que... Por um momento... Tive tanto medo pelo meu bebê!

- Pelo nosso bebê. – Segurando-a com firmeza. – Eu sei como é, também me apavorei. Nunca me mexi tão depressa em toda a minha vida.

- Você quer mesmo essa criança?

- Não tinha percebido o quanto, ate ver você quase cair.

Kagome ficou emocionadíssima com a confissão, assim como o fato dele desejar aquele filho. No entanto, queria ser desejada também. Não na cama, no chuveiro ou no escritório, mas no coração de InuYasha, junto dele, e para sempre. Precisava ser amada, do mesmo modo como o amava.

- Precisamos nos casar, Kagome. Assim que sair meu divórcio é o que faremos.

Kagome respirou fundo, chocada e feliz, mas logo caiu na realidade e percebeu a falta de romantismo da proposta. Chegou a ter vontade de aceitar o pedido. Clara teria achado uma loucura recusa-lo.

Contundo, Kagome não pensava na mesma forma que a sua mãe. Tinha de ser honesta consigo mesma e fiel a seus sonhos.

- É muito gentil de sua parte, InuYasha, mas não acredito em casamento sem amor.

Os olhos âmbares de InuYasha se arregalaram da mesma forma como fazia quando algo no trabalho não dava certo. Kagome sabia pelo brilho crescente que havia um problema e que deveria ser solucionado a qualquer custo.

- Muito bem, Kagome. Suponho que terei de aceitar sua decisão, por enquanto. Mas o assunto não está concluído. Vou insistir, e espero ter uma resposta diferente da próxima vez.

Kagome não duvidava que ele insistisse. InuYasha era um homem teimoso e nunca aceitava um "não" com facilidade. Porem, ela não tinha intenção de dizer "sim" até que InuYasha declarasse seu amor incondicional de tal forma que kagome não tivesse duvidas.

Palavras não seriam suficientes. Kagome precisava acreditar no sentimento de InuYasha.

E Kagome não estava falando sobre sexo. Era algo muito mais profundo, verdadeiro, e não apenas satisfação de desejos físicos. Inuyasha achava que usaria a química entre os dois para fazê-la render-ser. Afinal, Kagome estava muito vulnerável.

Mas não continuaria assim! Manteria certa distancia, para a sua segurança.

Ao se dar conta de que estava nos braços de Inuyasha, contrariando tudo o que pensava, Kagome estremeceu. Ficou em dúvida se conseguiria se afastar, uma vez que se sentia muito bem acalentada no corpo forte do homem que amava.

- Você poderia me levar para casa agora, Inuyasha.

Kagome conseguiu se desvencilhar, mas, quando se virou, Inuyasha a acompanhou, segurando-a pelos ombros.

- Não precisa ir, Kagome. Fique. Eu lhe preparo um bom desejum, e podemos conversar mais.

"E fazer mais amor!" Kagome corou, diante da idéia.

- Agora não, Inuyasha – disse, com firmeza. – Tenho muita coisa para fazer hoje.

- Quando posso vê-la, então. Esta noite? – Sorriu – Posso levá-la para jantar em um lugar especial. Celebraremos juntos a chegada do bebê.

Kagome suspirou. Inuyasha queria corrompê-la com dinheiro e seduzi-la com todo seu charme. Seria difícil resistir à combinação, ainda mais depois dele já ter conquistado o coração dela.

Mas ele não sabia disso, sabia?

- Acho melhor não, Inuyasha.

- Por que não?

Kagome podia dizer que estava recusando porque tinha medo de ficar a sós com ele e deixar todas as defesas de lado. Seria tão fácil dar-se mais uma vez, perder-se nos prazeres por ele proporcionados...

- Uma mulher não pode lhe dizer apenas "não"?

- Você não é uma mulher qualquer. É a mãe do meu filho.

Kagome gostava quando InuYasha colocava as prioridades com tanta clareza. Agora ela sabia o terreno em que estava pisando. O papel de mãe passava a tomar conta do recente cargo de secretária e amante.

- Sim, sou. E como sei da gravidez há um pouco mais tempo que você, sugiro que passe o final de semana ponderando sobre o assunto. Voltaremos a conversar na segunda-feira.

- Eu não terei mudado de idéia.

- Sobre o quê?

- Sobre nosso casamento.

- Nem eu, Inuyasha.

x-x-x-x-x-x-x

Inuyasha não disse uma só palavra durante o trajeto. Eram claras sua frustração e zanga.

