Aviso aos navegantes: depois de 7 capítulos eu ainda preciso mesmo colocar tudo isso?! U.u"

Cap.7 – O quê? Onde? Por quê?

'Ah... Que dor é essa? Não consigo me lembrar de nada... Só que... Estava lutando com o Yami-kun, é mesmo! Eu desmaiei... Mas... Essa sensação... É como ainda estar em queda... Será que estou voando? Será que consegui me salvar? Não consigo abrir meus olhos... O que está acontecendo?Onde estou?... Espera... Uma claridade... Ela parece ser tão agradável, será que eu morri?!'

...BONC...

'Bonc?! Que estranho, não pensei que o chão do céu era tão frio... ainda ñ consigo abrir meus olhos?! O que está acontecendo? Meu corpo todo também não se meche... Por que isso está acontecendo?'

'Espera! Estou ouvindo vozes! Ai, ai...! Onde eu estou?'

"Buyo? Buyo cadê você?! Você sabe que não deveríamos estar aqui...e...o que você está vendo? Ñ pode se aproximar desse poço e...UAAAAUUUU!!! VOVÔ!!!!!"

"VOVÔ!!!"

"VOVÔ! Vem ver!!!" – o menino vinha correndo de volta pra a casinha sendo acompanhado pelo velho ancião, onde dentro de um poço tido como sagrado o primeiro vira uma moça de longos cabelos castanhos e a pele branca como uma seda atirada no fundo – "vovô!! Achei um anjo!!! Tem um anjo aqui no templo!! – dizia ele

"POR KAMI-SAMA! Rápido Sota!!! Traga a escada e chame sua mãe!!!"

oOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOo

'Ai... Que dor de cabeça... hey! Consigo abrir meus olhos agora e...' – a garota agora abrira seus olhos e finalmente pode perceber...que não estava entendendo nada do que estava acontecendo ali! Que lugar estranho era aquele que se encontrava? Seu corpo estava pousado em uma coisa macia demais para ser um animal ou folhas, e ao se sentar e olhar para os lados pode ver coisas que nunca vira em sua vida, uma coisa aparentemente feita de madeira com uma bolinha grudada na mesma, outra arquitetura de madeira que segurava uma união de pergaminhos e mais alguns bichos com caras estranhas e que não se movimentavam, pareciam bonecas, mas completamente diferente das que conhecia. Não demorou nem um segundo e pode ver uma senhora entrar no aposento, ela se assustou, pois a senhora vestia roupas estranhas, e equilibrava em suas mãos algo quente.

Senhora: "ah! Que bom que acordou! Vovô! Sota! Kagome! Ela acordou!" – ela chamava mais pessoas para verem a abertura dos olhos da garota e logo se sentava bem perto da cama olhando com um doce sorriso para a menina – "olá, eu sou a senhora Higurashi, qual é o seu nome, jovem?".

Kiori: "m-meu n-nome... meu nome é... Sumeragi... Sumeragi Kiori" – Assim que a senhora se aproxima ela recua um pouco na cama, como quando fazia quando era criança, logo se auto-recrimina e toma coragem para olhar nos olhos da mulher e lhe falar seu nome, mas ela estava assustada ainda, afinal... Que mundo era aquele?

Mal acabava de responde e mais pessoas apareciam, uma criança, uma adolescente e um senhor já de idade, que de todos pareciam o mais agitado.

Kagome: "Oi... calma, não vamos lhe fazer mal, prazer... meu nome é Kagome... Kagome Higurashi, e o seu?" – a menina vinha com o mesmo sorriso amigável da mãe e isso proporcionou a Kiori uma sensação de hospitalidade.

Kiori: "meu nome é Kiori... muito prazer Kagome... desculpem-me, mas alg..." – ela ia terminar a frase quando fora interrompida pelo ancião e pela criança.

