ÀS
SUAS ORDENS
Capítulo
16: O Tempo Não Pára
PV: KITSUNE
Que sono terrível! Não consigo ter um sono de beleza após uma discussão tão ferrenha quanto a de ontem à noite. Precisava fazer uma mea culpa com Mizuho, não era a nossa intenção magoá-la. Aquela Naru, quando vai aprender que existem momentos em que precisamos ficar quietos, ou perderemos a chance de ganhar algo. Eu devia levá-la algum dia para as corridas de cavalos. Naru iria aprender muita coisa lá.
Enquanto tomava o café-da-manhã, percebi que Mizuho e Motoko ainda não tinham descido. Demorou um pouco até que as duas aparecessem na sala de jantar, com leves sorrisos estampados nas caras. Motoko se sentou à minha frente e estava com a costumeira pose séria, como se estivesse segura de si. Mizuho se sentou ao lado de Shinobu-chan e também parecia feliz.
Discretamente cutuquei a perna de Motoko e perguntei-a: "O que aconteceu, hein? De onde vem essa felicidade repentina?"
"Eu e Mizuho estabelecemos um acordo de paz, só isso. Acho ridículo pessoas que vivem sob o mesmo teto ficarem de rusgas uma contra a outra. Se aconteceu de ambas estarem apaixonadas pelo Kei-kun, foi apenas um fato incidental, nada mais.", explicou-me Motoko, serenamente.
"Kei-kun? Desde quando você o chama dessa forma?", indaguei, com um pouco de malícia.
"Desde o momento em que aprendi que amá-lo não significa esconder-me dos outros. E reservo-me o direito de chamá-lo assim, pois eu vou lutar por ele", respondeu-me Motoko, sem perder a expressão serena. Nossa, a minha espadachim predileta está amadurecendo. Pena para mim, acho que sou o azarão na disputa pelo coração do abobalhado mais charmoso da região.
Depois que as garotas terminaram a refeição, eu as avisei antes de deixarem a mesa: "Hoje à noite haverá reunião para acertar detalhes do bar, está bem? Vamos esquecer o que aconteceu e retomar o planejamento, certo?".
As meninas concordaram e cada uma saiu para a própria atividade do dia. A maioria estava estudando... Só eu que desfrutava os prazeres e sofrimentos do mercado de trabalho. Olhei para o calendário... 12 de novembro de 2002, como o tempo passa! Já completei 23 anos (a mesma idade do Keitaro); além disso, ano que vem haverão várias formaturas: Naru, Keitaro e Mutsumi. Ah, parece que Mizuho também se forma ano que vem...
Lembrei-me da cerimônia nas ruínas de Todai, e pensei que Haruka e Seta iriam oficializar o casamento na volta ao Japão. Algo deu errado, e eu não descobri o que aconteceu. Cada um voltou para as atividades prévias: Haruka (atualmente com 30 anos) voltou à Casa de Chá, e Seta continuou as expedições arqueológicas. Por isso, eu sempre disse à Naru que não é uma simples promessa ou uma superstição barata que determinará o amor de um casal. As ruínas de Todai eram famosas pela superstição casamenteira, mas aquilo não se concretizou. Aquilo foi uma lição para mim, e acredito que algumas das meninas perceberam que não basta dizer "eu te amo", sempre é necessário provar em atitudes que existe o amor.
Falando em pretendentes, recordei-me que Motoko, Kanako, Shinobu e Kaolla ainda são ronins, não conseguiram passar no último vestibular para a Toudai, mas estão fazendo um ótimo cursinho e todas esperamos pela aprovação das quatro. Pareceu-me que não fazia tanto tempo que conheci as meninas, exceção à recém-chegada Mizuho. Tantas coisas enfrentamos juntas, logo o destino fará que nós percorramos caminhos separados.
Fiquei pensando tais coisas enquanto me dirigia a mais um dia como freelancer. Esses pensamentos vinham à minha mente em vários momentos do dia. Pensei como era certo que Naru iria se casar com Keitaro, mas após toda essa confusão, o cenário se transformou. Todas voltaram para o páreo, e cada uma tem qualidades próprias muito interessantes.
