Disclaimer: Nem James, Sirius, Remus, Peter, McGonnagal, Dumbledore, Lily e etc são meus. Os de minha autoria são os personagens paspalhos que podem ser achados abaixo, e que provavelmente serão atendidos pelos nomes de Nessa, Bia, Rachel Kefferdy e outros. Obrigada. – De luto pelo sétimo livro ter saído e eu já ter lido todo logo na primeira semana...
Desculpem a todos pela demora e pela fic estar curta, mas eu explico melhor no fim, ok?
E só para avisar: na minha fic, a Nessa é prima do James, viu? – Também melhor explicado no fim da fic...
Segundo Capítulo:
A Notícia do Profeta Diário
O garoto saiu do quarto e instantaneamente todos se olharam. Lily observou James, que não queria, pela primeira vez, retribuir o olhar.
- James, nós vamos com você.
Após a fala de Remus, todos se adiantaram à porta. Lily saiu do caminho dos marotos, que passaram em fila indiana e num absoluto silêncio. A porta foi fechada, e, após alguns minutos , e, passando para o quarto, saindo do banheiro, Peter indagou:
- Ei, cadê todo mundo?
"Nossa, isso parece um enterro" pensou Lily enquanto todos desciam as escadas. Mas ela começou a se perguntar se realmente pensou só dentro daquela cabeça ruiva ou se deixou escapar alguma coisa, pois os Marotos a olharam com uma cara assustadora, o que, se ela não os conhecesse, a faria imaginar que estavam realmente muito mal.
Depois, examinando bem os rostos de Black e Potter, ela teve uma horrível sensação...
"É impressão minha ou os dois marotos mais galinhas de Hogwarts... choraram?"
Após a saída dos Marotos da Sala Comunal ela se repreendeu: "Lily Evans, desde quando você se importa com o que acontece ou deixa de acontecer na vida dos destruidores de corações? Eles já fizeram muitas coisas horríveis com a metade da população feminina de Hogwarts, devem ter se arrependido de algo. Ou alguma boa alma resolveu se vingar deles". Ela forçou um sorriso ao pensar isso, mas sabia que, lá no fundo, tinha alguma coisa muito pior por trás dessa tristeza. Mas não era ela quem iria descobrir...
... Ou sim?
Os marotos desceram as escadas do dormitório e pararam diante das garotas que continuavam sentadas no sofá. Remus fez um sinal a Nessa, que, entendendo-o, passou para o lado do triste grupo que havia a sua frente. Bia, sem coragem de pronunciar uma única palavra, apenas ficou imóvel, observando boa parte do sétimo ano da Grifinória se afastar.
Do lado de fora da sala Comunal, James, sem olhar para a prima, apenas disse:
- Ele... se foi.
A garota, sempre tão forte, virou um rio de silenciosas lágrimas.
Todos estavam tão perdidos em seus pensamentos que só perceberam que chegaram ao seu destino quando estavam frente-a-frente com uma grande gárgula.
- Lagartixas caramelizadas.
Eles subiram as escadas que apareceram a sua frente, como tantas vezes haviam feito antes, mas desta vez não era por uma "marotice" – o que eles queriam do fundo do coração que fosse – mas por um motivo muito mais triste e realmente muito pior: a morte.
Sem ao menos baterem à porta, uma voz foi ouvida de dentro da sala a sua frente.
- Entrem.
James abriu a porta e os quatro entraram. Lá dentro, sentada em uma cadeira em frente à mesa, havia uma mulher com cabelos pretos intensos e olhos extremamente azuis, que seriam muito bonitos de se ver não fossem as lágrimas que por ali escorriam.
Ela se levantou e ficou em frente ao filho, e os dois se permitiram um abraço bem longo, acompanhado de muitas lágrimas. Logo depois, a cena se repetiu com sua sobrinha. Após as duas se soltarem, Sirius e Remus também abraçaram a senhora Potter.
- Bem – soou a calma voz do diretor –, agora que todos estão aqui, vamos indo.
Dor.
Era isso o que todos à volta daquele túmulo sentiam. Muita dor.
Mas, apesar disso, uma pessoa não poupou palavras de paz em homenagem ao grande homem que perderam. Nada mais se ouvia a não ser Dumbledore falando.
- Neste lugar, a partir desse momento, deve estar pairando a alma de alguém que brilhou muito, tanto como Auror quanto como pessoa. Mas não se enganem, pois este não é um adeus, porque ninguém que amamos nos deixa, ele continua conosco, sempre. Ele que lutou muito desde o início da manifestação do mal. Thomas Potter morreu como um herói.
