WAAAAAAAAAAAAH
WAAAAAAAAAAAAAAAH
WAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
(escadinha ;) – leva tijolada – genteeeee T----------------T
Eh o ultimo capitulooo
Eu..eu.. eu num demorei muito pq fui ameaçada de morte por um monte de gente o—O – se esconde debaixo da cama – espero que o tempo que eu passei pra postar naum seja considerado como demora T---T
E..
Eu eskeci de dizer no cap passado, ke a parte que Kagome fala com Hojo foi eu quem fez 8DD. Aquela parte todinha fui eu 8D nom foi do livro nom, ok? Espero que tenham gostado .---------------.
E LÁ VAI O ÚLTIMO CAPÍTULO GENTEEE ÇÇ
SERÁ QUE VAI TER UM FINAL FELIZ? SERÁ QUE VAI TERUM FIM TRÁGICO? SERÁ QUE EU MATO ELES NO FINAL? (6) – adoro final tragico xP – QUALQUER QUE SEJA O FINAL... DEÊM ADEUS À REBELDE APAIXONAAADAAAAAAAA T--------T
Retrospectiva do último episódio:
Kagome olhou para a escuridão lá fora e viu o seu próprio reflexo, que parecia estar lhe fazendo uma pergunta. Se era só sexo, por que subitamente se sentia tão vazia?
A Rebelde Apaixonada:
Cerca de dez dias depois, Kagome agitou-se na cama e logo percebeu que estava sozinha. Ela passou a mão pelos lençóis e descobriu que estavam frios, o que indicava que Inu-Yasha se levantara há algum tempo. Então saiu da cama, vestiu seu roupão e foi procurá-lo. Inu-Yasha andava agindo de um modo um tanto que estranho desde o jantar com Hana e Souta, e descobrir que ele não estava na cama deu-lhe um vago sentimento de inquietação (OH, RLY?:O).(Ya, rly 8D) (XDDDDDD ke merda xP).
Kagome quase não o viu. Ele estava sentado no sofá, no escuro, com os pés sobre a mesa de centro.
- O que você está fazendo aqui no escuro? – perguntou em voz baixa, o que o fez virar a cabeça na sua direção.
- Só estou sentado e pensando. Achei que você estava dormindo.
Kagome se aproximou dele.
- Alguma coisa me despertou, e descobri que você não estava lá. Não está conseguindo dormir? Algo o está incomodando?
Inu-Yasha estendeu-lhe a mão e Kagome a pegou, deixando-se ser puxada para o sofá. Ela se sentou sobre os seus pés e se apoiou em Inu-Yasha. A intimidade deveria tê-la ajudado a se acalmar, mas não ajudou. Kagome ainda tinha a sensação de que algo estava errado, mas não sabia o quê.
- Eu vou para Fukuoka (eu num sei oq tem lá, mas eh pra lá que ele vai, pq eh mais longe de tokyo que kyoto 8D) amanhã de manhã.
Kagome ficou surpresa, porque se houvesse algo agendado, ela saberia.
- Vai? Aconteceu alguma coisa? – perguntou com toda a sinceridade, e se surpreendeu a ver Inu-Yasha sorrir ironicamente.
- Pode-se dizer que sim. Há alguma... pessoas que preciso ver – acrescentou, e Kagome não pôde evitar de perceber a leve hesitação.
Pessoas. Era estranho.
- Você está fazendo isso parecer muito misterioso.
- Estou? Bem, não é. É só uma coisa que eu tenho que fazer. Para o meu avô – explicou, e Kagome sentiu um alívio totalmente despropositado, o que demonstrava como andava se sentindo inquieta ultimamente.
- Ah, eu entendo. Assuntos de família. Está bem. Se seu avô pediu, vá, mas vou sentir sua falta – disse, passando a mão no peito dele (e de outras coisas dele tb, neh? (AI DEUS, NUM ACREDITO KE EU FALEI ISSO XD))
- Eu também – disse ele, beijando-lhe a cabeça.
Kagome sentiu um nó na garganta, porque já começava a sentir falta de Inu-Yasha.
- Quanto tempo vai ficar fora?
