Capítulo 2 - Uma Pequena Escapulida

A primeira coisa que Lily percebeu em Hogwarts foi os homens, arrogantes e metidos, e as mulheres, todas submissas e silenciosas. Foi quando ela percebeu que jamais se ajustaria ali.

Sol e Aqua iam na frente, e foi Sol que bateu na porta. Toda a animação de Lily parecia ter evaporado, e Aqua parecia ainda mais chateada do que antes.

Uma mulher, alta e imponente, os cabelos presos num coque firme, por volta dos 40 anos as atendeu.

- Vocês devem ser Lily, Sol e Aqua. Sou Minerva McGonagall.

Ela fez um gesto para que as três entrassem, e assim que Lily atravessou a porta, ela a fechou, com uma batida que ecoôu por toda casa.

Continuou andando, e as três não tiveram opção se não seguí-la.

- Esse é o quarto de uma outra menina que está comigo, mas não a incomodem – disse quando chegaram na primeira porta do longo corredor. – Vocês ficarão aqui – apontou para três outras portas.

- Você ficarão em quartos separados, e não façam barulho, sim? Estamos perto das grandes casas, as dos mais ricos, e não queremos incomodá-los. A água é limitada, então nada de desperdícios.

Aqua suspirou derrotada.

- Não podemos fazer barulho? O que é que os mais ricos têm de tão especial?

Minerva encarou-a com os olhos negros, como se a morena tivesse dito a pior de todas as blasfêmias.

- Eu poderia alegrar um pouco a casa? Trazer algumas flores talvez? – Lily perguntou, enquanto puxava Aqua para trás, afastando-a da mulher.

- Não, sou alérgica a flores – Mcgonagall nem se incomodou em virar-se para ela.

- Meio escurinha a casa, não? – Sol mais atrás arriscou.

- Ah, sim, luz do sol estraga a pele, mantemos as janelas fechadas a maior parte do tempo. Alguma pergunta?

As três engoliram a seco.

- Não, nenhuma – Sol respondeu, parecendo decidida a fazer dessa uma experiência agradável.

Cada uma foi para o seu quarto, guardarem suas coisas. Os quartos eram simples, mas relativamente confortáveis. Aqua e Lily foram para o quarto da loira, sentado-se na beira da cama.

- E agora? Aqua está certa. Isso vai ser um desastre.

- Tenho que admitir. É um pouco pior do que eu esperava – Sol sentou-se ao lado delas. – Mas ainda há esperança. Tem outra garota aqui, quem sabe não ficamos amigas?

Lily levantou-se, perdendo a elegância.

- O quê? Ela deve ser igual a todas as mulheres que eu vi lá fora! Quietinha, e faz tudo que os outros querem, provavelmente vai pedir permissão antes de falar com a gente! A gente nunca vai se ajustar aqui meninas. Nunca.

Aqua e Sol abaixaram as cabeças, odiando a si mesmas por concordarem. A porta foi aberta com um estrondo e McGonagall colocou a cabeça pra dentro.

- Já disse. Silêncio.


Tédio. Era a única coisa que as três sentiam naquele momento. A noite fora tranquila, mas pela manhã, Aqua, Sol e Lily descobriram que não havia muito para se fazer naquela vila. Não podiam trabalhar, e não eram casadas, então não tinham crianças ou maridos para se ocupar com. Aprenderam a fazer silêncio, e isso restringia o número de atividades que podiam fazer.

- Oi...

A porta se abriu lentamente, e uma garota loira, com um rosto redondo e simpático e olhos cor-de-mel entrou.

- Sou Alice.

Ela sorriu, entrando e fechando a porta arás de si. Sol levantou-se prontamente.

- Meu nome é Sol, e essas são Lily e Aqua. Muito prazer. O que está fazendo aqui?

- Eu estou morando nessa casa. Vou me casar daqui a umas semanas e estou aqui para preparar o casamento.

- Ué – Lily animou-se com a recêm-chegada. – Porque não fica com o seu futuro marido?

Alice arregalou os olhos, olhando-a confusa.

- Você não é daqui, é? Por aqui seria um absurdo morar com um homem antes do casamento.

