Antes de mais nada eu quero pedira a todas (isso inclui os rapazes, por que eu mudei a regra, quando tiver uma menina no meio de varios rapazes será elas e não eles.) desculpas pois posso acabar não postando uma vez por semana como antes, uma vez que estou fazendo cursinho e não tenho tempo nem pra respirar. Gomenasai!

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-Não, eu realmente não estava lá, mas tenho certeza de que não deve ter ocorrido algo tão ruim quanto você diz afinal, eram os Seus pais. -diz ela.

-Sim, Hino, eram os meus pais, mas ainda assim, eles me machucaram, ainda assim, eles me tiraram a coisa que eu mais queria, ainda assim eles desturiram a minha vida, por que eles não me deixaram decidir. -digo.

-E você continua falando como se o menino estivesse vivo. -diz ela.

-E ele está, onde eu não sei, mas sei que está na verdade eu sempre soube, mas não queria acreditar que meus pais fossem capaz daquilo, mas eu sinto algo tão forte aqui dentro é como se a Riniee estivesse por perto. -digo.

-Mas ela esta Serena ela ainda não foi embora. -diz ela.

-Você não entendeu Rei, talvez você não entenda afinal é algo meu, mas tudo bem. -digo.

-Serena, você sempre foi tão diferente. -como? -Sim, você estava sempre sorrindo e era a unica que nunca se abria quando tinha problemas, por que? -pergunta-me ela.

-Eu não entendi. -minto.

-Eu sempre achei que você fosse sonsa mas agora eu percebo que você nunca foi sonsa, você sempre estava um passo a frente, mas nem por isso se irritava com nós quando ficavamos bravas com você por estar sempre atrás. Você nos guiava não é? -pergunta-me ela.

-Como assim? -pergunto.

-Você sabe do qeu eu estou falando, você sempre estava um passo a frente de nós incluindo da Amy, não é? Mas nem por isso você tirava a chance dela de aprender a ter confiança em si mesma não é? E você não foi assim só com ela, você foi assim com todas nós comigo. Mas e o que nós fizemos por você? - Rei... ela esta chorando. -Você nos ofereceu a tua amizade, você nos observou de perto nos permitindo errar e aprender com os nossos erros e quando precisou de nós, te viramos as costas.

-Hino, fico feliz que tenha percebido os teus erros porém, a ferida ainda é muito grande e talvez demore um pouco para que eu tenha confiança em você como antes. -digo.

-Isso quer dizer... -começa ela.

-Sim quer dizer que eu te perdoo. -respondo.

-Ah, Serena obrigada... -diz ela abraçando-me.

-Rei você sabe por que a Riniee veio ao passao? -pergunto.

-Pra treinar. -diz ela.

-Rei, você não acha que o que está acontecendo entre Darien e eu não está alterando o futuro? Ela veio pra ca, para quem sabe salvar o mundo dela, eu duvido que o meu ego futuro tenha deixado ela vir. Na certa ela veio escondida correndo o risco de nunca mais ver seus pais de novo, mas sabendo que talvez seja a unica que possa fazer alguma coisa. -digo tentando não transparecer que a dor começou novamente.

-Mas o qu ela pode fazer? -eu sei o que ela pode fazer e ela também sabe... -Serena, o que houve?

-Eu... eu estou fraca. -digo com dificuldade.

-Sim mas isso é normal, você está se recuperando, mas afinal, o que você tem? -pergunta-me ela.

-... -respiro fundo, olho para o menino. -Eu vou morrer Rei, se eu não achar o meu filho ele e eu irmeos morrer. -digo.

-Mas e se ele já estever morto? -pergunta-me ela.

-Ele não está, senão eu estaria bem. -digo.

-Isso é imposivel, isso não pode acontecer. -diz ela chorando. -Não agora que você me perdoou Sere você não pode, você não merece morrer. -diz ela chorando.

-Rei... eu pre...ci...so en...con...trar o meu fi...lho. Po...por fa...vor, não con...te ao Da...ri...en o que eu dis...se e...le vai fi...car mu..i...to cha...te..a...do. -digo.

-Não Serena, ele vai morrar, se você morrer ele morre! -diz ela.

-Rei, is...so não é ver...da...de. -droga, o que está acontecendo... eu ainda tenho três semanas.

-Sere? Serena? SERENA? -a voz dela está tão longe.

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Engrassado, eu me acostumei a ver a Serena durante toda a semana e agora eu estou um dia longe dela e agora umas horas longe dela faz o meu coração se apertar, tive que sair correndo da Universidade para poder vê-la e comprovar que ela está bem.

-Darien... - ela estava chorando compulsivamente.

-Rei o qeu houve? -pergunto.

-A Serena, ela ta muito mal. -diz ela chorando. Kami por que eu não vim antes?

-O que ela tem? -pergunto.

-Ela desmaiou. -diz ela.

