-Sua mãe deixou? -indaga-me Akiko.

-Deixou. -respondo.

-Ai, que bom! -exclama Keiko.

-É, agora só precisamos preparar as coisas e marcar o dia. -diz Kenji.

-É, mas ela vai mandar alguém junto. -digo.

-Ela pensa que somos bebês? -indaga-me Carlos.

-Não ela apenas se preocupa com você Rina. -diz Keiko.

-É eu sei, mas não tenho a menor idéia de quem vai nos acompanhar, ela disse que eu só vou saber no dia. -respondo.

-Ah, bem mas deve ser alguém legal, sua mãe não faria nada de chato. -diz Akiko.

-É, mamucha não faria... -mas Ikuko?

-Olha lá... -diz Keiko espantada.

-Ela não se toca? -questiona Akiko. Olho na mesma direção que elas e encontro Diana dando em cima do Darien.

-Será que ela não percebe que ele ama outra? -indaga Carlos.

-É, ele ama a noiva dele. -diz Akiko.

-A mãe do filho dele. -completa Keiko.

-Oi meninas... -ai que nojo essa garota.

-O que foi já se cansou de lamber os pés do Dar-chan? -indago.

-Na verdade eu consegui chamá-lo para sair... mas espera quem te deu o direito de falar assim do MEU Darien? -indaga-me ela.

-Bem, pergunte ao SEU Darien! -respondo levantando-me e indo para a sala.

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"Miracle Romance"...

-Er... com licença Chiba, eu tenho que atender é uma ligação muito importante... Hello?...Yes...

-Sai da sala... -digo seriamente.

-Mas...

-Sai! -digo no mesmo tom de voz.

-Ok...Ok... -diz ela saindo.

-HumHum continuando...

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Que mau-humorado, eu hein, só por que eu atendi o celular, quem vê pensa que eu fiz de propósito. Imagine, se eu vou fazer algo do gênero, nem morta.

-Nós precisamos conversar... -falando no diabo, aparece o rabo.

-Sobre? -indago.

-Se você continuar interrompendo minhas aulas serei obrigado a te tratar feito criança. -diz ele.

-Ui, que meda... -digo.

-Serena é sério. -diz ele sério.

-Tá, e o que você vai fazer falar para a minha mãe? -indago rindo.-Quem sabe? Mas para o seu bem, você deveria deixar de agir como criança.

-Eu? Por que? -indago.

-Serena... -começa ele.

-Olha eu prometo que vou tentar manerar um pouco, mas não posso abandonar o meu jeito de ser, posso?

-Essa frase é da...

-Rina! -eu odeio essa garota mas ela me ajudou...

-Sim Diana? -indago virando-me.

-Por que você não deixa o Darien em paz? -indaga-me ela.

-Eu vou deixar o SEU Darien em paz, não se preocupe... -digo saindo.

-Espqera que história é essa de SEU Darien? -indaga-me ele segurando meu braço.

-E eu vou saber, pergunta pra ela, é o que ela espalha pela universidade toda... -digo tentando me soltar.

-E isso tudo é ciúmes? -indaga-me ele.

-Ciumes? Por que eu teria ciumes de você? -indago. Eu ciumes quem ele pensa que é? O rei da cocada preta? Fala sério, eu tenho mais o que fazer do que perder o meu tempo com ele.

-Não sei, quem sabe amor reprimido? -indaga ele.

-Tenho mais o que fazer, pode me soltar? -indago.

-Não eu quero saber essa história direitinho. -diz ele.

-Darien, deixa ela ir. -pede Diana.

-É ouve a sua namorada e me deixa ir. -digo.

-Ela não é minha namorada. -diz ele.

-Eu não perguntei, me solta Darien eu quero ir embora. -digo mais uma vez tentando me soltar.

-Deixa ela em paz! -ahhh, meu herói...

-Não se mete... -diz Darien.

-Eu me intrometo sim, é meu dever ajudá-la por que ela é MINHA amiga! -Carlos, semrpe super protetor, mas agora eu agradeço.