Vovô: "Menina! Você é um anjo mesmo? Ou é uma Youkai?!" – ele se escondia atrás da senhora Higurashi da mesma forma como o menino.

Sota: "Você veio da era do InuYasha? Como você conseguiu vim pra cá? Você é um anjo? Veio proteger o templo?" –essas e mais perguntas foram soltas como bombardeios em cima dela, e logo ela ficava assustada, mas não como do começo.

Kagome: "JÁ CHEGA VOCÊS DOIS!! Não vêem que ela acabou de acordar?! Parem de fazer tantas perguntas!" – a garota dera uma broca feia no avô e no irmão por terem sido tão impacientes, ambos logo pediram desculpa e se acalmaram.

Kiori ficara olhando a situação com uma vontade pequena de rir, aparentemente eram uma família unida... E engraçada.

Kagome: "Por favor, perdoe o meu irmão e o meu avô, Kiori-chan, eles são meio apressados e...".

Kiori: "Tudo bem, Kagome-san, eles não são os únicos a quererem respostas aqui, você poderia me dizer que lugar é esse e o que estou fazendo aqui?"

Kagome: "Kiori, essa é a minha casa no templo Higurashi em Tókio, essa é minha família, meu avô, minha mãe e meu irmão Sota, nós não sabemos como você veio parar aqui, o que sabemos é que você apareceu machucada e suja dentro do poço sagrado do templo, o poço-come-ossos, e esse poço tem uma ligação com o japão quando estava na era feudal... nessa época viviam muitos Youkais, eu constantemente venho ido para lá pois estou procurando fragmentos da Jóia de quatro almas que quebrei e ela foi espalhada por todo aquele mundo, eu tenho um grupo de amigos que me ajudam lá, mas eles não podem passar para este lado, não sabemos como você conseguiu passar para nossa época, Kiori. Será que você pode nos responder isso, ou então simplesmente nos contar quem é você?" – Kagome explicava a história com calma para a garota na sua frente e esperava dela uma resposta.

Kiori: "Eh... Bem... eu... estou um pouco cansada, mas falarei a você primeiramente quem sou e do que me lembro até o momento que me acharam".

Sra. Higurashi: "não precisa ter pressa Kiori, se acalme e conte-nos lentamente enquanto toma este chá, fique tranqüila que está no meio de pessoas confiáveis" - ela entrega para Kiori a xícara com chá e todos fazem silêncio para prestarem atenção nela.

Kiori: "Muito obrigada, Bem... Meu nome é Kiori Sumeragi como já havia dito, e do mundo aonde venho nunca ouvi falar dessa tal Tókio, acho que realmente vim do Japão feudal como disse a Kagome, pois lembro que os humanos viviam em vilas ao redor de um castelo e esses eram denominados de feudos. Meu povo contava sempre histórias de que um anjo descera dos céus e se apaixonara por uma Youkai-águia, e juntos criaram a nossa civilização com permissão de Kami-sama, esse povo foi muito bem escondido dos humanos porque eles não iriam entender nossa verdadeira existência." – ela bebia um gole do chá quente e respirava fundo para pode continuar a historia – "Esse anjo, era o mais adorado por deus, pois ele fora um dos primeiros a serem criados por ele, esse anjo tinha um poder espiritual muito forte, além de controlar uma magia universal, ou seja, aquela magia que não é separada em branca e negra.

Todos ali prestavam muita atenção no que ela dizia, o silencio planava em cima de tudo e de todos, nem um inseto se mexia, somente a voz da garota era ouvida.

Kiori: "A cada 50 anos três membros da família Sumeragi, que é como se fosse um senhor feudal em nosso reino, nascem com um dos poderes do anjo que lhes falei no começo da historia, esses poderes estão relacionados às três coisas mais importantes para o mundo, a luz, o sangue e a terra. Esses poderes estão diretamente relacionados aos elementos da natureza, o da luz... significa o nascimento, está relacionado ao ar e a água, o do sangue significa a vida, e está relacionado ao fogo, e o da terra significa a morte... a volta ao pó, e este como já devem imaginar está relacionado ao poder da terra."

