Amor de Meia-Noite

Tradução (autorizada) da fic "Amor de Medianoche" (reeditada)

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Autora: Lady Verónica Black

Tradutora: Inna Puchkin Ievitich

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Capítulo Quatro

Hermione sentou-se à mesa da pequena cozinha, com o olhar concentrado no prato de sopa que tinha diante de si. Levava meia hora morrendo de fome, antes que terminasse de tomar banho e recompor-se um pouco, mas acabava de perder o apetite no mesmo instante que sentou-se frente a Harry.

Era intensamente consciente de que estava a sós com um homem que não conhecia, que nunca vira em sua vida. Ou, ao menos, acreditava que nunca o tinha visto antes, corrigiu-se. Havia se esforçado para recordar o que tinha lhe sucedido, mas cada vez que tentava a dor de cabeça se fazia insuportável. Observou Harry enquanto comia, assombrada tanto com o seu apetite quanto pela tranqüilidade com a qual aceitava aquela situação, como se constantemente encontrasse mulheres desconhecidas no escuro de sua porta. O que, considerando seu aspecto, poderia ser muito bem o caso...

- Obrigado pela roupa e por... eh... As outras coisas que me comprou no povoado. - disse-lhe, agradecida pelas botas, as calças e as camisetas que trouxera para ela. Ainda não as havia provado, mas lhe pareciam ser de seu tamanho. Harry também lhe comprara alguns artigos pessoais que incluíam, para sua manifesta vergonha, roupa íntima e objetos de toucador. - Por favor, certifique-se de guardar as faturas para que eu possa devolver o dinheiro que gastou.

Harry tomou um longo trago para, em seguida, deixar o copo de vidro sobre a mesa de um golpe seco.

- Isso vai ser difícil, já que eu roubei a maior parte.

Hermione olhou-o incrédula, enquanto tentava não engasgar-se com a comida.

- O que você fez?

Ele encarou-a com a mesma paciência com a qual um pai olha seu filho, quando este lhe pergunta "por que o céu é azul?"

- Não podia comprar objetos e roupas de mulher sem levantar suspeitas naquela gente. Pinewood é um povoado pequeno. Todo mundo me conhece e sabe que vivo sozinho. Como não quero que as pessoas pensem que adquiri algum tipo de costume incomum em mim, pensei que seria melhor ser discreto com o tema.

- Roubar é algo discreto para você?

- Não... só é algo necessário. Se isto faz com que você se sinta melhor, deslizei alguns bilhetes pelo mostrador do mercado. Judy os encontrará e, como é dona da loja, os guardará no bolso.

"Um truque honesto" , pensou Hermione. Isso deveria tê-la consolado, porém apenas conseguiu avivar a ardente sensação que levava dentro de si. Apesar de seu incômodo, estava encantada com a roupa e os demais artigos. O fato de possuí-los, embora fossem umas poucas coisas, dava-lhe um certo sentido de identidade. Além do suéter, da camisa e da saia que vestia quando Harry a encontrou, os quais ele havia lavado e colocado para secar, não tinha nada seu. Inclusive os sapatos havia perdido durante a tempestade.

Também estava agradecida pelas meias que ele havia-lhe proporcionado. Eram demasiado grandes, mas suaves e cálidas, como a roupa íntima e a camisa que também lhe emprestara... e que eram dele também. De novo, o estômago se encolheu ante esse pensamento.

- Judy é sua amiga? – perguntou-lhe com cautela.

Harry deu de ombros enquanto tomava a última colherada de sopa.

- É uma pergunta muito pessoal? - voltou a inquirir ela.

Harry limitou-se a encará-la, erguendo uma sobrancelha.

Hermione levantou-se e ergueu o queixo no ar, irritada pelos obstáculos que ele estava pondo à suas perguntas.

- Esta é uma situação bastante delicada, Harry. Estou em sua casa, vestindo sua roupa... creio que deveria estar preparada para enfrentar a possibilidade de que uma namorada ciumenta irrompa de um momento a outro na cabana, atirando a porta abaixo pelos ciúmes.