Inu-Yasha acariciou o braço dela.
- Realmente não tenho idéia, mas acho que não será muito tempo.
- Quer que eu faça suas malas? – perguntou Kagome oferecendo-lhe ajuda, mas Inu-Yasha fez um sinal negativo com a cabeça.
- Iie. Quando eu for para a estação vou passar no meu apartamento e pegar algumas roupas limpas.
Kagome deu um suspiro profundo.
- Não pode me levar na mala? (parece comigo, dizeno isso xD) – brincou, mas se ele a convidasse aceitaria em um piscar de olhos.
Inu-Yasha riu.
- Por mais que eu queira levar você, tenho que ir sozinho.
- Não há nada que eu possa fazer para que mude de idéia? – perguntou Kagome, passando a mão pelo peito dele e a deslizando para dentro do roupão atoalhado que usava.
A mão livre de Inu-Yasha a impediu de continuar.
- Há muitas coisas que você pode fazer meu bem, mas eu não vou mudar de idéia.
Ela não achou que iria, mas valeu a pena tentar.
- Você vai me telefonar? Dar notícias?
Inu-Yasha levou aos lábios a mão que segurava e beijou-lhe a palma ( - se mata – eu já disse que eu amo coisas com mãos?! Pois eu amo #------#).
- Todos os dias, eu prometo.
Tão satisfeita quanto ela poderia estar naquela situação, Kagome se afastou dele e se levantou.
- Então volte para a cama, e terá algo do que lembrar quando estiver fora (UI! Chamou! 8D) – sugeriu com uma voz rouca, e viu o brilho dos dentes de Inu-Yasha na escuridão quando ele sorriu e se levantou (COLGATX XDDD).
- Podem existir homens que ignoram uma proposta desse tipo, mas graças a meu bom Kami-sama, não sou um deles – declarou, pegando-a no colo ( -morre – sim, eu tb amo isso #0#) e voltando para o quarto.
Talvez tivesse sido o fato de saber que se separariam por algum tempo que deu ao ato sexual um grau de urgência que tornou impossível deles se controlarem. Desde o primeiro toque desejaram-se com uma intensidade inegável, e o resultado foi sexo tórrido. Pernas e braços entrelaçados, mãos dadas, corpos escorregadios de suor e gemidos de prazer quase insuportável levaram a um clímax que os deixou tão saciados que adormeceram um nos braços do outro.
No dia seguinte, quando Kagome acordou, Inu-Yasha havia tomado banho e se sentado para o café da manhã. Ela sorriu ao se lembrar da noite anterior. Então foi se juntar a Inu-Yasha na pequena cozinha.
- A que horas é o seu trem? (trem bala, ok?8D) – perguntou Kagome, mordendo um pedaço de torrada enquanto o observava lavando e colocando a louça no escorredor.
- Às onze. Vai dar tempo pra levar você ao escritório e passar no meu apartamento – disse Inu-Yasha, olhando de relance para seu relógio.
- Você deve estar exausto. Não dormiu muito na noite passada.
Inu-Yasha sorriu tristemente.
- Não faz mal, posso recuperar o sono perdido durante a viagem.
Kagome fechou a cara.
- Eu não queria que você fosse.
Dando a volta à mesa, Inu-Yasha ergueu o queixo dela e a beijou longamente (ah... . ).
- É importante eu ir. Contarei tudo a você quando voltar. Agora vamos, ou chegaremos atrasados.
Kagome se levantou, terminando sua torrada e tomando um último gole de café.
- Vou ter que me queixar de você com meu chefe (adorei essa xP)
Inu-Yasha riu.
- Acha que isso vai adiantar? – Ele pegou sua maleta e a esperou perto da porta.
- Bem... eu tenho alguma influência sobre ele, um ou dois truques na manga... – provocou-o, vestindo o casaco e pegando sua bolsa.
- Guarde bem os seus truques para quando eu voltar, e então veremos se são bons mesmo – sugeriu, e Kagome desceu as escadas com um suspiro de contentamento.