-Como? -pergunto. -O que aconteceu? -peqrgunto entrando correndo no quarto.

-Darien ela disse que... -ela esta morrendo eu sinto a cada minuto que passa sua energia mais fraca.

-Está morrendo... não há nada que eu possa fazer há? -pergunto olhando para Rei.

-Sim, encotre o filho de vocês. Ela acredita tanto que ele esta vivo que encontrando-o fará com que ela melhore. -diz ela.

-Você não acredita que nosso filho esteja vivo não é? -pergunto.

-Não. -diz ela. -Porém se ele estiver, ele pode salvá-la, ou melhor ambos podem se salvar por que eles estão morrendo, foi o que ela disse.

-Eu não posso perder meu filho e a mulher que amo, isso não é justo. -digo olhando-na.

-Darien, entenda, ele não esta vivo. -diz ela. -Serena apenas deseja de todo o coração ter o filho nos braços. -diz ela.

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Estava tudo escuro, a jovem estava com um pouco de medo, a ultima coisa que se lembrava era de estar na cama do hospital falando com Rei Hino.

-Mamãe... -ouve uma voz chorosa.

-Quem esta ai? -pergunta com medo.

-Mamãe, por favor, é seu neto! - de repente o local começa a clariar. -Papai! -e la estava ela, como há alguns anos, pedindo a seus pais que lhe entendessem.

-Não Serena, você não tem idéia do quanto desgraçou a nossa familia. -diz a mãe dela envergonhada. -O que eu direi as minhas amigas quando elas souberem de você?

-Mamãe, eu amo o Darien e ele me ama, este bebê é fruto do nosso amor. -diz a jovem chorando.

A jovem que revia a cena como um espectador sentiu um forte aperto no coração, pois ele começara a bater, pela primeira vez em anos sentiu que estava viva, as palavras de seu ego passado despertaram algo que estava a muito adormecido em seu ser. Ao ver a si mesma defendendo com unhas e dentes seu amor mesmo que contra seus proprios pais a jovem percebeu o quão vazia a vida tinha sido nestes ultimos anos.

-É, e onde ele esta agora? -pergunta seu pai duramente.

-Ele... -começa a jovem ainda chorando.

-Ele não está aqui não é? Você nem sabe se ele vai voltar! Ele vai acabar ficando por lá e te esquecendo. -diz a mãe dela. -Você é uma desgraça, sempre foi, vocÊ desonrrou o nome da familia! E agora como poderei sair nas ruas com uma filha que é mãe solteira e mais, uma filha de 16 anos.

-Mamãe... -começa a jovem.

-Amanhã iremos ao médico ver como podemos acabar com esse problema. -diz e mãe dela.

-Eu não tenho nem um problema. Eu estou gravida, do homem que eu amo e eu quero muito esse filho! -diz a jovem. -E não vou abortar.

-Não vai? É o que vamos ver! -diz o pai dela. -Va arrumar as suas coisas por que você vai pra casa dos teus tios.

A jovem que observava a tudo segue seu go passado até o seu quarto. Apesar de saber que isso era passado seu coração estava apertado e a vontade de chorar era imensa, ela se via chorando compulsivamente com os olhos vermelhos e inchados, arrumando a mala.

-Serena... não chore, eles são seus pais eles só querem o seu bem. -diz uma gata preta com uma lua crescente na testa.

-Eles querem me obrigar a matar o meu filho! Como quer que eu os entenda? -pergunta a jovem.

-Serena, eles são seus pais. -diz a gata.

-Eu não tenho pais, meus pais morreram, mamãe morreu para que eu pudesse viver, e o meu pai morreu antes que eu nascesse!

A jovem que observava tudo sabia exatamente de quem a menina falava, e quanto mais observava, mais seu coração se comprimia. Ela observou a menina enquanto o tempo passava, até que viu ela novamente discutindo com seus pais, porém agora estavam na cidade de Kyoto e a menina estava com a gravidez em estágio avançado.

-Mãe eu preciso falar com o Darien, eu preciso avisá-lo! -diz a jovem desepesperada.

-E o que você quer? Sabe o quanto custa uma ligação para os EUA? -pergunta a mãe dela brava?

-Você já não gastou tanto dinheiro enviando estas correspondencias? -pergunta o pai dela.

-Mas ele não respondeu. -diz ela.

-E não passou pela sua cabeça que ele queira este bebê tanto quanto nós o queremos? -pergunta a mãe dela.

-ISSO NÃO É VERDADE! O DARIEN ME AMA EL... -a jovem começa a sentir contrações.

A mulher que revia os aconteceimentos sabia que logo poderia ver o rosto do seu filho, pois foi nesse mesmo dia que ele nasceu, e pela primeira vez veria o rosto do seu filho, o verdadeiro rosto dele, uma vez que semrpe sonhara com ele como se ele fosse réplica do pai, e veria se seus pais mentiram-lhe quando disseram que ele nascera morto ou eles simplesmente tinham levado-no para um orfanato.