- Ah! – exclamou, enquanto mastigava lentamente um pedaço de pão, pensando em suas palavras. - Crê que Judy se irritará se ficar a par que tomamos banho juntos?

- Não nos tomamos banho JUNTOS, Harry!

- Ah, não? Vá lá... Então... como se chama quando duas pessoas estão sem roupa, sob a água, e lavando-se com sabonete?

- Não foi assim e você sabe. - sabia que ele estava brincando com ela e, com raiva, segurou o garfo mais forte que o devido. - Pode ser que você ache divertida minha ansiedade, mas eu a acho extremamente incômoda, Harry.

- Hermione… Judy tem oitenta e quatro anos e faltam-lhe os dentes. - fez um grande esforço para não rir da cara da garota ante a notícia. - Realmente envergonha você que eu a tenha visto nua?

Hermione esteve a ponto de engasgar-se com a comida outra vez. Como esse homem podia mostrar-se tão indiferente com esses assuntos?

- Banhar-se com um desconhecido pode ser que seja, para você, um fato divertido e cotidiano, mas asseguro-o que para mim não o é!

- Pois eu o acho extremamente excitante. – sorriu, o de olhos verdes.

- Você sabe o que quero dizer... - repôs ela, ruborizada. - Eu não tomo banho com desconhecidos.

- Bom, você não pode estar segura disso, não? - Harry deixou de sorrir. - A não ser que tenha recordado algo e não me contou.

Ali estava outra vez esse olhar de desconfiança. Uma imperceptível tensão em sua voz e em seus lábios. E em seus olhos, um indubitável brilho de frieza e receio. Hermione tinha a inexplicável sensação de que qualquer que se interpusesse no caminho desse homem correria um sério perigo.

- Não lembro nada, Harry. Oxalá pudesse fazê-lo. Eu poderia ser uma mecânica de carros tanto quanto uma neurocirurgiã, e a verdade não sei, não me recordo de nada. Mas seja lá o que for, eu não sou assim, quero dizer... não dessas que... eu... não sou...

- Uma garota fácil de seduzir?

- Exato. – ruborizou-se de forma furiosa.

- Linda sorte a minha. - suspirou Harry. - Uma bela e sexy mulher em meus braços e não posso fazer nada a respeito.

Hermione ergueu-se, tensa, e baixou o olhar para seu prato.

- Não zombe de mim dessa forma. - disse, em voz baixa.

- De que forma?

- Não sou bela e muito menos sexy.

"Ela deve estar de brincadeira... ou não?" pensou Harry, enquanto a observava. Sua melena castanha caía em preciosas ondas ao redor de seu rosto, de formato de coração, e mechas douradas emolduravam suas suaves e delicadas feições, dando a seus enormes e doces olhos mel um grande contraste. Conhecia muitas mulheres que seriam capazes de matar por uns cílios tão longos e uma pele suave como a sua. Por que Hermione não podia acreditar-se atraente?

Enquanto comia, estudou-a detidamente por uns momentos. Ruborizada, Hermione mantinha tensos os ombros e evitava cuidadosamente não olha-lo. Era estranho, mas Harry não podia recordar quando fora a última vez que viu ruborizar-se uma mulher por tão somente observa-la.

- Então, o que você pensa? - perguntou ele, afastando-se para trás em sua cadeira. - Que tipo de pessoa crê que era... ou que é?

- Não sei. - respondeu, e Harry detectou a angústia em seus olhos.

- Uma secretária, quem sabe? Que mantém uma aventura com seu chefe, quem, por sua vez, tenta desfazer-se de você antes que sua esposa o descubra?

- Mas é claro que não! - seus olhos desprendiam fogo. - Jamais teria uma aventura com um homem casado.

- Uma dona de casa, então? - continuou Harry. - Com quatro filhos e casada com um respeitável senhor, mais velho vinte anos?

- Não tenho nem marido nem filhos. - respondeu, apertando os lábios.

- Como sabe?

- Simplesmente sei.