-Carlitos... ele tá me machucando...-digo chorando.

-Eu não disse para largar o braço dela ou quer perder o enprego? -indagaq ele, fazendo Darien me soltar. -Vamos embora CUNHADINHA... -diz Carlitos passando o braço pelo meu ombro.

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Cunahdinha? Como assim, como ela é cunhadinha dele? Quero dizer, ela não pode estar namorando o irmão dele pode?

-Darien o que...

-Escuta Diana, eu acho que você interpretou mal as coisas. Eu não gosto de você da maneira que você pensa. O que há entre nós é apenas a relação aluno-professor. -digo seriamente.

-Mas e Tsukino... você e ela têm mais o do que a simples relaçaõ aluno professor. -disse irritada.

-Serena e eu temos um passado, o meu caso e o dela é diferente. -respondo.

-Ou seja, você é mais um idiota que está apaixonado pela puta da universidade.

-Co..como assim? - como ela ousa chamar a Serena da puta.

-É ou você não sabia que ela é que nem corrimão de escada, todo mundo já passou a mão. -disse ela com desdém.

-Bem o que ela faz agora não me interessa. -digo.

-Você é cego não é... o Carlos espalha po mundo que ela é a cunhada dele, mas ele nem tem irmão, estranho não, ele defende ela com unhas e dentes, ninguém faria isso por uma simples cunhada faria? -ela tem razão... mas é a Sere eu me nego a pensar.

-Diana... -chamo.

-Sim? -indaga-me ela sorrindo.

-Cuidado para não morder a lingua. -digo saindo.

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-O que você está fazendo mamucha? -indago ao chegar em casa.

-Estou preparando a reunião que vai ter aqui hoje... -ah, aquela reunião.

-Bem eu vou para o meu quarto pegar meu violão e vou para os fundos, O.K? -indago cabisbaixa.

-Você deveria esquecer o que aconteceu. -diz-me ela.

-Eu sei, mas eu não consigo, quem sabe um dia? -indago sorrindo.

-Bem, você que sabe...

tengo un ticket sin regreso

y un monton de sueños dentro de un veliz

un adios para mis viejos, mucho miedo

y muchas ganas de poder vivir

abrir las alas para escapar sin fin

para encontrar libertad

lejos de aquí, lejos de aquí

E pensar que eu mudei em mesno de um ano de uma menina ingenua que acreditava em tudo em todos, para essa desconfiada, ou melhor e pensar que eu fui arrancada do mundo dos sonhos e cai de cara no mundo real.

Ah, Darien como queria poder esquecer tudo, mas eu não consigo, não dá queria que nosso amor superasse isso como superou tantas outras coisas, mas ao mesmo tempo queria que você... sumissse para sempre...

-Anda Serena, muda esses pensamentos, vamos cantar... -eu lembro que essa era a nossa musica, eu lembro como se fosse hoje quando dançamos, eu acabei comprando o cd e tenho até hoje...

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O rapaz ao ouvir a melodia começa a cantar a musica que lhe trazia tantas recordações.

Darien -...Desde hace tanto tiempo guardo este sentimiento,

me siento unido a ti.

Te veo e siento morir

se lo que debo sentir y no lo puedo decir

amor ya no quiero finjir

tonto soy si te me vas

Serena-...Desde hace tanto tiempo guardo este sentimiento.

Me siento unida a ti.

Te veo y seinto morir se lo que debo sentir

por que no lo puedes decir

me harias tan feliz

si pudieras compartir

Darien-...Juntos em silêncio cuando hay tanto por decir

Serena-...Siempre juntos

Darien -...Juntos y distantes cuando hay tanto por vivir

Serena-...Juntos

Darien-...Juntos soñado los dos un momento magico

juntos somos tu y yo el amor

Serena-... Tu y yo el amor

Dentro da casa cinco mulheres contemplavam a cena, o jovem senta-se ao lada da jovem e ficam a observar o belo jardim que a casa possuia.

-Espero que eles se entendam... -diz a de cabelos castanhos.

-Eles já se entenderam. -disse a senhora.

