- a demorada –

Gomen gente, eu já expliquei a demora neh?ç.ç

No cap passado eu axo ke nom errei nada :D(pelo menos isso...)

E pelo visto vcs amaram akele cap .----.

14 reviews num dia – emocionada –

Retrospectiva do último episódio:

- Tenho de reconhecer que minha irmãzinha me surpreendeu – comentou Inu-Yasha.

- É porque não é mais uma irmãzinha. Ela cresceu. Como Yumi. Nós pensávamos que conhecíamos, mas não realmente.

A Rebelde Apaixonada:

A cerimônia do casamento foi linda. A noiva estava radiante e o noivo parecia nervoso. Kagome e Inu-Yasha se sentaram do lado da igreja onde estava a noiva. Se Kagome olhasse à direita, poderia ver seus pais e Yumi no banco da frente da igreja, mas até onde pôde dizer, nenhuma das duas olhou na direção dela. Sem dúvida seu pai impusera outra lei.

A igreja estava cheia de parentes e convidados, e por isso Kagome se viu apertada contra Inu-Yasha (como se ela nem tivesse gostando...). Ela tentou conseguir mais espaço para si mesma, mas isso só teve o efeito de encostar sua coxa na dele. Manobra que provocou um olhar zombeteiro dele e a fez desistir. Mas o calor que emanava de Inu-Yasha era impossível de ser ignorado, como o era o aroma do perfume (mulé fogosa .--.).

Quando a cerimônia terminou e eles se levantaram para seguir os noivos para fora da igreja, onde seriam tiradas as fotografias, Kagome teria preferido caminhar sozinha, mas percebeu que Kikyou os observava e foi forçada a pegar o braço de Inu-Yasha e se pendurar nele com mais força do que desejaria.

Eles saíram com o resto das pessoas, mas isso não foi um alívio para Kagome. Para seu profundo constrangimento, Inu-Yasha insistiu em que o acompanhasse em todas as fotos.

- Você é parte da família, mesmo se apenas uns poucos de nós sabem disso – informou-a quando ela tentou protestar. – Tem mais direito do que muitos de estar aqui.

Ela não teve uma resposta para isso. E ver a irritação no rosto de Naraku a fez se sentir melhor. É claro que não se moveu quando a família do noivo foi chamada, porque isso levantaria algumas questões bem difíceis.

Contudo, não teve como escapar do tradicional cumprimento aos noivos e seus parentes diretos, quando os convidados foram para o hotel onde seria a recepção. Se alguém achou estranho a noiva cumprimentá-la tão afetuosamente quanto cumprimentou o irmão enquanto o noivo mal tocou em sua mão, ninguém fez qualquer comentário.

Naturalmente, Kikyou aproveitou a situação para beijar Inu-Yasha com um entusiasmo exagerado, o que tornou a expressão de Inu no Taishou um pouco sombria, pesar de Inu-Yasha se afastar quase que imediatamente (acho que foi um beijo na bochecha, viu gente?o-o). Ao seu lado, Kagome pôde sentir a raiva dele, e quando chegou a sua vez de cumprimentar a outra mulher apertou-lhe fortemente a mão para forçá-la a olhar para ela.

- Faça isso de novo, senhorita Taishou, e se arrependerá mais do que imagina – prometeu Kagome em voz baixa, com um sorriso amistoso que não correspondia às suas palavras.

- Não sei o que você quer dizer! – protestou Kikyou fazendo-se de inocente e tentando soltar sua mão sem chamar atenção.

- Eu não sou Inu-Yasha, Kikyou, e não tenho dificuldades em falar sem rodeios – Kagome teve tempo de dizer antes de finalmente soltar a mão da outra mulher e seguir em frente.

Isso levou à sua irmã, que lhe deu um sorriso rápido e um aperto de mão ainda mais rápido. Onigumo era o próximo, e Kagome tentou apertar a mão dele.

- Naraku – disse friamente, antes de passar para sua mãe. Mizuumi Youkai estava visivelmente nervosa, olhando para todos os lados, menos para a filha mais velha, o que entristeceu Kagome.

- Souta está muito bonito hoje, haha-ue. Deve se orgulhar dele – disse, esperando que sua mãe dissesse alguma coisa.

