-Sim muito. –mas por que ela age assim.

-Ela é assim desde que entrou na falcudade. Nunca a vi sorrir de verdade, é uma menina boa, mas não se deixa levar por nada. –não é a minha Serena é outra, completamente diferente. Onde está a doce menina que eu deixei para trás?

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-Olha eu acho que deve ser um velho decrépito... –as meninas estavam discutindo quem era o ajudante do senhor Minamotto.

-É o Chiba. –afirmo. Continuando a tentar falsificar a assinatura dos meus pais.

-Aquele gato do CHIBA, uau eu queria fazer medicina. – dizia Keiko sonhando.

-Mas Rina por que eu não senti entusiasmo no "é o Chiba"? –indaga-me Akiko.

-Ahn? Por que não deveria existir? –indago sarcástica.

-Mas é o Chiba, o galã de Tokyo. –diz Keiko

-Muito que eu ligo pra isso! –digo

-Mas é o Chiba! –exclama ela.

-Vai dizer que você nunca teve uma quedinha por ele? –desafia Akiko.

-Não. –eu não tive uma queda, só um tombo.

-Mas... –argh..

-Ai, chega, deu, morreu, eu to entrando... –digo levantando-me.

-Não, Rina, espera. –Carlos agarra meu braço. –Por favor, fica. –Ca...Carlos...

-Carlos eu... –o que é isso? Por que eu não consigo dizer não?

-É Rina, fica... nós paramos. –diz Keiko.

-Esta bem. –digo dando um sorriso.

-Ih, Acho que ela ta com febre. –diz Kenji pondo a mão na minha testa. –Não, ta normal, será que o coração de gelo da Srtª. Tsukino esta batendo novamente?

-Ah Kenji chega de seus melodramas eu estou bem, não posso sorrir? –indago nervosa.

-Não quando você é a senhorita coração de gelo. –diz Carlos.

-Até tu Brutus... –digo fingindo choro.

-Não, Rina, desculpa... –ele me abraça.

-Também quero abraço. –grita Keiko juntando-se a nós.

-Eu também. –diz Kenji.

-Ah, eu também.- e Akiko junta-se a nós.

-Ar...ar... eu pre...ci..so... res...pi...rar... –digo tentando me soltar. –Ufa, pensei que fosse meu fim.

-Agora a melodramática é você. –diz Kenji.

-Ai, vamos Carlos, o sinal vai tocar daqui a pouco. –digo pegando meus materiais.

-Bem, tchau pessoal até logo. –diz ele piscando.

-Tchau. –digo saindo.

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Droga, pela primeira vez na vida estou atrasado... entro na universidade apressado e acabo levando um casal junto.

-Ei! –droga. Essa voz.

-Desculpa é que...

-Pode ser professor, mas tem que tomar cuidado, somos seres humanos também. –diz o rapaz. –Rina você está bem? –indaga carinhosamente.

-Sim, mas esse baka tem que olhar por onde anda, ou será que o espírito ondango atama passou para ele? –Sere... é ela. Se ve muy preciosa enfadada.

-Desculpa. –peço humildemente. –Não precisa me crucificar eu já pedi desculpas. Nossa que humor.

-Rina... acalme-se...vamos... não podemos nos atrasar... –diz o rapaz levando-na embora.

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Ai que ódio, quase que eu derrubo meu material nesse chão e borro todas as minhas anotações. Argh... que droga e o pior... o pior é que eu vou ter que agüentá-lo, sim eu acho que ele vai dividir as turmas com o senhor Minamotto só espero que eu não caia na turma dele.

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-Olha pelo lado positivo... ainda estamos juntos. –ouço o rapaz sussurrar para ela.

-É e eu vou ter que agüentar o Chiba. O que mais pode me acontecer? –tento ignorar mas é difícil.

-A Akiko e a Keiko querem fazer um teatro e vão querer você como atriz principal. –ai isso ta me tirando a concentração.

-Com licença mas nós estamos atrapalhando vocês? É que eu sou meio mal educado, fico querendo dar explicações enquanto vocês conversam. –digo levemente irritado.

-Na verdade... eu gostaria de ter ficado no grupo do senhor Minamotto. –diz ela. –Mas já que não fiquei tenho que me contentar com o que tenho.

-Escuta garota você nem ouviu o que ele tem a falar para saber se ele é um bom ou um péssimo professor e já vem falar mal dele, se liga, pensa que é quem? Deixa ele dar aula ou pode se retirar. –diz uma tal de Diana.

-Escuta você, o assunto não chegou no galinheiro, é conversa entre Darien e eu, não se meta a menos que seja chamada. E alias, se esta tão incomodada comigo e com Carlitos, simplesmente retire-se. Ok? Você consegue me entender? Ou ta difícil? –Diana ficou vermelha de raiva quase pulou na Rina, se não fosse agarrada por seus colegas.

-Eu acabo com você... –grita ela.

-Ui to tremendo na base! Hello tenho mais o que fazer! E Você pode continuar. –diz ela. –É claro, se quiser.

-Sai da sala. –digo.

-Por que o que eu fiz? –indaga.

-Sai agora. –digo.

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Nossa que stress, só por que a Diana queria se aparecer para o Darien-baka eu hein fala sério que garota sem personalidade. Toda brabinha... defendendo ele como se ele fosse olhar para ela...ele...Ai SERENA! OLHA NO QUE VOCÊ TA PENSANDO! FALA SÉRIO!

Bump!

Merda quem foi dessa vez.

-Desculpa. –pedimos ao mesmo tempo.