Sota: "licença, Kiori... mas, por que esses poderes foram divididos? Não seria bem mais viável eles nascerem em uma só pessoa?"

Kiori: "Sim Sota, seriam se não fossem tão poderosos. Uma vez, com medo da união do anjo com a youkai, um grupo de outros anjos do mundo celestial se formou e tentou destruir esse anjo, mesmo com seus poderes de criar barreiras, o mundo foi quase destruído diante de tanta força, então depois dessa revolta, esse anjo fora conversar com Deus, os culpados foram devidamente castigados, e ficou decidido que assim que ele morresse seus sucessores deveriam nascer conforme essas regras, e que sempre deveriam estar ligados de alguma forma, pois caso algum problema juntos iriam resolver." – ela tomava o ultimo gole do chá e segura a xícara.

Kagome: "Kiori, e como você veio para a nossa era? Quero dizer, sabemos que foi através do poço, mas... o que aconteceu para você cair dentro dele?".

Depois desta pergunta, a youkai-anjo ficou com uma expressão pensativa, lembrou de tudo que passara, e assim que ia lembrando... ia passando para os demais... falou de suas da existência de suas irmãs, que por algum jogo do destino as três herdaram os poderes divididos do anjo sendo ambas geradas da mesma mãe (sim, é raro nascerem da mesma mãe), contou da 'Guerra dos anjos', da morte dos seus pais, da sobrevivência de poucos da sua linhagem, do sumiço da irmã mais velha, Arawn, que controlava o poder do sangue, contou que Arashi, a do meio, controlando o poder da terra assumiu o reino e trouxe a ele prosperidade novamente, e que ela e sua amiga Takiko haviam saído juntas pelo mundo atrás de treinamento, cada uma com seus objetivos diferentes, e do encontro com Yami, ele em busca de vingança acabou machucando-a e jogando-a desfiladeiro abaixo e que por coincidência ela caiu certinho... Dentro do poço-come-ossos e veio para essa era e derrepente... tudo se encaixara.

Sota: "noooossssaaaa! Que história... e...uaaaahhh" - o pequeno Sota estava admirado com tudo mas não conseguiu abafar o pequeno bocejo, demostrando o cansaço, afinal... já era 1h da manhã.

Sra. Higurashi: "É Sota, uma história e tanto, mas agora já pra cama!" – a mãe segura a mão do filho e lhe conduz até o quarto – "Boa noite Kiori, boa noite Kagome, durmam bem".

Sota: "uaahhhh... boa noite Kiori... boa noite mana".

Vovô: "também já vou me recolher, tome Kiori!" – o ancião entrega uma uma pata de youkai para a garota que petrifica com a visão – "essa pata é de Youkai! Vai lhe trazer sorte e..." – antes que ele terminasse kagome havia pego a pata e dado pro Buyo comer e arrastou o avô para fora do quarto dando boa noite.

Kagome: "Desculpe o meu avô, Kiori..." – ela a olha sentada na cama e sorri enquanto arruma a bi-cama para dormir.

Kiori: "ah... que nada... tudo bem...hm...Kagome... obrigada por terem cuidado de mim... e por toda essa hospitalidade".

Kagome: "tudo bem, sabe... Nós humanos não costumamos ser tão hospitaleiros, principalmente quando se é um desconhecido... mas... não sei por quê... você emanou confiança para mim e para minha família" – ela dá para Kiori um coberto e se deita na bi-cama.