0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o0
Inu-Yasha cumpriu sua palavra e telefonou todas as noites, justamente quando sabia que ela estaria na cama. O som da sua voz a reanimava, mas Kagome sentia muita falta dele.
Trabalhou com afinco para não sonhar acordada com o que Inu-Yasha poderia estar fazendo (sua..sua.. hentai O-O). Alguns dias depois da viagem, estava trabalhando em uma tabela de horário para uma obra de reforma quando o avô de Inu-Yasha telefonou.
- Onde o meu neto se meteu? – perguntou a voz do senhor Taishou do outro da linha. – A secretária dele me disse que viajou.
Kagome piscou os olhos, surpresa com a pergunta. Ele tinha que saber onde Inu-Yasha estava, porque havia sido ele que o mandara para lá. Ela não pôde deixar de se perguntar se a memória do avô de Inu-Yasha estava ficando um pouco fraca com a idade.
- Está em Fukuoka, Sr. Taishou – lembrou-o com delicadeza, tentando avivar-lhe a memória. A resposta dele a surpreendeu.
- O que ele foi fazer lá? – perguntou o velho, atônito.
Kagome franziu as sobrancelhas, alarmada com o grau de esquecimento dele.
- O senhor que mandou, Sr. Taishou - disse, incapaz de ajudar mais porque também estava confusa.
- Minha cara Kagome, eu posso estar velho, mas ainda não estou senil. Não mandei Inu-Yasha a Fukuoka. Por que eu faria isso? Ele deveria jogar golfe comigo amanhã – disse o avô de Inu-Yasha, parecendo achar graça, mas Kagome sentiu um frio no estômago.
O que estava acontecendo? Ela não estava enganada sobre o que Inu-Yasha havia dito, e, contudo o avô dele afirmava não saber nada sobre aquilo. Passando a língua pelos lábios, ela procurou confirmação.
- Inu-Yasha falou que ia fazer algo para o senhor. Está me dizendo que não é esse o caso?
- É isso mesmo, minha jovem – confirmou Sr. Taishou, e Kagome fechou os olhos ao se dar conta de que Inu-Yasha havia mentido.
Kagome apertou com os dedos o ponto em que uma dor de cabeça começara, entre os seus olhos.
- Gomen nasai, devo ter entendido errado – desculpou-se. – Mas Inu-Yasha está em Fukuoka. – Ao menos ela achava que ele estava telefonando de lá.
- Quando ele vai voltar?
- Não sei. Ele não pôde dizer.
Sr. Taishou resmungou do outro lado da linha, não muito satisfeito.
- Eu tenho algo a dizer para esse jovem quando ele voltar. É o nosso jogo de revanche de domingo. Há anos não perdemos um.
Kagome se mostrou solidária. Eles trocaram mais algumas palavras. Quando ele desligou, Kagome afundou na cadeira, sentindo-se gelada até os ossos.
O que estava acontecendo? Ela sabia muito bem o que Inu-Yasha havia dito, e continuaria a acreditar nisso se o Sr. Taishou não tivesse telefonado. Por que Inu-Yasha precisou mentir para ela? (é, pq? o-o)
Naquela noite estava uma pilha de nervos, esperando o telefone tocar. Incapaz de se sentir quieta, ficou andando de um lado para o outro do apartamento como um tigre enjaulado. Quando o telefone finalmente tocou, respirou profundamente e atendeu.
- Moshi... Moshi?
- ... Kagome? – perguntou Inu-Yasha um pouco surpreso. – Você está bem? – Embora ela tivesse tentado parecer normal, era óbvio que ele havia percebido alguma coisa. E nesse caso não fingiria estar feliz quando estava longe disso.
- Eu pareço bem? – perguntou, a raiva misturada com mágoa crescendo dentro dela.
Houve uma breve pausa antes de Inu-Yasha responder.
- Você parece... estranha.
Ela apertou os olhos.
- É engraçado. Eu achei que parecia zangada.
- O que há de errado, Kagome? – perguntou Inu-Yasha em poucas palavras, e ela sorriu para si mesma, preferindo ignorar a pergunta.
- Como está Fukuoka? – perguntou com falsa animação.