"Sabe?", perguntou-se Harry. Acaso estava-lhe ocultado algo? Ou tudo era uma mentira desde o princípio? Parecia tão condenadamente inocente. Se era uma agente, realmente era muito, muito boa. E se estava mentindo, descobriria. Isso era algo do qual estava seguro.

- De acordo. - Harry empurrou seu prato vazio para um lado e olhou-a nos olhos. - Então, o que é que sabemos sobre você?

- Não entendo a que se refere.

Harry olhou-a, obrigando-se a concentrar-se nos fatos e não na forma de seus rosáceos lábios ao falar.

- Bom, para começar, sua idade. Calculo que tenha uns vinte e quatro anos ou vinte e cinco anos. Criou-se na Inglaterra, mas mudou-se, ainda pequena, para Los Angeles. É prática e eficiente, e com bons modos.

- Como é possível que tenha averiguado tudo isso sobre mim?

- Sua forma de falar, a maneira como se move, a roupa que usava...

- O que há com minha roupa?

- Não é de nenhuma marca conhecida, nem de estilista. Simples e conservadora.

- Simples e conservadora? - disse a morena, olhando-o seriamente, com o cenho franzido.

"O que ocorre com esta mulher?", perguntou-se Harry, contrariado. Havia-lhe dito o quão bela e sexy era e ela o negara rotundamente, tomando-o por mentiroso; agora dizia-lhe que sua roupa era conservadora e simples, e voltava a ofender-se.

- Era apenas uma observação - disse, com tom cansado -, não um preconceito.

- E que outras observações você tem para me fazer, senhor Holmes?

Hermione cravou o garfo num pedaço de carne de seu prato, e Harry teve a inconfundível sensação de que ela havia desejado crava-lo no peito dele.

- Bom, para continuar, você não tem aspecto de ser mecânica de carros ou neurocirurgiã.

- Ah? E como sabe disso? - inquiriu, arqueando uma sobrancelha.

- Por suas mãos.

- Minhas mãos?

- As mãos dizem muito de uma pessoa. As suas não falam de trabalho físico. Sua pele é suave, está acostumada a cuidar das unhas, e agora mesmo tem algumas quebradas, mas com resto de esmalte. Creio que se esforçou para agarrar-se em algo, talvez rochas ou uma árvore. Muito provavelmente você caiu, e golpeou a cabeça. Mas há uma ligeira aspereza no dedo indicador direito, o que significa que está acostumada a escrever bastante em sua vida diária. Ademais, há uma pequena cicatriz na polpa do mesmo dedo que me chamou a atenção, já que é antiga porém com feridas similares em seus arredores, e, pelo tipo do talho destas, pouco profundo e limpo; diria que é por algum corte de papel, o que deve significar que você trabalha ao redor de muitos documentos, ou livros. O que seria bastante lógico, já que seu vocabulário é extenso e preciso, sinal de uma grande fixação pela leitura e seu bom nível acadêmico.

Por uns momentos a mulher fitou-o atônita, intentando que sua cabeça processasse toda a informação que havia deduzido o homem, em somente observar suas mãos.

- Parece mais um detetive do que um agente de seguros. - murmurou Hermione, intrigada por suas observações.

Deixou de um lado do prato os talheres, pensando, com expressão sombria, que Harry estava certo. Aparte os raspões que tinha nas palmas das mãos e nos joelhos, sua pele era lisa e suave, e seus dedos eram finos e longos. Olhou as unhas quebradas, tentando imaginar que tipo de acidente poderia ter sofrido...

A martelada que torturava-lhe o cérebro começou de novo. De repente, a visão de suas mãos perdeu nitidez, e o aposento e seu ambiente esfumava-se rapidamente.

"Estava escuro, muito escuro, tudo era negro... fazia muito frio... A chuva fustigava-lhe a cara e não lhe deixava ver com claridade... a roupa grudava-se ao corpo... suas mãos tremiam... já não via suas mãos, se não as de outra pessoa... As mãos de um homem, agarrando-a... tentando empurra-la... Ela o mordia, cravando-lhe os dentes na carne sob o polegar... sentia o sabor de sangue em sua boca, o homem furioso gritava-lhe e empurrava-lhe... Ela caía de costas lentamente no vazio... Mate-a se é necessário... Mate-a... Mate-a... Mate-a...!"

