Capítulo 32 – 3x4
Camila sentia-se inconformada com o que fosse que estivesse acontecendo. Encontrou-se com Sirius mais duas vezes, mas não falou com ele, nem sequer olhou em sua direção, e tinha certeza de que ele também não havia olhado.
Depois de um tempo, não o viu mais. Via apenas os marotos sozinhos, sempre segredando algo, mas nunca Sirius. Não queria perguntar a eles onde o amigo estava, mas estava preocupada, além de curiosa.
Era tão estranho não ver Sirius!
-Mila! Faz cinco aulas e um intervalo que você procura por alguma coisa! -Disse Rebeca. As três amigas estavam sentadas em baixo de um enorme carvalho no jardim, perto do lago. Camila olhava em todas as direções, com um semblante apreensivo.
-Beca, o Sirius sumiu! Você percebeu, não percebeu?
A amiga de repente parou, pensando. Recapitulou todo o dia, desde a segunda aula, e percebeu que o maroto havia mesmo sumido. Mas a voz de Lily, e não a de Mila, despertou Rebeca do transe.
-No lugar de vocês, eu não me preocuparia tanto! O Sirius é um maroto, e sabe se virar sozinho onde quer que esteja!
Camila abriu a boca para reclamar, mas a fechou logo depois. Como poderia contradizer Lílian Evans, quando ela estava mais certa do que nunca? Camila estava se preocupando à toa. Sirius era um maroto! Sirius era Sirius Black! Ele não poderia estar fazendo nada errado, poderia?
Sim, poderia!
Uma sensação de medo invadiu Rebeca, e uma de culpa invadiu Camila.
-Ah! Dá um tempo! Eu não acredito que estão se preocupando com Sirius Black! No mínimo, ele está escondido em algum canto, trocando germes com alguma garota qualquer!
É... Lily sabia ser animadora quando queria!
-Lily! Ele acabou um namoro hoje!
-Ele nunca se importou muito com isso, não é? E, se ele estava mesmo estranho como você disse mais cedo, é apenas mais um motivo para ele estar sendo consolado com uma garota qualquer!
Era terrivelmente mórbido quando Lily estava certa! E pior ainda, quando ela quer nos convencer de algo que não queremos acreditar, apesar de já sabermos que É verdade!
-Eu sinceramente não acredito que ele está fazendo isso! -Disse Rebeca.
-Ora essa! É uma hipótese! E a mais provável que eu vejo! Mas quem conhece Sirius Black com a palma da mão não sou eu! -A ruiva mandou um olhar repreensivo à francesa.
-Eu não o conheço com a palma da minha mão! Ele é bem imprevisível Srta. Evans! -Defendeu-se Camila.
-Não é o que parece quando se trata de vocês dois! Ou a vida é uma coincidência fora do comum, ou vocês se entendem perfeitamente!
-O fato é que eu não sei onde ele está!
-Mas ainda está preocupada!
-E não é pra estar? A sensação de que ele está fazendo besteira não me sai da cabeça! -Disse Rebeca, levantando-se rapidamente.
-Aonde você vai?
-Não é óbvio? Vou perguntar aos marotos! Já que você não sabe, vou perguntar pra quem mais possa saber de algo!
Enquanto a amiga morena saia, não pôde deixar de passar pela cabeça de Camila, e até de Lily: "Como não pensei nisso?".
Levantaram-se logo atrás. Camila apressada, mas Lily muito calma, o que de certa forma, irritava bastante.
Era um defeito de Lily, ser calma o tempo todo! Tiago teria que conviver pacientemente com isso!
Não foi fácil encontrar os marotos. Só conseguiram encontrá-los no banheiro dos monitores, Remo e Pedro conversando sentados no chão enquanto Tiago tomava banho na enorme banheira incrivelmente cheia de espuma.
-Vocês sabem do Sirius, não sabem? -Perguntou Rebeca, enquanto Camila ainda vinha atrás e fechava a porta.
-Como nos acharam aqui? -Perguntou Tiago, com espuma nos cabelos.