- Ótima. O que há de errado? – O tom de Inu-Yasha foi mais áspero, e Kagome pôde sentir o crescente desconforto dele.
- Você está em Fukuoka, desu ne? – perguntou a seguir, e sentiu a tensão chegando até ela do outro lado da linha.
- Eu disse a você que estava, Kagome... – começou pacientemente, mas ela o interrompeu.
- Seu avô telefonou hoje. Queria saber se a partida de golfe estava confirmada para amanhã. Foi um descuido da sua parte se esquecer disso quando mentiu para mim!
- Eu não menti para você, Kagome.
- Não! Só omitiu a verdade!
- Não posso explicar pelo telefone.
- Só me diga porque precisou mentir – ordenou, com lágrimas de raiva nos olhos.
- Porque não podia dizer a verdade. (linda conclusão o-o)
- Bela conclusão, Inu-Yasha, eu nunca teria chegado nela sozinha! – retrucou mordazmente.
- Meu bem, não posso explicar pelo telefone, é complicado demais. Onegai, quer parar de ficar irritada? – insistiu ele.
Uma única e quente lágrima escorreu pelo seu rosto e ela a afastou.
- Não estou irritada. Estou furiosa!!! – E novamente houve um silêncio pesado.
- Você está muito magoada, ne? – perguntou Inu-Yasha.
- Estou com vontade de matar você!!! – acrescentou Kagome.
- Doushite? – perguntou ele simplesmente.
- Doushite, nani? – perguntou Kagome de volta, andando em direção a janela.
- Por que está furiosa, Kagome?
- Por que estou furiosa? Porque mentiu para mim, é por isso! (coisas decisivas agora)
- Sabe com o que está parecendo?
- Não me importo com o que estou parecendo!
- Bem, eu me importo, e para mim está parecendo uma mulher que se sente traída – disse Inu-Yasha com certa satisfação. (cachoooorro o-o).
Não admira que Kagome tivesse ficado mais furiosa.
- É isso mesmo! Eu me sinto traída! Achei que podia confiar em você. Não tem o direito de mentir para mim! Não há motivo para mentir! Isso dói, droga...!
- Doushite? – perguntou ele suavemente.
- Ora, porque!? Porque eu te amo!!!! (ELA FALOOUU lol) – respondeu Kagome irada, e então ficou em total estado de choque ao perceber o que havia dito. Ela pôs a mão na boca e olhou para o fone como se fosse uma cobra. – Oh, Kami! – sussurrou, e então desligou.
Quase que imediatamente, o telefone tocou de novo, mas sabendo que devia ser Kagome não atendeu. O que havia feito? Como pôde ter dito justamente para Inu-Yasha que o amava?
A resposta era simples. Ela o dissera por que era verdade. Tinha se apaixonado por ele. Somente isso poderia explicar por que se sentiu traída quando ele lhe mentiu. Tendo finalmente admitido isso, percebeu que o amava há muito tempo. Talvez desde o início. (uou o-o admitiu o-o).
Suspirando, Kagome recolocou o fone no gancho. Se Inu-Yasha telefonasse, falaria com ele. Afinal de contas, já havia feito o papel de idiota. O que mais poderia fazer?
Inu-Yasha não telefonou, mas uma hora e meia depois a campainha da porta a assustou. Estava ficando tarde, era quase meia-noite, e Kagome tomou o cuidado de espiar através do olho mágico. A figura que viu a fez procurar nervosamente as trancas e abrir a porta.
- Yumi! – exclamou, radiante. – Quase havia desistido de esperar você! – acrescentou, pegando a mala ao lado da porta e puxando a irmã para dentro.
- Eu tive de esperar otou-sama baixar a guarda – explicou Yumi, enquanto elas se abraçavam. – Gomen ne por ter chegado tão tarde, mas isso demorou mais do que eu imaginava.
- Você não veio a pé a essa hora da noite, ne? – perguntou Kagome preocupada, estremecendo à idéia. Nenhuma rua era realmente segura hoje em dia.
- Iie. Kyo pegou emprestado o carro de um amigo e me trouxe. Achei que você poderia estar dormindo, mas então vimos a luz acesa.