-Serena. –Ah não ninguém merece.

-O que você quer? –indago.

-Sere... por que você ta assim? –indaga-me ela.

-Não enche Hino e não me chame de Sere. Eu não gosto. –digo.

-Sabe quem voltou? –indaga ignorando minha ultima fala.

-Riniee, sim, sei ela está na casa de Kenji e Ikuko. –digo saindo.

-Estou falando do Darien. –grita ela. –Ah Sere e desculpa...

Que clima mais estranho... é como se algo fosse acontecer hoje, mas o que? Algo ruim se aproxima algo muito ruim... mas...ESPERA! PARA TUDO! EU NÃO SOU MAIS SAILOR NÃO TENHO QUE ME PREOCUPAR COM ISSO TENHO?

-Mamãe por que a senhora se preocupa tanto com o povo da Terra? –indaga uma menina de aparentemente doze anos a uma jovem senhora sentada em sua cadeira de balanço vestindo assim como a menina um longo vestido bordado com diamantes e com uma tiara de brilhantes.

-Por que é nosso dever pequena Serenity. –diz a senhora carinhosamente.

-Nosso dever? –indaga a menina.

-Sim, é o dever do povo Lunar proteger o povo da Terra. –diz a senhora.

-Por que nós temos que protegê-los eles são especiais? –indaga a menina.

-Sim, são especiais por serem indefesos e nós por sermos protegidos por tantos outros reinos temos o dever de protegê-los, de cuidar deles, de ampará-los, pois este reino é o único que é seu próprio inimigo. –diz a senhora.

-Eles são seus próprios inimigos? Como assim? –indaga a menina.

-O povo da Terra é um povo muito bom admito, mas eles cedem a seus próprios caprichos, e se tornam gananciosos esquecendo-se dos outros e pensando apenas em si, tornam-se egoístas, fazem guerras desnecessárias assim como ocorre no universo, mas eles não têm guardiãs que lutam pela paz, pois fazem guerra entre seus irmãos, seus semelhantes, é um povo que se não for protegido de si mesmo sucumbirá.

-Pobre Terra tão pura, tão linda, tão indefesa... –sussurra a menina.

És menina do astro sol
És rainha do mundo mar
Teu luzeiro me faz cantar
Terra, Terra és tão estrelada
O teu manto azul comanda
Respirar toda criação
E depois que a chuva molha
Arco-íris vem coroar
A floresta é teu vestido
E as nuvens, o teu colar
És tão linda, ó minha Terra
Consagrada em teu girar
Navegante das solidões
No espaço a nos levar
Nave mãe e o nosso lar
Terra, Terra és tão delicada
Os teus homens não tem juízo
Esqueceram tão grande amor
Ofereces os teus tesouros
Mas ninguém dá o teu valor
Terra, Terra eu sou teu filho
Como as plantas e os animais
Só ao teu chão eu me entrego
Com amor, firmo tua paz

-Rini tudo bem com você? –indaga-me mamucha.

-Eu estava apenas lembrando do passado. –digo.

-Quer conversar a respeito? –indaga-me ela.

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Pelo visto ela é uma aluna um tanto que rebelde, foi embora sem assistir as outras aulas, só que eu não entendo como ela é a melhor aluna do senhor Minamotto com essa atitude? Ela mudou tanto que saudade da menina que me chamava de Darien-baka, se bem que ela me chamou de baka ou seja ela ainda está lá. A Serena que me amou está dentro dela em algum lugar apenas esperando que eu chegue até ela, mas como eu não sei o que a fez mudar...

-Eu quelo a minha mãeee ...- ouço um menino chorar.

-O que foi está perdido? –questiono.

-Eu to ploculando a minha mãe... –diz ele chorando.

-Não chore... como ela é? –indago.

-Eu...eu...não sei... –ele continua a chorar.

-Como não sabe? –indago...

-Eu quelo conhece ela ...- ele é órfão...eu sei o que ele está sentindo sem a mãe...

-A sua mãe está... –eu ia dizer que a mãe dele está no céu mas ele fecho a cara como se já soubesse o que eu ia dizer.

-Não. Eu vou atrás dela. –espera ele parece a Serena, mas a primeira vista é uma réplica minha.

-Com licença, o senhor viu um menininho...-ouço alguém falar atrás de mim e viro-me para ver quem é. -...uau...

-Sim? –indago.

-Eu sou a zeladora do Orfanato Hikari e eu gostaria de saber se o senhor viu um menininho parecido com você? –indaga ela.

-Ah, sim, vi, ele foi naquela direção. –digo apontando para a direção. –Ele diz que está procurando a mãe dele.

-Ah sim, mas ele não a conheceu, ele foi deixado no orfanato por um casal que não quis se identificar apenas disse que a mãe não teria capacidade de cuidar dele.

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-Eu estava pensando no Guile, ah em tantas coisas como eu queria que ele estivesse aqui. –é duro para uma mãe ver sua filha chorando. Como fui tola achando que os Tsukinos seriam bons pais para minha filha, ela sofre tanto por culpa deles.

-Shhh...nós vamos encontrá-lo. –digo abraçando-na.

-Encontrá-lo? –indaga ela.

-É... eu descobri que ele não morreu, mas esta vivo. –digo.

-Vivo... ele está vivo...

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Que será esse tal de Guile? Será que a Rina vai ficar com o Darien? Quem vocês gostariam de ver nessa trama?Eu adorei os reviws e continuem opinando,vocês sabem que a opinião de vocês é muito importante! Vlw!