-Vocês têm o Remo, monitor e de mente brilhante. Nós temos a Lily! -Respondeu a própria Rebeca, rindo.
-Sério! Vocês sabem do Sirius? -Perguntou Camila, apreensiva, do lado de Lily.
-Não, não sabemos! Ele disse que ia sair... Com você Mila, porque tinha discutido com você hoje e queria resolver! -Respondeu Tiago, confuso ao se lembrar das palavras do quarto maroto sobre a companhia.
Camila ficou de boca aberta. Cretino!
-Bom, quando vocês o encontrarem, me chamem, ok?
E as três saíram seguidas de uma Mila raivosa, embora Tiago tivesse pedido pra Lily entrar na banheira também.
Ela não aceitou o convite, chamando-o de pervertido.
Diga a verdade ao menos uma vez na vida
Você se apaixonou pelos meus erros
Não fique pela metade
Vá em frente, minha amiga
Destrua a razão desse beco sem saída
As horas se arrastavam e a cada minuto Camila ficava mais apreensiva, afinal, Sirius nunca tinha sumido por tanto tempo assim!
Já estava no fim da tarde, e alguns alunos já subiam para dormir, e nada dos marotos.
Estava começando a considerar a hipótese de que poderia ter acontecido alguma coisa com ele.
Alguma coisa grave com ele!
Pensou em transformar-se na sua forma animaga e sair para procurá-lo, mas desistiu. Era uma idéia idiota!
Camila, sentada numa poltrona em frente à lareira, atenta a qualquer movimento do quadro às suas costas, surpreendeu-se quando Sirius apareceu em sua frente sem que ela notasse.
Não exitou nem por um instante: levantou-se e o abraçou.
-Onde você esteve o dia inteiro? Eu estava tão preocupada com você! O que aconteceu? Você está bem?
-Calma mãe! -Disse ele, sorrindo marotamente, como sempre.
Soltou-se dele e baixou os olhos. Não gostara da comparação, mas também, não estava prestando atenção nisso.
-Desculpe meu filho! -Disse rindo - É que eu não fiquei muito bem por nós dois hoje de manhã.
Ele sorriu mais marotamente ainda.
-E mesmo que não estivéssemos brigados, você ficaria preocupada. Mila, você não consegue viver sem mim!
-Claro que consigo! Vivi 12 anos da minha vida sem você!
-Você quer dizer, antes de me conhecer. Depois, não conseguiu mais desgrudar! É meu charme, eu sei...
-Droga, odeio quando você me descobre! -Brincou ela - Por que disse aos marotos que ia comigo?
-Porque eles iriam querer me acompanhar!
-E queria estar sozinho por quê...?
-O que é isso, um interrogatório?
-Foi por causa da Gabriela?
-Mila, você nunca me verá mal por causa de uma garota, garanto! Agora, vamos sair?
-Não saímos de manhã? -Ela levantou uma sobrancelha, divertida e ele riu. Nesse mesmo momento, os outros marotos entraram na torre. Estiveram preocupados com ele quando souberam que ele estava sozinho, apesar de Tiago insistir que Sirius sabia se cuidar muito bem. Camila passava a achar que ele e Lily realmente se mereciam.
-Hey, Marotos, vamos sair por aí? Nós cinco?
-Nós? Cinco? -Murmurou Pedro, depois de engolir com muito custo sete feijõezinhos de todos os sabores de uma vez só.
-É Rabicho, nós cinco! Eu, você, Almofadinhas, Pontas e Mila. Algo contra?-Perguntou Remo, de alguma forma fazendo graça e falando sério. Ele tinha o poder de ser duas coisas ao mesmo tempo, e isso combinava perfeitamente com a sua real personalidade.
O quarto maroto ficou calado, enquanto Sirius e Tiago davam gostosas gargalhadas.
-Vamos? -Perguntou Sirius, sentado displicentemente no sofá, com as mãos atrás da cabeça e sorrindo. Camila pegou-se olhando para ele, admirando seus músculos e seu sorriso. Imaginou-se aninhada ali, onde sabia que estaria protegida naqueles braços fortes e...
