5ª parte da série 'Papai'. Espero que gostem

BLEACH não me pertence.


Papai Pt: V Trabalho em Dobro

"Ichigo! Você poderia segurar o Kaien por um minuto?"

Ichigo colocou a cabeça fora do quarto de Kaien e resmungou, revirando os olhos. Soltando a bolsa de fraldas que segurava, ele caminhou até a sala e gentilmente pegou o bebê dos braços de Rukia. Ela sorriu e foi até o banheiro; o bebê, agora a apenas um mês de nascer, resolveu sentar sobre a bexiga de Rukia essa manhã, por isso ela tinha usado o banheiro durante o dia inteiro.

Kaien começou a murmurar palavras sem sentido enquanto Ichigo andava com ele em seus braços para o pequeno quarto, colocando-o sobre o trocador.

Ele começou a tirar as roupas molhadas do bebê e as jogou na cesta.

"Ahh! Você fede, bebê!"

Kaien riu, balançando suas pernas, dificultando o trabalho de Ichigo de tirar a fralda dele.

Ichigo sorriu e segurou um dos pés de Kaien, assoprando com força nele, fazendo um som engraçado. Kaien riu alto e Ichigo aproveitou o momento para tirar a fralda. Sorriu e dobrou a fralda, jogando-a no cesto de lixo antes de limpar o bebê e colocar uma nova fralda.

"O que você deveria vestir? Hãã... algo que faria Tio Byakuya rir, huh?"

Kaien apenas sorriu ainda balançando as pernas.

Ichigo procurou entre as roupas de Kaien antes de tirar da gaveta um macacão jeans azul marinho e uma camiseta laranja que se prendia entre as pernas do bebê. Kaien tinha muitos macacões porque ele gostava de arrancar suas calças e atira-las longe.

Depois de lutar bravamente para colocar um par de meias em Kaien, Ichigo finalmente desistiu e as colocou ao lado dos sapatinhos fofos na bolsa de fraldas.

"Vamos lá, fedorento."

Kaien continuou a murmurar enquanto Ichigo o pegou nos braços e beijou sua pequena cabeça antes de sair do quarto, apenas para voltar segundos depois para pegar a bolsa que havia esquecido.

Quando foi até a sala, Rukia estava sentada no sofá com as mãos sobre sua barriga. Ichigo sorriu e foi até ela, segurando sua mão e a ajudando a ficar de pé.

"Tem certeza de que você ainda cabe no carro?" Ichigo a provocou, sabendo muito bem que ela não poderia fazer nada com ele se ela quisesse; seu pequeno porte e o peso de oito meses de gravidez estavam se mostrando um desafio para andar.

Rukia o encarou. Ichigo se encolheu e pegou uma blusa, colocando-a sobre os ombros dela, antes de abrir a porta e a levar para fora. Uma vez que ela lutava consigo mesma para chegar ao carro, Ichigo abriu a porta traseira e colocou Kaien na cadeirinha, checando duas vezes se ele estava seguro o bastante.

Com Kaien sentado no banco de trás, Ichigo fechou a porta e deu a volta no carro, entrando e se sentando.

"Eu estou assim tão gorda?" Rukia perguntou, mirando sua enorme barriga.

Ichigo se inclinou e beijou sua barriga, colocando sua cabeça ali por uns instantes para sentir o bebê chutar.

"Se eu não soubesse, eu poderia jurar que você está carregando gêmeos. Mas o teste que meu pai fez pôs isso fora de questão." Ichigo disse dirigindo o carro.

O prédio deles não era um daqueles que tinham uns três andares e uns cinco apartamentos. Na verdade, era uma espécie de hotel dividido em dois; eles moravam em um dos lados e, atualmente, ninguém morava do outro. Havia no apartamento três quartos e o tamanho do jardim era o suficiente para Kaien brincar, então Ichigo foi em frente e comprou-o, dizendo que, se eles tivessem mais filhos, eles poderiam dividir os quartos.