-Tem cereteza? -indaga a de cabelos pretos.

-É, tem razão se não eles não teriam cantado essa bela canção. -disse a de cabelso azuis.

-Mas tudo seria mais simples para eles se o filho deles esivesse vivo... -diz a loira.

-Bem é melhor continuar-mos com a reunião, não? -indaga a senhora saindo de perto da janela.

-É, vamos. -dizem as outras seguindo-na.

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-Não imaginava que esse jardim fosse tão belo. -diz-me ele.

-Por que você voltou? -indago.

-Por que eu voltei? Bem, eu voltei por você eu precisava te ver eu estava definhando aos poucos longe de você eu já não vivia, por que minha vida não estava lá, estava e ainda está aqui, e agora está sentada ao meu lado, você... -Da..Darien...

-Ah, mas já deve ter percebido que perdeu o seu tempo não foi? -porque eu estou tão defensiva?

-Não descobri, até descobri o que nos afastou. -diz ele.

-E o que foi? -indago.

-Nosso filho, e não adianta negar, porque você falou dele quando estava delirando. -droga.

-Ele morreu junto com o nosso amor. -minto.

-Serena eu sei que ainda há fumaça, vocêjá provou isso, e onde há fumaça há fogo...

-Nossa, que coisa mais... antiga. -digo

-É, mas é a verdade. -diz ele.

-Eu não acho. -digo.

-Você esta mentindo...

-Tem certeza? -indago.

-Sim, pelo seu jeito, você tem a mania de impinar a cabeça, principalmente quando sabe que... "uma musiquinha," alô... sim... o quê?... não, eu estou indo agora mesmo.. obrigado.

-O que foi? -indago.

-Meu filho... -sussurra ele.

-O que tem ele? -indago...

-Eu preciso ir...

-Darien, espera, eu vou com você. -digio indo atrás dele.

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Ele está tão abatido... eu nunca o vi assim, ele ama muito esse menino. Eu queria poder fazer algo por ele, sei lá... ah Darien eu não aguento vê-lo sofrer ...

-O que exatamente aconteceu? -indago.

-Eu não sei, ele deve ter saido da escolinha... -diz ele ...chorando.

-Quer que eu dirija? -indago.

-Não, está tudo bem... -responde ele.

-Não Darien, não está tudo bem... para o carro, que eu dirijo, só me diz aonde ele está. -digo.

-Para alguém que você odeia, você está se mostrando muito caridosa... -diz ele assim que trocamos de lugar.

-Eu.. não te odeio... -sussurro.

Ficamos em silêncio o resto do caminho, mas o clima estava tão pesado, ai, sei lá é que ele esta tão chateado, é o filho dele, eu entendo... eu me sinto assim em relação ao Guile... Chegamos ao hospital e a recepcionista disse que ele estava no quarto, subimos e encontramos uma senhora com ele, ela disse que ele estava com febre a dias e que ela não biaxava então ela o levou ao médico, que disse que ele estava muito mal, uma doença la que eu não ouvi direito porque estava mais preocupada em saber por que ele não estava com o pai?

Enquanto eles conversavam eu entrei no quarto e encontrei um lindo menino dormindo serenamente, tão parecido com o pai, com os mesmos cabelos e aquela mecha rebelde não pude evitar de sorrir quem sabe o irmão dele não fosse assim também? Fui chegando mais perto, me sentei na cadeira que havia ao lado da cama e fiquei apenas observando seu sono... mas só observar não me satisfez, levantei-me e fiu até ele toquei em seu rostinho... esta com muita febre... esta morrendo...

-Você não pode se deixar abater assim bebê... seu pai precisa de você seu pai te ama... -sussurrei senti uma enorme vontade de chorar, como se estivessem arrancando parte do meu ser.

-Serena... -ouço Darien me chamar.

-Sim? -indago saindo do quarto.

-O médico disse que não podemos entrar no quarto ele está muito fragil... -diz ele.

-Entendo... ela é a mãe dele? -indago apontando para a mulher que estava conosco.