N/B: Oi plincesa!
Quando eu vi o cap da PQTNADM nem acreditei! Puxa que felixxxxxxxxxx! XDDDDDDD Adoro esses surtos q vc tem que escrivinha as coisas! Pode deixar que qualquer coisa que eu não gostar aqui eu falo sim! Vamos lá, quero ver o que a Rachel tem a dizer! .
Capítulo IV - Papai Herói
A Mansão dos Malfoys estava muito agitada para um dia de semana qualquer. Sophie que estava com uma licença especial de Hogwarts para ficar em casa nesses últimos dias, estava feliz com a visita de suas amigas. Umas três meninas, que faziam um barulho imenso, mas que na opinião de Gina era muito natural pela idade. Draco ainda estava no trabalho, e Edward estava a se arrumar, com certeza para provocar uma das amigas de sua irmã, e por conseqüência a própria. Alex estava brincando de jogar mini - explosivos em cima dos gnomos que apareceram por esses dias nos jardins, para espanto dos moradores da casa, que nunca haviam recebido a visita das criaturas.
Rachel estava desenhando. Como Gina sempre dizia, sua filhinha era uma artista. Fazia desenhos lindos, apesar de serem sempre palitinhos, mas tudo muito gracioso. Um deles estava até emoldurado, era o qual a pequena havia desenhado a família completa, e feito um monte de coraçõezinhos acima da cabeça dos pais.
Batidas a porta.
Edward abriu a porta com um sorriso afetado, como se esperasse encontrar uma das amigas de sua irmã, mas para sua decepção era sua irmãzinha de quatro anos, que vinha com uma folha na mão, e muitas penas coloridas mágicas.
- O que foi, Rachel? – perguntou, segurando a pequena no colo. Adorava a irmã. Sempre tão fofinha e muito parecida com a mãe.
- Eu quelia blincar, Ed! Blinca comigo! – disse passando as mãozinhas envolta do pescoço do irmão. Fazendo o beicinho que sempre funcionava com ele e com Draco.
- Mais tarde eu brinco com você. Prometo. – ele disse, mal resistindo ao beicinho e ao olhar magoado da pequena. – Agora vou ficar com a Sophie e com as amigas dela, porque você não vem comigo? - tentou uma última cartada, mas a menina bateu as perninhas pra sair do colo dele.
- Não! - cruzou os braços. – As amigas da Fifi, são muito chatas! Ficam apertando as minhas bochechas e ficam me amassando e ficam perguntado de você e... E eu não gosto delas! – falou enumerando as coisas enquanto enrolava os cabelos ruivos com as mãos, igual a mãe quanto estava tentando listar as coisas. O irmão apenas riu. Era verdade que todas as amigas de sua irmã sempre puxavam o saco da Rachel, e depois pediam para ela ir embora.
- Está bom! Está bom! Você venceu! - ele disse com as mãos pra cima. Logo estaria trabalhando com o pai, e não teria tanto tempo para a caçulinha da família. – Você quer brincar de que? – indagou levantando a sobrancelha.
- Hum... No parquinho! - ele sorriu, sabia que ela adorava o parquinho que fora construído quando ele ainda era pequeno, e que o remetia a várias sensações. Lembrava de quando ele e a Sophie brincavam no balanço e quando faziam castelinhos de areia... Saudades daquela época. Às vezes era tão difícil crescer...
Pegou a irmã no colo e foi em direção ao parquinho, onde havia balanço, escorregas, gangorras, roletas, um pequena montanha russa, e vários banquinhos, onde ele jogava xadrez bruxo com Draco, e por incrível que isso pudesse parecer, ele sempre ganhava do pai. Herdara o talento Weasley para jogos com tabuleiro.
Estava radiante, pelo que as amigas lhe contaram James estava prestes a pedir a seu pai a autorização para namorá-la. Não que gostasse da idéia, até porque só poderia piorar as coisas. Mas só o fato dele ter se preocupado com as tradições e ter pensado em pedir, significava muito. Pelo visto, o que sentiam era recíproco. Não via a hora de a mãe chegar em casa, para poder contar tudo que estava acontecendo. Suas duas melhores amigas estavam presentes e uma outra menina que falava há muito tempo, mas sabia que o único interesse da menina era seu irmão. Como odiava essa gente falsa! Não que as outras não se interessassem por ele, porém, essa SÓ se interessava por ele.