- Se você diz – Lily deu de ombros.

- Então, Alice. O que é que tem para fazer por aqui? – Aqua perguntou, se espregiçando.

- Aqui dentro? Nada. Eu sei, é uma chatice – ela deu uma pequena risada. Lily a acompanhou. Ela era diferente do que havia imaginado. - Mas sabe? McGonagall saiu e só vai voltar no fim da tarde, se estiverem aqui até lá, posso ajudá-las a sair.

As três se aproximaram, interessadas. Alice riu.

- Por aqui.

Elas a seguiram até o corredor mais distante. Alice retirou o quadro da parede, que aparentemente cubria um grande buraco.

- Saíam e entrem sempre por aqui. McGonagall nunca vai suspeitar, mas voltem antes do pôr-do-sol.

As três assentiram, agradecendo Alice. As quatro saíram pelo buraco, colocando o quadro de volta. Agora era cada uma por si.


Sol não teve dúvidas. No minuto que abandonou a casa se dirigiu a floresta, assim como Aqua e Lily. Em uma bifurcação, a morena se decidiu pela direita, a ruiva pela esquerda, e Sol continuou subindo o morro. Pouco a pouco, as árvores foram diminuindo e o sol começou a surgir por entre elas. Subindo um pouco mais, a loira finalmente parou. Seus olhos brilharam.

Era a casa mais bela que ela já havia visto. Era aparentemente simples, de madeira ainda nova, toda pintada de branco, os detalhes em azul e amarelo. Se aproximando mais, Sol percebeu que o telhado era transparente, e ao abrir a porta, que já estava meio aberta, como se alguém tivesse acabado de sair, a garota quase gritou de excitação. Havia vários espelhos espalhados pela casa, refletindo a luz do sol, que se espalhava por toda a sala.

Sol estancou. Viu um homem sentado em uma escrivaninha, absorto demais em um pergaminho qualquer para notar a invasão à sua casa. Ele lentamente se virou para ela, e seus olhos se arregalaram. Ele permaneceu encarando-a confuso, mas não disse nenhuma palavra.

- Quem é você? – Sol se aproximou dele, e seus olhos brilharam quando ele sorriu, mesmo que não tivesse abandonado o olhar confuso.

- Sou Remus Lupin – ele beijou sua mão delicadamente e Sol se sentiu derreter.

- Meu nome é Sol... Sinto muito pela invasão – ela desculpou-se, arrumando o vestido, envergonhada. – Mas vi a casa e achei tão bonita, não pude evitar entrar.

Se possível, ele sorriu mais.

- Não tem o mínimo problema, srta...

- É Wayne. Mas me chame de Sol. Não gosto desse negócio de sobrenomes, sempre achei muito formal.

Remus olhou-a surpreso, e convidou-a para sentar. Ela sorriu, sentando-se em uma das poltronas, enquanto ele abandonada a escrivaninha, indo em direção a cozinha. Voltou com duas xícaras de chá, que colocou sobre a mesinha de centro, antes de sentar-se na frente dela.

- Muito bem, Sol. Então me conte, o que uma senhorita está fazendo desacompanhada no meio da floresta?

- Só saí pra dar uma volta. Queria passear um pouco, aproveitar um pouco esse belo dia – ela sorriu encantadora, e Remus acompanhou-a.

- E quanto a você? O que faz aqui sozinho, numa casa afastada, concentrado demais para me notar entrando? – ela perguntou.

- Eu moro aqui. E não estava tão concentrado. Só... distraído.

Sol riu do tom atrapalhado dele, e os lábios de Remus se curvaram num sorriso. Não que fosse engraçado. Mas é que ela ficava adorável quando ria.


Aqua virou a direita. Sentia que havia um lago por perto e quanto mais andava, mais sentia o doce cheira que conhecia tão bem. Quando o viu, acelerou o passo e pulou de cabeça na água.

Distraída, não viu um homem se aproximando, descendo a colina, sorrindo e cantarolando. Ele, por outro lado, a viu nadando, e rapidamente tirou a camisa, pulando na água.

