Gomen a demora geeeeeeeeeeennteeeeeeem... eh ke net deu pau e so agora eu oude postar ç.ç...

BWHAHAHAHAHHA

Sentiram minha falta?

Aposto ke naum xD; devem ter sentido falta desses dois safadenhos xD

Talvez esse cap seja o penúltimo, gente...TTTT

TALVEZ NAUM MUHAHAHAHAH – cara de má.

Vo fazer sendo o ante-penúltimo só pra ver cara de vcs xD

Sou muuito má veei .------------.; fiquei impressionada xD

Well... não teve erro no cap passado... mentira xD

Eu esqueci de responder à review da neiva! Neivaaaaa me desculpa por esse deslize, ok? Não vai mais acontecer :DD

Ah, esse cap ta deixando expectativa naum eh?

As reviews eram desesperadas, nossa .---.; mas aí ta ele genteee

Só tenho uma coisa a dizer desse capítulo... EH KENTX! – keima os dedos – ai ç.ç

MUHAHAHA – endoida... -.

Retrospectiva do último episódio:

Ela tinha de agradecer a Inu-Yasha por isso. Se ele não tivesse lhe pedido ajuda, provavelmente nunca teria notícias de Souta, e nunca teria visto Yumi. Muitas coisas aconteceram nos últimos dois dias, a maioria, boa. Agora, se pudesse ajudar Inu-Yasha no que dizia respeito ao pai dele, estaria lhe retribuindo um favor. Ela faria o possível para não pensar na atração que sentia por Inu-Yasha. Porque era assustadoramente forte e não sabia como lidar com ela.

Se havia um algo de engraçado nessa mudança de rumo dos acontecimentos, ela não conseguia ver.

A Rebelde Apaixonada:

Quando Kagome voltou para a mesa, um tempo depois, descobriu que ainda estava vazia, e começou a procurar Inu-Yasha na multidão de dançarinos. Não foi muito difícil encontrá-lo e ver a cabeça morena apoiada no ombro dele.

A raiva a traspassou como uma espada e ela precisou se conter para não correr para a pista e tirar Kikyou à puxões de cabelo de perto dele. Lembrou-se de que Inu-Yasha não lhe pertencia, mas isso não diminuiu sua raiva. Tudo em que podia pensar era que aquela vagabunda, como pensou, não tinha o direito de estar agindo tão possessivamente e que ela, Kagome, colocaria um ponto final nisso de uma vez por todas.

Não sabia como, até que avistou Inu no Taishou e percebeu que ele também observava o casal com uma expressão tensa, e não precisava ser vidente para saber que ele não estava feliz com a situação (com uma mulher dessas...). Kagome sabia que Inu-Yasha não tinha culpa do comportamento desavergonhado da mulher de Inu no Taishou, mas não estava certa se o pai via as coisas da mesma forma. Sabia que Inu-Yasha não queria contar ao pai o que realmente acontecera com Kikyou, por temer piorar situação, mas achava que agora Inu no Taishou deveria conhecer melhor os fatos. Alguém teria que esclarecê-los, e, se Inu-Yasha não queria fazer isso, cabia a ela fazer.

Kagome não havia pensado mais longe do que isso quando Inu no Taishou surgiu na sua frente. Ele lhe sorriu e estendeu a mão.

- Acho que devemos acabar com isso, ne? – sugeriu, pegando-a de surpresa.

- Ano... Eu... Estava pensando o mesmo – admitiu, levantando-se e o olhando cautelosamente. – Só que... pode não ser o que está pensando.

- E o que eu estou pensando? – perguntou Inu no Taishou, levando-a para pista de dança e rodopiando com ela com decidida elegância.

- Inu-Yasha não está... ano... quero dizer... ele não faria... – Ela deixou a frase incompleta porque não estava certa de como continuar.

Ele sorriu gentilmente.

- Sei muito bem o que meu filho não está fazendo ou não faria, kagome – confidenciou-lhe, e ela pestanejou.

- Sabe? – perguntou, em dúvida.

- Ah, com tooooda certeza. Ainda bem que meu filho é mais intuitivo do que eu em relação às mulheres. Você, minha cara jovem, é pura, enquanto Kikyou é apenas ouro de tolo, e no caso o tolo sou eu – acrescentou com humor irônico.

Os lábios de Kagome se contraíram.

- Seria uma indelicadeza da minha parte concordar.

- Mas seria uma mentira discordar? – completou o pai de Inu-Yasha por ela. – É claro que você está certa. Eu fui injusto com o meu filho alguns anos trás, e pretendo corrigir isso. Mas em primeiro lugar acho que é hora de livrar você e ele do meu problema. – Com isso, ele a conduziu para onde sua mulher e seu filho dançavam e tocou no ombro de Inu-Yasha. – Vamos trocar de parceiras, filho? É hora de cuidar da minha mulher (BOOOOAA!!8D). Venha, querida.

Kagome e Inu-Yasha observaram Inu no Taishou sair dançando com uma carrancuda kikyou até que um casal esbarrou neles e Inu-Yasha conduziu Kagome para longe.

- Estamos causando um pequeno engarrafamento aqui – declarou em tom de brincadeira, e Kagome olhou a aglomeração hesitantemente.