Ellen Tyler, uma das meninas mais cobiçadas de Hogwarts e fã número um de seu irmão. Dava ódio ao vê-la falar dele, como se nutrisse esperança de que um dia ele olhasse para ela com olhos de quem gosta e não de quem a quer só para o prazer. A menina possuía um corpo na medida certa, longos cabelos dourados e enrolados nas pontas, os olhos verdes e a boca carnuda, fazia os meninos babarem. Não tinham nada em comum, mas ela sempre vivia atrás de Sophie, e como Mabelle era uma menina muito simpática, acabara por ficar no mesmo grupo de trabalho.
Mabelle e Julie eram suas melhores amigas desde que entrara para Hogwarts, e sempre a apoiavam em tudo. Belle era uma menina magra, de traços finos e de baixa estatura. Os cabelos eram castanhos claros com fios dourados entre eles. Seu rosto era bonito, não era uma beleza comum, mas fascinava. Os olhos na cor de mel e algumas sardas espelhadas pelo rosto. Era simpática e tinha uma alma lufana. Enquanto Julie era a mais gordinha, e tinha um rosto como o de bonecas de porcelana. Era pálida ao extremo e os cabelos quase ruivos contribuíam para a face angelical. Era a mais namoradeira do grupo, e sempre conquistava os meninos por ter um alto astral e uma mente aberta. Ambas meninas estavam com Sophie desde sua entrada para Hogwarts.
Sophie estava no jardim juntamente com todas as meninas, esperavam a quinta menina. Lyse que estaria monitorando o trabalho de poções, não que precisasse, mas a grifinória era de total confiança do professor, por isso a escolha. Era uma das poucas meninas que não se abalavam com a presença de Edward, na verdade, parecia odiar seu irmão, o que era estranho, pois o sentimento de longe era recíproco.
Viu o irmão passar por perto de onde estavam, mas ele parecia estar distraído demais com Rachel. A menininha sorria e puxava a orelha dele. Sophie sorriu. Se houvesse alguma maneira de ajudar o irmão mais velho a ficar com quem ele realmente queria, ela ajudaria.
- Menina Malfoy! Menina Malfoy! – chamou o elfo Nerk, um dos mais antigos da casa. – Menina amiga a sua espera. – disse fazendo uma reverência exagerada, que irritava. À pedido de sua mãe, nenhum elfo deveria fazer reverência, mas Nerk esquecia desses detalhes às vezes.
- Traga-a até aqui! – ordenou com sua voz arrastada, igual a de sua avó.
Uma pilha de papéis estava a sua frente, diversas matérias antigas. Precisava relatar a situação em que se encontrava a Sociedade Bruxa. O crescente número de artefatos trouxas que os bruxos consumiam e adaptavam para a realidade bruxa. O grande questionamento era se deviam ou não ensinar sobre a cultura trouxa? Agora ela teria que fazer uma crônica sobre isso. Mas não estava com paciência no momento. Não via a hora de chegar em casa e de continuar a matéria para o aniversário de Draco.
Arrumou sua mesa, iria embora. Amanhã teria tempo para pensar sobre essa questão, afinal, não era mais tão importante no trabalho. De repente um aparelho trouxa, mas que havia sido adaptado para o mundo bruxo parecia vibrar. Não deu muita importância e continuou a organizar os papéis.
- Senhor... o senhor não pode entrar! – disse uma mulher baixinha, que parecia intimidada com o porte do homem, devido a sua voz baixa.
- Senhorita Stuart, pode deixar. – respondeu Gina ao ver o sorriso do loiro aumentar assim que a mulher fechou a porta de sua sala. – O que você está fazendo aqui, Draco?
- Vim buscar você, ao que parece. – a ruiva tentou com todas as forças não rir, mas ele sabia que ela gostava dessas surpresas.
- Então, espere. Já aparatamos em casa. – ela procurou a bolsa e o casaco, encontrando-os no sofá de canto.
- Quem disse que nós vamos para a casa? – indagou o loiro, colocando o casaco azul claro envolta da mulher. Observando o sorriso bobo e o brilho nos olhos dela.
- É? Para onde vamos? – ele não respondeu, apenas puxou para um beijo, logo aparatando.
Edward já estava cansado, não imaginava que sua irmã pudesse cansá-lo assim. Ela pulava, corria, e não parava quieta nem um instante. O que diferenciava um pouco de Sophie, que era muito tímida e pouco brincava de correr, sempre se preocupando se o vestido estava sujo, desde pequena. Rachel era mais livre, como a mãe. Adorava se pendurar em todos os lugares.
