Oi! Ainda bem que estão a gostar da minha fic!
Aqui vai.
Obrigada pelas reviews!
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Megumi: Vês, amor? Não razão para te preocupares tanto. O Yuan está cá em casa, está bem, tens de relaxar um bocadinho...
Shaoran: Apanhei um susto, Megumi.
Megumi: Eu sei, querido. Eu gosto muito dos teus pequerruchos. Fiquei preocupadissima! Olha, por que é que não esquecemos isso e vamos jantar fora? Já tinhamos combinado!
Shaoran: Megumi, hoje não estou com disposição...
Megumi: Está bem, como queiras. Eu percebo...
Megumi não disse mais nada mas ficou visivelmente amuada.
Jun Peng: Deculpe "intelomper", "senhol" Xiao Lang, mas menino Yuan chama.
Shaoran: Eu já lá vou ter.
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Shaoran: Então, campeão? O que se passa?
Yuan: Queria pedir-te desculpa por ter fugido de casa.
Shaoran: Espero que não voltes a fazer isso!
Yuan: Prometo.
Shaoran: Yuan, eu não gosto de me zangar com vocês, tu sabes disso. Ouve, mesmo sem a mamã, vamos continuar a ser uma familia. Eu gosto muito de vocês.
O pequeno sorriu. Decididamente o pai não era assim tão "mau".
Shaoran: Vá, toca a durmir.
Yuan: Boa noite, papá.
Shaoran: Boa noite.
Shaoran saiu do quarto. Jun Peng, que estava a passar por ali, reparou no olhar preocupado do patrão.
Jun Peng: Meninos já estão "dulmindo", senhor Xiao Lang?
Shaoran: Sim.
Jun Peng: O "senhol" tem andado tão "pleocupado"...
Shaoran: Pois é, Jun Peng. Nos ultimos tempos, as coisas têm andado dificeis...Não tenho tido tempo para estar com eles e é por isso que me preocupo.
Jun Peng: Eu sei. E sei a senhora Chun...Se ela estivesse aqui...
Shaoran: Todos nós sentimos a falta dela...
Jun Peng: É "dulo" "peldel" uma pessoa de que se gosta...
Shaoran: Estou a pensar em arranjar uma ama para eles. Assim sempre têm alguém que tome conta deles.
Jung Peng: Sim, "clalo". Amanhã eu "tlato" disso, "senhol" Xiao Lang. Pode "contal" comigo.
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No dia seguinte, no pavilhão...
Sakura: Malta, desculpem, mas com esta confusão do miudo esqueci-me do ensaio.
Hiroya: Sakura, tens de atinar com estas cenas...
Oikawa: Eu logo vi que esta rapariga não servia para a banda. Desculpem mas ela vai ter que sair!
Tomoyo: O quê?
Sakura: O Oikawa tem razão. Se eu quiser estar na banda tenho de ser responavel. Eu saio.
Chiharu: Sakura, não faças isso!
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Ao chegar a casa, deparou-se com a senhora Yamada.
Senhora Yamada: Ainda bem que vieste. Preciso defalar contigo.
Sakura: O que quer?
Senhora Yamada: Dizer-te que te vais embora desta casa!
Sakura: O quê?
Senhora Yamada: Se não me podes pagar a renda, não podes ficar aqui.
Sakura: Eu ganho pouco, o que quer? Ó senhora Yamada, por favor, não me ponha na rua! Peço-lhe! Não tenho para onde ir!
Senhora Yamda: Já está decidido.Pega nas tuas coisas e rua! Tens até ao fim do dia.
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Sozinha na rua, Sakura andava cabisbaixa na sua bicicleta. Era facil levar as coisa, uma vez que tinha tão pouco que cabia no atrelado.
Sem banda, sem casa...Que faria ela agora?
Sakura: E agora?
Chorou e adormeçeu no banco do jardim. De repente viu-se numa praia. Um raio de luz aproximou-se dela. Ouviu a voz doce da mãe.
Nadeshico: Sakura, tens de ter força. Mesmo que tudo pareça ´perdido, pensa que vai tudo correr bem.
Sakura acordou. Bolas, era só o que faltava! Chuva!
Sakura: Fogo, será que o São Pedro não me podia dar uma trégua?
Pegou na bicicleta e pedalou o mais depressa que pôde para procurar abrigo. Um carro quase a ia atropelando. E adivinhem quem ia a conduzir...Shaoran, que estava a sair do trabalho.
Shaoran: Estás bem?
Sakura: O senhor quase me ia matando! Bom, também não posso falar muito. Atravessei sem olhar.
Shaoran: Desculpa.
Sakura: Bom, eu...Tenho de ir.
Shaoran: Espera aí!
Sakura: Tenho de me ir embora! Não vê que está a chover?
Shaoran pegou nas mãos de Sakura. Ah, como as mãos do seu principe eram quentinhas...
Shaoran: Já estiveste em minha casa e nem o teu nome sei...
Sakura: Sakura...
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Então? Que tal?