Sim.
James sempre encarou seu pai assim: como um herói. Herói este que lutou bravamente até o fim. Herói este que James pensou, desde criança, que nunca seria derrotado.
E realmente não foi.
A partir deste instante, ele teve apenas uma certeza: ele iria continuar o trabalho que seu pai começou como Auror.
E como herói.
- Cadosmrots? – "perguntou" Peter para Lílian e Bia.
- Como?
Ele engoliu os três sapos de chocolate que há segundos atrás lutavam em sua boca.
- Cadê os marotos?
- Não sei. – respondeu Bia - Eles saíram mais cedo, lembra? Deve ter sido problema de família, afinal, a Nessa também foi.
- Émseotrsmrtsfrmtb.
- Engole, por favor?
- É que – glup – o Remus e o Sirius também foram.
- Bom, não nos falaram nada. – disse Lily.
---Silêncio---
- Ok, agora sim, vamos tomar café? – perguntou ela.
- Isso, estou mesmo querendo ler o Profeta. Vi alguns alunos do terceiro ano comentando que houve outra luta contra comensais, ou contra V-Você-Sabe-Quem, algo assim... – disse estremecendo ao quase falar o nome do tão temido bruxo das trevas.
- Então vamos logo.
---No Salão Principal---
- Realmente, está todo mundo meio estranho... – falou Lily, observando metade das pessoas que ali estavam com rostos assustados, outras com confiança (pois sabiam que estavam seguros) e outros com satisfação (N/A: sonserinos, obviamente ¬¬').
- Com licença, você é Bianca Lins?
- Sim. Por quê? – indagou ela para o pequeno corvinal a sua frente.
- Uma carta. – então Bia reparou na coruja que pairava sobre o ombro do menino, com uma carta e o Profeta Diário amarrados em sua pata.
- Obrigada. – o menino assentiu e foi para a sua mesa – É da minha mãe.
Os três – Peter também, afinal ele foi "abandonado" pelos amigos, e as garotas são boazinhas – se sentaram à mesa enquanto Bia abria a carta e Peter atacava o café da manhã.
"Bianquinha, querida...
Como você não recebe o Profeta Diário na escola, resolvi te mandar.
Achei que você iria querer ler.
Não se preocupe, em Hogwarts sei que está segura.
Um beijinho,
Mamãe."
- Ah, mamãe – Bia corou ao perceber que a amiga lera a carta, incluindo o "Bianquinha".
- E eu acho que foi bom ela ter te mandado, olha. – disse Lily, mostrando o Profeta que ela tinha desamarrado da perna da coruja.
No jornal havia uma grande manchete com a notícia que ocupava toda a primeira página:
" VOCÊ-SABE-QUEM ATACA NOVAMENTE
Na noite de ontem, por volta das 23 horas, ocorreu uma batalha entre aurores e os mais conhecidos como 'Comensais da Morte', na Rua Cyber, em Londres. Onze dos treze aurores que lá lutaram se feriram, não podendo continuar o duelo. O paradeiro do décimo segundo ainda não foi descoberto, e o décimo terceiro foi praticamente declarado um herói.
Este bruxo, não se sabe o nome – a família não deixou ser publicado, para que não fiquem comentando –, ficou sozinho na batalha, onde 13 dos 17 temidos vilões estavam impossibilitados. Ao perceber que não poderia deixá-los escapar, realizou o feitiço Cineverus, que poucos fazem com exatidão, para mandar tanto os Aurores quanto os Comensais capturados para o Ministério da Magia.
Diz-se que ele havia sido atingido pela Maldição Imperdoável Cruciatus antes de desempenhar o feitiço, o que torna o fato ainda mais inacreditável. Ao conseguir combater mais três discípulos do temido Você-Sabe-Quem, ele foi atingido pela pior das Maldições Imperdoáveis, o Avada Kedavra.
Até o presente momento não foi descoberto o modo como os últimos participantes dessa luta foram parar dentro da sala do Ministro da Magia: Comensais amarrados e o último 'Herói', morto.
Também não foi possível descobrir os nomes de qualquer um dos envolvidos.
Se você tiver alguma informação, por favor, entre em contato com a nossa jornalista Stella Orber."
Logo abaixo havia uma imagem de uma caveira verde brilhante com uma serpente saindo de sua boca. A legenda dizia: "A agora conhecida como 'Marca Negra' foi conjurada logo depois da luta começar".
