MEEEEU FÃÃÃNS, EU CHEGUEEEEEEEEEEEEYEEEAAAAAAH, muito obrigado, obrigado – fala de Terk de Tarzan xD
Gostaram do cap anterior num foi? Seu bando de safaaada – naum viu nenhum homem comentando no cap passado – pois espereeem... tem mais KUKUKUKUKUKKU...
Penúltimo cap genteeee – xora – eu num kelo acaaabaaarr – vai demorar 3 meses pra postar o prox – MUHAHAHAHAHAHAHHA
xDD, brincadeira, num sou tão má a esse ponto xD
apesar das complicações que eu tive, to aki pra postar ele pra vcs geenteee
Retrospectiva do último episódio:
Quando Kagome finalmente flutuou de volta a terra, seu corpo estava esgotado. Não tinha energia para se mover e suas pálpebras estavam pesadas. Sentiu Inu-Yasha escorregar para o lado e quis protestar, mas seus lábios não se mexiam. Então ela se sentiu sendo movida e sua última lembrança antes de ser vencida pelo sono foi dos braços de Inu-Yasha envolvendo-a. – se mata.
A Rebelde Apaixonada:
Kagome deu um suspiro e despertou. Ela se espreguiçou e seus músculos, raramente usados, protestaram. Mas ao se lembrar da causa dessa rigidez matutina esboçou um sorriso (e eu sei que vcs também esboçaram um... ¬¬). A noite anterior havia sido do outro mundo! Fazer amor com Inu-Yasha a levara a um êxtase que não achava possível atingir. Aquilo havia sido surpreendente, excitante e... não se importaria de repeti-lo (e vcs tb naum... hohooh).
Com essa idéia em mente, ela se virou e descobriu que o outro lado da cama estava vazio. Apoiou-se em seu cotovelo e afastou os cabelos dos olhos. Inu-Yasha estava saindo do seu quarto de vestir enfiando pela cabeça um suéter de padrão Argyle.
Kagome sempre achara que Inu-Yasha ficava bonito com roupas formais, mas também ficava sexy com roupas esportivas. O jeans salientava os músculos das suas pernas (fale isso naum ke eu derreto...) e o suéter delineava o peito que agora conhecia bem – desmaia. Ela sentiu-se um pouco desapontada por vê-lo de pé e vestido.
- Por que não me acordou?
Inu-Yasha a olhou e sorriu. Então se sentou na beirada cama, abaixou a cabeça e lhe deu um longo beijo que diminuiu um pouco o desapontamento dela. Depois se afastou com óbvia relutância, antes que as brasas da paixão fossem acesas de novo.
- Ohayou – cumprimentou-a com a voz rouca.
- Ohayou – respondeu Kagome com a voz igualmente rouca.
Os olhos violetas examinaram o rosto de Kagome, e ele passou os nós dos dedos gentilmente em suas bochechas.
- Como se sente?
- Agradavelmente exausta – respondeu, sorrindo. – Mas tenho uma ótima capacidade de recuperação – acrescentou sugestivamente, fazendo-o rir também.
- É bom saber, meu bem, mas não era exatamente isso que eu queria saber – retrucou, sustentando o olhar dela. – Foi difícil para você, não foi? (que coisa liiiinndaaaaaa – se mata)
Kagome tinha se esquecido daqueles breves momentos de desconforto, e achara que ele também.
- Você ficou desapontado... – disse, sentindo-se tola, mas Inu-Yasha corrigiu rapidamente seu erro.
- Nada em você me desaponta, Kagome (ui, disse que ama ). Longe disso. Só mencionei esse fato porque era algo que eu não esperava. Achei que talvez tivesse sido muito rude... e machucado você...
Ela relaxou de novo.
- Ah, eu entendo. Bem, deixe que eu lhe diga, senhor Taishou, que não me machucou de forma alguma – disse com um sorriso honesto.
- Isso é bom... mas eu gostaria de ter sabido antes. Teria tomado mais cuidado.
Mais cuidado? Ela não pôde evitar rir.
- Mais cuidado? Inu-Yasha, você não poderia ter tomado mais cuidado do que tomou.
- Então o que houve? Todos os homens eram cegos? – provocou-a, como costumava fazer.
Kagome suspirou.
- Iie... O problema foi meu. Depois de Kouga, não tive mais ninguém... – admitiu, surpreendendo-o de novo.
- Não teve ninguém depois de Kouga?! – repetiu, incrédulo. Ela não gostava de se lembrar do quanto havia sido estúpida.
- Eu me enganei em relação a ele, confundindo desejo com amor. E o único modo de garantir que isso não aconteceria de novo era manter distância dos homens... Quando você já se queimou, aprende a ficar longe do fogo. – Aquilo era uma filosofia que tinha dado certo ao longo dos anos, protegendo-a.
- Ah, eu entendo. Então porque eu? E porque agora? – perguntou curiosamente.
Ela poderia não ter dito nada, mas já dissera tantas coisas que não fazia sentido esconder a verdade.
- Porque você é o único homem que já me fez querer mudar de idéia (chamou de gostoso #-# ). – Essa era a simples verdade.
- Fico lisonjeado com isso.
Sentindo-se estranhamente emotiva, ela teve de esclarecer aquilo ou fazer algo idiota como explodir em lágrimas.