- Vamos voltar – sugeriu, mas Inu-Yasha pegou sua mão e a usou para segurá-la nos braços.

- E desperdiçar uma ótima pista de dança? Acho que não – retrucou, sem lhe dar uma chance de recusar.

Isso não era de modo algum o que Kagome tivera em mente, mas não podia fazer cena por causa de uma dança. E afinal era só uma dança, disse para si mesma. Lentamente, eles começaram a circundar a sala.

- Por que meu pai fez aquilo? – perguntou um Inu-Yasha curioso, e Kagome se afastou o suficiente para olhá-lo nos olhos.

- Foi o modo de ele dizer que não é tão cego quanto você pensava. Pelo menos, não é mais – disse seriamente, e viu nos olhos dele que entendera a mensagem. Com um sorrio, Inu-Yasha tentou encontrar seu pai entre os dançarinos, mas ele havia desaparecido. Então voltou-se para Kagome.

- O que você fez? – perguntou desconfiado.

- Para falar a verdade, nadinha. Ele foi ao meu encontro e sugeriu que interrompêssemos você e Kikyou, do modo mais delicado possível, é claro. Pelo que disse, ela não o engana mais e lamenta ter sido injusto com você.

O sorriso de Inu-Yasha aumentou e seus olhos brilhavam de afeto pelo pai.

- O velho cachorro¹ (no bom sentido, só pelo nome dele, viu?o-o). Ele disse isso, é?

Kagome sorriu, satisfeita.

- Não com tantas palavras, mas pude ler nas entrelinhas. Mas não vou me antecipar ao seu pai. Pergunte diretamente a ele o que quiser saber.

- É isso que vou fazer, mas no momento certo – confirmou, olhando bem dentro dos olhos dela como se em busca de alguma coisa. – Você é como um talismã, Higurashi Kagome – murmurou suavemente, mas ela fez um sinal negativo com a cabeça.

- Não tenho nenhum poder mágico.

Inu-Yasha arqueou as sobrancelhas.

- Então porque sinto que está me enfeitiçando? (ui vei, que lindo )

Kagome estremeceu e sua pulsação acelerou.

- O que sente é indigestão por excesso de boa comida (xD) – retorquiu, fazendo-o rir.

- Eu posso lidar com comida, é você que me preocupa.

- Não se preocupe, não vou morder você. Não sou uma ameaça. – retorquiu Kagome com a voz rouca, consciente que a proximidade de Inu-Yasha enfraquecia sua decisão de se manter fria. O calor que emanava dele esquentava seu sangue.

Kagome não conseguiu desviar os olhos de Inu-Yasha enquanto ele suspirava.

- Talvez não à paz mundial, mas é uma ameaça a minha sanidade (DISSE KE TA DEXANDO LOUCO HAHÁ!).

Kagome sentiu um nó na garganta, porque o ardor nos olhos de Inu-Yasha lhe disse que sentia o mesmo que ela. Juntos produziam combustão, e aquilo estava acontecendo tão rápido que Kagome ficou sem fôlego.

- Então me solte – disse firmemente, embora todo o seu corpo enviasse a mensagem de que queria se aproximar, não se afastar dele.

- Algo me diz que isso só será possível se você se afastar – confessou Inu-Yasha, e o estômago de Kagome se contraiu quando o desejo ardeu dentro dela.

O cérebro de Kagome parou de funcionar racionalmente. Sabia a coisa certa a fazer, mas ele reagia lentamente, ao contrário de seus sentidos. Afastar-se? Ela estava no mesmo barco que Inu-Yasha. Não tinha forças para fazer isso, não agora. Em um momento de total lucidez, soube que só havia uma coisa a fazer. Pensaria nas conseqüências depois, mas nesse momento fez a sua escolha e se aproximou o suficiente de Inu-Yasha, para abraçá-lo e encostar sua cabeça no ombro dele. Ela o sentiu respirando profundamente e a apertando nos braços. Então fechou os olhos, se esquecendo do mundo.

Eles dançaram uma música lenta após a outra, seus corpos se tocando apenas o suficiente para se excitar. Kagome sentiu o cheiro da água-de-colônia de Inu-Yasha que, combinado com o cheiro masculino, era como uma poção inebriante. A mão que subia e descia lentamente por sua espinha a fascinava, e ela reagia pondo a mão na nuca dele e acariciando parte dos longos e fartos cabelos pretos.

Durante todo o tempo em que dançaram, Kagome sentiu o corpo de Inu-Yasha enrijecendo, respondendo ao estímulo, enquanto o seu se derretia... Ela não queria isso, disse a si mesma. Kami-sama sabia que era a última coisa que queria (to veno...õ-ô), contudo parecia não conseguir evitar mais. Aquilo era tão bom, como poderia ser errado?

Um pouco depois começaram a tocar uma música agitada, e eles foram forçados a se afastar. Kagome olhou para os olhos de Inu-Yasha, tão perturbados quanto os seus deviam estar. Nenhum dos dois queria que a dança terminasse e foi por isso que, quando Inu-Yasha a pegou pela mão, ela o deixou levá-la para fora da pista de dança, para a noite, sem uma palavra de protesto.