Onde estava com a cabeça? Era seu melhor amigo!
Tiago correu e pegou a capa lá em cima, jogando nela o mesmo feitiço de sempre para aumentá-la em seu interior. Todos entraram e saíram, caminhando animadamente para Hogsmead.
Diga a verdade
Ponha o dedo na ferida
Você se apaixonou pelos meus erros
Eu perdi as chaves
Mas que cabeça a minha!
Agora vai ter que ser para toda a vida
A lua cheia tinha acabado de acontecer, e Remo andava tranqüilo com os amigos. Todos andaram muito pelo povoado. Num certo momento, Tiago, Camila e Sirius transformaram-se em suas formas animagas e correram numa clareira enorme, brincando sob o tempo gelado. Pedro ficara com Remo, ambos sentados em baixo de uma árvore. Remo apreciando o divertimento dos amigos e Pedro refletindo se a lua seria ou não feita de queijo.
Um pouco mais tarde, perto pelo nascer do sol, sentaram-se todos num morro perto da casa dos gritos e passaram a contemplar os primeiros raios.
Camila sentou-se ao lado de Sirius, mas ele a abraçou como sempre faziam. Ela aconchegou-se em seus braços, como pensara em fazer na torre da Grifinória, e olhou-o profundamente.
Estaria começando a sentir-se fisicamente atraída por ele? Nunca pensou que a sua amizade "pura" pudesse torná-los nisso. Mas não era exatamente por querer, era por instinto.
Porém, não estava mais preocupada com ele. Convencera-se de que ele sabia o que fazia. Sempre soubera disso, mas nunca quisera realmente acreditar. Gostava de estar com ele e de saber onde ele estava, e quando isso não estava em seu poder, afligia-se por ele.
-O que tem Mila? -Perguntou ele.
-Nada, só olhando o nascer do sol! -Respondeu, mas sabia que ele não se convenceria.
-Não como sempre faz. Geralmente, você fica sorrindo quando vê! -Disse ele. Estavam conversando aos sussurros, e sem nem ao menos perceberem, os outros marotos os observavam intrigados.
-É que eu estava pensando...
-Não pense princesa, apenas sinta o calor do sol! -Disse ele, e não se falou mais no assunto.
Somos o que há de melhor
Somos o que dá pra fazer
O que não dá pra evitar
E não se pode escolher
Tudo estava azul com o céu da manhã, quando decidiram voltar. Só teriam aula depois de meio dia, e todos já estavam um tanto cansados de estarem fora de suas camas, e morrendo de frio. Os dentes de Pedro rangiam e Tiago pedia repetidamente para que ele parasse, mas não adiantava.
Voltaram, e para sua precaução, resolveram passar por perto do lago de Hogwarts, por um trecho onde o lago se cobria de árvores e o chão era todo de grama verde e macia, onde não podiam vê-los. A água rasa batia em seus pés, e por ali, eles tinham abandonado a capa.
Conversavam animados, pois não havia jeito de os acharem.
Sirius olhava a água cristalina tocando seus pés ferozmente. Ainda estava animado e eles ainda tinham tempo.
Ele entrou na água, molhando a barra de sua calça e jogando água nos outros.
-Almofadinhas, o que pensa que está fazendo? -Gemeu Remo, sob o frio congelante. Como Sirius estava agüentando estar dentro daquela água?
-Dando um banho em vocês! -Riu ele. Mila, que até então estivera quieta por efeito da água gelada, fora puxada por Sirius para dentro do lago. Ela, por sua vez puxou Remo, que puxou Tiago, que tentara pegar Pedro, mas este saíra correndo e se escondera atrás de uma árvore.
-O que há Rabicho, tem medo de água? -Zombou Tiago.
-Que pergunta Pontas! Até parece que não conhece o nosso ratinho! -Respondeu Sirius, também zombando. Remo e Camila apenas riam.
Todos jogaram água nele, e não houve meio de não se molhar, acabou ensopado como todos os outros.