- Deve ficar. A verdade é que não estou iludida desta vez. Você está aqui e eu o quero (-se mata-), e por mais que tentasse não consegui encontrar um motivo convincente para não ter você.
Isso fez os olhos dele brilharem.
- Então, você tentou?
A risada dela foi claramente provocante.
- Ah, sim. Eu não queria que o sexo se tornasse um problema e atrapalhasse minha vida, mas a julgar pela noite passada fiz a escolha certa (eu que o diga T-T).
- Estou feliz por ter ficado satisfeita.
Kagome passou um dedo pela gola em V do suéter dele.
- Eu fiquei satisfeita na noite passada, mas nesta manhã... (descobri que...xD)Você deveria ter me acordado. Por que não o fez?
- Ah, pode acreditar que eu tive vontade de fazer isso. Não sabe o quanto foi difícil ficar com as mãos paradas e sair da cama. Tudo o que eu queria era acordar você com um beijo e começar tudo de novo (e vcs tb...). Mas achei que precisavas dormir mais, e que a coisa mais nobre a fazer era deixá-la em paz.
- Para seu governo, não estou interessada em nobreza – disse Kagome ironicamente. – Então... Porque não volta para cama? – sugeriu com um sorriso cativante.
Inu-Yasha gemeu, mas resistiu à tentação.
- Devo estar louco para recusar uma proposta desse tipo, mas não temos muito tempo e quero falar com meu pai antes de ele ir embora esta manhã.
Kagome ficou desapontada, mas compreendeu.
- Então porque está perdendo tempo aqui? Vá procurar o seu pai. – O desejo deles não iria passar de um dia para o outro, ela o deixou ir.
Ele lhe deu um beijo rápido e saiu do quarto. Nada neste fim de semana saíra como Kagome esperava, e, não podia ter saído melhor. Havia reencontrado sua família, e só isso fazia tudo que havia acontecido valer pena. Até mesmo seu encontro inesperado com o pai.
E também havia Inu-Yasha. Nenhuma deles esperava que isso acontecesse, que acabasse dormindo juntos. Mas Kagome não estava arrependida (também pudera...). pela primeira vez em muito tempo se sentia ela mesma. A Kagome que lutava pelo que sabia que queria, sem medo.
Agora estava mais velha e experiente, e não confundiria desejo com amor novamente. Aquilo seria apenas uma aventura. Não havia amor de nenhum dos lados, apenas um forte desejo. Quando acabasse, iria embora com seu orgulho intacto. Sem falsas promessas ou exigências impossíveis. Eles se desejavam e aproveitariam cada momento enquanto a paixão durasse.
Era ótimo se sentir livre do passado, e Kagome ficou deitada apreciando aquela sensação nova. Então seu estômago roncou e ela pensou em comida em vez do que poderia estar fazendo se Inu-Yasha estivesse ali. Sentando-se, pegou o relógio na mesa-de-cabeceira e ficou surpresa ao descobrir que eram quase onze horas da manhã.
- Nossa! – exclamou, pensando em tudo o que tinha de fazer antes de comer. Reanimada, afastou as cobertas, saiu da cama e entrou apressadamente no banheiro.
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Logo depois que voltaram, Kagome tratou de ir falar com Hojo. Ele reagiu como ela esperara.
- Foi por causa dele não foi!?! Aquele Taishou conseguiu o que queria! – Ele falou friamente olhando para ela com raiva nos olhos.
- Aquela viajem me fez perceber que não há como ficarmos juntos, Hojo, namoro ou casamento sem amor e paixão não os é. Você merece coisa melhor... e eu também.
- Faça o que quiser! – ele saiu do restaurante onde estavam e Kagome se encostou à cadeira. Depois nunca mais soube por onde ele andava.
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Se um dos dois tivesse achado que em uma semana ou até mesmo um mês a paixão diminuiria, estaria enganado. Seis semanas depois da volta do casamento, a atração entre eles estava tão forte quanto antes. Na verdade, ela achava que estava ainda mais forte.
Nesses dias, ela e Inu-Yasha eram praticamente inseparáveis. No trabalho continuaram a ser profissionais, mas não havia mais as escaramuças verbais que todos esperavam, o que causava ainda mais comentários entre a equipe. Kagome se viu sendo observada, e sabia que falavam sobre eles, mas não se importava com isso. Sentia-se feliz e despreocupada (também, né? Tem tudo o que sempre quis... ui...xD) até mesmo nos dias mais agitados porque sabia que à noite estariam juntos e se esqueceriam do mundo.
Inu-Yasha também parecia feliz. Pelo menos o cesto para papéis estava sendo poupado(XD). Passava a maior parte de seu tempo livre no apartamento de Kagome, só voltando ao dele para pegar a correspondência. Às vezes não saíam de casa. Mas geralmente comiam fora ou assistiam a um show(BoA #--#), e quando voltavam para casa sempre se amavam um nos braços do outro.
Kagome estava se acostumando a adormecer nos braços de Inu-Yasha, e a acordar com o toque suave dos lábios e das mãos dele. Como agora. Estava acordada há algum tempo, mas fingia dormir porque adorava aquela sensação daquelas mãos acariciando-a. Inu-Yasha era muito gentil, mas atiçava o fogo nela a qualquer momento. Eles dormiram abraçados, e Kagome pôde sentir a excitação de Inu-Yasha. Estava sendo muito difícil ficar deita quieta, porque seu corpo reagia fazendo-a aconchegar-se a ele e ronronar como um gato.