Observava a menininha no balanço, o brinquedo que ela mais se divertia, parecia adorar o vai e vem, e não tinha medo de ir sozinha, adorava o vento em sua face. Ele olhou para o castelinho que ele havia feito com ela, já estava desmoronando, não lembrava qual tinha sido a última vez que tinha se permitido brincar dessa forma. De repente um grito lhe tirou de seus devaneios. Olhando para onde ficavam os balanços, sentiu seu coração disparar. A sua irmã havia caído. Sua culpa, não pôde deixar de pensar.
Quando chegou perto da menina, seus olhos embaçaram, ela parecia estar desacordada.
- Rachel! – chamou. Não obtendo resposta. – Rachel! Pára de brincar! – estava ficando desesperado e sabia que não podia tirá-la dali. Seus olhos estavam embaçados e a cada segundo se sentia pior, a sua bonequinha estava ali machucada, por ele ser tão desatento. – Por Salazar o que eu fiz! – gritou. Quando estava pra sair para pedir socorro, ouviu:
- Te peguei! – a menininha sorria, e balançava o vestidinho rosa retirando a areia.
Ele olhou para a menininha em um misto de susto e alivio, não se contendo em felicidade em vê-la bem.
- Nunca mais faça isso, ouviu bem? – disse sério. – Você me assustou! – falou passando a mão nos fio platinados de seu próprio cabelo.
- Que gritaria foi essa, Edward? – indagou Sophie, sendo seguida pelas outras quatro meninas.
- Não se meta, ok!– respondeu ácido, dando uma olhada de relance para Lyse que balançava a cabeça em reprovação.
- Eu me meto sim! Você acabou de gritar com a Rachel. O que está acontecendo aqui? - a ruivinha se escondeu nas pernas de Lyse, que estava mais afastada da discussão.
- Eu só estava ensinado que não se pode fazer certos tipos de brincadeiras, oras! Eu tenho todo o direito, sou o irmão mais velho. – respondeu prepotente, não queria brigar com a irmã, mas não admitia que ela se intrometesse em tudo.
- Olha aqui, você não venha pôr em cima da Rachel os seus erros. Se não está com paciência para ficar com ela, então, fosse ficar em outro lugar.
- Rachel, vamos embora! – ordenou o loiro ignorando a irmã a sua frente.
- Ela não quer ir, Malfoy - respondeu Lyse tentando parecer o mais fria possível, como se para não mostrar-se intimidada com Edward.
- Ela é a minha irmã e virá comigo!– todos os restantes olhavam para o loiro e para a morena que se colocara na frente da ruivinha que parecia estar assustada com a situação.
- Pode ser a sua irmã, mas você não é o que se pode dizer de bom exemplo. – disparou a menina venenosamente, ao que ele apenas fechou os olhos.
- Se é assim, eu saio. Mas lhe garanto que não sou o monstro que você pensa que sou. – disse com um olhar ferido, saindo dali sem olhar para trás.
As amigas de Sophie tentavam "quebrar" o clima instaurado pela discussão, contudo se via que não seria fácil, ainda mais depois que Ellen foi atrás de Edward, arrumaram os livros nas bolsas e encerraram os estudos por ali.
- Você não gosta do Ed? Poquê? – perguntou uma vozinha fininha, voz da irmã mais nova do loiro.
- Não é isso, bonequinha. É que seu irmão faz muitas coisas erradas e ele não devia ter brigado desse jeito com você.
- O meu imão é bom, ele blinca comigo, conta histólias... – respondeu a menininha, brincando com uma mecha negra do cabelo de Lyse.
- Rachel, deixa a minha amiga respirar. Nunca vi! Ela cismou com você, Lyse! – brincou a loira.
- Mas também, a Lyse a defendeu. – completou Jullie.
- É, o Edward nunca levantou a voz para a princesinha dele. O que a senhorita aprontou, em mocinha? – perguntou Mabelle fazendo cócegas na ruivinha.
- Foi assim, bebelle. - disse colocando as mãozinhas na cintura. – O Ed me levou pa blinca, aí eu caí e ele começou a glitar poque pensou que eu tava dodói, mas eu não tava.
Nesse momento Sophie virou para a irmã indignada.
- Então foi por isso que o Ed gritou? - a criança apenas acenou afirmativamente. – Céuss! Eu devia ter imaginado, é mais fácil que eu perca o controle com você do que o Edward. Não acredito nisso! Droga! – chutou algumas pedras que estava em seu caminho. – Acho que terei que falar com ele.