Hermione sentia-se como se um pedaço de aço pressionasse-lhe o peito. Não podia respirar, nem tampouco pensar. Fechou os olhos, aterrorizada tanto por suas recordações como pelo que não podia recordar. Sentia-se constrangida por sentimentos que não podia compreender: traição, pânico, horror... Gritou, aterrada, quando duas grandes mãos agarraram-na pelos ombros com força.

- Hermione!

Tremendo, a jovem abriu os olhos e encontrou-se com o olhar preocupado de Harry.

- Eu o mordi na mão. - sussurrou, prisioneira do pânico. - Queria matar-me.

- Quem, Hermione? - ele ajoelhou-se a seu lado, tentando tranqüilizá-la.

- Estava tão furioso... - Hermione ouvia em sua cabeça, e com perfeita clareza, a voz daquele homem furioso, fora de controle, que queria mata-la.

- Diga-me seu nome, sua descrição... - pediu-lhe, apertando-a com mais força nos braços.

Hermione abriu a boca para responder... mas nenhuma palavra saía de seus lábios. Não lembrava de nenhum rosto, nenhum nome. Era apenas uma voz sem corpo. Nesse momento, ouviu-se um som proveniente da porta traseira da cozinha. Hermione gritou, assustada, e lançou-se nos braços de Harry.

- Não ocorre nada. - abraçou-a, por um momento, e depois levantou-se. - É Wolf.

Abriu a porta e entrou o lobo, jorrando água e sacudindo-se. A jovem abriu muito os olhos ao ver que o animal trazia algo na boca, e quando aproximou-se dela, encolheu-se de medo. Agitando a cauda, Wolf deixou cair um escuro e empapado objeto aos pés de Hermione, que fechou os olhos, não suportava a idéia de pensar no que podia chegar a ser isso.

- Hermione... - disse-lhe Harry, com tom suave. - Abra os olhos, por favor.

A jovem negou com a cabeça, enquanto ocultava seu rosto no peito de Harry.

- Vamos, preciosa, não passa nada, abra-os.

Quando o fez, viu, assombrada, que se tratava de um sapato negro de mulher. Seu sapato.

Pela mente deles só havia dúvidas, perguntas sem respostas. Ela, sem saber quem era, sentindo-se perdida em sentimento e recordações que não compreendia. Ele encontrava-se num dilema: a quem seguir... seu instinto, a lógica ou seu coração?

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Nota da Tradutora:

E chegamos ao quarto capítulo de Amor de Meia-Noite...

