Cap 1 – Uma nova vida
Fazia dezesseis anos que Ginevra estava casada com Harry. Não podia dizer que era o casamento perfeito, brigavam como qualquer casal, mais tinha tudo e tentava ser feliz. Porém sabia que isso não era possível. Tinha dois filhos: uma menina de dezesseis anos chamada Grauben e um menino de quatorze anos chamado Axel. Axel era alto e esguio. Puxou os cabelos de fogo de Gina, porém os olhos verdes de Harry. Tinha o temperamento explosivo da mãe, porém era um tanto quanto doce quando queria. Já Grauben, era podemos dizer a "ovelha negra" da família. Não se dava e nem obedecia a ninguém. Era um pouco menos revoltada com a mãe sem deixar de lado o seu gênio forte. Era loira com os cabelos um pouco abaixo dos ombros e cachos definidos. Olhos cor de prata e uma língua afiada como a de uma cobra. Grauben estava em seu 6° ano em Hogwarts e era uma sonserina nata. Já Axel estava no 4° ano e honrava a família Weasley na casa Grifinória. Moravam em Hogsmead para que Grauben e Axel pudessem ir todos os finais de semana para casa o que proporcionava a casa um ambiente muito mais familiar. Harry era auror, porém desde a morte de Voldemort os comensais estavam cada vez mais parados e seu trabalho agora era quase que monótono. Harry e Grauben se odiavam com toda a força que tinham, Harry ainda acumulava o ódio pôr Draco e o depositava todo na jovem. Grauben desconhecia quem era seu pai e todo o ódio de Harry pôr ele Draco. Sabia que não era filha de Harry, porém ninguém lhe contava quem o era, o que lhe deixava com mais raiva. Alimentava uma raiva enorme pôr Harry e que sabia Ter fundamentos, apenas não sabia aonde encontrá-lo.
Ginevra era a mais dedicada das esposas e das mães, o que não significava que ela era feliz. Ao contrário fazia-se de dedicada para o vazio que sentia em seu coração e que dezesseis anos não puderam curar. Toda vez que olhava Grauben ouvia seu sorriso e sua voz. Amava a filha com a mesma intensidade que a afastava de si. Pois cada vez que se aproximava se lembrava dele e isso a machucava. Nos momentos em que conseguia ver apenas a filha, conseguia aproximá-la de si. E eram nesses momentos que elas se entendiam e compartilhavam tudo. Pôr mais que brigassem e se odiassem, se amavam. E isso bastava.
Fim do 1° capítulo