Lyse olhava de longe, mais uma vez, estava errada sobre ele.
Estava secando os cabelos com a varinha quando sentiu os braços fortes de seu marido a envolvendo, já se passava das sete, e ainda estavam no hotel. Tudo por culpa dele. Mas ela não saberia como negar, e nem queria. Via isso tudo como uma sorte que tinha, pois mesmo com tantos anos de casado, permanecia a mesma chama de quando ainda eram adolescentes.
- O senhor tem que se vestir, precisamos voltar pra casa, temos quatro pessoinhas nos esperando. – disse dócil, enquanto ele passava a ponta do nariz fino pelo ombro sardento, inalando o perfume dela.
- Eu sei, eu sei. Só mais cinco minutinhos... – ela riu e ele voltou a beijá-la.
Andava silenciosamente pelos corredores de sua casa, os conhecia tão bem, mas neste momento estava nervosa, a ponto de se perder por entre eles. Tudo por causa do seu pré-julgamento sobre como seu irmão educava Rachel, sabia que havia sido autoritária e que não deixara ele se defender. Porém o que estava lhe incomodando, era saber que o irmão devia estar mal, afinal de contas Edward parecia gostar, pela primeira vez de alguém, mas ela não confiava nele. Lyse parecia ter uma resistência em acreditar que o loiro era um bom rapaz, e por mais que Sophie quisesse convencê-la do contrário, seria uma tarefa complicada. Contudo, ela já tomava como feita.
Bateu na porta. Nenhuma resposta. Não aceitava ser ignorada. Seu irmão sabia, afinal, eram Malfoys.
- Não esperava que você fosse tão covarde, pensei que honraria o nosso nome. – disse em voz de desdenho, para provocá-lo. Ele não respondeu, seu irmão sabia como lidar com esse tipo de situação. – Vamos Ed, não estou brincando, minha mãe precisa de sua ajuda para cuidar da Rachel. – agora ela tinha certeza que havia pegado em seu ponto fraco.
Ele abriu a porta, com os cabelos platinados desalinhados e com cara de tédio.
- Invente desculpas melhores, e pare de bater a porta. – antes que ele pudesse fechá-la, ela o empurrou para dentro do quarto.
- Olha, Ed, sei que errei, ok! A Rachel é uma danadinha e você bem sabe. E também você só está assim por causa da Lyse, mas fica tranqüilo, eu te aju-
- CHEGA, SOPHIE! – gritou. – Sai do meu quarto, não quero falar sobre isso. – controlou o tom de voz novamente.
- Não... Não acredito que você vai deixá-la! Droga! - ela puxou os cabelos em uma atitude muito parecida com a de sua avó quando desesperada. – Você sabe de quem você é filho, a história dos nossos pais, é a mais estranha e linda, que conhecemos, não sei como pode duvidar do charme dos Malfoy. – ele deu um pequeno riso a contragosto. – E se pra eles deu certo, para nós também dará. Não desista dela. Prove que ela está errada.
- Como você pode ter tanta certeza que é dela que eu gosto? – o loiro sentou ao lado da irmã, na ponta da cama.
- Porque eu sou sua irmã, e sinto o que você sente. – ele respondeu abraçando a loira. – Fica calmo, eu vou te ajudar, viu!
- Desculpa, Fi. – ele sussurrou, levantando o rosto timidamente.
- Não sei como ela pode não amar esse loiro lindão que ta na minha frente, até quando eu estou errada, é você quem pede desculpas.
- Hei! Isso não vai ficar barato, o preço que você vai pagar é trazê-la mais aqui.
- Malfoys! – disse Sophie imitando a mãe, e os dois caíram na gargalhada.
Um dia perdido! Ok, ela não reclamaria de como havia perdido o dia anterior, mas agora Gina teria que acelerar ao máximo a matéria de Rachel, sendo que seria difícil explicar para uma criança de quatro anos, para que ela diga a respeito de seu pai e que isso dê mais que quatro linhas. Idéias geniais, problemas a frente!
Olhou-se no espelho e pôde ver algumas marcas do dia anterior e sorriu sapeca. A blusa que estava vestindo era dele, e parecia ser mais confortável do que qualquer roupa, afinal tinha o cheiro do loiro. Fez todas as suas necessidades higiênicas da manhã e voltou para a cama. Draco ainda dormia.
