Entra pensando...

Será que pedir desculpas de joelhos adianta?


Capítulo Sete - Noturnos


-Apaga essa varinha, Isa. Eu quero dormir! – Charlotte reclamou com a voz abafada pelos travesseiros.

-Só mais uns minutinhos, Charlie. – Isa pediu folheando o livro em branco sem cessar.

-Já está tarde Isa, amanhã nós temos que acordar cedo pra aula de Adivinhação.

-Nós não, Lilie. Vocês. Eu não curso Adivinhação à muito tempo. – A loirinha afastou uma mecha de cabelo do rosto.

-Foi isso que eu quis dizer. 'Nós' se referia à mim, Lice, Charlie e Veronika. Não estamos conseguindo dormir graças à você.

-'Tá bom! Eu vou pra sala comunal então. – E desceu as escadas, mal-humorada.

O livro estava se mostrando mais resistente do que ela havia pensado. Era quase como se ele estivesse resistindo por conta própria, por pura teimosia. Isabella já tinha ido à biblioteca pesquisar sobre modos de revelar mensagens ocultas, já olhara as páginas do livro contra o sol para verificar se por acaso ele não havia sido escrito com suco de limão, um velho truque trouxa.

Sentindo-se chateada por perder na batalha contra um livro velho, Isabella apoiou o rosto nas mãos, para pensar, fechou os olhos, mas logo sentiu um toque macio em seu ombro.

-Perdi o sono. – Lily disse, simplesmente.

-Desculpa... – Bella deu um sorriso sem graça.

A ruiva tomou o livro das mãos da amiga.

-Já pensou que talvez as possíveis escrituras só apareçam em certo período do ano?

-Já, já pensei de tudo... – Respondeu, triste.

-Sobre e vá dormir... Reparei que não dorme bem desde que encontrou isso. Eu fico aqui com ele um pouco, perdi o sono mesmo...

-Eu não vou ser boba de recusar! – Isa falou, sorrindo. – Boa noite, melhor amiga do mundo!


-Por Merlin, essa foi por pouco! – Remus ofegou, virando o corredor.

-O que você 'tava pensando, Rabicho? Quase estragou tudo, cara! - Sirius colocou uma mão sobre o coração, sentindo os batimentos e Rabicho se encolheu.

-Deixa ele, Sirius. Foi até melhor assim. Viver perigosamente é sempre mais divertido. - James riu.

-Falar que aquilo foi 'viver perigosamente' é um eufemismo dos mais exagerados. – Remus passou a mão pela nuca.

-Eufe o que? – James ergueu uma sobrancelha.

-Eu feminismo! Aluado, você é feminista? – Rabicho, o poço de ignorância, se pronunciou. (N/A.: Desculpa, gente! Eu não resisto! Hahaha)

-Eufemismo. Eufemismo é abrandar um evento para que o mesmo se torne menos ferino. – Remus explicou impaciente.

-Você não se engasgou? – Sirius perguntou aparentemente preocupado.

-O que?

-Com o dicionário. Você não se engasgou com o dicionário que engoliu?

-Fala nossa língua, Aluado. – James passou a mão pelo cabelo, espiando o corredor para garantir que ninguém estava vindo.

-É amenizar algo. Em vez de dizer "Sirius Black é um convencido" se diz "Sirius Black não é muito humilde".

-Haha. Muito engraçado. Você devia ser comediante. – Sirius se aproximou do retrato da Dama Gorda. – Pus de Bobotubera.

O retrato girou. Eles entraram falando alto, mas James fez um gesto com a mão e todos se calaram. Um sorriso de gato se espalhou pelo rosto dele.

-Ora, ora! Vejam só quem está dormindo ali. Vamos acordar?

-Agora entendi o que você queria dizer com viver perigosamente. – Remus arqueou as sobrancelhas. – Acordar a Lily é querer que ela vire a versão feminina do Salgueiro Lutador. Eu não vou ficar aqui pra ver isso.