O prédio era em um quarteirão com muitas outras casas parecidas. Diferente das outras cidades, havia muitas árvores entre as casas e todos os jardins estavam bem cuidados. Era uma boa vizinhança para criar seus filhos. E havia uma escola perto, o que era mais uma coisa.

Agora, Ichigo, Rukia e Kaien iam visitar Byakuya e Renji, que estavam na loja de Urahara. Logo que Rukia ouviu que os dois ficariam por uma semana lá, ela decidiu que queria visitá-los. E, é claro, ela queria trazer Kaien, e Ichigo também tinha de ir, então, ela fez toda a família sair de casa.

"Seu irmão vai me esmagar em pedacinhos." Ichigo resmungou, virando o carro para a loja de Urahara.

"Bom, eu espero que ele não faça isso. Eu não planejo cuidar de dois bebês sozinha." Rukia disse, sorrindo quando virava para o banco de trás, tocando o pequeno pé de Kaien. Ele riu e puxou o pé de volta, segurando-o com as mãos e colocando-o na boca. Seus olhos violeta brilhavam felizes enquanto sacudia seus dedinhos para Rukia.

Ichigo desligou o carro enquanto Kaien dizia coisas sem sentido. Depois de ajudar Rukia a sair, ele abriu a porta traseira e começou a soltar Kaien.

Para o bebê feliz que era, Kaien gostava muito da sua cadeirinha, e quando foi tirado dela, começou a chorar. Então, enquanto Ichigo fechava a porta com uma das mãos, levava a bolsa no ombro tentando não derruba-la, e na outra mão segurava Kaien, ele estava prestes a chorar, o que Kaien já fazia o suficiente para os dois.

Renji abriu a porta e quase riu ao ver Ichigo, um cara com o nível de um capitão, sobrecarregado com uma bolsa de fraldas e um bebê.

"Ah, cala a boca e segura um pouco o Kaien, certo?" Ichigo resmungou. Renji apenas rui e tirou Kaien dos braços dele. O bebê começou a chorar mais alto no segundo em que foi tirado dos braços fortes do pai e logo Urahara e Byakuya saíram para ver quem possuía um pulmão tão potente para gritar tão alto.

"Vejo que ele puxou a você, Kurosaki," disse Urahara rindo.

Ichigo o ignorou e começou a fuçar na bolsa de fraldas, finalmente tirando de lá os sapatos e meias de Kaien.

Pegou Kaien dos braços de Renji em cima da mesa, colocando rapidamente as meias e o tênis no bebê enquanto ele estava ocupado chorando e não tentando tirar as coisas felpudas de seus pés.

Depois Ichigo pegou Kaien nos braços; o menor dos dois parou de chorar.

Ichigo olhou em volta e percebeu que Rukia havia ido novamente ao banheiro.

Então... ele foi deixado sozinho com três maníacos e insanos Shinigamis.

Pelo menos ele tinha um bebê para usar como escudo.


"Desde que você soube o sexo do bebê, você já decidiu qual nome dar a ele?" Renji perguntou, sorrindo enquanto Ichigo lutava contra uma banana. Rukia era muito melhor em dar comida a Kaien, mas desde que ela ficou enorme pela gravidez e tinha problemas até em segurar Kaien, Ichigo teve de cuidar de todo o trabalho por si mesmo.

Mas dar bananas a Kaien era difícil.

Ele continuava a cuspir toda a fruta, então Ichigo tinha de limpar seu rosto e tentar novamente. Foram três tentativas para dar apenas uma colher ao bebê. Ele desejava que Rukia ainda pudesse amamentar Kaien, mas ela teve de parar quando descobriu que estava grávida de novo.

Ele não tinha exatamente certezade como ela havia engravidado enquanto ainda amamentava...

"É, nós já decidimos o nome." Rukia respondeu, sorrindo.