Ela hesitou, mas finalmente olhou para filha.

- Ah, sim... Ano...

- Mizuumi – censurou-a rispidamente Onigumo, fazendo sua mulher empalidecer.

- Oh, querido!

Kagome poderia tê-lo matado por isso, mas teve pena da mãe e, desafiando o homem em pé ao lado dela, deu-lhe um rápido abraço.

- Aishiteru – sussurrou-lhe, e então se virou rapidamente.

Sua vista estava turvada por lágrimas não derramadas, e felizmente Inu-Yasha a pegou pela cintura e a afastou do grupo perto da porta, porque não conseguia enxergar para onde estava indo.

- Vamos, tome isto. – Ele pôs uma taça na mão de Kagome e ela tomou um gole do que se revelou um ótimo champanhe.

- Sinto muito por isso – desculpou-se um pouco depois, quando se recompôs. – Eu detesto ver minha mãe tão intimidada, mas realmente não consigo me lembrar dela de outro modo.

- Porque ela não se separa dele? – Inu-Yasha fez uma pergunta óbvia.

- Porque ele a dominou tanto que não consegue fazer nada sem a aprovação dele. Além disso, a família e o lar são tudo que ela tem. Se algum dia minha mãe teve qualquer coragem, a esta altura ele já tirou dela – respondeu Kagome desalentadamente.

- Ainda bem que você se livrou dele a tempo – observou Inu-Yasha.

- Uh – respondeu ela com um profundo suspiro.

- Então agora tudo que nós temos que fazer é nos certificarmos de que sua irmã se livrará dele também – continuou Inu-Yasha, fazendo-a erguer os olhos.

- Nós? – perguntou intrigada.

- Estava achando que eu ia deixar você lutar por ela sozinha? – perguntou Inu-Yasha , e o coração de Kagome saltou no peito dela.

- Essa não é sua, Inu-Yasha.

- Agora é – insistiu ele calmamente, e Kagome não sabia se devia ficar feliz ou zangada.

A risada dela soou estranha até aos seus próprios ouvidos.

- Por que sua irmã se casou com o meu irmão?

O olhar que lhe lançou foi irresistível.

- Porque não pretendo deixar esse homem magoá-la mais, meu bem. O que faz com a sua irmã a magoa, e isso é tudo que preciso saber. Entendeu?

Ah, ela havia entendido tudo muito bem, mas não conseguia acreditar. Dara a impressão de que se importava com o que ela sentia, e não esperava isso. De ninguém, muito menos de Inu-Yasha no Taishou. Ela não tinha a mínima do que dizer.

- Por que você está fazendo isso?

- Porque alguém tem que fazer – respondeu ele energicamente.

Kagome tomou fôlego.

- Eu estou achando difícil ver você como um cavaleiro em um cavalo branco.

A risada dele foi irônica.

- Isso é porque você me pintou como um detestável Don Juan desde que me conheceu. Se eu realizasse uma boa ação, você a teria ignorado.

- Você está certo, e peço desculpas – ela curvou meio corpo e depois se ergueu – você não é totalmente mau.

- Um elogio chocho – explicou ele divertido.

Kagome teve que sorrir, arrependida.

- É difícil me desfazer da imagem que tenho de você.

Ele ergueu uma das sobrancelhas.

- É a imagem que estou fazendo anotações na minha caderneta de telefones de mulheres?

Dito daquela forma, aquilo realmente pareceu um estereótipo ridículo.

- É melhor que você veja assim – admitiu ela relutantemente.

- Eu sei o que você quer dizer – observou Inu-Yasha. – Estou tentando continuar a ver você como uma megera de sangue gelado, mas esses seus olhos azuis e sensuais estão me atrapalhando!

Todo o corpo de Kagome pareceu estremecer quando ela o ouviu descrevê-la daquela maneira, e ela sentiu seu rosto ficando quente.

- Yamette, Inu-Yasha! – disse veemente. – Eu não sou... o que disse!

- Meu bem, você deveria tentar se ver da posição em que estou – disse ele com uma voz rouca, fazendo seus nervos vibrarem alucinantemente.