Com o passar do tempo, a água não parecia mais tão gelada e todos se divertiam jogando água uns nos outros. Sirius e Camila travavam uma guerra de plantas aquáticas com Tiago e Remo.
Saíram todos cambaleantes sob o vendo frio, as roupas encharcadas.
-Ganhamos! O que recebemos? -Disse Camila, referindo-se a guerra.
Mas nem Tiago nem Remo responderam. Sirius puxou-a tentando levantar-se e acabou derrubando-a também. Ambos saíram da água e rolaram pela grama, com gargalhadas deliciosas que contagiaram os outros marotos instantaneamente.
No fim da brincadeira, Camila acabou deitada no chão, os braços estirados na grama, e Sirius em cima dela, apoiando-se com as mãos para não se encostarem.
Tarde demais.
-Sirius, tem uma graminha no seu nariz! -Disse ela divertida, tirando uma minúscula folhinha da ponta do nariz do maroto. Os outros ainda riam.
-Ah! Não sou só eu, tem uma na sua boca! -E ele foi tirar, mas deteve-se por um instante tocando os lábios dela, que sorria constrangida. O vento bateu em seus corpos, e o cheiro da grama misturou-se ao perfume dos dois. Num impulso que não conseguiu controlar, puxou o pescoço de Mila, estreitando-a contra si e pressionando seus lábios. Ela não conseguiu se conter e entregou-se ao beijo de uma forma avassaladora que tirou a respiração dos outros que os viam.
Dois corpos na grama beijando-se da forma mais apaixonante possível, ferozmente, nenhum dos dois querendo que o outro fosse embora. As mãos de Camila percorriam o cabelo de Sirius apertando-o mais contra si, as línguas em suas bocas tornando-se uma só. Intensificavam o beijo a cada segundo, Sirius deixando-a tonta a cada momento, a cada movimento de suas mãos em seu pescoço. Inebriante, delirante, belo e ao mesmo tempo rápido. Perderam-se no tempo e no espaço, desde que continuassem do jeito que estavam.
Fogos explodiam no estômago de Sirius, e borboletas pareciam voar dentro do cérebro de Camila. Um amor dentro de ambos que nunca descobriram. Alguém que estava sempre tão perto, sua princesa e seu protetor, sempre se completando, agora mais do que nunca, sempre se ajudando, dois amantes, dois apaixonados, dois melhores amig...
Camila rompeu o contato, sem fôlego. A respiração dos dois, rápida, tentando recuperar o ar. Sem perceber como, Camila estava sentada na grama, abraçada a Sirius, tão perto...
-Acho... Acho que é melhor voltarmos! Isso...
Mas fora interrompida por Tiago e Remo que batiam palmas.
-Bravo! Bravo! Um espetáculo! -Berrava Remo, sorrindo.
-Bis! Bis! Queremos ver de novo! -Dizia Tiago, com um sorriso maior que o de Remo.
Camila corara, olhando os amigos. Não percebera, mas sua mão ainda estava acariciando os cabelo de Sirius, e este a olhava com os orbes azuis, intensos como safiras, querendo explicar e ao mesmo tempo querendo mais. Quando olhou de volta para Sirius, voltou a si.
-Acho melhor voltarmos. -Disse, e delicadamente, desvencilhou-se do maroto.
Se eu tivesse a força que você pensa que eu tenho
Eu gravaria no metal da minha pele o teu desenho
Feitos um pro outro... Feitos pra durar
Uma luz que não produz
Sombra
O resto do caminho correra quieto. Quieto demais. Tiago e Remo iam à frente, rindo e conversando, sem acreditar no que viram.
-O beijo mais incrível de todos! Tenho admitir Almofadinhas, dessa vez você ganhou! -Brincava Tiago, batendo as mãos e rindo, como Remo.
Mas Sirius caminhava quieto, atrás de Pedro, que largara o doce que achara em seu bolso diante do espanto do amigo e Camila. Não que nunca fosse acontecer, ele também já havia percebido, mas achava que nunca admitiriam.
E, assim mesmo, não admitiam.