-'To com sono, vou deitar. Cuidado aí, cara. – Siriuss se despediu.

-Se o Sirius e o Remus vão deitar eu também vou. – Rabicho, o exemplo vivo do que significa Maria-vai-com-as-outras, guinchou.

James se aproximou da poltrona em que Lily dormia. Ela se mexeu um pouco e ele recuou alguns passos. Mas ela não acordou, ficou se movendo inquieta na poltrona acolchoada, como se estivesse tendo um sonho ruim.


Lily estava correndo pela Floresta Proibida, fugindo de algo que ela não sabia o que era. Chegou o lago respirando ruidosamente e foi amparada por um elfo domestico, que pediu o que estava acontecendo.

-Bellatrix Black. - Lily ofegou. – Ela está tentando me matar. – Disse a garota, lembrando-se inexplicavelmente do motivo de sua fuga.

A professora McGonagall surgiu do nada e acalmou a menina, dizendo que havia uma forma de acalmar Bellatrix.

-Basta vir comigo. – A professora disse pegando a mão da ruiva e aparatando.

De repente as duas estavam em uma igreja, Lily, vestida de noiva, caminhava até o altar, onde Snape esperava de terno. Tentou parar de andar, mas suas pernas não obedeciam. Quando deu por si estava ajoelhada ao lado de Snape. O celebrante do casamento falou:

-Severo Snape, você aceita casar com Lily Evans? – Simples assim, sem os tradicionais votos extensos.

-Sim, mesmo ela sendo sangue-ruim, eu aceito... – Snape respondeu.

-E você, Lily? Vai casar com Snape ou será que nós devemos te entregar para a Bellatrix?

Ela tentou gritar, mas a voz não saía.

-Eu... Eu não... Eu...


James se aproximou um pouco mais. Lily agora tremia e murmurava algo.

-Eu não... Eu não quero casar com o Snape! – Ela acordou de uma vez só, como se estivesse emergindo depois de ficar tempo sob a água.

Ela levantou da poltrona num reflexo e colidiu com força contra James.

-Ahh! Me larga!

-Opa! Calminha! Foi só um sonho. – James segurou-a pelos ombros.

Ela desvencilhou-se dele como se suas mãos estivessem pegando fogo. Fechou os olhos com força, tentando conter a tontura que levantar rápido demais lhe ocasionara.

-O que? Eu... Eu estava me... Me casando com o...

-Com o Snape! – James explodiu em gargalhadas. – Com o Seboso! Você ia casar com o Seboso! – Os olhos castanhos estavam marejados por lágrimas de riso.

-Não achei graça, Potter. Aliás, o que você faz acordado de madrugada? – Sua voz havia adotado o tom "mediadora durona".

-Mas eu achei muito engraçado. – Afirmou, ignorando a pergunta dela. – O Snape... Você casando... Casando com o Seboso. Lily e Seboso, o 'casal vinte' de Hogwarts. – Os olhos verdes dela faiscaram. - Não se preocupe, eu não deixo o Seboso te pegar. Falando sério, fiquei até com ciúme de você ter sonhado com ele e não comigo.

-Vou fingir que não ouvi, Potter. – Ela afundou na poltrona, segurando o rosto entre as mãos.

-Eu falo sério, ruiva! Você só é teimosa demais para acreditar em mim e nas minhas boas intenções.

-"Minhas boas intenções" não pode ser utilizada por você, fica sem sentido, Potter.

-Sem sentido é você não acreditar que eu tenho boas intenções!

-Oh, sim! Claro que tem! Veja, por exemplo, o que fez com Melody Summers, da Corvinal! Ela ficou chorando dias e mais dias por causa de suas boas intenções. – Falou irritada.

-A Summers é diferente... Você é um caso à parte, ruivinha. Minhas boas intenções são só para você! – Ele piscou para ela.