-Vos agrada o que veis? - de repente ela houve uma voz desconhecida, alguém que certamente estava fazendo com que ela relembrasse estes momentos.

-QUEM ESTÁ AI? -pergunta ela com medo.

-Não interessa quem sou e sim o que viestes ver. -diz a voz.

-E o que eu vim ver? -pergunta a jovem.

-Vós teins certeza que não sabeis? -pergunta a voz.

-Tenho, eu já passei por isso, não preciso rever! -diz ela.

-Estes anos de dor não puderam mudar-vos? Ainda pensais como criança. -diz a voz.

-E quem sois vós para julgar-me? Respodeis! -diz a jovem agora com o simbolo de lua crescente na testa. Porém não obteve resposta e as cenas voltaram.

-Kenji, é nossa filha... -dizia a mulher ao marido enquanto olhava para o berçário, onde havia apenas um bebê, de cabelinhos pretinhos e olhinhos azuis como os da mãe.

-Eu sei Ikuko, e eu quero muito que ela seja feliz. -disse seu esposo.

-Kenji ela vai nos odiar. -diz a mulher.

-Eu prefiro correr o risco de ser odiado pela minha filha ao vê-la sem futuro, um dia quem sabe possamos devolvê-lo. -diz homem.

-Kenji...

-É pelo bem dela Ikuko...

A jovem sentiu a tristeza dos dois ela não conseguia odiá-los como jurou fazer se descobrisse que seu filho estava vivo. "Eles fizeram isso pelo meu bem... eu sei que eles erraram, ams eles fizeram pelo meu bem, eles me deram de certa forma a oportunidade de ter um futuro, mesmo que eu os odiasse para sempre."

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-Serena... -droga, eu não posso suportar perdê-la. Não dá eu a amo tanto que não consigo imaginar minha vida sem ela.

-Darien... - ela acordou, graças aos Deuses.

-Serena.. -abraço-a como se quizesse comprovar que ela esta bem e afastar o medo de perdê-la ao menos por hora.

-D-da-r-ri-e-en. -diz ela com dificuldade... -E-eu p-pr-pre-c-ci-s-so, e-eu p-pr-pre-c-cis-so v-ver m-me-u-us p-pa-i-is. P-po-por f-fa v-vo-vor.

-Sim, eu vou atras deles. -digo.

-R-ra-p-pi-d-do p-po-por f-

-M-ma-m-ma... -Willy? Droga ele esta muito agitado.

-William! -corro até ele ew me parte o coração o que vejo, ele está lutando por ar, ele está tão mal quanto ela, e os médicos não sabem o que ele tem.

-D-da-r-ri-e-en... -Serena... William... o que eu faço, por favor, eu preciso de ajuda... -D-da-r-ri-e-en l-li-g-ga p-pr-pra m-mi-n-nh-nha c-ca-s-sa m-mm-ma-m-mu-cha sa-sa-be o que fa-fa-z-zer.

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Dlin Dlon! - Uma senhora de longos cabelos prateados presos em ondango tocava a campainha de uma casa em Minatto.

-Sim? Q-qu-que-quem é você? -a senhora de cabelos azuis que abrira a porta espanta-se ao ver uma mulher identica a sua filha porém de cabelos prateados ao invés de dourados como ouro.

-Sois a senhora Tsukino? -pergunta a de cabelos prateados.

-Sim e você quem é? -pergunta a de cabelos azuis.

-Sou Serenity, filha legitima da deusa Selene. -diz Serenity.

-E quer que eu acredite nisso? -pergunta a de cabelos azuis.

-Sim Ikuko, acreditastes quando fostes mais jovem. -disse Serenity. -Por que não o fazeis agora?

-Co-como sabe? -pergunta a mulher.

-Ikuko,observo-te há muito ou achais que não ficaria perto da segunda mãe da minha filha? -pergunta Serenity.

-Como assim? -pergunta Ikuko.

-Serenity minha filha que eu enviei a esta era e nasceu como vossa filha Serena. -Ikuko fica chocada.

-Isso só pode ser piada. -diz ela.

-Não é nenhuma piada e agora ela esta morrendo por vossa causa. -diz Serenity.

-Claro que é, faz tempo que eu não vejo minha filha. -diz Ikuko.

-É exatamente por isso que vim aqui, Serenity quer ver-vos. -diz Serenity.

-Você já esta me vendo. -diz Ikuko.

-Eu, não, a princesa Serenity. -diz a rainha.

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Faz tempo que Darien ligou para mamucha, temo que não possa ver mamãe e papai novamente, Darien teve que ir para casa, mas logo regressará, Rei foi atras das meninas eu preciso libertar a todos das dores que minhas magoas causaram, eu estou morrendo e não quero deixar sofrimento. "Filho querido me perdoe por não te achar"

-Serenity...

-Mamãe...