- Eu sei que você está acordada – murmurou Inu-Yasha ao seu ouvido mordiscando-lhe o lóbulo da orelha.
Sem precisar mais fingir, Kagome suspirou e olhou para ele.
- Yo, eu conheço você? – perguntou provocadoramente.
- Se não me falha a memória, muito bem – respondeu ele sarcasticamente.
- Me lembre do que exatamente você faz – continuou Kagome, passando um dedo na linha do nariz e ao redor dos lábios de Inu-Yasha.
- Ah, coisas como... - com um brilho lascivo nos olhos, ele pôs um das mãos em concha no seio de Kagome e o sugou, circundando o polegar ao mesmo tempo. - Isto.
Kagome suspirou de prazer.
- Hum... Siim... Lembrei de você. Trabalhamos juntos - declarou, pondo a mão no peito dele e encontrando um liso mamilo.
- Isso mesmo - concordou Inu-Yasha. - É sempre melhor quando duas pessoas trabalham juntas. Isso aumenta o prazer.
Os olhos azuis flertaram com ele.
- É mesmo?
- Quer que eu prove para você?
- Achei que nunca ia perguntar - respondeu ela rindo. - O quer que eu faça?
Rindo também, Inu-Yasha a deitou de barriga para cima e afastou as cobertas.
- Nada. Só tem que ficar deitada aqui e fazer as anotações - respondeu-lhe contra a pele macia do seu pescoço. Com um infinito cuidado, ele começou a traçar com os lábios e as mãos um caminho sinuoso no corpo dela.
Mordendo o lábio ao ser varrida por uma onda de prazer, Kagome teve de pigarrear para falar.
-Você fará perguntas depois? – perguntou, seu riso se transformando em um gemido quando ele passou por cima de seus mamilos.
Inu-Yasha parou em algum lugar perto do umbigo dela e olhou para cima.
- O teste será prático. Você tem de repetir o que aprender aqui. Ganhará pontos por inventividade – acrescentou, voltando ao que estava fazendo.
Kagome riu, mas quando as mãos de Inu-Yasha afastaram-lhe as coxas e ele procurou o interior dela com fortes movimentos da língua, o riso deu lugar a gritos sufocados e gemidos de prazer (eh impressão minha, ou ta um pouco quente aqui? – se abana -). Com tranqüilidade, ele a fez atingir o clímax que satisfez sua necessidade imediata, mas a deixou com gostinho de quero mais.
Inu-Yasha se deitou ao lado dela, sorrindo maliciosamente.
- Está entendendo o que tem de fazer? – perguntou provocadoramente, e Kagome de sentou, seus olhos prometendo retribuição.
- Vamos ver, começamos aqui... – Ela passou os dedos pela região abaixo do estômago de Inu-Yasha, e ele se contraiu com seu toque, tomado pela surpresa. Sorrindo para si mesma, Kagome se ajoelhou. – Não, não, não era isso. – disse. – E que tal... – A mão dela se fechou sobre a extensão aveludada do pênis dele e o apertou gentilmente. Inu-Yasha ergueu-se nos cotovelos com as fazes afogueadas.
Imediatamente, Kagome o tranqüilizou, fazendo-o se deitar de novo.
- Tenha calma. Vou acertar desta vez – prometeu, sorrindo diabolicamente ( (6) ), o que o fez cobrir os olhos com o braço.
- Você não passa de uma grande provocadora, Higurashi Kagome – disse-lhe.
Kagome passou as mãos no peito dele, fazendo os mamilos se enrijecerem.
- Sinto muito, eu me esqueci de fazer as anotações. Algo deve ter me distraído. Agora, me diga o que sente. – Antes de Inu-Yasha poder adivinhar o que Kagome ia fazer, ela se sentou com uma perna em cada lado do quadril dele e o introduziu nela.
Inu-Yasha tirou o braço dos olhos e ficou observando-a, com a respiração entrecortada.
- É ótimo – murmurou com a voz rouca (-desmaia-).
- E agora? – perguntou se movendo e mordendo os lábios quando o prazer começou a aumentar nela.
- Oh... oh sim... – disse ele por entre os dentes.
Kagome o olhou nos olhos enquanto continuava a se mover. Era muito excitante seduzi-lo daquela forma, mas necessidade de satisfação estava aumentando nela.
- Se solte... – disse Inu-Yasha ofegante. Aos poucos Kagome foi se movimentando cada vez mais rápido e, com um grito sufocado, ela perdeu o autocontrole que ainda lhe restava e se lançou na direção do objetivo que seu corpo buscava. As mãos de Inu-Yasha apertaram-lhe os quadris enquanto ela jogava a cabeça para trás numa agonia de prazer, com ele seguindo seu ritmo frenético. Minutos depois atingiram o clímax juntos.
Deixando-se cair em cima dele, Kagome fechou os olhos e esperou sua pulsação voltar ao normal. Após alguns minutos, finalmente conseguiu falar.
- Cadê vez... Fica melhor, ne?
Inu-Yasha acariciou-lhe as costas.
- Acho que... Estamos fazendo algo certo.