Sorriu ao lembrar da primeira vez que acordou ao lado dele, e o vendo nesse momento, sabia que havia muitas diferenças desse Draco para o de dezoito anos. O jeito mais sereno e até o humor matinal se modificara com os anos. Aquela com certeza uma das visões mais privilegiadas que tinha: Ele estava sem camisa, e o lençol mostrava bem isso, o tronco bem delineado, e as costas largas. Os cabelos loiros caiam displicentes na frente do rosto dele, sua respiração forte e pausada, as mãos firmes segurando o travesseiro dela... Era muito bom acordar de manhã, quando se acordava com ele...
Engatinhou na cama, ajeitando os cabelos que caiam nos olhos dele. Acariciou de leve o tórax dele com a ponta dos dedos, e plantou beijos leves no pescoço alvo...
- Acorda, amor. – subiu os beijos para a orelha. – Você vai chegar atrasado. – parou de beijá-lo quando sentiu a pressão das mãos dele em sua cintura.
- Continua, ruivinha... Continua... - ele sussurrou.
- Você sabe muito bem de suas obrigações, amor. Deixa de ser preguiçoso. Levanta, floquinho.– arrancou o lençol dele.
- Você é má! – ela o olhou sorrindo - Me acorda com beijos e depois diz que tenho que parar. – argumentou o loiro cruzando os braços.
- Hum... Só mais cinco minutinhos. – ele riu abraçando-a.
Mesa cheia como sempre na Mansão Malfoy. Edward ao lado direito de Draco, que ficava na cabeceira, Gina ao lado esquerdo e ao seu lado Rachel. E Sophie ao lado de Ed e Lex.
- Não sei o que farei esse ano para o meu aniversário, está tão em cima da hora e ainda não pensei em nada. O que você acha, Gina? - disse Draco, fechando o Profeta Diário.
- Bem... De qualquer forma terá a festa e...
- Gostaria que fóssemos viajar, passar um tempo na fazenda. A Rachel gosta tanto. – a menininha olhou para o pai com a cara lambuzada de geléia.
- É! Lá tem bichinhos, mamãe! – todos riram.
- Acho que não seria mal aumentar os dias de uma licença no colégio, não é mesmo Sophie? – a ruiva ia reclamar, mas o loiro pôs sua mão em cima da dela.
- Por mim, tudo bem, mas terei que voltar para entregar o trabalho de poções e...
- Eu cuido do Severo. – disse Draco encerrando a conversa.
Gina fora ao trabalho para entregar a matéria que estava pendente, mas logo voltou para casa, precisava com urgência fazer o artigo de Rachel, só de pensar nisto sentia a cabeça dar voltas. Arrumou uma mesa na biblioteca e chamou a pequena, agora viria o mais difícil...
- Rachel, você sabe que o aniversário do papai está chegando não sabe? - a ruivinha confirmou com a cabeça. – Então, a mamãe queria que você falasse o que o papai é pra você... Você pode falar? – perguntou Gina incerta.
- Pla que?- perguntou a menininha, brincando com uma das penas que estava em cima da mesa.
- É que a mamãe teve idéias, mas é segredo ainda.
- Ta. – respondeu a filha.
- Então o que você acha do papai?
- Ele é legal.
- Mas como? Ele faz o que de legal?
- O papai semple me carrega no colo quando eu vou mimir, ele conta histólias, tlás doces, blincade castelo, e ele é tão colajoso que todos os monstlos que apalecem no quarto somem quando ele vai lá.
- Hummm... Espera um pouquinho, a mamãe precisa melhorar o que você disse. – a ruivinha olhou para a mãe com cara de confusa o que a fez rir, enquanto começava a escrever a matéria.
"Como minha filha só tem quatro anos não seria possível que ela escrevesse, eu estarei a auxiliando, mas tudo que tiver contido daqui para baixo são palavras dela. Por essa razão, manterei a maneira de como ela fala e até mesmo o jeito infantil de definição."
- O que a senhola ta esclevendo? – indagou Rachel debruçando-se na mesa.
- Só umas coisinhas... Nada demais, de onde paramos? Ah! Lembrei! Você disse que seu pai te carrega quando você vai dormir, mas o que isso tem de demais? – a medida que a menina respondia Gina colocava no pergaminho.
"Meu papai semple está comigo, mesmo quando não está. É o que ele diz. Mas eu não entendo. Ele é glande, forte, loilo como a vovó, e os olhos dele é bonitos. Meu papai é todo bonitão, por isso a mamãe tem ciúmes.
