Capitulo 9 – Ida
-ESTRELAAAAAAAAAA!
O grito desesperado de Ricky nos tirou escamas dos olhos. Me senti tão gelado quanto meu próprio cosmo.
-Não acredito! – gritou Lira, incrédula. Pelo que eu entendi quem havia detido Saya foi ela.
-Menina Lira, por que ta com esse lenço na cara junto com minha máscara de carnaval? – indaguei.
-Desculpe, César, aquelazinha... – ela fechou a mão, trêmula de raiva. – AQUELAZINHA me cortou minha máscara!
-Devemos parar de brigar! Temos que salvar Atena! – disse Mushu, preocupado.
-Estrela... Droga... – murmurou chorosa Carol. Ela estava em desespero, visse? As meninas Salete e Felícia foram acudir a amiga...
Então nós os cavaleiros de ouro saímos correndo desesperados. Shun gritou para nós:
-Mas vocês sabem onde está o refúgio de Perséfone?
Gibson segurava um terço branco, com cruz dourada. Ele levantou a vista de todos.
-Eu vou saber onde achar minha irmã! – ele disse confiante!
E saímos de vez e novamente fomos parados, desta vez, Hyoga nos parou:
-Nós iremos!
-Ah, Lira. – parou Shun novamente. – Sua máscara foi destruída, não? Então use a que vem com a minha armadura. – e falando isso, entregou a máscara que vinha na armadura de Andrômeda.
Lira pegou e escondendo o rosto, pôs a máscara e jogou no chão o lenço e a minha máscara de carnaval.
-Hunf, mas essa máscara vermelha não combina com minha armadura dourada! Bom, mas dá agora para ir salvar Atena!
E dessa vez, saímos de vez...
-E então? Está bem desta forma?
Eu acordei desnorteada e voz maligna que ouvi continuou:
-Humpf, para que me preocupar com como você está... Logo, logo, sua alma será selada aqui...
Finalmente conseguir abrir os olhos. E vi uma moça de longos cabelos vermelhos e vestes negras. Ela tinha um olhar malvado e segurava uma caixinha preta com detalhes dourados. Ela sorriu ao me ver de olhos abertos.
-Ora, eis a grande deusa Atena, guardiã do mundo... Não passa de um bebê que nada pôde com os poderes daquela infeliz da Saya... – e apontou no chão a garota que me havia raptado no Salão do Mestre. – E agora... Vamos com os planos...
-Você é Perséfone? – indaguei.
-Não, quem dera ser uma deusa imortal...
Ela virou de costas, provavelmente preparando algo do plano.
-Então você é a irmã do Gibson???
-Ah, é uma boa adivinha, Atena... Sim, eu sou Andréa, irmã caçula de Gibson de Escorpião...
-Por que está contra seu irmão?
-Isso é óbvio, não? Sou uma amazona da lady Perséfone e sigo as ordens delas... – respondeu secamente a serva.
Fiquei muda e então ela se virou para mim... E agora a caixa tinha uma chave dourada.
-Este é o Selo Eterno. Diferente do selo que você usou em Poseidon e em Hades e seus 108 espectros, esse irá durar para toda eternidade... Foi feito por Hypnos e Tânatos na época em que os deuses ainda dominavam. Ao abrir essa caixa, sua alma será tragada pouco a pouco e depois será trancada. Eu irei destruir a chave, que é a única que pode abrir a caixa e destruir o selo... E então, a nossa majestade irá tomar o seu corpo e dominar o mundo. – explicou Andréa, seguido de uma risada louca e maligna.
-Eu tenho certeza que os cavaleiros irão me salvar! – bradei confiante.
-Isso se, passarem pelo Xanto, o temperamental guardião dos reinos de Perséfone... Primeiro, deverão passar pelo portal para se aproximarem dele. E ainda tem os Baralhos antes de chegar aqui. Até lá, você já estará aprisionada na caixa e Perséfone em seu corpo.