Kagome queria dizer o motivo pelo qual estava acordada. Já era ruim o bastante ela mesma saber, quanto mais espalhar a notícia.
- Você comeu? Posso preparar alguma coisa para você? Um sanduíche? Que tal uma xícara de chá ou café?
- Eu realmente estou bem – recusou Yumi com uma risada. – Comemos alguma coisa ainda agora. Tem certeza que posso ficar aqui? (depois que chega eh que pergunta, eh? O-o).
- É claro que sim. Já reservei uma cama para você. Venha ver. – Kagome a levou até um quartinho que servia como segundo quarto de dormir. Era pequeno, mas aconchegante, com uma vista para alguns jardins. – Você pode ficar aqui o quanto quiser.
Yumi tirou sua mala do corredor e a colocou sobre a cama antes de olhar para irmã com uma expressão séria.
- Tem certeza que Inu-Yasha não vai se importar? Onde está ele?
Kagome sentiu seu rosto ficar um pouco vermelho ao ouvir aquela pergunta.
- Bem... no momento... está em Fukuoka, mas sei que ficará feliz em ver você aqui.
- Eu detestaria ser uma desmancha-prazeres – brincou sua irmã, e então tentou reprimir um grande bocejo (-boceja tb-). – Gomen ne. Eu queria sentar e bater um longo papo com você, mas agora que estou aqui mal consigo manter os olhos abertos.
- Não se preocupe. Conversaremos amanhã de manhã. Teremos muito tempo pra isso. O banheiro fica no corredor, e meu quarto é a porta ao lado. Sinta-se em casa – disse Kagome enquanto caminhava para a porta. – Pegue o que quiser na cozinha e, se precisar de mim, sabe onde estou. – Ela se virou para ir embora, mas hesitou e olhou para trás por cima do ombro. – É maravilhoso finalmente ter você aqui, Yumi.
- Eu estou feliz em estar aqui – respondeu Yumi com a voz rouca, e Kagome fechou porta antes que a irmã visse as lágrimas em seus olhos.
0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o
Na manhã seguinte ela acordou sobressaltada com batidas na porta da frente. Olhando para o relógio, viu que passava das nove. Arrastando-se pra fora da cama, vestiu seu roupão e amarrou a faixa ao redor da cintura, enquanto o barulho continuava (sim, quebre a porta o-o).
- Já vou!! Já vou! – murmurou, andando pesadamente até a porta.
Yumi apareceu no vão da porta do outro quarto, precedo sonolenta.
- Quem é?
- Não tenho a menos idéia – respondeu Kagome, mal-humorada. – Seja quem for, vai ouvir poucas e boas!
As batidas continuaram.
- Abra! (quem é!??!?!?!? Queeeeem!? 8D) – ordenou uma voz familiar. Kagome se enrijeceu e olhou para Yumi, que pareceu paralisada. Ambas sabiam de quem era aquela voz.
- Vá se trancar no banheiro – disse Kagome, e não abriu a porta até a irmã disparar pelo corredor e ouvir a porta do banheiro trancada.
No segundo em que Kagome girou o trinco, a porta foi empurrada violentamente, batendo na parede e voltando na direção do homem que entrou em passos largos no apartamento, sem deixar nada nem ninguém ficar em seu caminho (ta, isso foi um frase meio heróica o-o).
- Onde está ela? – quis saber Onigumo, virando-se para Kagome, que o seguia. Kagome cruzou os braços e se preparou para o FIGHT. (eu tive que botar fight, gente xDDD).
- Tem o hábito de entrar na casa dos outros desse jeito?
Seu pai ignorou a pergunta.
- Estou aqui para levar sua irmã comigo. Onde-ela-está?
- Como soube onde me encontrar? – Foi a primeira coisa que Kagome quis saber. Seu número não constava na lista telefônica.
- Eu mandei um detetive investigar a sua vida. Foi fascinante descobrir que trabalha para Taishou. O que você fez, dormiu com ele para chegar ao topo? – Onigumo a olhou com desdém, e Kagome serrou os dentes.