- Rachel! De onde você tirou isso?- perguntou a ruiva indignada.
- Ué, o papai me disse. – respondeu sapeca, logo continuando a falar sobre o seu pai.
"Mamãe diz que quando eu ela pequenininha, papai ficava holas me ninando, cantando só pla mim. E eu dormia no peito do papai...
Quando eu ficava dodói, ele me ablaçava, ficava do meu lado e dizia que iria passar, dizia que eu era sua plincesinha e que nada de mal vai acontecer comigo. E a dor sumia... Ele é meu remédio. (risos)
Ele fala que eu sou palecida com a mamãe e que sou linda como ela e tenho tudo dela... O jeito que eu mexo nos cabelos, quando faço malcliações e ele fica tliste... mas como a mamãe semple ganho um beijo do papai depois de uma travessura.
Ele conta histolias, e pla mim ele é o herói de todas elas. Ele é quem destlói os monstlos que vivem no meu quarto. Semple que papai apalece, eles somem.
Ele me salva dos castelos... Blinca comigo e faz a mamãe rir.
Cuida dos bichinhos da fazenda, deixa eu montar neles, poque a mamãe NÃO deixa nada...
O papai faz as minhas vontades, cozinha pla mim as comidas que eu gosto e me suja com farinha e eu não goto disso, mas eu deixo ele fazer e depois a mamãe me chama de monstlinha, mas eu sou PLINCESINHA!
Ele me coloca pra dormir, e às vezes me conta como conheceu a mamãe... Ele fica com cala de bobo, mas é tão lindo...
Por que eu amo Draco Malfoy?
É po isso que amo ele, poque todas às vezes ele está comigo, mesmo quando faço travessura e a mamãe fica blava. Quando clecer quelo ser como ele, quelo ser corajosa, quelo dormir no esculo, destruir monstlos malvados e conseguir um sorriso da mamãe quando eu fizer besteira.
O papai diz que o mais importante é o que eu sou e não importa mais nada, diz que não tenho que ter medo, poque ele semple vai estar pla me defender, ele é tudo pla mim.
Gina ficou surpresa com o artigo feito pela filha, apesar de ter que mudar algumas coisas, havia sido uma experiência diferente, tendo em vista de ser a sua filha de apenas quatro anos que escrevera. Já era mais de 10 da noite e ela ainda estava arrumando alguns pontos do texto, quando viu Draco entrar pela porta com Rachel nos braços.
- Já está tarde pra ele está acordada, Draco! – disse a ruiva repreensiva.
- Mas o meu bebê está quase dormindo, olha os olhinhos dela, estão quase se fechando. – a menininha que estava no colo sorriu para o pai, e coçou os olhinhos, para depois ajeitar cabeça no ombro dele.
- Ela sempre gostou de dormir nos seus braços... - comentou Gina lembrando-se do texto feito pelas duas.
- Por isso que eu digo que vocês duas são tão parecidas, até mesmo nisso.– a ruiva sorriu, e logo eles estavam encaminhando-se para o quarto ao lado, o quarto de Rachel.
- Psiuuu. - fez Draco quando a menina não soltou as mãos do pescoço dele, sentou na cama, cobrindo-a cuidadosamente. – Ela é tão linda como você. – Draco murmurou.
- Eu te amo. – ela respondeu, ele sorriu. Depois de um tempo saíram do quarto abraçados e orgulhosos da família que construíram.
Final do Capítulo IV
N/B: Palavra? PERFEITO! Foram logos os tempos de espera por esse cap e sinto que valeu realmente a pena! Eu entendo quando você diz que a Rachel é a sua baby! Ela é muito parecida com você, o temperamento e a fofura e tudo mais! Se eu fosse a mamy dela, ela também seria a minha baby, rsrs... Eu gosto mesmo do Ed, me derreti durante esse cap com ele, ele tem esse temperamento forte que me derrete... ele é tão Draco mas ao mesmo tempo tão sentimental e humano... me conquistou completamente, é isso!