Kagome nunca o vira irritado daquela forma, nem mesmo quando teve problemas com a agência de propaganda. Segurava o volante com força e mantinha a expressão tensa.

Quando estacionou na frente do prédio onde Kagome morava, Inuyasha não se conteve:

- E então? É aqui que pretende criar meu filho, caso recuse meu pedido de casamento por alguma razão que não compreendo?

-Não Inuyasha. Tenho poupado o suficiente para comprar algo melhor, em outro lugar.

- E quando o bebê nascer? Presumo que vá colocá-lo em uma creche antes mesmo que consiga abrir os olhos.

- Inuyasha, será uma criança, e não um gatinho. Os olhos, dele ou dela, estarão abertos desde os primeiros instantes de existência. E não, eu não tenho intenções de colocá-lo em uma creche. Espero arrumar algum serviço que possa fazer em casa pelo computador. Assim, cuidarei de meu filho. E, já que vem insistindo no fato de ser rico, talvez você, como pai, possa me dar um computador, para ajudar.

- Ótimo. Vou comprar o equipamento. Afinal, para que servem os pais? E o enxoval? E tudo mais que uma criancinha precisa? Ouvi dizer que é muita coisa. Vai gastar dinheiro, Kagome.

- Só se for tudo novo. Sou bem esperta e habilidosa. E também ótima costureira. Não jogarei dinheiro fora.

- Meu Deus, Kagome, você disse que era econômica, mas isso já é ser miserável! Meu filho, ou filha, não vai viver rodeado por objetos usados. Nem dormirá em um berço que não sei de onde vem!

Kagome se divertia com a indignação de Inuyasha e ao mesmo tempo sentia-se lisonjeada. Sorriu diante de seu rosto corado e olhar furioso.

- Você é um esnobe, sabia?

- Minha mãe sempre me acusou disso.

- Uma mulher sábia...

- Tem um ótimo senso de humor e uma língua afiada, Kagome.

- Não sou ideal, mas...

- Do que está falando?

- Posso não ser sofisticada, mas possuo um caráter e tanto.

- Lembre-me de estrangular Kikyou quando a encontrar, o que não vai demorar. Venderei aquela mansão mais depressa para livrar-me logo daquela víbora.

- Pobre Kikyou...

- Imagine! Saiba que ela não vai ficar nem um pouco pobre após o divorcio. E pode crer que irá dizer que o que receberá será apenas o pagamento por ter passado dois anos com um tolo.

- Oh, Inuyasha... Você não é nem de longe um tolo, mas não deveria ter se casado com ela. Se não a amava.

Inuyasha suspirou.

- Talvez esteja certa. Entretanto, como sabemos quando estamos amando? Você sabe?

- Ah, sim! – Encarou-o – Eu sei.

- Então eu a invejo.

- Não deve. Dói muito quando o sentimento não é correspondido.

- Vai superar tudo isso, Kagome. Acredite em mim.

Kagome ficou em silêncio.

- Suponho que não vai me deixar entrar.

- Não, Inuyasha.

- Você é decidida, não é?

Kagome achou graça.

- Para algumas coisas, sim; para outras, não.

Inuyasha inclinou-se e beijou-a com firmeza nos lábios. A cabeça dela encostou no banco, o que não foi uma boa idéia, uma vez que não teria para onde ir.

Inuyasha só teve o trabalho de aproximar-se um pouco mais e beija-la com ainda mais intensidade. A promessa anterior de mantê-lo afastado a uma distância segura não conseguia ir adiante. Com um leve gemido, tentando reagir, Kagome viu-se abrindo a boca para aceita-lo, sem a menor rejeição.

Foi um dos mais longos e deliciosos beijos que ela já tinha experimentado, e percebeu que não conseguiria evitar Inuyasha. E ele sentia isso.

- Espero que este seja uma área onde sua determinação não funcione, Kagome.

- Eu... Acho que tenho uma certa fraqueza no que diz respeito aos prazeres da carne.

Inuyasha afastou a cabeça o bastante para olhar no fundo dos olhos de Kagome.

- Não foi do que Kouga a acusou antes de deixá-la. Disse que era cansativa na cama, se me lembro bem. Fiquei sabendo que eu não a considero cansativa nem na cama nem fora dela.

Kagome enrubesceu.

- Você... Deve ter encontrado um lado meu ainda inexplorado.

- Hum... Gostei da explicação. – Fitou os seios redondos.

- Não! – disse, depressa, temendo o que Inuyasha pudesse fazer.