Kiori: "Obrigada..." - ela logo se cala, Kagome dormiu, ela coloca a mão entre os seios onde repousa a pedra da Nanatsusaya e com um pouco de concentração cria uma barreira invisível ao redor da casa, onde nenhum mal pode penetrar.

oOoOoOoOoOoOoOo De manhã OoOoOoOoOoOoOo

Kiori acordara cedo como sempre e presenciara Kagome dormindo ainda, sendo assim ela se senta na cama e pela primeira vez desde que acordara na noite passada pode sentir uma dor incomoda em suas asas, analisando-a melhor pode perceber que a direita estava torta, uma pose antes nunca vista... havia quebrado a asa...mas pelo visto ñ fora uma fratura grave já que somente sentiu a dor nesta manhã e...

TRRRRIIIIIMMMMMMM!!!! TRRRIIIIMMMMMMMMM!!!!

AAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!

...Era uma vez um dia com um começo calmo...

Era o alarme do despertador de Kagome que soara Kiori nunca havia visto tal coisa, levou um super-susto! Nossa... que grito ela deu, Kagome a tranqüilizou e explicou o que era aquela iguaria para ela, mas logo teve que explicar o que era um chuveiro pois a garota só tomara banho em lagos e cachoeiras até agora. Tomadas banho, Kagome emprestara uma roupa para Kiori já que as roupas que a garota usava eram meio que... muito decotadas... e ela seria presa se andasse na rua com aqueles trajes que lhe davam tanta mobilidade na hora da luta... suas asas não foram problemas já que ela conseguia esconde-las, só que quando garota falou para a mãe de Kagome que ela havia quebrado a asa a senhora pediu que ela ficasse na casa até sua asa melhorar com os cuidados que ela daria, até lá Kagome a levaria para conhecer um pouco do mundo deles, o que fora uma coisa meio difícil pois com as coisas mais bestas possíveis Kiori ficava impressionada, como exemplo temos a televisão.

E assim passou-se a manhã, tomaram café e logo as duas adolescentes saíram, a youkai-anjo teve o cuidado de deixar a barreira na casa durante todo o tempo para que nada de mal acontecesse. Ela ficava surpreendida com o novo mundo, o carros os postes, a calçada as cercas das arvores, mas não era só Kiori que ficava surpreendida, sua beleza angelical chamava a atenção de muitos olhares tanto masculinos quando invejosos femininos, ela nem percebia-os, assim que viu uma lanchonete com doces de todos os tipos puxou Kagome e ficou dizendo o quanto eram lindos, Kagome ria, se divertia com a inocência dela, e ao mesmo tempo lembrava que essa fora a mesma reação de Inuyasha quando viu a loja de doces, imaginou até que o ponto fraco de todo youkai eram doces, será?

Kagome: "hahahahaha, Kiori isso são doces do nosso mundo, venha vou comprar um pra você, escolha o que lhe agrada mais!" – a colegial encaminhava a youkai para entrarem na lanchonete ela via como os olhos da garota brilhavam diante de todos os doces.

Kiori: "nhyyaaaa!!! Como são lindos!! Tio do que é feito esse?" – ela falava com o atendente e apontava para um bolo muito bonito completamente de chocolate enfeitado com glacê e um creme meio amarelado em cima.

Atendente: "ah! Essa é a nossa ultima novidade, sua receita veio do Brasil, é um bolo todo de chocolate, glacê e esse creme em cima é chamado de 'doce de cupuaçu', é uma fruta muito exótica de lá".

Kiori: "nhyaaa Kagome-chhaannn! Eu quero esse!!!" – ela não entendera nada do que o homem dissera mas o encanto que o bolo lhe proporcionava era enorme, Kagome não resistira aos olhos pidões da garota e comprara metade do bolo, pois ela também ficara com vontade de experimentar a tal receita vinda de fora, e iria levar para o resto da família degustar também. – "E agora, Kagome-chan? Aonde vamos?" – ela dizia ao sair da loja e caminhando ao lado da amiga.

Kagome: "hmmm... Vamos a um parque de diversões! Lá tem vários brinquedos grandes que proporcionam os adultos e as crianças muita alegria aqui no nosso mundo, mas antes...temos q passar no templo pra colocar esse doce na geladeira e ver c o Sota quer ir com agente, de acordo?".