-Pois eu passo, Potter! Pode dedicar suas boas intenções à outra moça desse castelo, de preferência uma com poucos neurônios ativos, que caia em seu joguinho.

-Espere! Eu posso provar que gosto de você de verdade! O que eu fiz... o que eu fiz com o Erumpente, para te salvar! Arrisquei minha vida por ti, ruiva! Isso não representa nada?

-Oh, mas logo depois você disse que o faria por qualquer outra pessoa, então isso nos deixa na mesma.

O sorriso vitorioso de James fechou. Por que raios havia dito aquilo?

-Mas mesmo assim, aquilo não nos coloca no patamar de 'amigos'? Você bem que poderia parar de me chamar de Potter...

-Será um incomensurável prazer me tornar sua amiga! – Ela falou, sarcástica. – Mas continuarei te chamando de Potter até que acabem meus dias, porque, ora!, você tem outros amigos que te chamam assim. A Alice, por exemplo.

-Existe uma grande diferença entre minha relação com a Alice e a relação que eu tenho contigo. A Alice é minha amiguinha; quanto à você e eu, bem, nós praticamente temos um relacionamento de casal.

-Pare de ser estúpido, Potter. Vai chover hipógrifo antes que eu tenha uma relação de casal contigo. E agora eu vou dormir. Você deve fazer o mesmo, antes que eu seja obrigada a lhe aplicar uma detenção. Não pense que eu não sei que você estava até agora fora da sala comunal.

-Tá bom, generala! Boa noite. – Ela estava no alto da escada quando ele gritou. – Hey, Evas!

-O que quer agora? – Virou-se para ele, impaciente.

-Tome cuidado com o Snape.


Remus acordou com um aperto forte no estômago. Já sabia o que era. A lua cheia apareceria em dois dias e as náuseas comuns sempre começavam nesse período. Ele ordenou à seu cérebro que impelisse o corpo para fora da cama, até o armário, e que pegasse a poção contra enjôos, mas ficar encolhido na cama morna parecia uma idéia muito melhor.

Depois de quinze minutos ele venceu a guerra contra a preguiça e rastejou até o armário de mogno, no canto do dormitório. Os fracos de poção estavam vazios.

Droga, pensou. Mesmo sendo o mais responsável, ele sempre esquecia de renovar o estoque.

Iludiu-se por alguns segundos com a idéia de voltar pra cama e tentar não pensar na dor até adormecer. Mas já havia tentado isso várias vezes e nunca dava certo, nessa noite não havia motivo para ser diferente.

Pegou emprestada a capa de James e o Mapa do Maroto e andou arrastando os pés até o lado de fora da sala comunal.

-Isso é hora de gente de bem estar dormindo! – A Dama Gorda resmungou irritada por ter sido acordada no meio de um sonho ótimo.

Remus limitou-se a ignorá-la e olhou para o Mapa. Todos os corredores estavam vazios, mas Madame Pomfrey já estava dormindo e não parecia uma idéia muito boa invadir a Ala Hospitalar no meio da noite. Com sorte conseguiria chegar à cozinha e preparar um chá trouxa para o estômago. Não equivalia à uma poção, mas era melhor do que nada.

Foi andando com os pensamentos vagando em algum lugar distante, como se houvesse colocado o corpo no piloto-automático e antes que se desse conta estava na frente do quadro que dava passagem para a cozinha. Entrou sem se dar o trabalho de verificar o Mapa.

Jogou-se sobre um dos bancos da cozinha, deixando a capa de invisibilidade escorregar até o chão de pedra, tentando recordar o que pretendia fazer. Preparar um chá, lembrou, mas antes que pudesse se mover uma voz suave falou:

-Ora, ora, ora! Quem é vivo sempre aparece!

Levantou a cabeça e deu de cara com...

-Andie! O que você 'tá fazendo aqui?

-Eu sempre fui uma desajustada social, fora da lei, desrespeitadora de regras... A pergunta é: o que você, monitor certinho, faz na cozinha a essas horas?