Aqua sentiu um puxão no braço e quando viu estava sendo arrastada em direção a beira do lago. Alguém colocou as mãos na sua cintura, levantando-a e fazendo-a sentar. A garota tirou os cabelos dos olhos, e se preparou para gritar com seja lá quem a tivesse tirado do seu sossego. Mas não consegiu sequer abrir a boca.

À sua frente estava o mais belo homem que já havia visto, sem camisa, encarando-a com olhos azul-escuros brilhantes.

- Você está bem? – ele disse, sorrindo maroto. Sirius havia se surpreendido. Não esperava uma garota tão bonita.

Aqua assentiu, ainda boquiaberta. Ele percebeu sua surpresa e assumiu uma pose um tanto quanto arrogante.

- Sirius Black, muito prazer – ele mantinha o sorriso arrogante no rosto, mas beijou sua mão com tanto jeito que Aqua não pode deixar de sorrir.

- Meu nome é Aqua – percebendo onde estava, Aqua de repente se irritou. Jogou os cabelos pra trás, tirando as mãos de Sirius de sua cintura, já que elas não pareciam dispostas a se mecher.

- O que você pensa que está fazendo? Eu estava muito bem, cuidando da minha vida, e você aparece e simplesmente me tira do lago?

- Sinto muito... Achei que estava em perigo! – ele exclamou. – O que está fazendo no lago pra começar?

Aqua se irritou ainda mais.

- Embora isso não seja da sua conta, estava nadando. Sabe, relaxando um pouco – Aqua encarou-o de lado, observando o modo como sua boca se abriu ligeramente, como se não pudesse acreditar. Riu.

- Nadando? Essa correnteza é muito perigosa, senhorita. Qualquer mulher perceberia que isso não é lugar de mulher.

Aqua achava meio absurdo o modo como se referia as mulheres, mas sorriu, encantada com o seu sorriso preocupado. A garota riu novamente, mergulhando no lago e nadando rapidamente até a outra beirada. Sorriu marota.

- Acontece que eu não sou qualquer uma, sr. Black.

Ele arregalou os olhos, mas sorriu também. Nadou até onde ela estava.

- Sou obrigado a concordar... Aqua. E por favor, me chame de Sirius.

Mergulhou uma fez nas águas, para ajeitar os cabelos. Beijando sua mão mais uma vez, saiu do lago, e pegou sua camisa do chão.

- Nos vemos depois – ele sorriu. Aqua não conteve um suspiro.

- Até mais, Sirius.

Ele logo voltou ao seu caminho, cantarolando.

Aqua sorriu pra si mesma. Talvez essa vila não fosse tão ruim assim.


As árvores não pareciam dispostas a cooperar. Pela primeira vez em toda a sua vida, Lily estava tendo dificuldade em transitar pela floresta. A mata parecia se fechar, impedindo o seu caminho. Poderia facilmente tirá-las dali, mas se não queriam que ela passase, devia haver um motivo. Ela não imaginava que ele já vinha, descendo o morro distraído.

Desistindo, Lily sentou-se sobre o chão, apoiando a cabeça em uma das mãos. Seus olhos treinados logo perceberam um lírio jogado na terra, a alguns metros dela. Sorriu. Lírios eram as suas flores. Levantou-se e pegou-a, e sentiu a calma e a serenidade se espalharem pelo seu corpo conforme o cheiro doce da flor invadia as suas narinas.

Mas sua paz foi bruscamente interrompida. Tudo que Lily sentiu foi algo indo contra ela, e no minuto seguinte estava prestes a cair no chão. Mas o aparentemente causador do seu problema pegou-a antes que tocasse a terra.

Lily o reconheceu, e ele aparentemente também o fez. Era o homem que tentara assustar na floresta. Lily se desvencilhou dele, arrumando a si mesma. Foi quando sentiu falta do lírio. O estranho percebeu que ela procurava por algo. Sorriu, abaixando-se, pegando a flor e estendendo a ela. Lily a pegou, um tanto quanto desconfiada.

- Você é aquela garota da floresta, não é? Sou James Potter.