Havia amplos jardins ao redor do hotel. Inu-Yasha seguiu por um caminho sinuoso e parou no escuro, perto da raiz de uma árvore. Apoiando-se no tronco, puxou Kagome em sua direção. O ar fresco trouxe consigo um retorno da sanidade de Kagome e ela resistiu, pondo as mãos nos ombros de Inu-Yasha.

- Não deveríamos estar fazendo isso – protestou, embora sem muita veemência.

- Eu sei. Essa é a última coisa que eu esperava ou queria. Devo estar louco, mas que diabo... – Ele começou a abaixar a cabeça na direção dela.

- Não, Inu-Yasha – protestou Kagome debilmente enquanto ele colava os lábios aos dela. – Eu não... – Suas palavras foram interrompidas quando Inu-Yasha a beijou com uma paixão avassaladora (nota: paixão desejo, nada a ver com amor), e sua resistência desapareceu como poeira no vento. Ela deixou escapar um gemido de prazer enquanto suas mãos paravam de empurrá-lo e em vez disso o seguravam firmemente.

O beijo foi tão excitante quanto os outros que deram, confirmando a força daquela atração. Esquecidos do mundo, eles se deixaram levar pela paixão que despertavam um no outro. Um beijo nunca seria o suficiente. Tinham uma febre, e a única cura era deixá-la seguir seu curso (no mato nãããão!!).

Finalmente, Inu-Yasha conseguiu descolar os lábios dos de Kagome. Ofegante, encostou a testa na dela e fechou os olhos.

- Se eu não parar agora, acho que não vou mais conseguir parar – disse com uma voz rouca de paixão.

Kagome gemeu, igualmente ofegante.

- Por que isso está acontecendo justo conosco? Eu gostava de não gostar de você! – disse, lamentando o destino que os unira.

- Não pretendo discutir isso! – falou, marcando uma trilha de beijos da bochecha à boca de Kagome.

Kagome jogou a cabeça para trás, permitindo a Inu-Yasha alcançar a pele macia do seu pescoço.

- Eu não pedi para desejar tanto você! – gemeu. Não era o que havia planejado. Não era justo.

Inu-Yasha mordiscou-lhe o lóbulo da orelha, fazendo-a estremecer e arfar.

- O que fez comigo, sua pequena feiticeira? Parece que não consigo desgrudar de você. É como uma droga, quanto mais eu tenho, mais eu quero.

De algum modo as mãos de Kagome encontraram o caminho para o peito de Inu-Yasha, e ela apreciou o calor que chegou aos seus dedos através da camisa de seda.

- Eu sei, mas temos que parar – disse distraidamente, concentrada em abrir um dos botões da camisa para que seus dedos pudessem escorregar para dentro. A carne de Inu-Yasha era quente e firme, e a convidava a explorá-la mais.

- Kami, como é bom – gemeu Inu-Yasha contra o pescoço de Kagome, sentindo com a língua o gosto dela.

Kagome estremeceu, dominada pelo forte desejo. Nunca havia sentido algo parecido. Não com Kouga e definitivamente não com Hojo. Ela ficou paralisada. Hojo! O nome foi como uma ducha de água fria no fogo em seu sangue, e de algum modo tirou forças para se afastar.

- Ah, Kami-sama! O que eu estou fazendo!?!? – sussurrou aflita. Kagome ergueu a cabeça para olhar para Inu-Yasha que a observava, ofegante. – Isso é errado.

Inu-Yasha acariciou-lhe os cabelos.

- Iie, meu bem, apenas inesperado – retrucou. – Não há nada de errado em um homem e uma mulher, e que mulher, desejarem um ao outro.

Kagome esfregou a testa na tentativa de se livrar do início de uma dor de cabeça.

- Mas você é o homem errado, e eu sou a mulher errada.

Ele esboçou um sorriso.

- Obviamente não. A natureza parece nos dizer que somos as pessoas certas, pelo menos fisicamente. Talvez devêssemos ouvir o que diz.

- E dormir um com o outro?

- Dormir vem depois (auheuaehae adooooooro xDDDDD).

Ela fechou a cara.

- Você não conseguiria resistir a esse desejo, ne?

- Na verdade, acho impossível resistir. A experiência me diz que não vai simplesmente desaparecer, portanto, não adianta ignorá-lo.

Kagome também estava chegando àquela conclusão. Falar era fácil, mas bastava eles se olharem para arder em chamas! Os olhos de Kagome encontraram os dele, e mesmo no escuro, ela pôde ver intensidade ali.

- Você parece muito calmo em relação a isso.

A resposta de Inu-Yasha foi pegar a mão de Kagome e colocá-la sobre seu próprio peito para que ela pudesse sentir o coração disparado dele.

- Eu estou longe de estar calmo, Kagome. Na verdade, nunca estive tão confuso.

- Está dizendo que isso nunca aconteceu com você? Não posso acreditar.

- Pode rir se quiser, mas é a verdade. Fiquei chocado ao descobrir que a desejo tanto. Não estou acostumado com essa sensação. Quando estou ao seu lado, não consigo pensar direito. Só sei que quero fazer amor com você (bastante direto ele vei o---ô). E você sente o mesmo. Isso é uma febre, Kagome, para qual só existe uma cura. Deixar que arda até acabar.

- Para isso é preciso ter muito sangue-frio.