Mutsumi é a mais velha do grupo, já alcançou os 24 anos de idade. Com certeza, é a mais voluptuosa das garotas, ganha de mim em todas as medidas corporais. Tem todas as ferramentas para ser uma femme fatale, mas tem o espírito de uma pré-adolescente. Embora não seja tão tola quanto aparenta quando se refere aos sentimentos, ela continua desligada aos outros fatos da vida. É claro, nunca deixou de ser uma aluna espetacular, e irá se formar com louvores em Biologia. Ele já me disse que pretende fazer mestrado, e isso é mais um ponto a favor da garota tartaruga. Uma mulher voluptuosa, inteligente e meiga: quem homem não gostaria de tal combinação? Já notei que Keitaro já cobiçou aquele corpo, e ela é uma rival formidável.
Shinobu ainda se acha uma criança, mas irá completar 17 anos no próximo domingo! É que ela demorou a pegar corpo, ainda tem um jeitinho de boneca... Mas ela está crescendo e está ficando mais mulher. Eu já disse a ela para deixar o cabelo crescer, e pareceu-me que só nas últimas semanas, quando as meninas voltaram ao páreo, que ela finalmente acatou meu conselho. E os peitos estão crescendo bastante... Ela se preocupava tanto com isso; afinal, ela já estava com 16 anos e ainda os seios estavam pequenos. De uma hora para outra, eles começaram a crescer, e estão ficando bonitos.
Kaolla já alcançou os 17 anos de idade, mas continua mais sapeca como nunca. Ela sempre aproveitou as ocasiões alegres para se pendurar nas nossas costas, como se ainda fosse uma menina. Sorte que a hiperatividade a deixou bem malhada... Imagina se ela tivesse ficado mais pesada do que é agora? Muitas pessoas já estariam com a coluna vertebral comprometida. E eu notei que ela dispensou diversos pretendentes, tanto no país dela quanto aqui no Japão... Agora eu entendi, aquela sapeca sempre gostou do Keitaro... O kanrinrin não era apenas um amigão.
Motoko já estava com 19 anos, e era uma mulher esplendorosa. A rotina de estudos e exercícios físicos a tornaram uma mulher interessante tanto pelo físico quanto pelo intelectual. Ela sempre demonstrou uma opinião sobre quaisquer assuntos, e nunca teve pudores de dizer "eu não sei" quando não possuía uma opinião sobre o tópico em debate. Ela cresceu bastante e alcançou os 176cm, e formaria um par bem peculiar com o Keitaro e os 168cm dele, já que é difícil achar um casal onde a mulher seja mais alta que o homem. O único problema é que sempre teve dificuldade assumir a sexualidade, que ela precisa tanto de sexo quanto qualquer pessoa. Eu a senti mais confiante hoje, talvez a garota do kendo tenha adquirido um pouco mais de consciência sobre os prazeres que ela pode obter do próprio corpo. Com esse conhecimento, ela será uma rival importante.
Kanako chegou aos 20 anos como uma mulher atraente, mas é carta fora do baralho. Só ela teima em não perceber isso, e ainda vai sofrer muito se continuar a agir assim. Eu pensei que Keitaro tinha deixado muito claro o que sentia em relação a ela, mas é visível que ela voltou a negar a realidade e tomou essa atitude quase esquizofrênica de conquistar o meio-irmão. Keitaro não vai conseguir amá-la do jeito que ela quer.
A Naru... Bem, a Naru é um caso peculiar, bem peculiar. Com seus 163cm de altura e 21 anos de idade, foi paulatinamente baixando a guarda para as declarações do desastrado kanrinrin. Ele sempre teve medo de sofrer no amor, então manteve a pose de mulher forte e decidida. Tantos garotos do colégio que eu gostava e tive que desistir porque todos eles só tinham olhos para ela. E eu não sou de jogar-se fora, mas o meu estilo de vida conseguiu afastar vários deles... O único que realmente me suportou, por incrível que pareça, foi o Keitaro; talvez esse seja o fato pelo qual eu também tenho uma quedinha por ele. É mais um pretendente fora do baralho devido à Naru, e ela acabou jogando-o fora também!