Lily arregalou os olhos quando ele beijou sua mão. Sorriu tímida, e um pequeno sorriso arrogante tomou conta da face do moreno. Não sabia porque, mas naquele momento, Lily sentiu raiva.

Muita raiva. Puxou sua mão de volta pra si, no que ele a olhou surpreso. Ainda cavalheiro, fez uma reverência.

- Muito prazer. E qual seria o nome dessa bela senhorita?

Lily não sorriu.

- Lily Evans.

Ele não pareceu se intimidar pelo tom seco dela.

- É realmente um prazer, Lily.

Lily deveria ter se sentido mal por ter sido tão mal-educada com aquele homem tão cavalheiro. Deveria.

- Evans – ele franziu as sombracelhas, sem poder compreender. – Me chame de Evans.

Ele não se mecheu, surpreso demais. Lily levantou a cabeça, orgulhosa.

- E me chame de James. Só James.

Ele sorriu, e Lily se sentiu desarmar. Não era justo. Sempre tivera controle das suas emoções. Elas não podiam traí-la agora. Lily até sorriu para ele, repreendendo a si mesma logo depois.

- Tenho que ir.

Lily rapidamente seguiu seu caminho, levando o lírio consigo. James sorriu para si mesmo, encantado e surpreso com a garota. Conteve o impulso de ir atrás dela, e continuou a descer o morro. De qualquer modo tinha a impressão que logo a veria novamente.

Lily suspirou, pensativa. Não podia acreditar que a floresta conspirara para que ela o conhecesse. Além do mais, ele a lembrava alguém. Não sabia direito quem, mas sem dúvida, se dependesse dela, seu caminho jamais cruzaria com o de James Potter novamente.

Mas isso, é claro, não dependia dela.


- Cadê ela? – Aqua perguntou pela décima vez, e Alice e Lily suspiraram.

McGonagall não tardaria a voltar e Sol continuava desaparecida. Alice fechou os olhos.

- Isso é péssimo. Acredite em mim, se ela não estiver aqui quando McGonagall chegar, ela vai ficar realmente furiosa. E vocês não querem vê-la furiosa.

Lily colocou a mão sobre o ombro da garota.

- Não se preocupe. A Sol é distraída, não deve ter percebido o tempo passar. Mas ela já vai chegar. Ela poderia estar presa em uma caixa, mas sentiria o pôr-do-sol chegando.

Aqua olhou pela janela mais uma vez.

- Sol... cadê você?

- Eu juro! O Dave simplesmente colocou fogo na cortina! Mamãe ficou desesperada, ficou correndo de um lado pro outro, sem saber o que fazer!

Remus riu junto com a loira.

- E o que aconteceu? – ele disse, limpando as lágrimas de riso.

- Bem... – Sol parou. Olhou pela janela. – Droga.

- O que foi? – Remus estranhou a subita preocupação da garota.

- Tenho que ir. Pôr-do-sol – ela se levantou, se dirigindo a porta. – Amei te conhecer, Remus... Quem sabe não nos vemos outro dia?

Ele sorriu, concordando, mas antes que pudesse dizer outra coisa, Sol já desaparecera pela porta. Remus colocou a mão na cabeça, estupefato.

Finalmente alguém que traria um pouco vida para aquele lugar.

Sol entrou pelo buraco, colocou o quadro de volta no lugar e correu o mais rápido que pode até o seu quarto. Alice, Lily e Aqua estavam lá e suspiraram de alívio quando ela finalmente adentrou o quarto.

- Graças a Deus! – Aqua a abraçou, e Lily cobriu o rosto com as mãos, sorrindo satisfeita.

- Que demora foi essa? Onde você estava? – Lily disse, um ou dos minutos depois.

Sol demorou para responder, encarando Alice com o canto dos olhos. Por fim, suspirou e sorriu.

- Eu estava subindo o morro e encontrei essa casa linda e bem... Eu entrei – as três olharam pra ela, sem acreditar. – Acontece que tinha já um homem lá e ai, meninas! Ele é o cara mais incrível que eu já conheci!

Sol jogou-se sobre a cama, sorrindo animada. Feliz.