Ela não ousaria, quando estava tendo seus próprios problemas. Quando ele era apenas Inu-Yasha no Taishou, um desprezível mulherengo, ela podia ignorá-lo e seguir seu caminho. Desde que se tornara Inu-Yasha, o homem que fazia seu sangue ferver, não sabia o que fazer com ele, e era impossível ignorá-lo. Agora ela também tinha de ignorar o fato de que ele a achava sensual.

Havia coisas nele das quais suspeitara, e sempre que descobria uma nova, sua idéia dele mudava, tornando impossível não apreciá-lo. Como agora, por exemplo. Inu-Yasha não a estava observando, dando-lhe chance de observá-lo sem que ele o percebesse. Havia rugas ao lado dos seus olhos e boca que sugeriam que ele ria fácil e freqüentemente. Ela gostava de homens que riam. Seu pai era um homem sério, muito cheio de si para pôr em risco sua dignidade rindo. Além disso, os olhos de Inu-Yasha brilhavam com pensamentos que em geral guardava para si mesmo. Fisicamente, ele parecia poderoso (grifei de novo gente xD), mas ela sabia o quanto podia ser gentil, e aquilo era muito excitante (O—O).

- Está vendo dois de mim? – A pergunta sarcástica chegou-lhe aos ouvidos despertando-a de seu devaneio.

Naturalmente, ela ergueu a cabeça e os olhos azuis encontraram os violetas. Kagome estava se acostumando com a emoção que sentia sempre que isso acontecia, o que não impedia seus ossos de tremerem.

- Não, graças a Kami-sama. Um de você basta!

Os lábios de Inu-Yasha se contraíram.

- É mesmo? Eu achei que você poderia estar memorizando as minhas feições para poder sonhar comigo depois.

- Eu não preciso fazer isso. Seu rosto é inesquecível. É mais provável que me faça ter um pesadelo do que um bom sonho.

- Isso não foi gentil. E também não é verdade – observou ele naturalmente, nem um pouco ofendido. – Você não tem mais medo de mim do que eu de você. Lembre-se de que sei o que faz você ter pesadelos, e eu não estou neles.

- Nesse caso é muita pretensão da sua parte achar que eu ia querer sonhar com você – disse Kagome em seu tom mais frio, o que apenas o fez rir.

- Meu bem, eu duvido muito que possa me tirar da sua cabeça mais do que eu posso tirar você da minha – observou Inu-Yasha secamente, e ela entendeu o que ele queria dizer. Inu-Yasha estava ocupando demais seus pensamentos.

- Bem! – exclamou ela com falsa animação. – Isso não está sendo como eu esperava!

- Alguém deve estar se divertindo muito à nossa custa, não acha? (com certeza, eu estou XD) Estamos brigando desde que nos encontramos e, no entanto, desde ontem, tudo que quero é ficar a sós com você em algum lugar fechado, rasgar suas roupas e me entregar a uma atividade que, eu garanto, dará a nós dois muito prazer (CACETADA O---O).

Imediatamente Kagome visualizou exatamente o que ele havia descrito, e isso fez sua temperatura subir.

- Dá para notar que você não é nada modesto em relação à sua performance sexual – conseguiu dizer razoavelmente calma, quando sentia tudo menos calma.

- Até agora ninguém reclamou.

- Bem, sempre há uma primeira vez.

Inu-Yasha deu uma gargalhada.

- Você está ofegante demais para reclamar!

Kagome quase ficou sufocada ao ouvir aquilo. Era a coisa mais arrogante que ele já havia dito.

- Se eu fosse você, olhava para onde estava pisando, para não tropeçar em seu próprio ego!

- Só estou dizendo a verdade.

- Bem, yamette. Você não está ajudando a esfriar as coisas.

Ele deu de ombros.

- É o mal de ter uma imaginação fértil, Minha mente insiste em ver as possibilidades em Technicolor.

Kagome ergueu uma das mãos, cautelosamente.

- Não me diga. Não quero ouvir. Mas você tem razão no que diz a respeito de uma coisa – estão se divertindo conosco (ô si estamos...). O que eu não daria para o chão se abrir agora! – disse ironicamente.

O som da risada de Inu-Yasha repercutiu nos nervos de Kagome. Alguém certamente devia estar se divertindo como nunca na vida (me chamo alguém MUHAHAH).