Suspirando, ela ergueu a mão e afastou o cabelo dos olhos.
- Isso foi bastante inventivo para você?
- Pode apostar que sim. Agora não sei como vou me levantar e ir trabalhar.
Kagome sabia como ele se sentia, mas o comentário a fez pensar em outra coisa.
- Você sabe que estão falando sobre nós no escritório.
- Não há nada de novo nisso. Sempre falaram – salientou Inu-Yasha rapidamente.
- Uh, mas agora estão falando porque não estamos discutindo. Você acha que suspeitam de alguma coisa?
- Provavelmente. – Inu-Yasha afastou com um dedo um fio de cabelo que havia ficado preso no rosto dela. – Você se importa com isso?
- Iie – respondeu Kagome balançando a cabeça. O que a incomodava não era a suspeita, mas saber que a equipe agora estaria especulando sobre o quanto aquilo iria durar, e como ela lidaria com o fim de tudo.
Percebendo que algo estava errado, Inu-Yasha franziu as sobrancelhas.
- Demo...?
Kagome se afastou dele e se sentou, com uma expressão de desagrado. – Não é nada, realmente. Só percebi que, se eles suspeitam de que estamos tendo um caso, também devem estar apostando o quanto vai durar. Seu histórico não é bom. – lembrou-o sarcasticamente, mas na verdade não estava achando graça alguma. Embora a atração entre eles não parecesse ter diminuído, ela não poderia ignorar o fato de que o quanto mais o caso durasse, mas perto chegaria do fim. Uma perspectiva que estava longe de ser agradável, embora ela não estivesse pronta para se perguntar por quê.
Inu-Yasha também se sentou.
- Lamento que isso a esteja incomodando. Quer que eu ponha um ponto final? (disse que ama #---#)
Kagome balançou a cabeça e deslizou para fora da cama, procurando seu roupão e vestindo-o.
- Você não pode fazer com que parem de especular. É a natureza humana.
- Talvez não. Mas não gosto da idéia de as pessoas fofocarem sobre a minha vida privada.
Kagome riu ironicamente.
- O único modo de fazer com que parem é terminar comigo. É isso que quer?
- Você sabe muito bem que não – rosnou Inu-Yasha com um brilho malicioso nos olhos. – Não sei o que a torna diferente, mas não consigo me fartar de você. De modo algum vamos terminar. (essa dai eu considerava um pedido de casamento xD)
Foi bom ouvir aquilo (ao oq eu diissee \o\), porque ela também não estava pronta para terminar.
- Então simplesmente deixamos as fofocas continuarem?
- Somos novidade agora, mas deixaremos de ser no minuto em que surgir outra melhor.
Ele estava certo, mas enquanto Kagome tomava banho, um pouco depois, não pôde deixar de se lembrar de que eles eram novidade agora, um dia ela mesma deixaria de ser. Aquela idéia lhe deu a sensação de que uma mão invisível apertava-lhe o coração.
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( - acaba de lembrar oq vem nessa parte -, gente, essa parte eh demais #---#)
Kagome estava ocupada trabalhando em um projeto de cores para um dos pequenos hotéis que seria redecorado na baixa estação, quando Inu-Yasha entrou em seu escritório pela porta de comunicação. Ela ergueu os olhos, sorriu e olhou para o seu relógio.
- Yo. Achei que você tinha um almoço de negócios – lembrou-o, erguendo a cabeça para receber o beijo que ele depositou em seus lábios.
- E tenho – confirmou Inu-Yasha, sentando-se em um dos cantos da escrivaninha. – Acabei de falar com Hana pelo telefone.
- Eles finalmente voltaram da lua-de-mel? Como estão?
- Bem. Parece que voltaram há duas semanas.
As sobrancelhas de Kagome se ergueram.
- Duas semanas?! Onde estavam se escondendo?!
- Em uma casa que compraram em Yokohama. Já receberam os seus pais e minha mãe. Agora é a nossa vez. Fomos convidados para jantar com eles esta noite – informou-a, e a expressão sorridente dela se tornou desconfiada.
- Souta já sabe? – O último encontro com o irmão não havia sido nada agradável.
- Uh. Aparentemente ele está muito relaxado. Até mesmo discutiu com seu pai durante a visita.
- D-discutiu!??! – Kagome não poderia ter ficado mais surpresa. Souta havia sido anulado pela rigidez do seu pai há muitos anos. Discutir com o pai equivalia a uma traição. – Não posso acreditar!! Naraku deve ter ficado furioso!!
Inu-Yasha coçou um dos lados do nariz pensativamente.
- Não ficou muito satisfeito...
Kagome não pôde evitar a gargalhada.
- Ah, eu gostaria de ver isso – disse, enxugando uma lágrima do olho. – Hana não disse nada sobre Yumi?
Ela havia esperado que a irmã aparecesse à sua porta desde que voltara da Suíça, mas não houvera nenhum sinal dela. Embora soubesse que Yumi não corria qualquer perigo, imaginava que o pai a vigiava com olhos de águia, tornando difícil para ela escapar.
- Iie. Terá de perguntar a ela esta noite. Está preocupada com sua irmã? – perguntou Inu-Yasha, e Kagome suspirou, tamborilando com os dedos na escrivaninha.
- Não mais do que de costume. Só queria que estivesse aqui.
Inu-Yasha pôs a mão em seu ombro para confortá-la.