"Bom, então qual é?" Renji perguntou, agora curioso. Ele era o que mais conversava, já que ele era mais próximo a Ichigo e Rukia do que Byakuya ou Urahara, que nem na sala estava; ele teve de ir fazer algo que envolvia Ururu e Jinta.

"Não podemos contar a você." Ichigo disse, gemendo quando Kaien cuspiu mais banana nele.

"O quê?" disse Renji, incrédulo.

Ichigo podia jurar que Renji havia tomado café demais...

Rukia deu um tapinha na barriga de Ichigo, o encarando.

"Nós vamos dar o nome de Masaki Hisana."

Ichigo pode ver a reação de Byakuya à menção do nome de sua falecida esposa.

"Nós pensamos ser adequado, já que Kaien ganhou o mesmo nome de duas pessoas muito importantes. Na verdade, decidimos que, se fosse um menino, daríamos o nome de Byakuya Willian Kurosaki," disse Rukia, trocando de posição no sofá para uma mais confortável.

"Vocês iam dar a ele o mesmo nome que eu?" Byakuya perguntou, virando o rosto para olhar a irmã, o que fazia pela primeira vez essa noite. Ela sorriu e assentiu, inconscientemente acariciando sua barriga para acalmar o bebê. Ela estava chutando de novo.

"Sim, nós- " Rukia parou, quando sentiu uma imensa dor e cerrou os dentes. Ichigo estava ao seu lado instantaneamente.

"Você está bem? O bebê não está vindo, está?"

"Não, ela apenas está chutando bem forte. Isso dói," Rukia disse, respirando fundo. "Ah Deus, como dói..."

"Devo chamar meu pai?" Ichigo perguntou, ajudando Rukia a se sentar corretamente. Renji e Byakuya estavam ao seu lado também.

Ela sacudiu a cabeça.

"Eu ficarei bem. Ichigo, ela chuta tão forte quanto você!" Rukia exclamou, escorregando no sofá. Ichigo a segurou com sua mão livre, entregando Kaien a Byakuya com a outra. Gentilmente ele pôs Rukia na posição correta novamente, colocando a mão sobre sua barriga.

"Engraçado. Eu não sinto o bebê chutar. Rukia, eu realmente acho que deveria chamar meu pai." Ichigo disse, preocupado agora. A dor piorava lentamente e quando ela colocou sua mão sobre a de Ichigo, ela não pôde sentir o bebê chutar como sempre pôde, mesmo quando sua mão estava sobre outra.

"A-acho que se-seria uma-a boa i-idéia." Rukia sussurrou.

"Apenas... respire como se tivesse em trabalho de parto. Isso pode ajudar com a dor. Volto num instante." Disse Ichigo, beijando a testa de sua mulher antes de correr para o telefone. Ele discou com as mãos trêmulas e tinha quase certeza de ter discado o número errado até que seu pai atendeu ao telefone com seu comprimento usual.

"Hey!"

"Pai, acho que tem algo errado," a preocupação em sua voz escorrendo através do telefone. Isshin ficou sério instantaneamente.

"Errado com o quê? O bebê?"

"É. Uns segundos atrás, Rukia disse que sentiu como se o bebê estivesse chutando forte, mas agora ela está com muitas dores..."

"A bolsa dela estourou?" Isshin perguntou, o modo "doutor experiente" ligado.

"Ainda não. Pai, por favor..."

"Já estou indo. Você está em casa?"

"Não, estou na loja do Urahara."

"Estou aí em um segundo."

Ichigo desligou e correu de volta a sala de estar. Kaien chorava nos braços de Byakuya e quando o pequeno viu Ichigo, logo estendeu os braços e não parou de gritar até que Ichigo o pegou no colo, passando uma das mãos na pequenina cabeça de cabelos laranjas. Kaien encostou sua cabeça no ombro do pai, colocando um dos dedos na boca, piscando as lágrimas.

Ichigo foi até Rukia e tirou os fios sedosos de seu rosto, dando a ela um sorriso encorajador.

