ááBom, agora que a Sakura já tem um novo emprego, uma nova casa, vamos ver o que vai acontecer...
Sakura durmia tranquilamente na sua nova caminha, na sua nova casa. Shaoran entrou no quarto e chamou-a baixinho.
Shaoran: Sakura, Sakura...
Sakura abriu lentamente os olhos e esboçou um lindo sorriso.
Sakura: O que estás aqui a fazer?
Shaoran: Ficas tão linda quando estás a durmir...
Sakura: Adoro ouvir-te dizer o meu nome...
Sakura: Sakura, Sakura...
Jun Peng: Menina "Sakula" ! Menina "Sakula" ! Tocaa "acoldal" ! Temos muito "tlabalho" !
Sakura: Oh, dona "Jumba"...Deixe-me durmir mais um bocadinho...Estava a ter um sonho tão bom...
Jun Peng: Jun Peng, menina! E deixe-se de sonhos! Vá imediatamente "pala" baixo!
Dito isto, Jun Peng saiu do quarto. Sakura ainda tentou durmir mais um pouco para ver se voltava àquele sonho lindo, o seu principe indo ter com ela, chamando-a...Quase a beijara!
Sakura: Bolas! Agora o sonho já não volta!
Na sala de jantar, todos estavam preparados para o pequeno almoço.
Yuan: Então, papá? Disseste que hoje iamos ter uma surpresa...
Shaoran: E vão.
Lien: Vá lá, papá! Diz o que é!
Shaoran: Olhem, aí vem ela.
Sakura: Bom dia, flor do dia!
Yuan e Lien: Sakura!
Os pequenos atiraram-se a ela, abraçando-a com carinho...
Sakura: Os meus lindos! Estou tão contente por vos ver...
Lien: O que estás aqui a fazer?
Shaoran: A Sakura vai ser a vossa ama.
Yuan: Quer dizer que vais ficar cá em casa? Vais tomar contar de nós? Boa!
Sakura: E vamos brincar os três juntos, todos os dias!
Shaoran: Fico contente por se darem bem. Agora despachem-se.
Lá tomaram o pequeno almoço.
Megumi: Desculpe lá, menina, mas os empregados comem na cozinha!
Sakura: Pronto, desculpe! Como a Jun Peng está aí...
Megumi: Mas a Jun Peng já está cá em casa há 10 anos.Já faz practicamente parte da familia, o que não é o seu caso!
Shaoran: Vá lá, Megumi, deixa lá a Sakura comer aqui.
Megumi: Está bem, querido, mas é só porque tu pediste!
Meilin: Ai, Shaoran, não posso faltar ás aulas hoje? Estou com dores de cabeça!
Shaoran: Se não tivesses ido para a farra e bebido demais, nada disso acontecia, não achas, Meilin?
Meilin: Isso é um sim?
Shaoran: É um não!
Meilin lá pegou na mochila e saiu para as aulas contrariada.
Shaoran: Bem , está na hora de irem para o Infantário. O Dan leva-vos.
Dan era o motorista.
Yuan: Papá, não podemos ir a pé com a Sakura?
Shaoran: Mas o Dan costuma levar-vos!
Yuan: Os outros meninos vão com as mães. Só nós é que não!
Jun Peng: Deixe lá, "senhol" Li. Eles "plecisam" mesmo de "figula" feminina.
Shaoran: Está bem. Pode ser. Mas cuidadinho, hein Lien? Vai devagar!
Lien: 'tá bem.
Lá foram caminhando pela rua em direcção ao infantário.
Sakura: O teu pai parecia preocupado com a Lien...
Yuan: Por vontade dele, ela nem vinha a pé.
Sakura: Porquê?
Lien: Sim, porquê?
Yuan: A Lien tem asma. O papá está sempre com medo que lhe dê alguma crise...
Sakura: Ah! Bom, já cá estamos! A minha beijoca!
Os pequenos deram-lhe um beijinho carinhoso na face.