- Yumi me parece desembaraçada. Ela virá no momento certo. Ninguém mais sabe disso.
- Tem razão. É o meu lado maternal que se preocupa. Eu a quero onde possa cuidar dela – respondeu Kagome, e então franziu as sobrancelhas quando sons crescentes de uma comoção no escritório geral os fez virar para a porta.
- Mas que diabos...? – murmurou Inu-Yasha, mas antes mesmo de poder se mexer para descobrir o que estava acontecendo, a porta foi fortemente empurrada e eles viram Kikyou em pé.
- Kikyou?! – exclamou surpreso, levantando-se.
- Em pessoa, seu desgraçado! – declarou sua madrasta em voz alta.
Ela deu vários passos incertos na direção da escrivaninha de Kagome, e não era preciso ser um gênio para perceber que estivera bebendo(bem acara da kikyou mermo...uu). Então finalmente reconheceu com quem Inu-Yasha estava, e sorriu desdenhosamente. – Ora, se não é a sua companheira de quarto! – exclamou, e Kagome sentiu um aperto no coração ao ver o grupo de pessoas à porta. A julgar pelos olhares delas, tinham ouvido cada maldita palavra!
Inu-Yasha também percebeu a situação, porque fez um sinal para elas irem embora. Elas foram relutantemente, fechando a porta à sua passagem. Então Inu-Yasha voltou sua atenção para a outra mulher.
- O que você está fazendo aqui, Kikyou?!
- Vim lhe dizer o que penso de você, seu safado! Estão orgulhosos de si mesmos, ne?! Você e essa vagabunda! – Ela apontou na direção de Kagome.
Paralisada em sua cadeira, Kagome olhava de um para outro como um espectador em uma partida de tênis, mas a expressão de fúria no rosto de Inu-Yasha quando ouviu isso a fez prender a respiração.
- Diga o que quiser de mim, Kikyou, mas nem pense em insultar Kagome na minha frente. Pode acreditar, não iria gostar das conseqüências (uaaaiii#---# disse que ama#------#) – vociferou com tanto desprezo na voz que a outra mulher deve tê-lo percebido apesar de seu estado.
- Então é assim é? Você deve ter ficado louquinho para defendê-la desse jeito. – Ela riu com desdenho.
- O que eu sinto por Kagome não é da sua conta (muito menos da tua, nessa ocasião, naum?oo).
- O que ela tem que eu não tenho?!
Inu-Yasha cruzou os braços e a olhou duramente.
- Em primeiro lugar, integridade. Capacidade de se importar com os outros. E ela não vê dinheiro quando olha para um homem. Isso basta? (elogiada desse jeito eu já tava derretida na cadeira...)
Kikyou lhe lançou um olhar perverso.
- Tudo que eu queria era me divertir um pouco, seu grande hipócrita! O que há de tão errado nisso?!
- Você estar casada com meu pai, mas deduzo que pela sua presença aqui que logo não estará mais.
- O miserável está se divorciando de mim! E a culpa é dela! – Ela apontou um dedo para Kagome.
Isso a fez se levantar.
- Eu não fiz nada Sra. Adams (num botei –san pq axei muito respeitoso... dexa assim mermo o----o). tudo foi obra sua.
Kikyou a olhou fixamente.
- Você disse alguma coisa para ele. Sei disso!
- Eu não disse nada. Admito que ia dizer, mas não foi preciso. Inu no Taishou já tinha percebido quem era você.
A outra mulher espumou de raiva, fazendo desaparecer qualquer vestígio da sua beleza (havia algum? uu).
- Acha que é muito esperta, ne?! Bem, Inu-Yasha pode ter atração por você, querida, mas nunca vai se casar. Ele nem quer ouvir falar em amor e casamento. Por isso não conseguiu! Não vai ficar com ele!
Kagome a olhou friamente.
- Acho que chegou a sua hora de ir, Sra. Adams.
Kikyou a fulminou com os olhos.
- Não se preocupem, estou indo! Quanto mais cedo eu me livrar dessa maldita família, melhor! Há outros peixes no mar, e eu vou pescar!!! – gritou, e saiu do escritório dando outro empurrão na porta.
Depois de um momento de perplexidade, Inu-Yasha atravessou a sala e fechou a porta. Respirando profundamente, passou a mão pelos cabelos.
- Espero que tenha sido a última vez que a vimos – disse sinceramente. – Sinto muito pelo modo como falou com você.
Kagome esboçou um sorriso.
- Daijobu. Eu tenho ombros largos.
Inu-Yasha deu um sorriso triste.
- Vais precisar deles. Se a equipe ainda não sabia de nós, agora já sabe.
A expressão dela se tornou igualmente triste.
- Acabou-se o que era doce (desculpa gente, mas eu TIVE que botar isso HOHOHOHOHOHO). – Aquela altura a notícia já devia ter se espalhado. – O que trouxe Kikyou aqui?
- O desejo de me magoar (como no anime..uu). Ela acha que se nos fizer romper terá feito justiça – explicou Inu-Yasha balançando a cabeça.
- Mas não há nada para romper. Não estamos apaixonados um pelo outro – acrescentou, quando ele a olhou indagadoramente. – Só estamos...
Inu-Yasha a olhou com curiosidade e pareceu divertido.