-Engraçadona você, hein? – Ele esfregou o antebraço contra o estômago.

-Você está bem?

-É só uma dor de estômago.

-Não parece ser só uma dor de estômago.

-Você sempre foi esperta demais para uma Black. Chego à duvidar sobre seu parentesco com o Sirius.

-É. – Ela riu. – No lugar de onde eu venho costumam me chamar de menina prodígio. – Pisco para ele, rindo. - Mas você não quer me contar o que está acontecendo?

-Quero, mas não posso. E infelizmente pra nós dois a diferença entre querer e poder, nesse caso, é enorme. – Respondeu, um tanto dramático.

-Entendo... Todo mundo tem segredos que não devem ser revelados, se não fosse assim a vida não teria graça.

-É, acho que sim. E você, o que está fazendo?

-Ah, só dando uma volta. Estava sem sono e resolvi caminhar um pouco. É estimulante pensar que você está quebrando as regras e à qualquer momento alguém pode te descobrir.

-Acabo de mudar minha opinião sobre você ser prima do Sirius.

Ela riu.

-Mas essa falta de sono ocorre sempre?

-Não. Não, eu deito na cama, fecho os olhos e apago. Hoje é uma exceção, estou com uns problemas aí...

-Não quer me contar?

-Acho que não. – Ela riu de um modo que fez ele sorrir e esquecer do enjôo. – Além disso, ultimamente eu venho tendo uns sonhos estranhos. Eu estou domesticando um hipogrifo para dar de presente para o Sirius e de repente todas as penas dele começam a cair e ele fica totalmente depenado. Daí o Sirius junta as penas e faz um travesseiro. O que será que isso significa?

-Provavelmente que você vai morrer dolorosamente muito em breve, segundo os métodos da Trelawney.

-A Sibila até que é bem legal. Quando não está falando sobre previsões e agouros, claro. Acho que ela leva a Adivinhação muito à sério. A própria professora explicou que as previsões quase nunca são cem por cento exatas, mas ela insiste em pensar que alguém do colégio vai morrer pelo menos uma vez por semana.

-Ela é da sua casa, né?

-É, mas está um ano na frente. Esse ano ela presta os N.I.E.M.s.

-Tenho certeza que ela passa em Adivinhação. Por falar nisso, como foram os seus N.O.M.s? Acho que não te perguntei isso...

-Não, não perguntou. Bem; foram bem. Eu não esperava passar em Runas Antigas e Adivinhação mesmo. E os seus?

-Foram bem. Pelo menos até agora eu posso continuar com o sonho de entrar na Escola de Aurores.

-Auror também?

-Como assim, 'auror também'?

-Não é só você que quer fazer esse curso. Pelo menos metade da escola tem o mesmo objetivo. É a profissão da moda, com essa guerra.

-É, parece que é. Pelo menos isso é um sinal que a gente da nossa idade tem noção do que 'tá acontecendo. Não estão fechando os olhos como os mais velhos. Por exemplo, o negócio do Erumpente aconteceu aqui mesmo, em Hogwarts. O professor falou que ele levou um Cruciatus... A guerra está pior do que a gente imagina.

-É, me falaram disso. Foi por pura sorte que ninguém se machucou.

-Sim, muita sorte. E você, quer cursar o que?

-Algo que não tenha burocracia e política. Mas acho que se eu for escolher uma profissão que não se envolva com burocracia e política devo abrir uma lojinha na Travessa do Tranco. O Ministério está controlando quase tudo, desde Hogwarts ate à Floreios e Borrões.

-É verdade.

-Mas a Escola de Aurores seria legal. Dizem que o próprio Olho-Tonto Moody dá umas passadas de vez em quando.

-Acho que sim, desconfiado do jeito que ele é, não iria deixar que seus próximos Aurores fossem aprovados sem dar uma olhadinha neles primeiro. Ele deve dar umas aulas lá também.