- Nossa. Quem será esse tal herói? Duvido que eles não saibam o nome. Devem estar tentando abafar o caso. Perceberam que não foi citado nem um nome sequer?
- Pois é. Mas esse devia ser um bom homem.
Um minuto de silêncio encheu o grupo.
- Vamos para a aula, estamos atrasados. – terminou Lily.
- Ahmxuindnotmnidcoertdo.
- Como? Por favor, se quiser estabelecer um diálogo no mínimo inteligível, engula primeiro.
- Dsp. – Cuspiu ele.
- O que?
- Ele pediu desculpa. – suspirou Bia – Vamos? – perguntou ela.
- Vamos.
No dia inteiro os Marotos não apareceram. O que chamou muito a atenção das garotas de toda Hogwarts. Na hora em que a professora Neady fez a sua incessante chamada, todos ficaram a mil.
- Presente!
- Lins?
- Presente.
Após responder se virou para a amiga, que estava sentada ao seu lado.
- Você viu que ela pulou o nome do Black? – perguntou Bia.
- É mesmo, isso é estranho. – disse Lily, copiando o que estava sendo escrito automaticamente no quadro, enquanto ouvia a amiga sussurrante.
- E...?
Lílian abriu a boca para responder, porém, como havia acabado a chamada, ela foi interrompida por uma irritante voz ao fundo da sala.
- Com licença, professora, mas porque você pulou os nomes do James e do Sisi?
- E do Remus. – Acrescentou outra garota.
- E da Nessa. – Disse também Lily. Essa, porém, não recebeu muita atenção.
- Sisi? – Perguntou uma confusa professora.
- Sim, o Sirius, professora! – explicou Rachel Kefferdy, a líder do fã-clube dos Marotos e dona da irritante voz.
- Ah! – exclamou a antiga senhora – Bem, receio que isto não seja de sua conta, minha querida.
A professora recebeu aplausos dos alunos que odiavam a patricinha. Sorrindo, continuou.
- Bem, hoje iremos aprender como se usa o relógio de pulso.
E a aula prosseguiu calmamente.
Na hora do almoço, chegou uma carta de Nessa, explicando, por alto, que teve um problema de família, mas voltaria logo mais à noite. Isso deixou as garotas meio preocupadas e ansiosas.
O "logo mais à noite" se estendeu até altas horas da madrugada, fazendo com que apenas Lily, Bia e Peter – que pensou que, assim como a prima, James e os amigos também chegariam aquela noite – ficassem sozinhos na Sala Comunal.
De repente, uma coruja apareceu à janela, mas era tão gorda que entalou na fresta aberta. Bia logo foi abrir espaço para o animal castanho escuro entrar.
Tão logo entrou e já pousou no colo de Lily, que se surpreendeu. Logo depois, entraram mais duas corujas, que seguiram suas rotas até o colo dos outros dois.
Lily abriu o seu envelope, cujo remetente era nada mais nada menos que sua amiga Alice e seu noivo Frank Longbotton, que haviam ambos se formado no ano anterior. Ela sorriu ao ver, sem nenhuma surpresa, o conteúdo do envelope. Era um convite de casamento, que aconteceria no mês seguinte. No papel, havia uma foto de Alice recebendo o anel de noivado e, logo depois, beijando Frank.
A menina sorriu, passando os olhos pelas letras douradas, mas qual não foi a sua surpresa ao ver as letras vermelhas mais abaixo que se auto-escreviam.
"Lily, eu lhe convido para ser a minha madrinha de casamento, juntamente com a Nessa¹" – ela voltou a sorrir. Esse, no entanto, durou pouco – "Bom, sei que você não irá gostar muito, porém os padrinhos do Frank são James e Sirius" – no rosto dela, já se instalava o terror – "E adivinhe quem será seu par? Isso mesmo, amiga: James Potter!" – Ela já ia dar um grito quando – "Nem pense em gritar, ou acordará a Torre da Grifinória inteira! Sim, eu sei que é de noite, calculei o tempo que a coruja iria chegar aí. Falando nisso, o que você está fazendo acordada a essa hora?" – Lily pensou na tolice da pergunta, afinal, se não fosse para esperar a amiga, ela estaria na sua caminha bem quentinha agora e teria sido acordada pela coruja, sendo então culpa da Alice, mas, em todo o caso, se divertiu com a piada... Ainda tinha, porém, uma enorme vontade de espancar o Frank por sua estúpida escolha. – "Ah, e por favor, peço que deixe o meu noivo sem hematomas para o casamento, está bem?" – Lily pensou em como Alice teria se divertido escrevendo aquela carta. Outras letras apareceram magicamente sobre o papel. – "É, realmente, estou rindo até agora" – Ok, agora ela estava assustada: será que a amiga sabia algo sobre legilimência ou coisa do tipo? – "E eu não preciso ler sua mente, amiga, eu te conheço mu-u-u-u-u-uito bem! E não se preocupe, você será a madrinha principal!