"Meu pai vai chegar em um minuto. Vai ficar tudo bem, OK?"

Rukia assentiu a ele, respirando fundo de novo. Ichigo segurou a mão de Rukia entre a sua que estava livre. Kaien se esticava, tentando chegar até Rukia, começando a choramingar novamente. Ichigo o colocou em seu joelho, para que assim ele encostasse sua cabeça no braço de Rukia.

Byakuya, Renji e Ichigo estavam todos sentados na ponta das cadeiras, recuando toda a vez em que Rukia gritava de dor. Quando Isshin apareceu na porta, todos respiraram de alívio e Ichigo o levou até Rukia.

"Rukia, você está se sentindo bem?"

"Na-não e-exatamente..." Rukia gaguejou, se encolhendo e fazendo Kaien chorar de novo quando uma nova onda de dor a atacou. "Co-costumava pare-recer como se o bebê es-estivesse chutando, ma-mas agora, parecem ma-mais co-com contrações."

"Sua bolsa estourou?" Isshin perguntou, rapidamente a examinando. No segundo em que as palavras foram ditas, Rukia soltou o grito mais alto que já dera até então e agarrou a mão de Ichigo fortemente. Olhando para Byakuya, Ichigo apontou para Kaien. Byakuya assentiu e pegou o bebê, assim ele não cairia nem ficaria no caminho. Kaien chorou em protesto, mas deixou ser levado.

"Ta-talvez... Não tenho ce-certeza." Rukia disse.

"Rukia, você quer ir ao hospital?"

Rukia negou com a cabeça.

"Estávamos planejando u-um parto ca-caseiro."

"Bom, então, terei de faze-lo eu mesmo." Isshin disse, colocando um par de luvas. Ele rapidamente tirou todos do caminho e levantou devagar as pernas de Rukia, colocando um lençol por cima, por privacidade. Renji se virou e andou até a parede; ele não estava muito a fim de ser uma testemunha de um parto caseiro na sala de estar de Urahara.

"Rukia, sua bolsa está intacta, mas não acho que fique assim por muito tempo. Logo você vai sentir como se quisesse empurrar, mas não faça isso. È cedo demais e eu quero esperar mais um pouco para ter certeza de que não é um 'falso' parto, OK?"

Rukia não podia fazer nada, mas assentiu. Ichigo segurou firme em sua mão, enquanto ficava atrás dela, a deixando apoiar a cabeça em seu peito. Quando ela chorava de dor, Kaien chorava mais alto querendo sua mãe com ele. Byakuya fazia seu melhor par conforta-lo, mas não estava funcionando. Ichigo olhou ao redor e podia dizes que Kaien estava sonolento; ele nunca havia ficado tão mal-humorado antes.

"Rukia, eu bem rápido acalmar Kaien, OK?"

Rukia assentiu, respirando fundo novamente. Ichigo se levantou e foi até Byakuya, segurando o bebê chorão. Kaien continuava a chorar, mas não tão alto. Sussurrando baixinho ao bebê, Ichigo saiu da outra sala, fechando a porta atrás de si. Se você apurasse os ouvidos, poderia ouvir a voz rouca de Ichigo cantando docemente, ou o mais docemente que conseguia, para Kaien.

"Rukia, temo que essas sejam contrações reais. Você vai ter um parto em algumas horas, então tem apenas duas escolhas. Já que o bebê vai nascer prematuro, seria melhor ir a um hospital, mas, assim que a bolsa estourar, será tarde demais para parar o parto. Então, sua primeira opção é tentar te levar ao hospital antes que isso ocorra. Sua segunda opção, já que o bebê é apenas um pouco prematuro e deve estar perfeitamente bem, seria tê-lo aqui mesmo. Se o problema se agravar ou o bebê não estiver bem, podemos leva-lo ao hospital." Isshin explicou, sentando-se ao lado de Rukia.