Ele deu uma risada.

- Pode acreditar querida, nosso sangue é tudo, menos frio. Não estou propondo um compromisso duradouro. Essas coisas nunca duram muito.

Kagome o olhou fixamente.

- E depois?

- As coisas voltarão ao normal e sem dúvida logo estaremos discutindo novamente um com o outro.

Kagome lhe deu as costas e se afastou um pouco, precisando de espaço para pensar. Devia estar louca de ao menos pensar nisso, mas o que ele propunha fazia um estranho sentido. Não seria um caso amoroso na acepção do termo. Só tinham que acabar com a febre e deixar as coisas voltarem ao normal. Ninguém precisava saber.

- A escolha é minha? – perguntou ela por cima do ombro, e Inu-Yasha fez um sinal afirmativo com a cabeça.

- Deixo a decisão por sua conta (eh neh, já disse tudo o que tinha ke dizer mermo...).

Ela mordeu os lábios.

- Você aceitaria minha decisão? (qualquer ke fosse?)

- Posso desejar você com um certo desespero, mas nunca seduzi uma mulher contra a vontade dela, e não pretendo fazer isso agora.

Kagome balançou a cabeça, confusa.

- Nunca conheci alguém como você. Desde que nos conhecemos está sempre me irritando, contudo...

- Não consegue tirar as mãos de mim?

Ela suspirou

- Mais ou menos isso (só mais ou menos?) – concordou, voltando-se para ele. – Essa é uma situação muito estranha. Eu em pé aqui pensando em fazer amor com você, quando há apenas alguns dias estava jantando com outro homem – e planejando casar com ele.

Agora isso não ia acontecer. Não porque Inu-Yasha se delineava em seu futuro, mas porque sua atração por ele lhe mostrava que um casamento sem amor e desejo era impossível. Ela era uma mulher com paixão, e ignorar suas necessidades casando com Hojo era errado. Ela não o amava, e certamente não sentia atração sexual por ele. Um relacionamento assim seria um desastre. Hojo merecia mais – e ela, também.

- Querida, pode ter certeza de que não estaremos fazendo um bem para ninguém enquanto nos desejarmos dessa forma – disse Inu-Yasha com um pouco da velha ironia, refletindo misteriosamente os pensamentos dela. – Venha, vamos voltar antes que alguém dê pela nossa falta e queira saber onde a gente estava e o que estava fazendo. Eu detestaria ter que mentir para minha mãe.

Kagome riu como ele esperava, e a tensão diminuiu consideravelmente.

- Ela deve saber o tipo de coisa que você estaria fazendo.

Eles voltavam pelo mesmo caminho.

- Ela imagina o que eu faço; não sabe. Não falo com ninguém sobre os meus relacionamentos desde que era adolescente. Certa vez, magoei uma garota de quem gostava muito falando com alguém que não era confiável. Ela me deu um merecido tapa no rosto na frente de praticamente toda a escola.

Kagome não resistiu a pegar a mão de Inu-Yasha e apertá-la gentilmente.

- Sabe... Você é realmente bom. Embora me doa admitir, duvido que eu possa detestar você de novo.

Inu-Yasha a olhou curiosamente

- Seu problema é que não é tão fria quanto gosta de parecer, e isso torna impossível para mim, não sentir o seu calor. Mas eu gostava de implicar com você no escritório.

Kagome sorriu.

- Eu sei. O que faremos agora que começamos uma sociedade de admiração mútua?

Inu-Yasha deu um sorriso malicioso, do tipo que fazia o coração de Kagome bater mais rápido.

- Ah... Vamos pensar em algo com que nos divertir. Eu tenho uma imaginação fértil.

Não pareceu a Kagome que ele se referia a escaramuças verbais, mas preferiu não perguntar. Por enquanto o fogo havia sido contido, o que tornava mais fácil assumir uma aparência calma.

Não demorou muito para Kagome ser desviada dos seus pensamentos pelo som de vozes rindo e conversando na frente do hotel. Quando eles chegaram ao prédio, viram os noivos em pé no alto da escada, prestes a partir. Juntando-se ao grupo, Kagome ouviu várias vozes pedindo a Hana que atirasse o buquê. Ela teve tempo de ver a platéia e, rindo, ela tapou os olhos com uma das mãos e com a outra atirou o buquê para o ar.

Houve gritos de "pegue!", mas Kagome estava tão distraída observando o arco que o buquê descrevia no ar que só percebeu que vinha na sua direção no último segundo, quando levantou as mãos para proteger a cabeça, e em vez disso pegou o buquê. Ninguém poderia ter ficado mais surpreso do que ela, mas ao ouvir os comentários sobre confetes e sinos de igreja seu rosto ficou rubro. Instintivamente, olhou ao redor procurando alguém que merecesse mais o buquê, para passá-lo adiante, mas todos lhe sorriam e desejavam boa sorte, e então só lhe restou ficar com ele.

Realmente era um lindo buquê e Kagome descobriu que rinha um cheiro maravilhoso quando fundou o rosto nele para evitar olhar para Inu-Yasha. Mas acabou tendo de fazer isso e o viu respondendo aos comentários com bom humor. Percebendo que ela o observava, ele a olhou indagadoramente.