Nunca aceitei essa indecisão. Lembrei-me do episódio do anel, quando os dois tiveram o primeiro beijo como amantes. Naquele momento, deu-me a impressão que o namoro deles iria decolar sem maiores problemas, mas a impetuosidade de Naru estragou tudo. E devo confessar que nossa insistência em tratá-lo como capacho não ajudou muito. Nós sempre gostamos dele, mas não soubemos como demonstrá-lo apropriadamente. Só que a Naru deveria ter insistido em aproximar-se dele, mas algo a impediu. A indiferença é a pior coisa que se pode a um ser humano. Estava na hora de mudar o jogo.
Quando eu cheguei em casa, percebi que as ainda não tinham chegado, exceto por Sarah; a filha adotiva de Seta já estava com 11 anos e, talvez por ser ocidental, já estava passando por certas transformações da puberdade, embora não deixasse de ser encrenqueira. Perguntei à loirinha se alguma outra menina havia chegado, ela me confirmou que ainda não.
Ótimo, vou esperá-las e, quando for propício, irei conversar com a Naru. Se vamos disputar o amor do Keitaro, e se ela tem intenções de reconquistá-lo, creio que devo colocar alguns assuntos em pratos limpos. Mesmo sendo uma rival, não poderia deixar minha amiga sofrer por imaturidade emocional novamente. Não é só de promessas feitas na infância que se constrói uma relação.
PV: NARU
Nossa, hoje foi um dia corrido! Tantas aulas e compromissos, mal consegui almoçar. Durante o meio-dia, encontrei-me com a Mutsumi e a Mizuho, e fomos almoçar juntas. Antes do almoço, tendo a Mutsumi como testemunha, decidi falar com a nova moradora do Hinata-sou.
"Ah, Mizuho-san, eu gostaria de...", balbuciei, mal conseguindo expor o que sentia.
"Naru, se me permite chamá-la assim, vamos conversar abertamente, está bem? O que ocorreu ontem foi horrível, mas a Motoko conversou comigo antes do café e agora entendi tudo. Não se preocupe, eu lhe perdôo, certo? E você pode me chamar de Mizuho, eu não gosto de formalidades entre amigos", disse Mizuho, com um tímido sorriso.
"Ara, ara! Naru-san e Mizuho-san vão ser amiguinhas de vez? Isso é muito bom!", proclamou Mutsumi, daquele jeito simpático que só ela tem.
"Poxa, obrigado Mizuho, o que eu disse ontem foi coisa de momento. Afinal, você também é uma garota da promessa... Ou melhor, você é a garota da promessa...", afirmei, um tanto tristonha. É difícil admitir um ponto perdido.
"Naru, não é uma simples promessa que faz alguém se apaixonar por outra pessoa. É algo que vem lá de dentro, e cuja determinação em transformar esse sentimento em realidade é que une as pessoas. Keitaro sempre demonstrou estar atrás da garota da promessa, mas isso é apenas um referencial. Como qualquer pessoa lúcida, ele irá buscar o amor em quem estiver pronta a retribuir o amor que ele demostra.", explicou Mizuho. Nossa, como ela é esperta, eu queria ter essa maturidade.
"Ara, ara! Que palavras emocionantes!", exclamou Mutsumi, evidentemente emocionada. Os olhos da garota melancia estavam cheios de lágrimas, e então Mutsumi afirmou, com os olhos brilhantes e as mãos unidas: "Você é uma menina de ouro, Mizuho-san!"