Kiori: "Por mim tudo bem!" – ambas sorriam para confirmar e caminhavam de volta para o templo, colocavam o doce na geladeira e chamaram o meninos para irem com elas, no caminho até o parque ñ de estranho aconteceu, a não ser os olhares direcionados para a youkai, muitas vezes de homens... coisa as vezes nada boa em cidades grandes...

Assim que chegaram ao parque, Kiori parecia mais uma criança de 2 anos... se encantava com poucas coisas, perguntava sobre tudo, mas com a discrição que toda princesa deve ter. Kagome a levou no tiro ao alvo, Kiori c encantou com um urso em forma de lobo que mais parecia Entei em miniatura, o homem da barraca disse que c ela conseguisse acertar o n° 18 das caixinhas na prateleira conseguiria seu premio, mas ñ era uma caixinha qualquer... e sim uma MINUSCULA caixinha de fósforo, nada impossível para uma youkai-anjo da era feudal com uma ótima mira, dito e feito! Kiori ñ sabia mechar com armas... Pediu pra usar somente a bala de dentro dela, o homem se espantou, deu uma bela risada e disse para ela ir em frente, curiosos se formaram ao redor e em menos de segundos, com um simples peteleco a bala de chumbo penetrou a caixa de fósforo e a arremessou contra o plástico, todos ficaram muito surpresos até mesmo os acompanhantes da youkai, ela somente sorria radiante, chama a atenção do moço para entregar-lhe seu premio, o mesmo pegava o lobo de pelúcia e entregava a ela assustado.

Na volta pra casa, Sota estava agitado, só falava de como fora incrível as habilidades de Kiori, a mesma se mantinha sorridente e meio sem-graça, Kagome também estava alegre, mas a felicidade do grupo durou pouco, um grupo de motoqueiros os rodearam, Kiori nem se assustou o que a deixou surpresa foi as motos, ela jurava q eram youkais metade metal, metade humano, mas quando um deles desceu da moto pode ver q eram somente humanos em objetos estranhos.

Homem: "ora, ora, olhem só o que temos aqui rapaziada, duas vadias e uma criança!" – esse que mais parecia o líder rodava o trio olhando principalmente para a youkai – "eu fico com a estrangeira... vocês fazem o q quiserem com os outros dois" – com um sorriso cheio de malicia ele se aproxima da youkai e a puxa pelo braço, ainda engolindo seu corpo com os olhos sem um pingo de pudor.

Kiori fica com o olhar fixo no homem, seus olhos lhe traziam tudo que lembrava de ruim e mais nojento que conhecia, foi libertada de seus devaneios por Kagome de começava a gritar pro socorro, ela nem pensou duas vezes, com um simples (mas ñ fraco) soco ela quebrou o nariz e deformou a cara de seu agressor, os outros ao verem o tamanho da força dela saíram em debandada carregando seu chefe.

Kagome e Sota olhavam pra ela surpresos e ao mesmo tempo ainda assustados, Kiori... exausta por aquele dia cheio de coisas novas, ajudou os outros dois a levantarem e foram correndo de volta ao templo, quando chegaram Sota insistia em falar animadamente para a mãe e para o avô tudo o q acontecera enquanto Kagome levava Kiori para um belo e merecido banho na banheira.

Continua...

Kiori: Domo minna!! D aki estamos com mais um cap. Espero q gostem e continuemlendo...e de preferência deixem reviews...u.u"...e...comentários sobre a brincadeira do ultimo cap...prometo q ñ faço mais...(recebeu ameaças)...caham...u.u" até a próxima!

Takiko: Não falarei nada. Estou sendo uma péssima ajudante e nunca mais apareci para saber da fic. Desculpe-me Kiori, o resto de vocês, morram. ¬¬