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Depois de consumir boa comida e bom vinho com um apetite inesperado, Kagome se sentia muito mais relaxada e em paz com o mundo (comer é bom, neh? .). Felizmente, a disposição dos lugares à mesa havia sido tradicional, por isso a família de Kagome se sentou à mesa principal com a de Inu-Yasha. Ela e Inu-Yasha estavam em uma mesa suficientemente distante para permitir a Kagome esquecer sua família temporariamente. Os outros convidados em sua mesa eram primos distantes de Inu-Yasha.

Os inevitáveis discursos e brindes tinham terminado e agora os convidados começavam a se misturar de novo e a ficar desinibidos. Uma banda chegou e começou a tocar música dançante, e pouco a pouco os casais se dirigiram à pista de dança. Kagome viu-se constantemente tirada para dançar pelos parentes de Inu-Yasha. Finalmente alegou exaustão e voltou para a mesa. Inu-Yasha já estava lá, embora ela ocasionalmente o tivesse visto dançando enquanto estava na pista.

Inu-Yasha a observou se atirando na cadeira e tomando um gole muito necessário da sua taça de vinho branco, agora morno.

- Eu não sabia que você era tão popular – comentou friamente, Kagome olhou para a cara fechada dele e caiu na risada.

- Não acredito que está com ciúmes! – disse, encorajada pelo vinho, embora longe de estar bêbada.

- Com ciúmes, não, mas não achei graça em ver você ser afagada por tantos de meus parentes – corrigiu-a calmamente, embora Kagome estivesse notado alguma irritação nas palavras dele.

- Eu não fui afagada, como você disse tão delicadamente... – ela olhou para o lado e deu um risinho – mentira. Um de seus tios tentou me afagar, mas ele havia bebido demais. – Ela logo lamentou ter mencionado aquilo.

- Você devia ter dado um tapa no meio das fuças dele – declarou "delicadamente", e Kagome o olhou totalmente surpresa.

- Ele só estava sendo amigável.

- Estava sendo atrevido e não gostei disso (ai que lindo ).

Kagome ficou de queixo caído.

- Então dê você mesmo o tapa na cara dele – replicou sagazmente. – Inu-Yasha, você está sendo ridículo – acrescentou irritadamente, embora em seu íntimo (só no íntimo?) estivesse um pouco satisfeita com a reação dele. Isso a deixou confusa, porque é claro que não queria que ele sentisse ciúmes. Não havia nada entre eles, exceto a atração recém-descoberta.

Inu-Yasha não ficou impressionado.

- Posso lembrá-la de que deveria estar aqui comigo?

Ela estava começando a ficar aborrecida.

- Eu estou com você, Inu-Yasha, mas está me fazendo lamentar isso – disse bruscamente.

- Arrufos de namorados? – A pergunta maldosa de Kikyou pagou os dois de surpresa. Eles estavam tão envolvidos em sua discussão que não a ouviram chegar.

- Você tem mesmo o hábito de ouvir conversas particulares? – perguntou para a outra mulher, fulminando-a com os olhos.

- Na verdade, querida, não estou nem um pouco interessada na sua conversa. Vim tirar Inu-Yasha para dançar – respondeu Kikyou desdenhosamente, dando o seu sorriso mais sedutor. – É uma inocente dança, Inu, em nome do dever... Que mal pode haver nisso? – disse "inocentemente", deixando Inu-Yasha sem escolha.

Ele se levantou com um sorriso tenso.

- Que nunca digam que eu me recusei a cumprir o meu dever – observou, deixando Kikyou seguir na frente para a pista. Ela se afastou com um aceno e um sorriso altivo.

Kagome chegou à conclusão de que realmente detestava Kikyou no Taishou. A mulher era perigosa e, a julgar pelas experiências passadas de Inu-Yasha, faria qualquer coisa para conquistar seu homem. Mas havia muito pouco que pudesse fazer na pista de dança com toda a família ao redor, por isso Kagome aproveitou oportunidade para ir ao vestiário feminino. Estava sentada diante de uma das penteadeiras quando a porta se abriu de novo e Yumi entrou.

- Achei que eu nunca teria uma chance de falar com você – disse Yumi, depois que elas se abraçaram. - Este é o único lugar em que nem mesmo o papai ousaria ir! – acrescentou com uma risada.