"Obrigada, Mutsumi... E você pode me chamar de Mizuho, por favor... Sem formalidades entre entes queridos, está bem?", afirmou Mizuho, dando um abraço apertado em Mutsumi. Senti-me aliviada, pois minhas explosões de raiva costumam ser devastadoras. Que droga, por mais que eu sofra, não consigo controlar a língua. Ela se voltou para mim e disse: "Naru, tenho um palpite que tua impulsividade tenha dificultado as coisas para o Kei-kun, não é?".
"Eu... eu acho que sim...", respondi, bastante encabulada. É difícil apontar meus próprios defeitos.
"Espero que você possa resolvê-los, está bem? Por enquanto, a única coisa que eu quero é ser amigas de todas as moradoras do Hinata-sou, que se tornaram rivais pelo amor do Keitaro devido a um irônico lance do destino. Não perca os verdadeiros amigos pela vaidade de possuir um homem... É algo difícil, mas é alcançável se você tentar...", afirmou Mizuho. Eu não me contive e abracei-a, demonstrando o meu arrependimento em magoá-la. Às vezes, não percebo o mal que faço às outras pessoas.
Depois de tudo resolvido, almoçamos e terminamos o dia de estudo. Voltamos nós três para casa, cansadas após um dia extenuante. Encontrei as novas ronins no trem, e viemos todas conversando alegremente, como se nada ocorrera previamente. Bem, foi difícil achar o Keitaro, até porque ele está fugindo de nós e prefere ir para casa sozinho. Mas este problema eu resolvo depois...
Hoje seria o dia da reunião para os preparativos do bar, pois temos pouco tempo até tudo estar pronto, na próxima sexta-feira. Precisávamos acertar tudo, e a reunião ocorreu na própria sala de jantar, após a deliciosa refeição feita pela Shinobu. No final, estabeleceu-se todos os adereços que seriam usadas no ambiente central da Casa de Chá. Fizemos um projeto bem legal, e resolvemos ajudar a Shinobu a confeccioná-los. Seria uma crueldade encarregar a Shinobu de realizar tudo sozinha.
Outra coisa que se acertou foi o nome do bar, o nome anterior não era legal... Não dissemos nada no momento para não desagradar a Haruka, mas creio que o bar deva receber um nome mais para cima. No final, resolvemos batizar nosso empreendimento como "Electric Girls Co. Bar"; um nome moderno e em inglês, já que a juventude japonesa atual adora qualquer ambiente cujo nome esteja em inglês. Nomeamos a Kitsune para avisar a Haruka da mudança, e desejei que esta recebesse bem a mudança.
Depois de a reunião encerrada, cada uma se retirou para o próprio aposento. Kitsune me pegou pelo ombro e avisou: "Naru, vamos ao telhado. Precisamos conversar em particular, e é agora".
Curiosa com o motivo de tanta urgência, atendi o pedido e, ao chegarmos lá, perguntei: "Bem, aqui estamos. O que há de especial para falarmos?"
"Bem, parece que você fez as pazes com a Mizuho, não é?", perguntou Kitsune, seriamente.
"Sim, fizemos, por quê?", inquiri.
"O tempo não pára quando nos equivocamos, Naru. Eu quero que você pense bem sobre isso. Você perdeu o Kei-kun, provocou o maior bate-boca com a Mizuho logo de cara, e parece que ainda a lição não entrou na cabeça, não é?", alertou Kitsune.
Fiquei bastante surpresa com a frase, mas algo foi mais surpreendente para mim, não consegui evitar o questionamento: "Kei-kun? Desde quando você o chama assim?".
"Desde agora, Naru! Pois eu não vou desistir novamente de um homem só porque ele lhe ama e você apenas acha que o quer... Isso cansa, Naru! Nunca vou ser uma Toudaisei, mas não preciso de uma faculdade para conhecer os segredos da vida! Perdi garotos maravilhosos devido ao fato de sempre andar contigo, e todos eles só tiveram olhos para você... Eu posso ser uma perdulária, adorar corridas de cavalos, beber saquê a torto e a direito, mas eu sou uma mulher, droga! E também quero ser amada, desejada... Sei muito bem quais os dotes físicos que tenho, e poderia ter qualquer mafioso nas minhas mãos, mas não é esse tipo de homem que eu quero. O tipo de homem que desejo é o que se apaixona por você, Naru! Vou entrar na disputa pelo Kei-kun de cabeça, da mesma forma que as outras garotas o farão. E não vou ter mais pena de você!", desabafou Kitsune, soando como uma ameaça.