- Gomen nasai – desculpou-se Kagome. – Eu não pretendia pegar o buquê. Achei que ia bater em mim, por isso levantei as mãos. Deveria ter desviado.

- Se você tivesse se desviado, eu é que pegaria o buquê. Algo me diz que Hana sabia o que estava fazendo – acrescentou pensativamente.

Kagome ficou surpresa.

- Você acha que ela atirou o buquê na nossa direção de propósito? Doushite?

- Porque quem está feliz quer que os outros também encontrem a felicidade. É óbvio que Hana acha que deveríamos nos casar – explicou Inu-Yasha sarcasticamente.

- Isso seria uma receita de desastre. Nós não somos compatíveis – respondeu Kagome.

- Não somos totalmente incompatíveis. Em algumas áreas parecemos nos dar muuuito bem... – corrigiu-a com ironia.

Um carro com motorista parou do lado de fora do hotel, e essa foi a deixa para os recém-casados irem embora. Eles entraram no carro sob uma chuva de confetes e partiram para começar a lua-de-mel. Como sempre ocorre na partida do casal, a festa pareceu ter chegado a um anticlímax, e pouco a pouco os convidados entraram novamente. Mas não demorou muito para os jovens da família voltarem a dançar, e o nível de ruído aumentou quando a festa ficou animada de novo.

Cumprindo um acordo tácito, Kagome e Inu-Yasha não dançaram mais, e passaram as horas seguintes conversando com vários membros da família de Inu-Yasha. Embora tivesse acabado de conhecê-los, Kagome sabia que sentiria a falta deles, porque a receberam com uma gentileza à qual não estava acostumada.

Por volta da meia-noite Kagome começou a sentir os efeitos do dia longo e agitado, e, quando bocejou de novo, Inu-Yasha sugeriu que fossem embora. Kagome teria gostado de dizer algumas palavras para sua mãe e irmã, mas Naraku as vigiava, e ela achou melhor não causar mais problemas.

Não demorou muito para chegarem em casa (na casa de verão, viu? O-o). Inu-Yasha seguiu na frente para a sala de visitas, onde tirou a gravata e pôs no bolso do paletó antes de abrir os botões do colarinho. Seus cabelos estavam com as marcas dos dedos que passara neles para penteá-los, e havia uma sombra de barba em seu rosto, mas para Kagome parecia muito bonito e sexy (UOOOOOOOOOOOOOOOOOIIIIIII, seeeeeeeeeeeeeeeeexyyy ).

- Quer uma bebida antes de dormir? – perguntou Inu-Yasha, dirigindo-se ao aparador onde havia uma enorme quantidade de bebidas. Ele se virou pra Kagome, segurando em uma das mãos uma taça de conhaque e, na outra, uma garrafa de Napoléon.

"Prefiro você". O pensamento se introduziu furtivamente na consciência de Kagome (A safadeeenha kukukukukuu...), seguido do impulso de diminuir a distância entre eles, puxar a cabeça de Inu-Yasha em sua direção e lhe dar um beijo que faria mais por ela do que qualquer bebida alcoólica poderia fazer.

Ela deve ter demonstrado algo do que sentia, porque Inu-Yasha a olhou intensamente.

- Você vai continuar com isso? – perguntou ele com uma voz rouca.

- Continuar com o quê? – perguntou Kagome, com a voz igualmente rouca.

Ele deu um passo em sua direção (minha? xD).

- O que estava pensando ainda agora.

Ela umedeceu.

- Como sabe o que eu estava pensando?

- Você tem olhos expressivos e, embora talvez eu não saiba as palavras exatas, está fazendo meu coração disparar.

Kagome passou a língua pelos lábios, um ato que atraiu o olhar de Inu-Yasha e a fez prender a respiração.

- Gomen nasai. Ainda não decidi o que fazer.

- É muito interessante saber que você pode ser tão feminina, mas está demorando demais pra decidir (isso eh ke eh um fogo, viu?oO) – respondeu Inu-Yasha ironicamente.

- Não é de propósito. Não sou provocadora. – Kagome não queria que ele pensasse isso.

- Sei que não, Kagome. Isso não está na sua natureza.

A certeza de Inu-Yasha a confundiu. Como ele podia estar tão certo que não?

- Já fui acusada disso antes.

- Apenas por pessoas que não a conhecem tão bem quanto eu – disse calmamente.

- Mas você não me conhece há muito tempo – sentiu-se compelida a salientar, mas Inu-Yasha só balançou a cabeça.

- O tempo não tem nada a ver com isso. Você pode conhecer uma pessoa desde que se entende por gente e não saber nada sobre ela. E conhecer outra há vinte e quatro horas e saber mais sobre ela do que sobre si mesmo. Sinto que nos últimos dias passei a conhecer você muito bem, Higurashi Kagome.

Como ela passara a conhecê-lo. Inu-Yasha havia se transformado em um homem pelo qual não conseguia evitar se sentir atraída. Não devido à inegável beleza física dele (grande parte, diz xD), mas ao homem que ele era. Ele tinha despertado sua sensualidade adormecida sem ao menos tentar fazê-lo, e Kagome começou a perceber que negara uma parte vital de si mesma durante muito tempo. Talvez algo estivesse lhe dizendo que era hora de deixar o passado para trás e recomeçar. Ela ousaria fazê-lo?