-Tipo palestras?

-Não, acho que não. Ele não parece ser o tipo de homem que perderia tempo dando palestras; eu falo de aulas práticas. Pelo menos é essa a imagem dele que o Profeta passa para nós, mas pode ser manipulação do Ministério também. Sabe, pra dar a entender que eles têm um cara durão chefiando a Seção de Aurores. Acham que isso passa segurança pras pessoas.

-A mídia acha que nós somos burros. – Andrômeda girou os olhos. – Tentam manipular nossos pensamentos. Comigo isso não funciona.

-Eles estão empurrando a sujeira pra debaixo do tapete. Só não vê quem não quer, e infelizmente a maioria das pessoas não quer ver que está acontecendo uma guerra terrível do lado de fora de suas casas.

-É. E eles vão querer ver menos ainda quando a guerra entrar nas casas deles. Ninguém está a salvo.

-'Ninguém' não...

-Como assim?

-Nada, esquece.

-Agora fala.

-Bem, as famílias de quem está lutando do lado de Voldemort estão seguras, pelo menos até que ele se desaponte com algum dos servos e resolva descontar na família dele.

-Isso foi uma indireta? – Um punho de Andrômeda cerrou involuntariamente.

-Não! Desculpe, Andie. Eu não tinha intenção de... Desculpe.

-Tudo bem. – Ela suspirou. – Tudo bem. Eu só... Eu só não consigo. Eu sei que eu deveria, mas não consigo.

-O que, Andie? O que você não consegue?

-Odiá-los. Eu não posso, não consigo. Eu sinto nojo, repudio o que eles fazem, mas não consigo me livrar dessa droga de laço de sangue. Eles torturam, eles matam gente, mas ainda são minha família. Eu não sou tão forte quanto o Sirius. – Não havia quase nada de revolta, apenas uma dura constatação.

Ele colocou a mão nas costas dela, sem jeito.

-São com sua família? Os problemas de que você falou são com a sua família?

-É, são. Mas eu também não quero falar sobre isso, desculpe. – Calou-se por alguns segundos. - Você ainda não preparou seu chá para o estômago. Quer ajuda?

Remus abaixou a cabeça e olhou para o abdômen por um instante, pensando. Conteve um sorriso ao pensar que as conversas com Andie sempre tomavam os rumos mais inesperados.

-Não, obrigado. – Respondeu, simplesmente. - Já passou.


N/A.: Não me mateeeeeeeeeem!! Eu sei que o que fiz não tem perdão, mas se me matarem vai ser pior ainda! Eu tenho desculpas (autora exagerada e dramática - on) : esse fim de ano foi um período muito muito muito agitado/confuso/ruim pra mim... E também tô participando de dois challenges, e tenho prazos pra cumprir, daí tudo fica mais complicado ainda...

Bem, tá aí! Cabe a vocês me concederem o perdão ou me condenarem à força...

As reviews foram replysadas! Mas não sei se todas foram, porque o ff não tava ajudando.. Se vocês não recebeu resposta, descuuuulpa (mais uma vez)!

Sobre a mudança de PenName.. tá tudo explicado no perfil novo, se alguém - o que eu duvido -tiver interesse de ler, tá lá...

Bem... Alguns já devem ter percebido que eu comecei uma fic nova... Se puderem passem lá depois pra dar uma conferida, ok? (a cara de pau que demora eras e tem coragem de pedir coisas)

Esse capítulo é tão besta, mas eu gosto... E ele é necessário pra série de eventos que vai começar no sétimo ano :) Espero que tenham gostado da parte Remus/Andie, porque eu amo esse casal... Lily e James com sempre se alfinetando.. aiai, é isso!

Beijos, beijos, beijos! Me perdoem, do contrário eu cortos os pulsos (¬¬). E deixem reviews, porque se não deixarem o próximo capítulo só vem dos dia dos finados (será que alguém morre no próximo capítulo:O)

Andie Black