- Acho que é melhor o senhor ir embora antes que eu chame a polícia (PORRADAA!! PORRADAAAA 8D/). – Disse friamente.
- Não vou embora sem Yumi.
- Certamente não vai com ela. Yumi tem dezoito nos e não deve satisfações a ninguém além de si mesma – retrucou Kagome. (CHAMOU PRO PAAAU)
- Então ela está aqui! Eu sabia que você envenenaria a mente de Yumi para afastá-la de mim.
- Muito pelo contrário, Onigumo, o senhor conseguiu afastar sua família sozinho – disse a voz gelada de Inu-Yasha atrás , e ambos se viraram. (:OOOOOOOOO chegou o salvador da pátria )
Kagome sentiu seu rosto ficando rubro enquanto olhava para Inu-Yasha e se lembrava das últimas palavras que havia lhe dito. ('OH, Kami?' xDDDDD)
- I...Inu-Y-Yasha! – Ela mal conseguiu pronunciar o nome dele.
Esboçando um sorriso, Inu-Yasha foi até onde ela estava e pôs um dorbraços ao redor de seus ombros.
- Yo – cumprimentou-a docemente, e deu um rápido beijo em seus lábios surpresos. Então voltou-se pra Onigumo. – Yumi vai ficar aqui conosco (e a casa é de quem mesmo...?xP). O senhor pode ir embora. A porta está aberta.
- Como ousa me dar ordens? – vociferou.
- Faço isso porque não quero que magoe nenhuma das pessoas de quem eu gosto. – Disse Inu-Yasha secamente.
- Yumi é minha filha... – começou a dizer em tom de ameaça, mas Inu-Yasha deu um passo a frente e ele parou. (ser moral é outra coisa, naum?)
- Kagome é sua filha também, e olhe o que fez com ela. Kami-sama, o senhor me enoja. Tinha uma coisa preciosa e jogou fora. Bem, eu a encontrei e pretendo mantê-la, porque valorizo Kagome muito mais do que tudo o que o senhor possa imaginar. – disse ao homem mais velho com uma voz trêmula de emoção reprimida (falo bunito 8D... imaginem a cara de Kagome agora xP)
- Faça bom proveito dela. E se Yumi quiser ficar aqui, faça bom proveito dela também – rosnou Onigumo. Ele se virou pra ir embora e deu de cara com a filha mais nova, que saíra do banheiro ao ouvir a voz de Inu-Yasha. – Você vem comigo? – perguntou, e Yumi saiu da frente dele.
- Dame.
- Então lavo minhas mãos! – declarou com desprezo. – Não são mais minhas filhas! (parece brincadeira de pirralho, num axam?o-o) – Ele se afastou sem olhar para trás e, segundos depois, eles ouviram a porta da frente bater.
Yumi correu através da sala e abraçou primeiro Kagome e depois Inu-Yasha.
- Domo arigatou gozaimashita! Sou muito grata a vocês dois. Foram maravilhosos – disse com a voz rouca. Mas rapidamente se animou e lhes deu um sorriso. – Não posso acreditar que acabou e ele se foi. Acho que vou telefonar para Kyo e dar a boa notícia.
- Você pode usar o telefone do meu quarto – ofereceu Kagome, sorrindo ao ver o rosto feliz da irmã.
- Arigatou, vou fazer isso – disse alegremente, quase dançando pelo corredor. Contudo, parou no vão da porta e olhou para trás. – Você foi sincero a respeito do que disse sobre Kagome? – perguntou a Inu-Yasha.
Ele lhe sorriu.
- Totalmente.
Yumi deu uma risada.
- Então é melhor eu ficar um pouco fora do caminho, ne?
- Nós ficaríamos gratos – disse Inu-Yasha, e ela lhes acenou antes de fechar a porta do quarto.
No segundo em que ela foi embora, Kagome, que ficara pasma ao ouvi-lo dizer aquelas palavras para o seu pai, encarou-o com determinação.
- Você não deveria mentir para Yumi. Não pode ter sido sincero.
- Por que não?
Kagome realmente não estava para brincadeiras. Só queria que ela desse logo a má notícia.