"Eu... eu nunca soube disso, Kitsune... Desculpa-me... Eu só quero ser feliz, da mesma maneira que você o quer, mas porque só agora se posicionasse assim?", indaguei, ainda confusa com aquela situação.
"Porque eu lhe amo, Naru! Como amiga, eu sempre lhe amei! Quando você era mais jovem, era uma garota assustada que não tinhas amigos porque você era muito impetuosa, e você fechou o coração aos homens devido ao fora que você levou do Seta-san... Quando conheci o Keitaro, ele era um boboca que se apaixonou por uma mulher quase intangível, eu até tive pena dele. Agora não, você perdeu o Keitaro porque ele decidiu não aceitar mais a tua indiferença, Naru. Não adianta fazer o maior fiasco e dizer que o ama, você precisa demonstrar com atitudes que o ama. E eu estou pronta para isso; você está preparada de verdade, Naru?", ralhou Kitsune.
"Realmente eu não sei, mas eu quero tentar. Eu quero tentar demonstrar que eu o amo de verdade, com todas as minhas forças!", respondi, quase chorando.
"Tentar não basta, você tem que conseguir fazê-lo, ou qualquer outra mulher será melhor que você. Não me entenda mal, Naru. Eu sempre gostarei de você, mas há certos episódios da vida que exigem uma distinção, uma resposta à altura. Eu não quero lhe perder, mas também não quero perder o Keitaro. Você ainda aceita minha amizade ou vai ser difícil?", desafiou-me Kitsune.
"Eu não quero deixar de ser tua amiga, Kitsune. Vamos jogar limpo daqui em diante, está bem? Agradeço pela sinceridade. Agora entendo que ser sincera nas dificuldades é a maior prova de amizade que alguém pode ter, principalmente quando existe um conflito de interesses. Obrigado!", respondi, abrançando-a. Não queria perder mais ninguém. Eu já perdi tanto na vida, não queria me transformar em uma perdedora completa.
Kitsune me pegou pela mão e disse: "Então, vamos dormir. Espero que a vontade de manter nossa amizade seja desejo real, certo? Às vezes, os amigos ralham para conseguir conscientizar as pessoas de quem ela realmente gosta. E está tarde, amanhã cedo você tem aula, não é verdade?"
Eu meneei positivamente e dirigimo-nos para os próprios aposentos, abraçadas uma no braço da outra. Obviamente não gosto quando pessoas chegadas a mim ralham comigo, mas eu precisava aprender a ouvir mais e falar menos. Será que realmente vou conseguir ser uma pessoa melhor para o Keitaro? Acho que só o futuro irá demonstrar, e agora entendi que não posso mais contar com uma promessa infantil...
Capítulo escrito entre 14/02/2005 e 16/02/2005. Um capítulo que serviu mais como retrospectiva do que ocorreu entre as meninas desde o final do anime (sem contar o epílogo do casamento) até a semana pré-inauguração do bar temático. Foi apenas para colocar um pouco de ordem na casa...
Shadowslicer: terão alguns momentos lemon sim, já que a própria série original também primava pelo estilo comédia romântica com um certo erotismo; a única diferença é que as garotas estão maiores e, assim, creio que o envolvimento afetivo com um componente sexual mais aflorado seja inevitável.
Agradeço os reviews e a correção do nome da personagem do Smile Again, que é Mizuho Fujisawa, e não Miduho, como eu coloquei antes. Espero que vocês gostem do atual andamento da minha saga.
18/07/2005: Reescrevi todos os contos. Espero que fique a linguagem esteja mais acessível aos possíveis "arigós" que leiam os contos. Mais que isso não farei, porque daí é demais. Sayonara!