Beijinhos,
Aguardo respostas!
Brevemente – Alice Longbotton
PS: Ah, me desculpe, mas eu estava louca para assinar com meu novo sobrenome!"
"Essa Alice é uma doida mesmo. Mas tem bom coração..."
Ela não estava braba com a amiga, a culpa era do no noivo dela – se ele queria colocar dois Marotos como padrinhos no casamento, azar o dele.
Empolgada, conversou com Bia mais alguns minutos sobre o casamento, enquanto Peter, como sempre, estava comendo.
Logo entraram mais três corujas pela janela já aberta, iguais às outras que antes por ali passaram, e pousaram numa mesa próxima.
- Ué! – exclamou Lily, se aproximando da mesa – Os nossos convites já chegaram. São para... Vanessa Linenton... Remus Lupin e... Sirius Black?
- Nossos nomes. – disse Sirius, entrando pelo buraco do retrato. – Que bom, guardaram nossas correspondências.
Ao que parecia a Lily, ele estava tentando parecer feliz, "tentativa fracassada, diga-se de passagem,", pensou ela.
Logo após Sirius, entraram Remus e Nessa, com caras não muito boas, iguais a do primeiro.
- É, são os convites do casamento da Alice e do Frank.
- Sério? – perguntou o garoto abrindo o envelope com o seu nome.
- Aham. E você é o padrinho.
- Nossa, que legal. E que... PADRINHO?!
- É... Algum problema?
- SIM! 500 PROBLEMAS! – gritou Nessa com a sua carta na mão. – O que aquela garota estava pensando quando fez isso?
- Hã? – Sirius ainda estava meio no mundo da lua quando terminou de ler a carta... – Nessa! Você viu isso?
- Infelizmente, Black!
- Nossa, quanto desgosto! Não se preocupe, eu serei o melhor padrinho do mundo!
- Aff... Como ela pôde?! O que ela tinha na cabeça?! BOSTA DE HIPOGRIFO?! – ainda resmungando (²N/B: resmungando e berrando) pra quem quisesse ouvir. Subiu as escadas de seu dormitório, sendo seguida por Lily e Bia.
- Sabia que eu adoro o Frank, cara?
Remus apenas pegou sua carta e se sentou na poltrona antes ocupada por Lily. Após ler o convite, dobrou-o e olhou para Peter.
- E então, perdemos muita aula?
- Nada de importante, a não ser aquelas agulhas de relógio, mas... O que aconteceu?
- Nos desculpe, mas estávamos com muita pressa de sair, e você não saía do banheiro...
- Os bolinhos de ontem não fizeram bem – disse ele esfregando sua barriga.
- Pois é... Mas o enterro não podia esperar...
- Cof! – O garoto se engasgou com os vários feijõezinhos de todos os sabores, e, logo depois de melhorar, olhou assustado para o amigo – Enterro?
Tudo foi explicado, e, logo após, o grupo foi para as suas camas.
¹Na minha fantasiante fic, a noiva escolhe duas madrinhas, uma principal, que serve mais como testemunha e "dama de honra" – é a Lily, e o parceiro, o James – e a outra segura o buquê na cerimônia – que é a Nessa cujo parceiro é o Sirius. E os padrinhos são escolhidos pelo noivo. Mas na verdade, só o "casal principal" que assina como padrinhos, viu? Os outros são mais como enfeite, hehehe...
Espero que tenham entendido... .'
²N/B quer dizer nota da beta, ta? Que no caso é a minha maninha, Pan, bjs e valeu por betar, viu?
OIE!!!
Ok, ok, me desculpem, eu não queria demorar tanto.
CRI CRI
Uhhh, se ainda tiver algum leitor, realmente, me perdoe!
Não quero me prolongar explicando, mas sabe como é:
1.Eu tive muitas provas difíceis.
2.Eu mudei o capítulo completamente – autores sabem como é: vem uma idéia no meio da noite que faz mudar toda a história. – no caso é a história de primos...
3.Nesse último mês veio o quinto filme – e eu fui na pré-estréia, sem cabeça para nada.