-Como ousa? – gritei, desesperada.
-Até perceberem que Perséfone está no seu corpo, eles já estarão mortos e o mundo será de nossa lady! – terminou o discurso. – Agora, hora de dormir eternamente, Atena: QUE A CAIXA DO SELO ETERNO ENVOLVA SEU ESPÍRITO!
Ela abriu a caixa e senti aquele calor igual ao que senti quando Ricky e os outros lutavam contra Dohko e a antiga geração dourada! Era meu cosmo que estava protegendo meu espírito, ele despertou!
-Huh, que idiota... Até quando seu cosmo agüentará sustentar essa barreira que impede tua alma de sair? – riu a amazona do Destino.
-Até MEUS CAVALEIROS vierem me salvar! Diga a sua "leirda" que ela vai perder!
-Pobre sonhadora... – murmurou ela, enquanto se retirava...
"Ricky, venha me salvar... Por favor! RICKYYYYYYYY!!!!!!!!!"
-Estrela...
Carol estava imóvel. Só conseguia falar o nome de nossa amiga. Seus olhos vidrados no chão e estava ajoelhada e desolada.
-Estrela... Ela é Atena... Agora eu me recordo...
Felícia murmurava.
-Ela nos deu uma chance e nos deu dons para usarmos nessa vida...
Salete completava as frases da amiga. Carol no chão, Felícia de pé, olhando o teto, e Salete olhando uma parede do salão, abraçando a ela mesma.
-Não existe... Várias vidas... Mas... Por que sinto como se houvesse? – falou Carol levantando a cabeça. – Eu sempre vi Shiryu em meus sonhos, ele sempre me chamou de "Shunrei" neles...
-O Grande Mestre... Ele é o Seiya que me encorajava nos meus devaneios... – acrescentou Salete.
-Todas nós estivemos perto deles dando forças. Agora nós também somos...
Felícia falava, mas sua voz falhava de tristeza e lágrimas que queriam rolar por não terem feito nada para Estrela...
-Somos três amazonas da ordem mais alta agora... Fé, Amor... e Paz...
-Fé... – murmurou Carol olhando agora as amigas.
-Paz... – balbuciou Salete...
-Amor... – disse Felícia.
"A Fé traz o homem para mais perto de Deus!..."
"O Amor une os homens..."
"A Paz... é o sonho que humanidade busca...!"
Elas se abraçaram, chorando. E desse abraço, a união dos três cosmos se tornou um turbilhão de humanidade. E juntas juraram ir para onde os outros foram... Sem armaduras, uniriam a tecnologia e suas habilidades para lutarem.
Sentimos um calafrio na espinha. Ricky parou de correr e sua face demonstrava a preocupação e um pavor gigantes.
" ...CKYYYYYYY!!!"
-ESTRELA! – gritou Libra.
Gibson olhava o nosso amigo com sentimento de culpa. Ele segurou com mais força o terço de pérolas brancas e cruz dourada de sua irmã.
-Vamos... – disse Escorpião de forma fria e voltando a correr...
-Mas o que deu no mal-humorado, hum? – me perguntou César.
Baixei a cabeça. Meu gesto já tinha dito tudo... Logo adiante, vimos um portal, nas dependências do Partenon. Gibson entrou e nós o seguimos e logo vimos um rio e numa das pedras um rapaz vestindo uma armadura lilás. Tinha os cabelos curtos e repicados, olhos azuis leitosos como rio e tocava uma espécie de banjo, mas tinha o suave som da lira.
-Quem são vocês? – ele nos perguntou. – São os santos de Atena?
-E quem é você? – perguntei.
-Eu sou Xanto. Cavaleiro do Baralho de Imperador... Aqui serão os seus túmulos!
Ele começou a tocar e as águas do rio a se agitar nervosamente. Então, uma parede de água veio nos perseguir.