Kagome riu também, mas percebeu que elas não tinham muito tempo, e havia algo que queria desesperadamente saber.

- Então, o que você ia me contar esta manhã? O que aconteceu?

Yumi suspirou profundamente.

- Eu conheci um rapaz, Kagome. Ele se chama Kyo Sumine e está cursando o último ano de direito. Kyo é maravilhoso e... eu o amo tanto que dói – disse apaixonadamente, segurando as mãos de Kagome.

Kagome pôde ver aonde isso iria levar, e sentiu um aperto no coração.

- Naraku tem outros planos para você – disse categoricamente.

- Como sabe disso? – perguntou Yumi surpresa, e Kagome estremeceu, solidarizando-se com ela.

- Ele me contou ontem à noite.

- Esteve com ele?

- Ah, uh... – confirmou Kagome com uma expressão de desagrado.

Yumi pareceu desanimada.

- Ele me deu uma lista de nomes de homens e quer que eu escolha um deles como marido. Não dá para acreditar! Isso é totalmente medieval!

- Você contou a ele sobre Kyo? – perguntou Kagome.

- Não tive coragem. Fiquei com medo do que poderia fazer. Kyo queria falar com ele, mas eu sabia que não ia adiantar. Agora papai está me pressionando e não sei o que fazer.

Kagome sabia, mas dependia de uma resposta.

- Kyo ama você?

O rosto de Yumi se tornou tão radiante que dispensava palavras.

- Uh. Mas ele não é rico e nem vem de uma família importante. Otoo-sama nunca concordaria. Nunca... E Eu pensei em fugir, mas Kyo mora com outros dois estudantes. Eu não tinha para onde ir...

- Agora tem – corrigiu-a firmemente Kagome. – A minha casa. – Ela procurou uma caneta em sua bolsa e pegou um lenço de papel de uma caixa próxima. Escreveu rapidamente e o entregou à irmã. – Aqui está o meu endereço. Esconda isso em um lugar seguro. Assim que puder, saia de casa e me procure. Naraku não pode impedir você de fazer isso. Tens dezoito anos, e és maior de idade para sair de casa.

A expressão de Yumi demonstrou alívio, mas também uma certa preocupação.

- Mas, Kagome, tem certeza? Se papai descobrir vai ficar furioso.

- Ele não pode fazer nada contra mim, Yumi – garantiu-lhe imediatamente. – Você pode ficar comigo o tempo que quiser.

Yumi mordeu os lábios.

- Eu não posso pagar muito até conseguir um emprego, mas pretendo trabalhar em alguma coisa. Kyo e eu queremos ter um lugar para nós assim que pudermos, só não será coisa muito grande...

Kagome balançou rapidamente a cabeça.

- Você não precisa me pagar nada. Só quero que saia daquela casa.

- Inu-Yasha não vai se importar se eu for morar com você? – Yumi a surpreendeu com a pergunta.

- Por que se importaria? – Kagome se esquecera do papel que estava representando.

Yumi enrubesceu.

- Bem... Quero dizer... Vocês dois estão acostumados a ficar sozinhos, ne?

A ficha caiu como uma bomba.

- AH! Na verdade, Yumi, as coisas não são exatamente como parecem. Só estou fazendo um favor para Inu-Yasha – explicou, constrangidamente.

- Está tentando me dizer que não há nada entre vocês? Tem certeza disso? – perguntou Yumi surpresa. Kagome assentiu com a cabeça, o que fez sua irmã dar uma gargalhada. – Não acredito! Quando vocês estão juntos sinto uma vibração no ar, como um zumbido, mas não vejo abelhas!

Isso era algo que Kagome não queria ouvir.

- Inu-Yasha e eu estamos em total desacordo desde que nos encontramos. Foi isso que você sentiu no ar – era isso que Kagome achava.

Yumi pareceu desapontada.

- Você sabe que não nasci ontem, mas se não quiser falar sobre isso, tudo bem – disse delicadamente. – É melhor eu ir antes que ele mande a mamãe me procurar. – Abaixando-se, Yumi beijou o rosto de Kagome (que estava sentada na penteadeira...). – Arigatou, nee-sama. Você salvou minha vida.

- É para isso que servem as nee-sama.

À porta, Yumi olhou para trás por cima do ombro.