- Só?! xD
Ela apertou os olhos.
- Você sabe o que eu quero dizer. Não temos esse tipo de relacionamento.
Inu-Yasha franziu os lábios enquanto refletia (alguém sabe como franze os lábios?oo).
- Iie... é só o bom e velho... sexo – concordou finalmente.
Não havia como negar a verdade. Era só sexo.
- Seja como for, eu não estou esperando uma proposta de casamento.
- Isso é confortador – observou ele sarcasticamente, e Kagome franziu as sobrancelhas.
- Eu só queria que você soubesse...
- Que não estamos tendo um caso de amor. Entendi a mensagem.
Kagome pestanejou àquele comportamento estranho.
- Está se sentindo bem? – ela perguntou.
Ele deu um sorriso triste.
- Para falar a verdade, não sei. Olhe, estou bastante atrasado para o almoço. Vamos esquecer de Kikyou, está bem?
Atirando-lhe um beijo, Inu-Yasha desapareceu em seu escritório e kagome desabou em sua cadeira, revendo mentalmente a última meia hora. O súbito aparecimento de Kikyou certamente causara um alvoroço. Agora o segredo (que todos sabiam) havia sido revelado, mas ela descobriu que isso não a incomodava. O que incomodava era a descrição de Inu-Yasha do relacionamento deles.
É verdade que o sexo era ótimo, mas não tudo. Ela gostava de estar com Inu-Yasha, e eles tinham muito em comum. Então não era só sexo. Por outro lado, não sabia que palavra usar para descrever exatamente o que era. Certamente não era amor! Ela não amava Inu-Yasha. Desejava-o, mas isso não era amor. Então tinha de ser sexo, e, no entanto... a descrição não a satisfazia.
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Naquela noite, Kagome se sentou ao lado de Inu-Yasha no carro com o estômago agitado pelo nervosismo. O jantar com Hana e Souta seria muito importante e esperava não fazer ou dizer nada para estragá-lo. Ela olhou de relance para Inu-Yasha, concentrado na estrada. Desde que voltara do almoço de negócios ele estava estranhamente quieto, quase introspectivo, o que aumentava a inquietação de Kagome. Ela não pôde evitar achar que isso tinha a ver com a 'visitinha' de Kikyou.
Inu-Yasha entrou em uma estrada cheia de grandes casas afastadas umas das outras e da estrada. Então passou por um par de portões de ferro forjado e estacionou o carro diante de uma casa (ta, ok.. duvido muito que exista um troço desses lá em Yokohama, mas oq eu faço!?xD).
- Muito bonita – disse dando a volta para abrir a porta para ela. – Eu diria que foi um presente de casamento de nossa querida mãe.
- Naraku deve ter ficado impressionado – observou Kagome secamente. Um som atrás deles os fez virar e ver os portões se fechando. Ela riu. – nada de convidados indesejados. Boa idéia. – Poderia haver um problema de crimes ali, mas Kagome preferiu pensar que os portões tinham sido idéia de Hana.
Inu-Yasha riu enquanto se dirigiam à porta.
- Eu disse que Hana era uma mulher determinada.
- Não só determinada – declarou a irmã dele da porta onde os esperava, antecipando sua chegada. – Mas esperta também! – Ela recuou com um sorriso, para lhes permitir a entrada. – Estou tão feliz de ver você de novo, K-chaaan! – disse, abraçando-a. – Inu tem se comportado direitinho? – perguntou, beijando carinhosamente o irmão na bochecha.
- Na maioria das vezes – respondeu Kagome, entregando seu casaco para a governanta que a esperava.
- Ótimo. Fico feliz em saber que ainda estão juntos (juntoos... beeem juntos, literalmente...o—o). Mas é claro que eu estava certa de que estariam – acrescentou com um piscar de olhos.
Kagome trocou um olhar divertido com Inu-Yasha.
- Onde está Souta? – perguntou. O fato de ele não estar na porta não era um bom sinal...
A resposta de Hana a surpreendeu.
- Está na sala de visitas, nervoso.
- Nervoso?! – Isso era novidade! Souta sempre pareceu muito seguro de si.
A irmã de Inu-Yasha os levou na direção de uma porta.
- Souta acha que você pode estar zangada com ele, porque ele não foi muito gentil no casamento – explicou.
- Não foi mesmo... mas isso me deixou triste, não zangada – respondeu Kagome seriamente.
A sala de visitas era grande e confortável. Souta estava em pé junto a um aparador, despejando um líquido de uma coqueteleira em quatro taças. Ele olhou ao redor quando eles entraram, pôs de lado a coqueteleira e respirou profundamente antes de ir ao encontro da mulher.
- Domo, Inu-Yasha – disse apertando a mão do 'cunhado', e então olhou cautelosamente para a irmã. – Kagome...
Kagome procurou nos olhos dele algum desconforto, mas a tensão nervosa que sempre o acompanhara quando seu pai estava por perto havia desaparecido. Como Hana havia dito semanas atrás, afastá-lo do pai lhe faria muito bem, e Kagome pôde ver que ela estava certa. Então sorriu para Souta e lhe estendeu a mão.
- Yo, Souta.
- Foi bom você ter vindo – acrescentou, pigarreando. – Não tinha certeza de que viria.