- Está vendo dois de mim? (notem que ele já fez essa pergunta antes, e a resposta...) – perguntou Inu-Yasha, lembrando-a de que o olhava fixamente, e os lábios dela se contraíram.

- Iie. Um já é bonito o bastante.

- Isso parece interessante, continue – pediu, com um brilho devasso nos olhos.

Kagome sabia o que queria fazer, e por que não? Nada a impedia além de si própria. Houve uma época em que nada a teria impedido de seguir seus instintos. Ela havia gostado da pessoa que era, e podia voltar a ser, se tivesse coragem.

Simplesmente faça, dizia um vozinha insistente em seu íntimo, e de repente Kagome se viu dando um passo e então outro. Vários passos depois estava diante de Inu-Yasha. Ela pôs a mão no pescoço dele e por um momento seus olhos se encontraram, os dele demonstrando uma leve surpresa. Então, com um sorriso, Kagome ficou na ponta dos pés enquanto sua mão abaixava a cabeça de Inu-Yasha apenas o suficiente pra colar sua boca a dele. Sua língua acariciou-lhe suavemente os lábios, que se abriram permitindo sua entrada. Ela explorou-lhe a boca vagarosamente, a língua procurando a dele e as duas travando um duelo que acelerou seus batimentos cardíacos e fez Inu-Yasha gemer baixinho.

Aquela era a sua deixa para se afastar, e Kagome o fez com uma certa relutância, dando um passo para trás. Ela o olhou fixamente, vendo a surpresa no rosto dele.

- O que foi isso?

- Eu queria surpreender você – respondeu simplesmente.

Ele balançou a cabeça e deu um sorriso.

- Meu bem, você fez mais do que isso. Tornou praticamente impossível para eu dormir esta noite.

Ela logo ficou arrependida.

- Gomen...

- Não precisa se desculpar – disse Inu-Yasha. – Eu adoraria mais algumas surpresas desse tipo (sei as surpresas...). Mas agora necessito dessa bebida. E você?

- Eu vou subir e tomar um bom banho – disse ela, recusando.

- Bem, pode gastar toda a água quente. Eu tomarei um banho frio depois – retrucou Inu-Yasha em tom de brincadeira.

0o0o0o0o0o0oo0oo

No quarto, Kagome descobriu que a empregada já havia arrumado a cama. Ela pegou sua camisola, tirou os sapatos e entrou no banheiro. Livrando-se das suas roupas, foi para debaixo do chuveiro e deixou a água morna acalmá-la. Kagome tomava muitas das suas decisões debaixo do chuveiro, e esta noite não seria diferente. Tinha muito em que pensar.

Seus olhos tinham sido bem abertos por sua resposta a Inu-Yasha, mostrando-lhe que sem dúvida era hora de parar de se enganar e ser honesta consigo mesma. Ela não era fria, mas evitara seus sentimentos temendo sofrer. Na inexperiência de seus dezoito anos, havia deixado à paixão embotar-lhe o raciocínio, porque desejava muito ser amada. Ela tinha sido um alvo fácil, mas não era mais aquela garota. Era uma mulher dona de sua própria vida, e não deveria temer seguir os seus instintos. Ao ignorá-los, quase cometera um sério erro de novo. Falaria com Hojo assim que voltasse para casa.

Aquela decisão trouxe consigo uma surpreendente sensação de liberdade. Era como se pudesse respirar novamente. Agora tinha de deixar o passado para trás e ver o que o futuro lhe reservava. Nada a impedia de fazer o que quisesse. Se o envolvimento com Inu-Yasha, mesmo que breve, era um erro, isso só dizia respeito a ela. Como Inu-Yasha havia dito, eles não estariam magoando ninguém.

Kagome deu um suspiro profundo e desligou a água. Então pegou uma bela e felpuda toalha e se enrolou nela. Era hora de para de pensar... e agir! Ela se enxugou, vestiu a camisola, secou e penteou os cabelos.

Quando voltou para o quarto, Inu-Yasha estava descalço e usando apenas suas calças (AI DEUS, KE DELICIA! OO''). Já havia tirado as cobertas e o travesseiro da cama e colocado no divã, como fizera na noite anterior. Kagome ficou satisfeita por ele não ter dado como certo, mas ao mesmo tempo aborrecida por ter presumido que a decisão estava tomada. Como ela havia lhe dito, ainda não havia decidido o que fazer.

- Está melhor? – perguntou ele.

Kagome sentiu o olhar de Inu-Yasha em sua pele como se estivesse nua. Ela se arrepiou e sentiu os mamilos se enrijecendo e se transformando em pontos sensíveis que avançavam para fora da camisola. Inu-Yasha não pôde ignorar a reação dela, e viu seu peito se elevar enquanto tomava fôlego. Mas embora seus olhos brilhassem, não fez menção de se aproximar.

Kagome pigarreou.

- Tomei um banho e não me lembro de ter me sentido melhor – disse abertamente, e expressão de Inu-Yasha se tornou divertida.

- Eu também não. Algo me diz que o banho frio não vai ajudar muito. Esta noite vai ser terrivelmente looonga! – acrescentou, dirigindo-se ao banheiro. A porta se fechou com um leve clique.