Como de praxe, em nome da autora e do meu, agradeço a todos que acompanham a fic, especialmente aos leitores que deixaram review: Pink Potter (Hermione é uma garota esperta. Afinal, que mulher, no seu juízo perfeito, não iria querer um Harry assim para marido, hm? ;-) Beijos e até a próxima atualização – que espero não demore.); Giselle (Não é pra menos você ficar doidinha, ahauahauhau! Tomar banho com um pedaço inteiro de "bom" caminho assim... ui, só mesmo em sonhos. ;-) Eu compreendo você... ô se compreendo! ;-) Beijinhos!); FranciGranger (Olha que "coincidência", eu também não acredito que a Hermione seja uma agente disfarçada. ;-) E não digo que em breve saberemos a real identidade dela e o que, de fato, lhe aconteceu, mas garanto que o clima de "tensão" só tende a se intensificar. E quando falo "tensão", não me refiro só ao mistério, à ação e ao perigo, mas a outro tipo de tensão que surge entre um homem e um mulher... numa cabana... a sós... você sabe. ;-) E, sim, o Harry by Lady Verónica Black é sempre assim, naturalmente sexy, viril, altamente seguro, com um ar misterioso, ligeiramente sombrio, do tipo que desnuda uma mulher só com o olhar – aquele tipo de homem que a gente pede a Deus de presente e pra quem diria "Me joga na parede e faz de mim uma putana!", ahauhauahaua! ;-) A Hermione também é outra que nas mãos da Lady se torna uma mulher naturalmente sensual, sem apelação erótica alguma, guardando um ar de inocência e fragilidade que deixa caras do tipo de Harry totalmente fora de si. ;-) Combinação perfeita, não acha? ;-) Beijos e até o próximo capítulo!); FAFA (Só tem um ano de FFNET e mesmo assim é esperta. ;-) Mas você vai ter que esperar um pouquinho mais para saber o que realmente aconteceu com Hermione. Até lá, curta o clima de "tensão" entre ela e Harry. Acho que vai dar para o gasto, não? ;-) Beijinhos!); Fadinha (Sim, eu pretendo traduzir a AdM até o último capítulo. Portanto, não se preocupe: eu traduzirei, eu traduzirei! ;-) Beijos!); ...Miss Veronica... (Gostou do seu mais novo apelido? Você e suas auto-descrições é que me inspiram. ;-) É, as cenas pós-queda são excitantes... claro, não mais que as cenas dos dois deitados, juntinhos, não necessariamente dormindo, se me entende. ;-) Portanto, "sim", teremos cenas "calientes" futuramente. ;-) Ahauahuahauahau, e acredite, eu não duvido que você saiba "usar melhor" um homem desse "pedigree". ;-) E, certamente, aquecer os pés seria uma das últimas coisas pensada. ;-) PS1: "Meio desesperada quanto a reviews", você diz. Isso me soa ligeiramente familiar... Acaso você tem TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo)? ¬¬' PS2: Relativamente falando, a review ficou consideravelmente grande... ou não. De qualquer forma, use e abuse do reviews-book, e o melhor: sem culpa nenhuma. ;-) Beijundinha e até o próximo capítulo!); Bárbara Jane Potter (Pois é, Bárbara, homens! Como diria o ditado: Ruim com eles, torridamente pior sem eles. E se alguém aqui deve ser culpado pela nossa necessidade deles, esse alguém não é a gente, mas a deusa que nos fez assim, "marias-moles", e o deus que os fez tão deliciosamente irresistíveis. Ou seria o contrário? Deus nos fez "fracas de juízo e vontade" em relação a eles, e a deusa os fez irresistíveis e tentadores? De qualquer forma, cá entre nós: homem é um bicho bão, não? E homens como esse Harry da fic, então, me fazem gritar: Aleluia! Hosana nas Alturas! ;-) Bueno, continuando... você tinha dito: "eu odeio qd algueem tah traduzindo uma fic e ai a autora pára de escrever... e deixa todo mundo na mao!" Pois é, é por isso que não quero começar a traduzir as duas outras fics da Lady. Já me basta Reverto Umquam, que a Jaina brecou e deu uma sumidinha básica, e agora eu fico preocupada, sem saber se ela vai seguir com a fic ou não... Ao menos, duas outras fics H/H que desejo traduzir já foram finalizadas. Para uma das autoras, eu já enviei pedido de tradução, e estou no aguardo. Quanto a fic da Rakaomi, não, ela não foi baseada no filme 'Um amor para recordar'. A fic é gigantesca (começo a suar frio só de me imaginar traduzindo) e envolve mistério (com enigmas, profecias, deuses e demônios), romance, aventura e diálogos bem elaborados numa história totalmente cativante e longa, muito longa, onde Hermione é mais que a "mocinha" lutando ao lado do herói, mas sim uma autêntica heroína, uma Escolhida, assim como Harry. Mas acho que talvez eu comece a traduzir algo mais leve da Rakaomi, algo como a nova fic comédia-romântica dela, e que está fazendo o maior sucesso. "O harry tah cada vez mais um tesao!", você disse. Ahauahuahaua! E olha que ele não mostrou nem a metade do que pode fazer com uma mulher... ;-) Hermione, sua sortuda! Ai, ai... agora eu é que pergunto: por que eu não tenho a mesma sorte que ela, heim? ;-) Beijinhos e até o próximo capítulo!)

Hasta pronto, amigos!

Inna