Sakura: Vá, toca andar!
Um, dois, três batalhões
Quatro batatas e cinco feijões.
Era uma lengalenga que aprendera qunado era pequena.
Mariko foi então ter com o seu advogado para tratar da herança.
Mariko: Bom dia, Tokugawa.
Tokugawa: Bom dia, Mariko.
Mariko: Tokugawa, eu agradecia que tratasse disso o mais breve possivel. Ainda estou muito abalada com a morte do meu Fujitaka.
Togukawa: Mariko, Eu precisava de falar consigo acerca disso mesmo.
Mariko: Passa-se alguma coisa?
Tokugawa: Sim. A senhora teve conhecimento de que o seu marido Fujitaka teve uma filha fora do casamento?
Megumi: O QUÊ!
Megumi ficou pasma. Todos os planos tinham ido por água abaixo. Casaria com Fujitaka e ficaria com dinheiro da herança. Mas agora, uma filha ilegitima daria cabo de tudo!
Megumi: Mas espere aí, se ele não a perfilhou, essa bastarda não tem direito a nada.
Tokugawa: Não teria...Se o Fujitaka não a tivesse perfilhado em testamento.
Megumi: Não pode ser!
Tokugawa: Segundo o testametnto, essa menina tem direito a metade dos bens.
Megumi: A metade?E as minhas filhas? Não há maneira de impedir isso?
Tokugawa: Haver, há. Até daqui a um ano, não se pode mexer nesse dinheiro. Essa menina ou a mãe tem de reclamar a herança no prazo de um ano.
Megumi: E se ela não aparecer?
Tokugawa: O dinheiro é todo para vocês.
Á hora de jantar, em casa dos Li.
Yuan: Bolas, sopa? Blearg!
Wei: Menino Yuan, eu fiz essa sopa especialmente para vocês e ainda reclama? Vá lá, está uma delicia e faz bem.
Sakura: O Wei tem razão. E olha que a sopa também conta histórias.
Lien: A sério?
Sakura: A sério. Olha: As ervilhas são princesas. A cenoura é a a ama e as hortaliças são os jardins do palácio.
Os pequenos comeram a sopa, satisfeitos.
Wei: Belo truque! Jun Peng, vem-me ajudar com a roupa.
Jun Peng: Já vou, "moldomo" !
Wei: Senhor mordomo!
Sakura, Lien e Yuan dificilmente controlaram o riso.
Sakura pôs os pequenos na cama. Contou-lhes uma história e deu-lhes um beijo de boa noite.
Yuan: Sakura, traz-nos um copo de leite, se faz favor...
Sakura: Está bem, espera aí um bocadinho que eu trago já.
Sakura foi até á cozinha e deparou-se com Shaoran.
Sakura: O..Olá, senhor Li.
Shaoran: Então, que vieste cá fazer?
Sakura: Bem, eu...vim buscar um copo de leite para os meninos...
Shaoran: A Chun fazia isso todas as noites. Ainda bem que te contratei, Sakura. Sei que tensandas a cuidarbem deles. Até comeram a sopa. Eles detestam legumes.
Sakura: Ora, isso não foi nada.
Shaoran: Eles gostam muito de ti... Tens sido impecavel.
Sakura: Sabe, senhor Li, eu tenho-me afeiçoado a eles. São tão queridos...Tal como eu, não têm mãe...E tal como eu, têm saudades dela...
Uma lagrima escorreu pela face de Sakura...
Shaoran: Isso é o quê? Uma lágrima ou uma gota de orvalho?
Shaoran secou a lagrima de Sakura. Como Sakura se sentiu tão bem com aqule geto tão carinhoso e gentil! E também com aquele olhar profundo. Os dois não tiravam os olhos um do outro...Sharan aproximou-se dela e...
Megumi: Shaoran, não te vais deitar?
Shaoran: Já vou. Boa noite, Sakura.
Sakura: Boa noite, senhor Li.
Mais um capítulo tal como prometido. Até ao proximo!