E eu estou com a Fifi, torcendo para que tudo dê certo entre ela e o James! E também com ela na missão de matar essa perua da Ellen, vaca intrometida! (se quer saber, me lembrou muito uma tal de Alanie, inclusive fisicamente... então eu acho que isso intensifica a minha gana assassina)
O que mais uma esposa precisa, do que um marido que a pega num trabalho e a leva para um hotel como nos velhos tempos? Ele evoluiu muito durante esse tempo, pode ter certeza! Continuo querendo ver a cara dele quando ler essa reportagem da revista! Será que verei um Malfoy chorar? sorri ansiosa
As coisas que eu não gostei nesse cap estão grifadas, mas confesso que amei o cap em si, é mais uma prova de que você não perdeu o jeito pra escrever! E dá pra ver o amor que você sente pela Rachel só de ler as cenas, é muita emoção!
Tem tempo que eu não beto enquanto leio, mas hoje tive um tempinho e fiz isso porque eu estava sentindo falta de me dedicar completamente a uma betagem mandando o resto pra o inferno, e parece que valeu a pena... me sinto mais leve!
Beijos! Parabéns novamente! Pra mim, temos um cap na medida certa!
Amo-te!
Ly.
N/A: Aí eu não gostei deste capítulo, acho que faltou algo... Mas se eu descobrir o que faltou, eu coloco no próximo, ok! Aninha, sua exagerada não está nada perfeito o cap, a sua betagem que é linda e perfeita! Obrigada, filha! Ahhhh! Obrigada pelas reviews, emails, e até mesmo os xingamentos pelos MSN, eu li um milhão de vezes cada review, comentário, etc. São graças a estes que o capítulo saiu, e com certeza esse foi o mais difícil de ser escrito, afinal é uma criança que o fez (não estou me referindo a mim). Eu dedico este capítulo a cada um de vocês que estiveram aqui me apoiando, gente, MUITO OBRIGADA! Vocês são tudo de bom! E não me arrependo de perder meus preciosos minutinhos de descanso escrevendo isso aqui! E a demora se deve aos meus estudos, que agora são horário integral, inclusive aos sábados!
Agradecimentos mais que especiais a:
Ly Anne Black: Anocaaa! Rsrs. A Sophie não é a segunda não! Tadinha! Ela veio antes da Annie e se você não gosta dela, pode saindo! (dando ataque de Malfoy, em defesa de sua P.O). o/ Sim, o Ed é seu e você apareceu! Ehhh! Próximos capítulos mais cenas! E sim, o Mich é meu! Nem pense me dar ele pra NINGUÉM! É aquilo já saiu! É Derretendo o gelo! NC-17! Leiam pessoas! Amiga, obrigada pela betagem tão rápida e linda, amoree você me salva! Sim você é minha beta perfeita, mas eu nem posso falar nada, porque nunca quis ter outra pra comparar, então você é literalmente sem comparações. Bjinhoos,
Pequena Kah: Oi amiga, que linda foi a sua review dizendo da sua relação com sue pai, eu também agradeço a Deus pelo meu! E nem preciso dizer que ri demais com o seu: "Eu o amo porque ele fala arrastadamente e tenho orgasmos múltiplos quando ele ergue apenas uma sobrancelha...". O Draco é demais mesmoo! Mas você não pode ficar falando essas coisas, vou contar para o Hector! Rsrs. Mentirinha, vou contar não! Senão o davi não vem ao mundo (pirando). Te adoro amiga! Você é um amor! Bjinhoos.
Jessy Malfoy: Oi fofaa, que bom que você gostou da relação Sophie- Draco, tentei me inspirara na que tenho com meu pai, e acho que deu certo. Quanto a sua fic, ela já está sendo divulgada no meu flog, viu! Vai lá e comenta, menina!
Miaka: Oi moça, e a família Weasley Malfoy é bem engraçadinha, sempre tive vontade de mostrar esse lado, e agora estou radiante de ter conseguido! Fico feliz que tenhas gostado do capítulo, e mais segura também, já que ultimamente não ando lá muito satisfeita com que escrevo, e a sua opinião é MUITO importante para mim. Obrigada pelo apoio! Beijoos.
Franinha Malfoy: Amiga! Precisamos mesmo nos falar! Você sumiu, hein! Monografando muito? Rsrs. Essa vida de estudos ninguém merece, né! E a reação do Draco se Merlin quiser, será no próximo capítulo! Que espero que não demore tanto pra sair como este aqui, né! Bjinhoos.