Nami pulou na frente de todos e usou uma de suas técnicas:
-PAREDE DE CRISTAL!!!! (Cristal Wall)
A água parou na parede, que por pouco não rachou. Rapidamente, Haku passou por trás de Xanto e usou sua técnica:
-SEKISHI KI!!!!!!!!! (Elevação Espiritual)
Mas surpreendentemente, Xanto desapareceu sob forma de água e surgiu atrás de Haku, chutando-lhe pelas costas. Então, pulei na sua frente:
-EXPLOSÃO GALÁTICA!!!! (Galaxian Explosion)
Xanto foi pego de surpresa, mas por pouco não recebeu impacto algum. Mas foi então que Gibson transpassou o rapaz, puxando de volta uma pedrinha vermelha. Uma rubi minúscula.
-A parte que faltava no terço de minha irmã... – murmurou ele.
Xanto se desfez numa poça d'água. Gibson colocou de volta no centro da cruz a rubi, e pressionou para se fixar.
-Estão vendo ali? É o Templo de Perséfone! – apontou Lira. Seguimos para lá.
Mas lá era como as doze casa do Santuário. Havia vários templos. Alguns vazios, sem cosmos. Mas subindo, logo achamos um inimigo.
-Quem ousa a pisar no Baralho de Sacerdotisa?
-Os rastros de cosmos vêm dali! – gritou Salete.
-Então, ali é o Santuário de Perséfone? – gritei?
Salete vestia uma roupa parecida com de aprendiz de comerciante de jogo de rpg. Trazia consigo uma espécie de revólver de laser. Felícia vestia um quimono ninja, azul, e trazia adagas e uma espada. Eu vestia uma roupa que parecia dos exércitos de mais de 300 anos atrás, mas Felícia que fez as roupas me confessou:
-Essas roupas são roupas baseadas em alguns desenhos de quase 200 anos atrás. O meu é de uma menina de Samurai X, o seu uniforme é de uma menina do Sakura Wars que usa cabelos presos por uma fita vermelha e o da Salete é de uma figura que vi numa revista antiga sobre um jogo chamado Rägnarok...
-E que mochila é essa? – indaguei.
-É a roupa para a Estrela, Carol...
E continuamos a correr até chegarmos no portal. Lá, lancei meu ioiô com várias tecnologias para rastrear possíveis inimigos. Nada tinha e então adentramos e vimos vários templos.
-Quem é você? – perguntei, branco de susto. Era uma menina bem alta e tinha cabelo negro compridão, sabe? Tinha olhos castanhos escuros e sua armadura lembrava uma sacerdotisa medieval do país do Haku, pois tinha armadura de samurai misturada com roupas... Ah, aquelas roupas que o Haku usa e que esqueci o nome... Ah, lembrei, visse? Quimono.
-Sou Lizy de Sacerdotisa. Imagino que sejam os cavaleiros de Atena. – ela sacou uma espada. – PREPAREM-SE PARA MORRER!!!!
Ela cortou o ar com a espada. Haku pulou na frente e com um selo que ficou flutuando, conteu o ataque.
-Eu fico... Sigam em frente, salvem Atena!
Nami ficou parado por alguns segundos e por fim nos fez andar. E não vimos mais nada.
-Você muito corajoso querendo me enfrentar sozinho, moleque...
Haku fechou a sua cara, longe da expressão doce que costumava demonstrar. Ele bradou, energicamente:
-Coragem ou não, você irá perecer sobre meus golpes!
-Pelo que percebo, você tem alguns dons bem parecidos com os meus. Deve pertencer a uma família de sacerdotes do Japão. Apesar de ter nascido fora desse país, minhas técnicas e poderes são de lá. – Lizy ergueu a espada e apontou para Haku. – Essa batalha irá decidir o melhor Sacerdote e o mais poderoso médium daqui, cavaleiro...
Os dois se encararam e finalmente Lizy correu até ele com uma velocidade insana:
-Espada da Morte!