- Devo lembrá-la de que seu motivo para não continuarmos amantes não existe mais. Não acho a idéia de fazer amor com você nos próximos meses nem um pouco repulsiva. A menos que o médico diga que é perigoso para a criança, não vejo razão alguma para não nos darmos ao luxo de estarmos um com o outro.

Kagome só conseguia admirar a suavidade do discurso. O beijo mostrou o quanto ela estava vulnerável. Não adiantaria dizer que não ficariam juntos e render-se a qualquer contato físico. Porém, precisava colocar limites; caso contrário; perderia o respeito por si mesma.

- Talvez esteja certo, Inuyasha. Tenho de reconhecer a química que existe entre nós dois. No entanto, gostaria de escutar um ginecologista e ter certeza de que não há problemas. E, mesmo se seguirmos adiante, insisto em dizer que não quero intimidade no escritório.

- Kagome! Parece que está lidando com negócios!

- Sinto muito, mas acho que não estou acostumada com esta situação.

- E eu estou, por acaso?

- Não sei. Conheço-o há apenas um ano e meio. Não tenho idéia do que fez antes.

- Nada parecido com o que estou vivendo, posso assegurar-lhe. Mas tudo bem. Não farei nada até que tenha ido ao médico, e muito menos que levante suspeitas na fábrica. E haverá também restrições com o que vou comprar para você e para o bebê?

- Não posso impedi-lo de dar presentes para seu filho, mas não compre presentes para mim , por favor. Vou achar que está tentando me subornar, me corromper.

- Meu Deus! Não posso acreditar no que estou ouvindo. E minha mãe?

- O que tem ela?

- Posso contar a novidade a ela?

- O que a Sra. Akuma achará da gravidez?

- Vai adorar! Mamãe quer ter um neto há mais de dez anos. Irá lhe agradecer, e quanto aos presentes... Comparada comigo, eu sou um pão-duro.

- Ela parece ótima!

- E é. E vai querer conhecê-la.

- Por mim, tudo bem. No entanto, não neste final de semana, certo?

- Já que insiste...

- Sim, insisto. Agora preciso ir. Obrigada por ter me trazido.

- Precisa ser tão formal?

- Sim.

- Por quê?

- Porque sim... - Kagome saiu do veiculo antes que Inuyasha pudesse segura-la e beija-la mais uma vez. – Vejo você na segunda-feira de manhã.

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Continua...

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Nota da Autora:

Wow 100 reviews ! Eu nunca pensei em chegar aqui e com tanta review. XD

Quero agradecer de coração a todos que apóiam essa fic. Fico muito contente em saber que vocês gostam!.

Desculpem a demora mais uma vez, dessa vez foi meu pc que deu defeitoTPM

Aconteceram vários problemas com ele. O processador queimou novinho, eu comprei e só funcionou uma semana e agora ele está com problema no disquete.

Urrrrrrrr...

Vamos as reviews!

Algum Ser – Nyah! Eu nunca pensei em chegar a 100 reviews ainda sem acreditar Hummm Obrigada mesmo! XD

Sra Kouga – Obrigada. O que achou da reação dele? Até eu não gostei da reação da Kagome.Mas fazer o quê? XD

Lua – Não me bata! Hehehehe Meu cosplay foi mais ou menos. ¬¬ Acabaram me chamando de Rebelde minha roupa não estava nada a ver com aquele bakas, E eu odeio Rebelde! E no segundo dia de evento eu acabei trocando de roupa.

Ana Spizziolli – Desculpe a demora. Gostou da reação do Inu. XD

Kitty - Nyah! Obrigado pela review. /o/

D´Daslee – Sobre os livros. Eu adaptei de dois livros. É aqueles mesmo de banca. Obrigada pela review. XD

R-Chan- Acertou quase tudo. XD

Saori Higurashi – Obrigada. Muitas surpresas ainda estão por vim. XD

Yui Minamino – O que achou da reação dele hein? Hehehehehe ainda há muitas coisas pra acontecer. Huhuhuhu

Lumi-chan – Obrigada pela sua review. Espero que você tenha gostado desse. XD

Duda-Drum - Obrigada. XD

MELODY – Desculpe a demora. XD

Um beijo para Uchiha Kayra , Gheisinha Kinomoto, Thay, Agatha, Kethelen , Otaku-IY, Ilana, Dama da Noite, Lere, Hinata-san, Mk-chan-160, JuHh-chan Satuki.

Um beijo e um abraço em todos.

Juli-chan

Obrigado a todos que leram a fic.