Lolita Malfoy: Oi moça. Ainda não foi dessa vez que o draco leu a matéria a respeito dele, afinal precisávamos da opinião de uma baby, da plincesinha dele. Desculpa pela demora, mas é que não deu, viu! U.u Espero que ainda se lembre da minha fic, e se não gostar de alguma coisa, pode falar! Bjinhoos
Bruna Granger Potter: Que lindo! Que Lindo! Você voltou! Espero que fique triste com a minha demora, juro que não foi por mal. Meus estudos estão me matando, mas dei o máximo que pude neste capítulo, que eu tenho consciência que não está uma maravilha, mas foi feito com carinho! Espero que gostes! Bjinhoos,
Naiara W. M.: Oi xuxu, você é do flog também, e isso em emociona demais! E se eu pudesse teria uma fábrica de Dracos, pra dar pra todas as minhas amigas. E eu já falei com a Ginny pra ela me emprestar só por uma noite, já é tempo o bastante de eu me divertir! Rsrs. Obrigada por ler a minha fic (eu fico tão feliz) e por mandar essa review lindosa. Desculpa pelo atraso! Bjinhoos,
Camy- A lindinha Mor! (Arwen Mione): Oi amore, eu gostei dessa idéia de você trocar o seu irmão pelo Ed, s ebem que o Ed é namoádo da aninha, então, terá que pedir pra ela. Mas seu irmão me pareceu tão simpático, ainda mais por tocar gaita e guitarra, apaixonei! (Rafinha doente mental) o.o´ Eu ainda estou em dívida com as suas fics, vi que você atualizou e postou uma nova, mas ainda não tive tempo de parar. Estou em divida com o mundo! Rsrs. Mas eu vou conseguir reverter a situação nessa semana, beijinho!
Lou Malfoy: Oi amiga, eu tinha que dedicar este capítulo a você, afinal foi sue viver, mas o ff travou eu nem tinha respondido as reviews. Por falar em reviews, a sua estava lindosa como sempre. E eu também amo bebês, eles são seres fofos, e eu amo a Rach! Percebe-se pelo capítulo, não! Me realizei ao escrevê-lo!
E sim, agora eu vivo de cama e dodói, mas é por causa do stress, muita coisa na minha cabeça, aí eu piro de vez! Mas não se preocupe, eu já estou melhorando, bjinhoss!
Nocas Lupin R: Lindinha, estou com tantas saudades de você. Nunca mais te encontrei no MSN, nossas vidas estão atribuladas, né? Estudos, atividades, entre outras coisas. Ma sue penso muito em você. E cada vez que olho sua review, lembro da pessoa fofa que você é! O carinho que você tem por mim, e que é recíproco, te adoro demais menina! Tu és um doce de pessoa! E fico grata por todo apoio q recebo de ti! Obrigada por tudo! E vê se aparece! Bjinhos achocolatados,
Gynny Malfoy: Xuxu mor! O recorde de reviews seguidas! Rsrs. Bem, eu estou tentando terminar a fic logo, espero um dia conseguir, e que bom que você leu mesmo ela não estando completa! Aí, a xuxu gostou da história! Que lindo! Que lindo! E bem, quem sabe da próxima o Draco não erra o caminho e não vai parar no seu quarto? rsrs. Bjinhos amoree.
Thatah: Oi moça, que gracinha de review. Obrigada mesmo. A Sophir é bem Malfoy, mas agora vemos que a Rachel apesar de puxa-saca oficial do pai, é bem Weasley. Espero que tenhas gostado deste capítulo, e que desculpe essa autora ocupada e por vezes desnaturada autora. Bjinhoos.
Sabrina Pereze: Oie moça! Todavez que leio as suas reviews fico com vergonha, agradeço demais o seu acrinho e paciência com as minhas demoras. E fico feliz em ser sua autora preferida, mas vou te apresentar umas autoras mais lecais, aí eu vou deixar de ser, mas você vai entender quando eu falo que não escrevo lá essas coisas. Muito obrigada pela força, bjoss!
menina Malfoy: Oi moça, nem sabia que a minha ficzinha podia ser chamada de clássico, ela é tão comum. Mas tudo bem, a loucos pra tudo! Rsrs. Obrigada por disponibilizar um tempinho para ler e mandar reviews, isso é muito importante pra mim. É um incentivo imenso, e não canso de repetir. MUITO OBRIGADA! E você e a Gynny Malfoy são as campeãs em reviews consecutivas, que lindo! E não sei se fico feliz em te fazer chorar, mas dizem q se emocionar faz bem, então... isso deve ser bom, né! Bjinhoos.
Leiam também minhas outras fic, breve serão atualizadas!
Vistem o meu flog de fics, tudo no profile, onde etspa a capa desta fic também!
Bjinhos,
Rafinha