4.Saiu o livro 7! – obviamente eu sou uma burra e não sei ler em inglês, mas peguei tudo da internet, e já terminei de ler alguém que leu me adiciona no msn para chorarmos juntos, ok? – MUITO TRISTE-E-E-E-E-E-E-E-E-E-E-E-E-E-E-E-E-E-E-E-E-E-E-E-E-E-E-!-!-!-!-!-!-!
5.Me dei muito mal no trimestre escolar...
E por assim vai...
Eu realmente queria postar antes...
AVISOS:
-No primeiro capitulo, eu coloquei como "Lílian", mas vou seguir colocando apenas Lily, já que é o nome original dela, ok?
-A história de primos ficou meio confusa, não?
O problema é que eu decidi colocar a Nessa como prima – materna – do James.
Então, isso mudou completamente a minha história, né?
-E eu não vou mudar os meus pensamentos de como vai ser a minha fic por causa do livro, ok? Livro é livro e fic é fic...Muuuuuito inteligente, Nanda! ¬¬'
-Por último, deixo um pedido a quem leu a minha outra fic: realmente, é drama, ta pessoal? Teve gente que riu da fic só pelo bobo comentário da Mar Granger, que é a minha irmã – irmã mesmo, de sangue, sabe? – e resolveu fazer uma brincadeira... Fiquei realmente muito magoada com outros comentários – taí outro motivo pela demora: eu realmente fiquei muito mal...
Agora, como já vi outras pessoas fazerem em outras fics, eu trouxe um convidado especial para responder aos comentários: SIRIUS BLACK! - Marmaduke Scarlet, eu já tinha escrito isso antes de vc postar sua fic, ok? Não é plagio...
Negrito – fala do Sirius
Normal – fala da pobre autora que vos fala.
Princess Usako Chiba – Vestibular é? -olhar assanhado- Também gosto das estudiosas, viu? -já deve ter terminado o vestibular a muito tempo, né? Só pra ver como a Nanda e lerda!-
Sirius Black, cala a boca.
Que coisa de Sonic é essa? Uma comida?
Não, é um jogo, muito legal por sinal: parte da minha infância – Sua Lo-o-o-o-o-o-o-o-o-o-onga espera acabou!Nossa! Pra ver a Antigüidade: quando vc comentou, ainda dava Rebelde! SOU UMA LERDA MESMO!
-o que eu acabei de dizer? ¬¬- Concordo completamente! Ce gosta de Rebelde? Pois saiba que eu sou bem rebelde viu?
Nota-se... ' (não tem como ficar braba com o Sirius, né?)
Todas me amam!
Droga! Ele ouviu.. u.u'
Paula Evans Potter – O meu teclado nunca estragou, graças a Deus!
Mas o meu já, se quiser vir fazer um Reparo...
Sirius, vc nem sabe o que é um teclado!
E daí?
Afff u.u'
E que história é essa de querer me ver tristinho? Magoei! -vira de costas e bate o pé, que nem uma criança mimada- ei, não sou criança não!
Mas é mimado então? Hehehe – essa eu venci dele! Então, capítulo postado! Antes Quase Nunca do que Nunca, né? Rssss
Mirell – Que bom que gostou! E quanto aos extras...
Eu não vou deixar ela postar, não se preocupa! Afinal, seu desejo é uma ordem!
Falou tudo!
Chelle Black – Como, sempre, quem tornou tudo possível, arigatô!
Ô garota doida, que treco de aioguito é essa?
Arigatô, japonês, sabe?
Hmmm...
Ah, deixa pra lá...
E agora uma musiquinha para relaxar, feita pela querida e amada Jhu Radcliffe, valeu por deixar eu por na minha fic, viu?
"Nós, idolatrados fanfiqueiros de plantão
Demoramos com a atualização
Então nos de um presentão
O seu reviewzão
A nossa vida
Não se limita a escrever
Nós vamos à escola
E queremos comer
Por isso seja sempre
Um leitor amigo
Doe um review
E ganhe um sorriso
A campanha é muito simples
E só apertar o botão
Não dói
Nós não cobramos
E ajuda a nossa nação:
Nós somos os fanfiqueiros de planta-ã-ã-ão!"
Musica By Jhu Radcliffe
Bom, ela disse tudo né? Então, deixe seu review no batãozinho abaixo e faça mais uma autora feliz!
Beijos a todos!
Nanda Evans
(Prima Originalmente – Falsificada – de Lily Evans)