A incerteza do irmão a fez ficar com os olhos úmidos. Então balançou a cabeça e riu, dominada por uma mistura de emoções.
- Você me conhece. É meu irmão e eu o amo.
Souta sentiu um nó na garganta, e olhou de relance para a mulher, que fez um sinal para encorajá-lo.
- Eu disse algumas coisas bem desagradáveis para você.
Kagome suspirou, incapaz de negar.
- Hai, mas eu entendi o porquê, Souta. Tudo o que importa agora é que posso vê-lo e falar com você. Não tem de contar ao nosso pai nada sobre isso. Vamos esquecer dele e do passado e ser apenas amigos. Pode fazer isso? Vai fazer?
- É o que eu gostaria, se você puder me perdoar – e sem pensar duas vezes, Kagome o abraçou.
- Não há nada para perdoar. Nada – disse-lhe, dando um passo para trás. Então Hana se aproximou e abraçou todos (abraço coletivooo eeeeeeh!!!!), e as lágrimas foram substituídas por risadas.
Depois disso, eles passaram a noite rindo. Kagome não se lembrava de ter visto o irmão tão relaxado, e quase se esquecera de que tinha um ótimo senso de humor (juro que agora quase escrevo ótimo com h o—o). Ela não saberia dizer o que comera no jantar, embora fosse muito saboroso. Estava ocupada demais vendo e ouvindo. As brincadeiras entre Inu-Yasha e a irmã lhe mostraram como deveria ser a vida familiar e Kagome estava determinada a que fosse assim quando Yumi chegasse.
Então houve uma calmaria quando eles trocaram o vinho por café, e Hana disse algo que causou embaraço.
- Então... – disse, olhando de seu irmão para Kagome. – Quando você vão ficar noivos?
Kagome piscou os olhos e quase se engasgou com o seu café (pagava pra ver essa cena xDDD) com menta. Inu-Yasha ficou parado, com sua xícara a meio caminho da boca.
- Nani? – perguntaram em uníssono.
- Ora, vamos! – repreendeu-os. – Não me lembro de ter visto você to feliz, Inu-Yasha. Deve ser o amor!
Inu-Yasha colocou sua xícara no pires batendo de leve uma peça de porcelana na outra.
- Eu não estou apaixonado – disse rudemente, e Kagome prendeu a respiração ao sentir uma dor inesperada. – Nenhum de nós está. – Ele olhou para Kagome esperando confirmação, e ela se virou para Hana.
- Não temos esse tipo de relacionamento.
- Que bobagem! – exclamou Hana. – Vocês dois são avestruzes? Que tipo de relacionamento acham que têm?
Souta pôs a mão no braço da mulher.
- Florzinha, este não é o momento certo – preveniu-a desajeitadamente.
- Mas isso é óbvio!
Souta sorriu para Kagome e Inu-Yasha e sustentou o olhar da mulher.
- Para eles não, querida.
Hana pareceu confusa.
- Demo... – Ela olhou carrancudamente para o irmão. – Vocês... não... estão apaixonados?
- Iie.
Mais uma vez eles falaram em uníssono.
Hana deu de ombros e balançou a cabeça.
- Está bem, se dizem que não, não estão. Quem sou eu para dizer o contrário?
- Nós saberíamos se estivéssemos? – perguntou Kagome, tentando diminuir o desconforto do momento, e Hana sorriu pesarosamente.
- É claro que sim, Kagome. Esqueça-se que eu disse isso – ordenou, sorrindo para todos. – Agora, quem quer um conhaque para acompanhar o café?
E então o momento de embaraço passou, e durante o resto da noite não houve mais nenhum acontecimento desagradável. Contudo, enquanto voltavam de carro para casa, Kagome não pôde evitar pensar no ocorrido.
- É engraçado a sua irmã achar que estamos apaixonados – comentou. – O que a faz achar isso?
- Sem dúvida o fato de ela própria estar em um estado de felicidade – respondeu Inu-Yasha sarcasticamente, e então a olhou de relance. – Você não me ama, ama? (eu amooooooooooooooooooooooo #---#)
- Acho que saberia se amasse. Você não?
- Você sabe o que eu penso sobre isso. O amor não é para mim.
- Então... é só sexo? – ela buscou confirmação.
- Hai – confirmou Inu-Yasha, e eles ficaram em silêncio.
Kagome olhou para a escuridão lá fora e viu o seu próprio reflexo, que parecia estar lhe fazendo uma pergunta. Se era só sexo, por que subitamente se sentia tão vazia?
To be continued...
Dicionário:
Ohayou (gozaimasu) – Bom dia.
Iie – Não.
Yo – Oi.(informal)
Uh – Sim.(informal)
Hai – Sim.
Demo – Mas.
Daijobu – (nesse caso) Estou bem.
Domo – Oi.(um pouco mais formal)
Tomara que eu naum tenha eskecido nada...