- Porque nós dois sabemos que você não... se importa comigo.
Ele esboçou um sorriso.
- Sabemos?
Ela ficou ainda mais irritada.
- Não faça isso comigo. Sabe que eu só sou a mulher com quem você...
- Tem um ótimo sexo? 8D – completou ele, e seus olhos violeta brilharam com divertimento e algo mais que ela não pôde descrever.
- Está bem, divirta-se. Sei que eu mereço isso. Arruinei tudo com o que disse ontem. Se você não me tivesse deixado tão furiosa, aquelas palavras nunca teriam escapado da minha boca e surpreendido nós dois!
- Estou feliz por terem escapado. Afinal de contas, era o que eu queria. – disse Inu-Yasha naturalmente, e ela e virou, boquiaberta.
- N-nani?!
- K-o-i-s-h-i-t-e-r-u – disse Inu-Yasha num tom baixo. – Tentei lhe dizer isso ontem à noite, mas você desligou o telefone na minha cara...
Kagome olhou nos olhos dele, seu coração dançando funk no peito (AI CARA, EU AMO ESSA EXPRESSÃO XDD), e viu uma seriedade ali que parecia indicar que Inu-Yasha estava sendo sincero, mas...
- Você não pode me amar. Disse que não pretende amar ninguém! – exclamou, ofegante.
- Eu sei, e até alguns dias atrás acreditava totalmente nisso. Então aconteceu algo que me fez mudar de idéia – disse gentilmente. – E tive de me afastar para me certificar disso. Foi por isso que fui para Fukuoka. Não podia dizer a você até ter certeza, então menti sobre a viagem. Mas minha mente estava tão confusa que eu me esqueci do meu avô.
Tendo passado uma noite horrível, amaldiçoando sua própria insensatez, Kagome pouco a pouco começou a acreditar que afinal o mundo não havia desabado. Pelo contrário, acontecera um milagre!
Seu coração se encheu de uma inesperada alegria.
- Você... realmente me ama? – perguntou com uma voz rouca de emoção e os olhos brilhando.
O sorriso desapareceu dos olhos de Inu-Yasha, e ele a olhou fixamente.
- Hai.
As lágrimas transbordaram dos olhos de Kagome, mas eram lágrimas de felicidade. Ela só precisou dar um passo para alcançá-lo e então atirou os braços ao redor do pescoço dele e o abraçou fortemente.
- Ah, Kami, achei que havia estragado tudo! – exclamou. Inu-Yasha segurou-lhe a cabeça e a olhou.
- Em vez disso, sua raiva me deu esperança. Eu a levei a dizer o que queria ouvir, mas quando quis dizer a você como me sentia, você me interrompeu. Então peguei o primeiro trem para vir esclarecer tudo. Eu consegui fazer isso? Você me perdoa por tê-la decepcionado?
Kagome sorriu por entre as lágrimas.
- Não poderia ter feito melhor. E é claro que eu o perdôo. Como poderia não perdoar, se o amo tanto? (essa eh a minha melhor frase do livro todinho #----------#)
- Então me dê um beijo. Preciso disso como um homem sedento precisando de água. – murmurou.
Foi um beijo como nenhum outro que eles deram, porque, apesar de apaixonado, era uma promessa. Uma confirmação do que tinham acabado de dizer em palavras. Transcendeu o plano físico, e contudo os deixou com uma sensação de satisfação.
- Então, o que o fez mudar de idéia em relação ao amor? – perguntou Kagome um tempo depois, quando Inu-Yasha a havia levado para o sofá e se instalado nele com ela nos braços.
- Hana – respondeu, esfregando o rosto suavemente nos cabelos de Kagome. – Ela achou que estávamos apaixonados. Achou porque isso era óbvio. Então eu me fiz a pergunta. Eu amo Kagome? A resposta me surpreendeu. Eu amava – e amo.
Kagome pôs uma das mãos no peito de Inu-Yasha (-morre-) e sentiu o coração dele batendo fortemente.
- Então porque foi a Fukuoka?
