Olá! Cá vai mais um capítulo!


Takeshi acordou pela primeira vez feliz e bem disposto. Pensou que tudo não passava de um sonho mas era bem real. Já não estava naquele horrivel orfanato.Finalmente tinha uma familia.

Sakura: Bom dia, flor do dia. Durmiste bem?

Takeshi: Muito bem. Estou muito feliz por ter uma casa nova.

Sakura: Ainda bem que gostas de cá estar.

Takeshi: Espero que haja cereais para o pequeno almoço. Estou cheio de fome.

Sakura: Também eu. Vamos para a cozinha.


Sakura: Bom dia, senhor Li.

Shaoran: Bom dia.

Lien e Yuan: Bom dia, Sakura.

Megumi: Bom dia, amor.

Quando Sakura viu o seu querido principe e a sua noiva se beijarem, sentiu um aperto no seu coração.

Megumi: Quem é este menino?

Shaoran: Chama-se Takeshi. A Sakura encontrou-o na rua. Agora vai viver cá em casa.

Megumi: Tu...tu autorizas um miudo da rua ficar aqui em casa?

Shaoran: Tinha de ficar em algum sitio, não achas? Além disso está cá a tia dele.

Megumi: E quem é a tia dele?

Shaoran: A Nayumi.

Megumi: Hã...pois. Olha, tenho a certeza de que este pequerrucho lindo vai-se dar bem em nossa casa. Não vais, Takeshi querido?

Takeshi olhou-a com desconfiança.

Shaoran: Megumi, onde estiveste ontém á noite?

Megumi. Fui a um lar de crianças. Decidi fazer voluntariado. O que achas, amor?

Shaoran: Até que é uma boa ideia.

Megumi esboçou um sorriso de triunfo. Shaoran ficou derretido. Assim conquistaria a sua confiança. Shaoran:

Shaoran: Onde está a Meilin?

Jun Peng: " Ela saiu cedo "pala" "il" "pala" o colégio.

Shaoran: Estranho, mas pode ser que desta vez ela tenha ganho juizo...


Meilin foi dar uma volta. Não lhe apetecia ir aulas. Que seca. Ainda por cima com Shaoran a controlar. Um café chamou-lhe á atenção. Era o Chá de Letras, o café-livraria de Genta. O properietário do Chá de Letras era um homem bonacheirão e simpático. Tratava os livros como se fossem seus filhos, recusando-se mesmo a vendê-los a alguém que não lhe agrada.

Qual não foi o espanto de Meilin quando viu lá Hiroya.

Hiroya: Olá.

Meilin: Olá. Não sabia que trabalhavas aqui.

Hiroya: Tem de ser. Preciso de dinheiro para pagar a faculdade.

Meilin: Pois...Olha, não achas que...

Hiroya: ...Que precisamos de conversar?

Meilin: Sim.

Hiroya: Então, vamos dar uma volta e falamos. Genta, vou sair um bocadinho. Já venho.

Genta: Está bem. Mas não demores que ainda há trabalho.

Genta viu os dois sairem. Sabia que ia haver qualquer coisa entre Hiroya e Meilin. Apesar de estar sempre atrás do balcão, era bom observador.

Genta: Ai, o amor, o amor...


Num banco na Praça das Cerejeiras, Meilin e Hiroya resolveram entender-se.

Meilin: Olha, Hiroya, sobre aquele beijo.

Hiroya: Não precisas de pedir desculpa.

Meilin: Pois, mas é que...eu senti alguma coisa. Tu não?

Hiroya: Senti.

Meilin: A sério?

Hiroya: A sério.

Os dois ficaram um pouco encabulados. Será que o que sentiam era mesmo verdadeiro? A principio os dois não queriam. Meilin, porque ele era um tipo que não era do seu nivel e Hiroya porque ela era uma pitinha beta. Mas não conseguiam esconder aquilo que sentiam por mais tempo. Um beijo disse tudo.