Camila andava de cabeça erguida, forçando-se ao máximo não perceber que o maroto ao seu lado a olhava sem parar.
Em sua cabeça surgiram milhões de pensamentos, e todos a repreendendo pelo o que fizera. Sentia que não podia, embora não soubesse o que realmente acontecera. Explicações absurdas passaram pela sua cabeça. Carência, amizade, e até mesmo amor!
"Amor? Não pode ser amor... Nunca foi, e não pode ser agora!", pensava desesperada consigo mesma.
Porém, Sirius pensava diferente. Nunca sentira aquilo antes e sabia que nunca mais poderia olhar para Camila sem querer beijá-la, no mínimo, tocar em seu rosto. Coisa que sabia que ela não deixaria e nem iria querer.
"Burro! É isso que você é! Almofadinhas idiota! O que fez, com a sua melhor amiga?".
Cobriram-se com a capa para poderem entrar no castelo, e Camila ficou mais para trás de propósito. Mal podia esperar para chegar à Torre da Grifinória...
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-Quem está aí? -Perguntou a Mulher Gorda, quando Pedro disse a senha, ainda sob a capa.
Saíram de lá de baixo, e ela sorriu, o rosto ficando da mesma cor do vestido rosa. Ela continuou ainda sorrindo:
-Ah! Vocês... Dessa vez eu não conto, mas da próxima vez, tentem não me acordar, ou eu chamo Filch!
Todos riram, mas Camila e Sirius ainda continuavam sérios, sem se olhar.
O quadro girou, dando lugar à sala iluminada, porém vazia. Todos entraram, e Camila já subia para o dormitório, quando ouviu Sirius chamá-la:
-Mila, será que... -Ele não precisou terminar, ela se virou, ficando de frente para ele a uma distância considerável.
Todos os outros subiram, Pedro a contragosto. Em alguns minutos, estavam sozinhos.
-Aquilo não deveria ter acontecido Sirius. -Disse ela, desviando os olhos.
-Por quê?
-Nós... Sempre fomos só amigos, por que isso tem que mudar agora?
-Você não quer que mude, não é? -Ele se aproximava dela lentamente.
-Eu não quero pensar nisso.
-Você não sentiu nada? Foi um beijo vazio, sem paixão? -Ele chegara muito perto. Milímetros de distância os separavam, e todos os sentidos já havia se desligado.
-Não...
-Então, o que vamos esperar? -Ele a pegou pela cintura, sorrindo. Ela o abraçou, e falou em seu ouvido:
-Eu não sou uma qualquer Sirius. Não quero ser uma peça de roupa sua que você troca a toda hora!
-Você nunca foi igual a elas. Você sempre foi diferente, pra mim! Mila, agora eu tenho certeza! Eu preciso de você mais do que nunca...
-Se não consegue viver sem mim, por que não está morto ainda? -Ela não se conteve. Também tinha certeza, se conheciam o suficiente...
-Eu estou com você princesa, não estou? -Ele sorriu.
Camila sentiu-se enlaçada e beijada de tal forma que ficara tonta. Tudo o que queria e precisava estava resumido em um beijo. Uma dormência que não soube de onde vinha lhe deixou quase adormecida nos braços dele, mas com os sentidos à flor da pele, esperando cada toque suave. Camila queria mais, muito mais! Passaria a vida inteira ao seu lado, desde que tivesse beijos assim todos os dias...
Somos o que há de melhor
Somos o que dá pra fazer
O que não dá pra evitar
E não se pode esconder
Nem comento sobre o capítulo. O melhor da fic, pelo menos pro enquanto! Finalmente, não?!
Queria me desculpar a demora, sério, tô sem tempo no computador...
Ah, antes que eu me esqueça, a música é 3x4, de Engenheiros do Hawaii, que eu acho, em todos os ângulos possíveis, tudo a ver com o Nosso Casal.
Espero que ainda tenha gente que vem aqui, e leia com carinho e me desculpe de verdade por ter demorado tanto. E agradecer pra todo mundo que deixou reviews no capítulo passado. Obrigada, mesmo!