Lizy passou a espada perto da armadura de Haku, que abriu uma fenda. O cavaleiro caiu metros atrás e bateu contra uma pilastra.
-Está vendo só, cavaleiro...? És tão frágil com um mísero golpe de espada lhe derrubou. – gracejou Lizy.
-Mesmo derrubado... Ainda agi... Sem perceber... Lizy... – disse ofegante, Haku.
Lizy viu sua espada flutuar, mas ao reparar bem, viu bolinhas, na verdade, bichinhos azulados com uma cara muito esquisita.
-S-Shiki...gamis?
A espada voou até as mãos de Haku, que a quebrou facilmente.
-Não se espante, Lizy... Apesar de ser um cavaleiro, ainda mantenho minhas origens... – Haku se levantou e jogou para um outro lado os restos da espada. – E uma sacerdotisa fajuta do mal não me vencerá!
Uma sessão de golpes de artes marciais se sucedeu. Lizy sentia seu cabelo preso no chão e viu que era os shikis de Haku, prendendo-a.
-Cavaleiro, não se julga idiota por usar esses bichinhos feios?
-Oou, você ofendeu eles... Eles não vão gostar... – disse Haku irônico e olhando disfarçadamente para cima. Dito e feito, os shikis atacaram com violência e por mais que Lizy os atacasse, não se desfaziam.
-Droga! Eu ainda não mostrei todo meu poder: TEMPLO SAGRADO!
Um furacão desfez os selos de papel que serviam para criar os shikis. E jogou Haku longe de novo. O furacão negro e de aparência gelatinosa.
De repente estátuas, estátuas de guerreiros começaram a se mover e ir contra Haku.
-Eles lutaram e mesmo que os despedacem eles voltarão a reviver... – disse em meio às gargalhadas a amazona. – Lute até ir para o outro mundo, cavaleiro de Atena!
-Haku está demorando... – murmurou Andrey, preocupado.
-Eu vou ajuda-lo. – disse Seiya, correndo para o caminho inverso. Estávamos na metade do caminho aquela altura.
-Mas, Seiya, espere aí! Não sabemos quantos Baralhos tem aqui... – gritou Shun.
-O número de cartas do maior nível de tarô... Se não me engano são 22 cartas. – disse calmamente.
-Alguns baralhos podem estar vazios, Claude. – disse-me Nami. – Passamos por alguns vazios!
Haku lutava desesperadamente contra os guerreiros de pedras. Lizy parecia se divertir diante de um espetáculo. Ela riu como se fosse uma comédia. Haku estava ficando irritado novamente e queimou o seu cosmo, a ponto de todos os guerreiros virarem cacos.
Mas, como havia dito a Sacerdotisa, os guerreiros voltaram a se recompor e lutar. O cavaleiro suava frio e então ouviu uma voz na sua cabeça:
"Haku, esqueça os soldados de Lizy..."
-Atena?!
"Haku, ataque-a agora, ataque-a com o Sekishi ki... Vamos!"
-Sim... Atena... Ela está certa... – murmurava Haku, que se levantava de um golpe levado por um dos soldados... Ele já estava se esgotando, pois mesmo sendo estátuas, eram movidos pelo poderoso cosmo de Lizy. Ele ficou de pé e seu cosmo queimava com uma força incrível.
Lizy nem ligou e continuou rindo, como se Haku fosse o palhaço de um circo. Então, Haku fingindo atacar uma das estátuas, desviou rapidamente seu ataque:
-SEKISHI KI!!!!! (Elevação Espiritual)
No mesmo instante, Seiya estava chegando e disparava Meteoros contra a mulher, que agora caia ao chão, assustada com o que ocorrera.
-Grande Mestre?! – exclamou indagativo Haku.
Lizy se levantava, irritada e explodindo o seu cosmo as alturas. Ela ergueu os braços e tudo virou um templo negro, e ela flutuava e todo o globo ocular dela estava negro.