- Nós ficamos conversando a tarde toda! Ele me falou um pouco da vida dele, embora eu ache que ele estava escondendo alguma coisa. Eu contei pra ele sobre os meus pais, os meus irmãos, até falei de vocês! E...

- Sol? – Lily a interrompeu. – Você não disse nada sobre... – Lily exitou, notando Alice lá – aquilo, disse?

A loira compreendeu imediatamente.

- Não! É claro que não! Tive todo o cuidado para não falar mais do que o necessário.

Alice olhou confusa para elas. Antes que pudesse perguntar qualquer coisa, elas ouviram passos e uma porta se abrindo.

- Ela chegou!

Alice, Lily e Aqua foram para seus respecitivos quartos, deixando Sol sozinha com os seus pensamentos. Pelo menos por uns cinco minutos inteiros.

- Senhorita? – Mcgonagall enfiou a cabeça pra dentro, sorrindo para si mesma ao ver a garota sentada respeitosmente na cama. – Só gostaria de avisá-la que amanhã as levarei para dar um volta pelo vilarejo. Saíremos as 10:00 em ponto.

Dito isso, saiu do quarto. Sol contece um suspiro. Tinha planos para visitar Remus de novo pela manhã.

- Bem, acho que não vai ter problema. – disse pra si mesma. – Posso esperar dois ou três dias antes de vê-lo novamente.

O destino não concordava.


N/A: Aqui estou eu!!!!!! Putz! Duas semanas e... 4, 5 dias. Tá, demorei um pouco, mas fui viajar (viva o Texas!) e depois trabalho de escola que, é claro, eu ainda não fiz e tenho que entregar daqui a suas semanas assim que voltar as aulas...

Tá. Vocês não ligam pra isso. Até eu estou ficando entediada aqui. Ao capitulo: eu gostei dele, nem sei porque. Mas fiquei me imaginando no lugar delas... e Deus! Eu daria TUDO pra ter um Maroto para mim. Quem não daria?

Pela última frase dá pra ter uma idéia do que vai acontecer, né? Juro que vou o mais rápido possivel com o proximo, mas já aviso: o dia em que o meu Harry Potter 7 chegar em casa, eu largo tudo e qualquer coisa pra ler.

Aos comentários!!!!!

Flavinha Greeneye: Ah!!! Você não tem idéia de como isso me deixa feliz. Amou os Marotos? Quem não ama ;)? Eu sei. Deve ser horrivel perder o pai. Mas ela é forte, já tá bem melhor.

mary86: Bem, aqui está. Eu sei lá. A minha Lily vai ser meio grossa (mais no inicio), mas não vai ser taaanto assim. O James, na minha cabeça pelo menos, é um dos poucos que consegue ver por trás desse disfarce de malvada da Lily. Esse capitulo não teve muito deles, mas vou tentar colocar mais no proximo,ok?

Diii-Lua: É... eu não sei qual o meu problema. Eu sempre me distraio, toda empolgada na história e acabo esquecendo dos erros... mas juro que vou trabalhar neles ). Pra mim, o Sirius é irresistivel em qualquer tipo de versão ;).

Julinha Potter: Amou? Amei que você amou. D

Sandra Potter: O Peter é um covarde. Mas eu amei escrever o encontro deles! Adoooro eles. Bem, aqui está a continuação e eu juro que o proximo não demora!

Lucy Sky: ar fresquinho numa tarde quente? Que mimo! Não acho besteira... ui. Também acho os trailler uma coisas, viu? Mas esse pessoalmente eu adorei! Gostoso? Não precisa encontrar outras palavras! Eu fico feliz que tem gente gostando! Anima o meu astral!

Thaty: Ah... não se preocupe. Lily e James terão todas as cenas que merecem (e todos os problemas também ;) ) O reencontro vai ser divertido!

A Nah Potter.: Jura ?/imagina olhos gigantes, brilhando emocionados. São os meus./ Nem sei porque não gostei. Mas realmente fez o meu dia a sua review... Te adoro também.

REVIEWS!! Façam uma garota louca e meio (meio? HAHAHA (cala a boca, consciencia)) problemática feliz!