Kagome o observou se afastando, consciente de que noite seria looooooooooonga para ela também, com ele deitado tão perto... Especialmente porque ambos queriam outra coisa. Ela olhou para o divã. Aquilo era ridículo. Não havia nenhum motivo para não terem o que queriam.

Antes de ao menos se dar conta do que estava fazendo, Kagome levou de volta para a cama as cobertas e o travesseiro. É claro que logo após fazer isso se sentiu aflita com a decisão tomada, mas não a mudaria. Ouviu a água parar de correr e imaginou Inu-Yasha se enxugando e enrolando outra toalha ao redor da cintura. Ele procuraria o interruptor de luz e então... Outro leve clique avisou de que ele havia saído do banheiro. Ela ficou tensa ao imaginá-lo descobrindo a mudança em seu local de dormir. Seu coração disparou.

- Kagome? – a pergunta em voz baixa a fez olhar ao redor.

Inu-Yasha estava em pé perto da extremidade do divã, observando-a. A aparência dele era a esperada. O peito largo e bronzeado (sim, ele não é branquelo que nem no anime...) contrastava com a toalha branca ao redor da cintura. Ele estava muito sexy e ela o desejava – muito.

- Tem certeza disso? – perguntou, inclinando a cabeça na direção do divã vazio.

- Ahh, sim... (ui, que certeza...) – respondeu com a voz rouca, e isso era tudo que Inu-Yasha precisava ouvir. Ele se aproximou dela e pôs gentilmente as mãos em concha no rosto de Kagome. Seus olhos violeta procuraram nos dela qualquer sinal de dúvida, mas não encontraram nenhum.

Contudo, ele ainda lhe deixou uma saída.

- Você sabe que pode mudar de idéia a qualquer momento. Se me disser para parar, eu pararei.

Aquelas palavras a comoveram. Não importa do que pudesse tê-lo acusado no passado, descobrira que era um homem honrado. Kagome pôs as mãos no peito de Inu-Yasha (-se mata-) e sentiu o coração dele disparando. Todo o seu nervosismo desapareceu e subitamente ela teve certeza do que queria.

- Isso não vai acontecer... Apenas me leve para a cama, Inu-Yasha... – sugeriu em um pouco mais do que um sussurro e com uma voz doce, fazendo surgir um brilho nos olhos e um sorriso nos lábios de Inu-Yasha.

Ele a ergueu nos braços com surpreendente facilidade. Automaticamente, Kagome abraçou-lhe o pescoço.

- Que nunca digam que eu recusei algo a uma dama – retorquiu sorrindo, mas ao carregá-la para cama seu sorriso desapareceu dando lugar a um olhar tão intenso que escondia um forte desejo.

Apesar disso, Inu-Yasha a colocou na cama com infinita gentileza e quando, segundos depois, deitou-se ao seu lado, a mão que percorreu a linha do rosto e desceu pelo pescoço até o ombro de Kagome estava ligeiramente trêmula. Ele fazia um esforço extremo para se controlar e a tocava como se fosse feita do mais fino cristal.

Era muito excitante vê-lo continuar sua jornada pelas curvas do corpo dela. O olhar de Inu-Yasha era tão intenso ao apreciar cada nova descoberta que Kagome teve a impressão de que ardia a um toque leve como uma pluma. Então percebeu que não sabia nada sobre o prazer. O que havia experimentado era pouco mais do que um tatear no escuro. Isto era prazer proporcionado por um homem que sabia que fazer amor não era apenas atingir o clímax mais que rapidamente (ou seja, ela eh praticamente uma virgem .----.).

Kagome estremeceu quando as mãos de Inu-Yasha acariciaram-lhe as coxas e prendeu a respiração quando se aproximaram da curva dos seios. Ele a incendiava em todos os pontos onde tocava, e ela o desejava tanto que mal pôde conter um gemido. Queria que tocasse em seus seios e ergueu o corpo quando o fez. Por um momento seus olhos se encontraram, e ela se sentiu ardendo em chamas.

- Eu sei, eu sei... – murmurou Inu-Yasha com a voz rouca, e então tocou com o polegar o mamilo túrgido, enviando uma onda de prazer pelo corpo de Kagome que lhe arrancou um gemido.

Ela fechou os olhos, mas isso só intensificou a sensação de Inu-Yasha aproximando a boca de um de seus seios e acariciando-os com a língua por cima da camisola sedosa. Sem conseguir mais ficar parada, pôs uma das mãos por entre os úmidos cabelos de Inu-Yasha e o puxou para si enquanto ele sugava um dos mamilos. Com a outra mão, acariciou as costas dele apreciando o contato com sua pele.

Então a boca de Inu-Yasha fez no outro mamilo a mesma suave tortura que aplicara no primeiro, abandonando-o depois, a procura da doçura de sua boca. Agora Kagome podia sentir o desejo contido nele. A língua macia era arrebatadora, procurando a dela e exigindo uma resposta de um modo que tirava o fôlego. Somente a falta de ar o fez se afastar e olhar para o rosto corado e os olhos febris de Kagome.

- Eu queria que isto durasse, mas você é tão excitante, e acho que não vou conseguir me conter por muito tempo (UI, DISSE QUE AMA! XDDD) – disse Inu-Yasha com a voz rouca de paixão.