WAAAAHH – vozes do além cantam: AAALELUIAAA... AAALELUIAA... –
Ta, eu demorei muito mais nesse doq nos outros... - -'
Mas vcs viram ke foi pq o word frescou cmg T--------------T
Mas aki estou eu #0#
E esse eh o [redpenúltimo[/red capitulo gente - triste –
Pelo menos cês vaum ver o final xD
Nham.. tem hentai nesse tb o—o
Eh hentai.. mais hentai, com mais intimidade xD
Gostaru?oO
Bem... vamos as reviews de dois caps passados now o/
E kero mais reviews nesse agora, viu?;D
Cap 6:
Agome chan – Gostou tanto assim do hentai?8D e desse, gostou tb:DD
Maiyu .Mad.Hatter. – Dessa vez tenho certeza que não sentiram não 8) xP 12/07/07, ok, quase dois meses depois do último capítulo... gomen T---T eu tb prefiri esse inu 8) (se jogada ponte eh uma boa xDD) :
Nicki-chan – FOOOOOOOGO muito forte :) nhaa... gomen demorar demais... – xora –
Neiva – Será que cardiologista é muito caro heim? – risos xDDDDD – gostou do desse cap tb? 8)
Cris – Que fruta... – baba – gostou mesmo? – olhos brilhando – espero que goste dos outros tb :)
Uchiha Danii-chan - - se abana – nossa, tb axei xP to fazendo o máximo pra ir rápido :DD :
Polly – Nhaaa... e eu que achei que tava muito intrometida xD, vou continuar com elas sim, entom 8), espero que tenha gostado desse cap :)
Lilica-chan – Tenha vergonha naum 8) – eu não sou pervertida, ta?xD, so sou liberal 8)XDDDD – nya... vc achou mesmo:DDD apesar disso ser de um livro... eu mudei algumas coisas, mas vc devia flar isso pra autora do livro – ok, isso eh impossível, pode falar cmg entom xDDD. Mas continue lendo xP
mk-chan160 – Sua...Sua.. SAFADENHAAAAAA XDDDDDDDD (tudo bem, eu concordo com vc xD) demorei, mas cheguei 8) ta aí o cap 8)
Isaah-chan – É 8) ele eh demais – fangirl de Inu no Taishou – já falamos sobre isso, neh? ;) xP, virgem..? nuunca xPPP
Isa – ele eh meu (6) por isso nom eh seu uahsaushaushusah. Nooossa, vc amou tanto assim?oO... brigaduh – emocionada – eu amei essas partes tb #----# demais 8D uhsusahusa amor de inu?XDDDD... desculpa por demorar... o próximo eu prometo que vai ser mais rápido, viu? .----------------. ;
Manu higurashi – nham... eu acho que vc iria preferir mesmo começar lendo agora... pq eu demorei muito nos caps anteriores.. – pelo menos eu axei que demorei... – mas pelo menos vc ta lendo, neh:DDD. E.. esse livro é sim publicado em português :D num sou tão ninja ponto de traduzir um livro inteiro, naum xDDD. Nhaa.. obrigada pelos elogios, e eu agradeço a vc por estar lendo ela e enviando reviews #0#. Kissus ;
Cap 7:
Gheisinha Kinomoto – Nhá... valew pelo apoio... e ai esta o novo capítulo :DD, espero que goste ;
Maiyu .Mad.Hatter. – É... eu, particularmente, odeio ler as notinha da autora dizeno os problemas que aconteceram... ai esta (finalmente) o capitulo, espero que goste :D
Lyla Evans Higurashi – noossa O-O gostou tanto a ponto de ler tudinho em uma dia!??! – lisonjeada – eu..eu..eu...EU AMO REVIEWS GIGANTES #0# o ultimo cap eh o próximo, viu? Eu vou cobraaar – emocionada – nham... inspiração eu nem preciso 8D jaq eh de um livro x.x. Caliente xP adorei 8D. favoritou? – se mata – eh muita emoção pra uma pessoa sôo #0# espero que goste desse cap 8D
Saori Higurashi – Noossa... vc já leu? O-o... Bem... 99,8 eh do livro.. claro que eu tirei as partes que eu naum gostei e as adaptei pra ficar uma fica do jeitinho que eu queria... bem.. pra sua surpresa (e pra minha tb, quando o li pela primeira vez) aquela cena teve sim no livro o-o(tanto aquela como a que tem nesse cap). Eu num lembro se eu mudei alguma coisa naquela, mas se mudei, foi poucas coisas... palavras, eu acho :D. ah... todas queremos um homem(ufa!) daqueles... eh.. seria ótimo se no animes fosse assim entre Inu-Yasha e kikyou... tomara im que tenham todos um fim feliz :D. eles têm que se gostar.. – xora - . a Kagome sofreu muito, merece ser feliizzz T-T
Ele fez muita coisa má comigo, mas ele nom eh melhor doq eu! ò.ó(frase da minha amiga hohohooh). Bem, esse eh o penultimo capitulo... o ultimo será o próximo... entom... são... 8 caps 8D (que resposta grande O-o) espero que gostes ;
Elizabeth Taisho – Foi.. perdi... mas ele ta aqui denovo! ò.ó, pq ele nom eh melhor doq eu! ah.. muito obrigada pela fieldade – emocionada - . eu quero³³³ ta no lugar dela – se mata – (dor de cotovelo rulles TT xP). O proximo vai ser mais rápido, eu prometo! Kissus ;
Agome chan – Eh mermo... mas eu sou melhor doq ele 8D. postado 8D. espero que goste... o próximo vai sair mais rapidinho, podes ver :D.
Uaauu – emocionada – quanta reviewww #0000#
Continuem assim xDDD
Espero que gostem do capitulo mais demorado da historia xP
Kissus da Yuki o/