- Eu irei assim que puder.

Ela tinha de agradecer a Inu-Yasha por isso. Se ele não tivesse lhe pedido ajuda, provavelmente nunca teria notícias de Souta, e nunca teria visto Yumi. Muitas coisas aconteceram nos últimos dois dias, a maioria, boa. Agora, se pudesse ajudar Inu-Yasha no que dizia respeito ao pai dele, estaria lhe retribuindo um favor. Ela faria o possível para não pensar na atração que sentia por Inu-Yasha. Porque era assustadoramente forte e não sabia como lidar com ela.

Se havia um algo de engraçado nessa mudança de rumo dos acontecimentos, ela não conseguia ver.

To be continued...

Dicionário:

Mizuumi – Se alguém quiser saber, e pelo que eu saiba, mizuumi significa lago.

Haha-ue – Maneira respeitosa de chamar mãe.

Ano – Erm... hã...

Aishiteru – Eu te amo

Uh – Sim, informal

Don Juan – Se pronuncia Don Ruan, é mais ou menos um garanhão sem escrúpulos...

Yamette – pare com isso; pare... algo do tipo .--.

Kami-sama – Deus

Otoo-sama – Pai (tem vários sufixos, -chan, -san, -sama...)

Ne? – Né? xD

Arigatou – Obrigada

Nee-sama – Irmã mais velha

Espero que seja só :D

Fiz esse capítulo pequenininho de propósito MUHAHAHAHAHAHAHAH – endoida – seriu, o próx cap eu axo ke eh o meu favorito HOHOHOH

Fiquem bem curiosos, pq ele eh grande :x

Esse cap num teve muita coisa pra dizer naum, mas oq vale eh o próximo mermo KUKUKU...

Vamos às reviews!

Nicki-chan – Oláaaa!! \o\, fique ansiosa pro próximo XDD – malvada –

Uchiha Danii-chan – Pelo menos leu xD ah, que bom que você acha simplesmente foi a mio parte xD vo continuar com prazer! Continua lendo, ok? Kissusss

Sacerdotiza – Prometerá MUHAHAH, acertação já eh meio desconhecida, por enquanto... hohoho, continue lendo e vai ver ;

Sinara – Que bom que gostou :D! Os diálogos são do livro, mas mesmo assim eu ainda dou um jeitinho nelas xD.

Mk-chan160 – Ela é safadenha, ta pensando oq? xD A Autora é Amanda Browning, da coleção Jéssica – Histórias de amor fortes e provocantes, traduzido por Maria Clara de Biase W. Fernandes. Dito e feito \o\ to fazendo o máximo pra naum demorar! Espero que continue lendo a minha fic

Agome chan – Esse travesseiro devia se vender... – baba – to tentando naum demorar, e espero que comente e leia o resto da fic \o\

Gheisinha Kinomoto – uns amassos?xD isso eh modéstia sua... xDDD terás que ler para saber MUHAHAHA.

Mira mad.hatter – Nossa, vem até datado xD vo ver se consigo mudar alguma coisa na sinopse pra parecer mais atraente... pelo menos eh boa neh?xD galinha de stilo, adorei xD dueu nela isso sim MUHAHAHAH espero-te nos próxs caps \o\

Cris – Tou tentandoo :DD bom, alguém tenke ser o vilão neh xD ah - lisonjeada – espero que continue lendoo

Lulinha-Taishou – É tudo fundo e ruim xD. Eu tb amo essa história tentei naum demoarar... demorei? xD tomara ke continues lendo o/

Uchiha Lara – Esse cap tem comentários meus demais, num axa?xD... eu já tenho um inveja ENORME dela nessa fiz... neh nem uma pouco... ah, mas qualquer homem gosta de uma mulher difícil... mas nesse caso ate eu ia pular nos braços dele – fogosa xD – MUHAHAH, espero-te nos proxs caps o/

Ah, mesmo sendo poucas reviews, eu fico feliz com elas...

Espero que tenham gostado deste protótipo de capítulo... mas, acreditem, o próximo é MIL vezes melhor... MUHAHAHAH

Adoro deixar vocês curiosos – malvada –

Ai... assim eu fico com pena xD

Bem, to fazeno o máximo pra ir rápido, me esperem xD

Kissus da Yuki o/