Kagome sentia o mesmo, mas não conseguia falar. Sua resposta foi estender a mão na direção da toalha que o envolvia, soltá-la e atirá-la para o lado. As narinas de Inu-Yasha se dilataram quando ele recebeu a sua clara mensagem. Então pegou a bainha da camisola e a ergueu até fazê-la passar pelos braços de Kagome e atirá-la para junto da toalha.

O gemido de Inu-Yasha foi seguido pelo suspiro de prazer de Kagome quando ele se deitou sobre ela, apoiando seu peso nos cotovelos. Ela sentiu a coxa forte (- derrete-) afastando-lhe as pernas e, para a satisfação de ambos, Inu-Yasha se posicionou entre elas. Em seu íntimo Kagome pôde sentir a espiral do desejo subindo cada vez mais na direção do objetivo final, e começou a se mover continuamente debaixo dele enquanto Inu-Yasha provocava com beijos e atiçava o fogo, mas sempre a deixava com gostinho de quero mais.

Tudo o que Kagome pôde fazer foi explorar o corpo dele com as mãos, passando os dedos pela carne rija. O contato era maravilhoso, porém, insuficiente. Kagome o queria dentro dela. Precisava sentir o poder (eu tiive que grifar gente...) de Inu-Yasha e acabar com o vazio que sentia a muito tempo. Como se estivessem conectados psiquicamente, Inu-Yasha introduziu uma das mãos entre as coxas de Kagome, procurando o âmago dela. Isso a fez gemer e arquear o corpo para cima, deixando claro que estava pronta.

Ele deu um gemido e a penetrou, mas o grito sufocado de Kagome foi de desconforto, não de prazer. Ambos pararam. Não houvera ninguém depois de Kouga, e seu corpo de contraíra. Ela não havia se preparado para isso, mas seus músculos já estavam relaxados para acomodá-lo. Inu-Yasha ergueu a cabeça para olhá-la, confuso, e ela o sentiu retesando os músculos para se afastar. Não era isso que Kagome queria, e ela cruzou rapidamente as pernas ao redor dele, mantendo-o onde estava.

- Não... Não pare... – pediu com uma voz rouca de paixão.

Inu-Yasha cerrou os dentes com o esforço para ficar parado.

- Eu... Machuquei você! – disse, mas ela negou firmemente.

- Não... Não foi nada. Onegai, Inu-Yasha, eu quero você. Não pare agora...

Ele perscrutou os olhos dela e o que viu deve tê-lo convencido, porque começou a se mover de novo. Kagome pôde sentir que estava se contentando, tomando cuidado... Mas isso não era necessário e se apertou contra ele, seguindo seu ritmo, pedindo-lhe que não parasse até que, com um gemido, Inu-Yasha perdeu o controle que tinha mantido e começou a penetrá-la cada vez mais rápido, buscando alívio. As unhas de Kagome se enterraram na carne das costas dele quando finalmente atingiu o clímax com uma forte explosão de prazer. Kagome gritou, e seu grito fez eco ao de Inu-Yasha (num existe ngm na casa pra ouvir neh...?xD). Foi como se tivesse se partido em milhões de pedacinhos que se juntaram melhor do que nunca.

Quando Kagome finalmente flutuou de volta à terra, seu corpo estava esgotado. Não tinha energia para se mover e suas pálpebras estavam pesadas. Sentiu Inu-Yasha escorregar para o lado e quis protestar, mas seus lábios não se mexiam. Então ela se sentiu sendo movida e sua última lembrança antes de ser vencida pelo sono foi dos braços de Inu-Yasha envolvendo-a.

To be continued...

¹ - Inu significa cachorro

Dicionário:

Ne? – Né? xD

Ano... – Hã... Erm...

Kami/Kami-sama – Nesse caso, Deus

Iie – Não

Gomen/Gomen nasai – Me desculpe; eu sinto muito...

Doushite? – Porque?

Onegai – Por favor

Espero quer seja só .----.

INHANHANHANHANHANHANHANHANHANHANHA!!

AMASSOS E COISITAS MAS!

gostaram? gostaram? gostaram? gostaram? gostaram? gostaram? gostaram? gostaram? gostaram? gostaram? gostaram? gostaram? gostaram? gostaram? gostaram?

Eu amoooooooooooooooooooooooooooooooooooo³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³³

Esse cap gente

Segundo maior cap que eu fiiiz

Gostaram?!?! xDDDDDD

Eu to louca pra ver oq vcs vão dizer desse caaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaap – se mata –

Axo ke vai ser o penúltimo mermo... kero acabar essa fic naaaaaaaaum TT----TT

Ah, e quanto a demora... foi pq meu pc endoidou de vez e fikei sem net ç.ç

Tomara que isso nom volte a acontecer... – espanca o pc – AH, desculpa, meu bebe...

Eh, eu sou meio lokinha mermo gentem, nom notem xD

Agora, às reviews!

Reviews? Ke reviews?xD

xDD num eh ke nom teve revieews gente, eh que uwe to sem tempo mermo, gomen, ta?. Ç.ç

na prox eu respondo tudiiinho!

Kissus da Yuki! o/