-Nós, as amazonas do Destino, jamais perderemos para cavaleiros de Atena. – dizia ela. – Vou arrancar a alma de vocês dois agora, como se arranca uma erva daninha do solo... Com raízes e tudo para que não voltem a reencarnar e atormentar a Lady Perséfone!
-Que frio enorme é esse? – murmurou Seiya. – Que ataque terrível ela reserva agora?
As mãos da Sacerdotisa agora eram revestidas de globos semitransparentes e negros. E de repente, alguns pontinhos luminosos apareceram por trás dela.
-Mas é... A constelação de Câncer! – gritou Haku. – Ela quer nos tragar para o Monte Yomotsu!
-SUCÇÃO NEGRA!!!!!
Haku também queimava seu cosmo e começou a flutuar e assim como Lizy, a constelação de Câncer passou a brilhar atrás dele.
-Desculpe, mas a constelação de Câncer é minha, Lizy! – gritou Haku. – "E por mais que odeie usar esse golpe, pois era o golpe favorito do eu antecessor e com ele ficou famoso por ser o assassino dos cavaleiros... E terei que usar..."
Haku fechava os olhos, desgostoso com a situação. E finalmente ergueu a cabeça e abriu os olhos que se iluminavam branco por inteiro. A Sucção Negra tragava tudo pouco a pouco. Haku falou calmamente para Seiya:
-Saia daqui, por favor, Grande Mestre... A situação agora não ficará segura... Agradeço a ajuda que me deu agora a pouco. Saia agora Pégaso, os outros precisam de você.
-Mas, Haku...
-Vai... Por favor... – respondeu Câncer voltando-se para Haku, cujos olhos ainda brilhavam daquele jeito, mas com um sorriso pacifico no rosto...
Seiya saiu do templo e voltou-se para a próxima casa. Haku voltou a encarar sua inimiga novamente, com uma face em fúria.
-Vai me atacar com as Ondas do Inferno, cavaleiro? – indagou ela, sorridente.
-Não lhe interessa... De qualquer forma, morrerá!
-Humpf... Se ocorrer um choque entre minha Sucção Negra e a suas Ondas do Inferno... As energias cósmicas-espirituais irão explodir e nós dois morreremos. Você ainda quer continuar, cavaleiro? – perguntou Lizy novamente.
-EU SOU UM CAVALEIRO DE ATENA. ESTOU PREPARADO PARA MORRER POR ELA SE PRECISO! TOME ISTO: SEKISHI KI MEKAI HA!!!!!!! (Ondas do Inferno)
-SUCÇÃO NEGRA!!!!!!
Os dois golpes se chocaram e uma grande explosão ocorreu. Fez um buraco no teto por onde saiu uma luz levemente lilás. E o Baralho de Sacerdotisa veio abaixo.
-Haku!
Nami gritava o nome do amigo. E eu fiquei tão congelado, como se eu tivesse me atingido com o Pó de Diamante.
-Nami... Haku fez o que tinha que ser feito... – tentou acalma-lo, Andrey.
Áries chorava e então colocou sua mão direita na cabeça.
-Não é por isso que estou preocupado! – ele ergueu a cabeça e encarava Andrey com raiva pelas palavras ditas por Gêmeos. Visse, nunca imaginei que veria Nami com um olhar daquele! – Estou preocupado com aquela donzela de quem Haku amava... E de que eu já tinha percebido que ela também já estava gostando...
Nami terminou aquela frase entra os dentes. Ele parecia ter se acalmado, mas ainda via-se dois fiozinhos de água saindo dos olhos...
-Temos que continuar... Por Atena... – falou Ricky, amargurado.
-E por Haku... – completou Gibson, fitando o céu estrelado. – Tenho certeza que ele diria para nós não perdemos tempo...
Nós voltamos a andar e já dava para ver o teto do próximo baralho...
Continua...