- Porque precisava ter certeza. Fui para o lugar onde poderia encontrar muitas mulheres atraentes disponíveis (ta, eu naum sei oq existe em Fukuoka, entaum botei isso ai mermo .----.). Sabe o que descobri? Que não estava interessado em nenhuma delas. O ponto alto do meu dia era falar com você à noite. Não precisei de mais de quarenta e oito horas para ter certeza de que não queria nenhuma outra pessoa.
- Eu só precisei de dez minutos – retrucou Kagome presunçosamente.
- Depois que eu arranquei a verdade de você!
- Esse foi um truque muuuuito sujo. Sabe como eu me senti infeliz, achando que tinha feito um gol contra? – perguntou, magoada.
Inu-Yasha riu.
- Vou compensar isso.
- A lista de compensações está aumentando. Você já disse que eu poderia ter o que quisesse se concordasse em ajudá-lo – lembrou-o.
- Eu disse isso, ne? Você decidiu o que quer?
Kagome sorriu pra si mesma enquanto seu dedo traçava desenhos por cima da camisa dele.
- Acho que o que eu realmente quero é um bebê (uou, pediu tudo agora o-o). na verdade, dois, para fazerem companhia um ao outro. Então poderemos ter mais, com o passar do tempo.
Inu-Yasha deu uma gargalhada.
- Não acha que primeiro devemos nos casar?
Kagome se ergueu o suficiente para olhar para ele.
- Está me pedindo em casamento?
- É o que parece – confirmou Inu-Yasha calmamente.
- Então a resposta é sim. Mas isso não nos impede de providenciar o bebê, ne? (safaaaada O-O) – disse Kagome flertando com ele, seus olhos brilhando sugestivamente.
Inu-Yasha deu um gemido e a virou de costas.
- Você não tem vergonha? Só disse isso porque Yumi está no seu quarto.
Kagome riu alegremente.
- Ela não vai demorar lá. Além disso, temos tempo. Tooodo o tempo do mundo...
0o0o0o0o0o0o0o0o0o0o
Quando Yumi saiu do quarto, algum tempo dois, encontrou-os dormindo um nos braços do outro. (Só pra ressaltar, nenhum dos dois dormiu direito a noite toda, por isso, eles SÓ estavam dormindo quando Yumi os encontrou. De roupa e tudo, entenderam? 8D)
Finish
Dicionário:
Iie – Não.
Kami/Kami-sama – Nesse caso, Deus.
Moshi moshi – Alô (ao telefone) ou ALÔOO (chamando atenção) mas nesse caso é ao telefone.
Gomen Nasai/Gomen ne – Sinto muito; me desculpe.
Desu ne? – Acho que botar o desu foi um erro, mas significa não é?
Onegai – Por favor
Ne – Né?
Doushite – Porque?
Nani – O quê?
Yo – Oi
Dame – Não.
Domo Arigatou Gozaimashita! – Muito Obrigado! (meio grande, mas é xP)
Arigatou – Obrigado.
Koishiteru – Eu te amo (de namorados)
Hai – Sim
Tomara que eu não tenha esquecido nada...
ÚLTIMO CAP GEEEEEEEEEEEEEEEENTEEE T------------------T
GOSTARAM?
GOSTARAM?
GOSTARAM?
GOSTARAM?
GOSTARAM?
GOSTARAM?
GOSTARAM?
GOSTARAM?
GOSTARAM?
GOSTARAM?
GOSTARAM?
GOSTARAM?
GOSTARAM?
GOSTARAM?
(tá, tem muito gostaram? xDDD)
Mas é que é a primeira fic de mais de 2 caps que eu completo aqui no .------------.
Aí eu to ansiosa...
GOSTAAARAM?XDDDDDD
E.. gente.. num vou responder as reviews naum... pq o meu pc ta com o pé na cova, e fiz esse cap às pressas, pra terminar logo..
Espero que entendam
Acho que eu tinha mais um texto pra falar, mas como eu tenho cabeça de peixinho xP, eu esqueci xDD...
HOPE U LIKE #--------------------------------------------------------------#
DOMO
ARIGATOU
GOZAIMASHITA
YUKI
DESHITA!
Kissus da Yuki o/