"Você não é um médico?" ela perguntou, levantando o olhar bem quando Ichigo entrava na sala.

Quando Isshin assentiu, Ichigo passou o adormecido Kaien a Byakuya e foi até Rukia, segurando sua mão.

"O que está acontecendo?" perguntou.

"Rukia está em trabalho de parto. E sim, eu sou um médico, mas temo que não tenha os medicamentos corretos para tentar e parar o par-"

"Ai Deus, acho que minha bolsa acabou de estourar."

E foi o começo da loucura.

Isshin ativou seu modo "doutos completo" novamente e expulsou renji e Byakuya da sala, deixando apenas Ichigo ficar. Depois de checar se a bolsa tinha realmente se rompido, ele começou os preparativos para o parto.


Duas horas depois, no dia 23 de dezembro às 15:30, Masaki Hisana Kurosaki veio ao mundo pesando 3 quilos e 180 gramas. Isshin a havia enrolado em uma coberta macia que Renji havia pegado da loja de Urahara, e a entregou a Rukia, que agora estava sentada, cansada, mas feliz.

"Bom, ela parece saudável, respirando bem e se movendo. Isso é bom. Mas ela continua necessitando de uma visita ao hospital, assim poderemos examina-a corretamente e vocês podem pegar a certidão também."

Ichigo concordou, seus olhos grudados em seu novo bebê. Todos estavam amontoados ao redor, até Urahara, que havia voltado do que ele estava fazendo.

"Ela se parece com você," Renji disse a Rukia, que sorriu. Rukia estava grata por Masaki não ter nascido com seus cabelos laranjas; na verdade, ela havia herdado a cor de seus cabelos. E seus olhos também. Mas sua personalidade lembrava muito Ichigo.

Rukia percebeu isso no instante em que o novo bebê começou a chorar.

É. Se parecia muito com Ichigo.

"Ichigo, coloque Kaien na cadeirinha e leve Rukia e o bebê para o hospital. Eu seguirei vocês. E..." ele olhou questionador para Renji e Byakuya.

"Eu quero estar lá ao lado de minha irmã." Disse Byakuya. Renji concordou e Ichigo pegou Kaien de Byakuya prendendo-o na cadeirinha dentro do carro, antes de pegar Rukia no colo, colocando-a no carro, desconfiando de que ela pudesse andar depois do parto.

Uma vez que todos estavam no hospital e Kaien estava acordado de novo, Rukia estava em uma cama sendo cuidada enquanto Masaki era levada a UTI Neonatal.

"Precisamos fazer a certidão de nascimento." Disse uma das enfermeiras, sorrindo ao andar até Ichigo e Rukia. Ichigo assentiu e começou a preencher tudo o que sabia, consultando o médico sobre algumas coisas e perguntando o peso exato do bebê, já que não puderam medir com exatidão usando uma balança comum.

Mais tarde, Rukia pediu a ele que fosse checar Masaki.

Ele foi até a UTI, sabendo que encontraria com Renji e Byakuya com Kaien olhando o bebê como Rukia havia pedido. Eles tinham de estar do lado de fora, já que não eram parentes diretos, mas verificavam se Masaki estava bem.

Enquanto olhava Ichigo entrar, depois de pegar Kaien, andar até o berço de Masaki e sorrir para ela, Byakuya decidiu que talvez Ichigo fosse bom o bastante para sua irmã.

Talvez.


Ah, desculpaaa, gomen, sorry, pardon!!

Postei tarde hoje, porque passei o dia na Liberdade O/ ÊÊÊÊ!! Me esbaldei. Até comprei um chaveirinho da espada do Ichigo na forma de bankai! Tããão legal!

E hoje só vim postar o capítulo, porque está trovejando e estou morrendo de medo que queime meu PC ou coisa do tipo. Comentários amanhã então, Ok ; ) E se houver algum erro ortográfico na fic não me matem, corrigirei assim que puder.

Então, obrigada por lerem!

Já nê O/