Breve aviso: Will Turner, Jack Sparrow, Elizabeth Swamn, Calypso, Davy Jones, o Pérola Negra e o Flying Dutchman têm seus direitos reservados e infelizmente não me pertencem. Quanto à Helen Dawson, John Turner, Kathleen Turner, Peter Jackson, Paul, Annaliese James, Duity, Dean, Hitchie e Jesse, estes sim me pertencem, e peço que não usem eles sem me comunicar ou pedir autorização Ok?

Capítulo 9: Acordes

Acordaram cedo na manhã seguinte. Nos arredores ingleses, aonde o navio estava ancorado, uma tempestade se aproximava. Peter achava que Helen estava morta. Partira para uma cerimônia simbólica de enterro. O momento era propício para a busca dos pergaminhos. Helen estava vestindo-se de oficial mas foi interrompida. Will abrira a porta, ofegante e deparara com o corpo nu de Helen. Sua vontade no momento era se despir também. No entanto, controlou-se. Esperou até que Helen estivesse arrumada. Logo ela se virou e lhe deu um doce e suave beijo de bom-dia.

"O que faz aqui Will?"

"Vou com você..."

"Mas e...sua maldição lembra?"

"Creio que se encerrou..."

"Mas..."

Will lhe fez um gesto mudo de silêncio e a puxou para perto de si, tocando-lhe os lábios. Depois, em um gesto bastante suave colou sua testa na dela e falou:

"Estarei bem...estarei com você"

Os dois se encararam por um bom tempo até que ela assentiu com a cabeça. Partiram pelo mesmo caminho que outrora Will tomara junto com Jack. Um duto os levava até a mansão. Helen dirigiu-se a sala e fitou as paredes. Deveria estar ali, em algum lugar. Vamos, pense Helen, pense.. Então a imagem surgiu nitidamente em sua cabeça. O cofre estava escondido atrás de um quadro, um retrato do pai de Peter, sobre a lareira. Sabia a combinação, sempre soube, logo não foi difícil abri-lo. Retirou então a outra metade de pergaminho, que juntaria à aquela outra que encontrara no dia anterior. Sentiu logo que a farda ficava cada vez mais pesada. Estava molhada ainda.

Foi direto ao armário, mas nem precisava conferir, suas roupas estavam lá. Enquanto isto, Will entrara no quarto de Peter, revistando tudo, mas somente pode encontrar uma coisa. Algo que chamou-lhe a atenção. Um piano de cauda francês, que ele tinha certeza de que valia uma fortuna. Mas isso não fazia, nunca fez a diferença. O que chamava sua atenção era a sua exuberante beleza, há quanto tempo não tocava em um daqueles... Será que o som seria tão belo quanto sua aparência? Instigado por sua curiosidade, Will começou a tocar uma linda melodia, e constatou que aquele piano era inteiramente perfeito. O que ele não sabia é que ia descobrir algo mais perfeito ainda aquela noite.

Em frente ao armário, Helen começou a se despir sob a fraca iluminação das velas , o que deixava as curvas de seu corpo nítidas, acentuando ainda mais sua beleza. Ela já estava terminando de retirar suas vestimentas quando ouviu o doce som do piano, e embriagada de corpo e alma pela música, ela seguiu até a fonte da melodia que lhe entorpecia, como se fosse uma pluma sendo lavada pela suave brisa de verão.

Will, enquanto tocava, lembrava-se de um antigo amor, terminado, mas nunca esquecido. Elizabeth. Porém ele sabia que aquele era o nome da mulher que detinha seu coração, mas não mais o nome da dona de seus sentimentos. Não mais, pois a nova dona encontrava-se agora parada na porta, de frente a ele. Quando seus olhares se encontraram, ele teve uma nova certeza. Nâo só o piano era perfeito, mas aquela noite também o seria.

Não conseguiu se segurar. Parando de tocar, ele não resistiu mais e foi até Helen, que corou levemente e falou:

"Hey, porque parou? Não estava apreciando a música tanto quanto eu?"

"Sim, mas tenho coisas mais belas no momento a apreciar..."

"O que seria?"

"Você"

Com essa declaração, Will selou o espaço que restava entre seus lábios, e sentiu uma paz que se misturou ao desejo e a luxúria. Aquele beijo foi belo e trocado com uma suma delicadeza, como se aquela mulher a sua frente fosse de um cristal raro e frágil, que se descuidado se partiria em milhões de pedaços que jamais poderiam ser recuperados. Pela falta de ar tiveram de se separar, mas isso só deixou Will ainda mais embriagado, olhar para aquela pele tão de erto só o deixava mais certo de que ele tinha de descobrir se ela era tão macia quanto lhe parecia.

Não tardando, suas mãos começaram, inconscientemente, a tomar um caminho imaginário, que só ele conhecia, que levava da face de Helen ao longo de suas costas, enquanto a outra mão segurava a cintura dela com uma leve delicadeza, e a que estava em suas costas já se voltara ao pescoço, enquanto seus lábios se juntavam aos dela. Helen encostou mais o corpo no de Will, queria sentir o calor do corpo dele. Logo porém teve uma desagradável notícia: ele ainda encontrava-se com suas roupas molhadas, fato que até agora havia passado despercebido. Sem romper o contato dos lábios ela desceu as mãos que até pouco estavam entrelaçadas ao cabelo dele para o casaco, tirando-o com rapidez, fazendo o mesmo processo com o resto da roupa. Percebendo o que estava acontecendo, will não ficou atrás e interrompeu o contato dos lábios para ajudá-la a tirar a única peça de roupa que ela usava. Novamente voltaram ao beijo, mas não sem antes Will fazer um novo caminho, um caminho imaginário sobre seu corpo, provando cada pedaço de pele que podia. Calmamente, ele a pegou no colo e a depositou na cama, colocando seu próprio corpo sobre o dela. Céus! Como era macia, ele não pode deixar de gemer ao sentir tamanha maciez e calor, um calor que seus corpos trocavam, que parecia rum, que os engrenava ainda mais naquele ato pecaminoso e ao mesmo tempo, tão belo e saboroso. No beijo, uma dança a qual suas línguas já estavam em total sicronia. Aquela noite, o tempo parou, o mundo deixou de girar, e naqueles momentos, os segundos se tornaram eternos em suas lembranças.

Algumas horas depois, Peter já havia chegado em casa. Resolveu se dirigir diretamente ao quarto. Quando abriu a porta porém, se deparou com uma cena que ele jamais havia imaginado em presenciar: Helen estava na cama, completamente nua, ao lado de Will que já estava vestido, mas somente com roupas de baixo. A expressão de Peter pendia entre a surpresa, a decepção, o espanto e o ódio.

Will e Helen olharam surpresos para a porta, e Peter em um gesto automático adentrou o quarto, desembainhou a espada e partiu para cima de Will, que levantou-se rápido e ofegante. Neste exato momento, a espada de Peter perfurou a pele de Will bem no local onde deveria estar seu coração. Will ficou parado um instante e Peter abriu um sorriso triunfante.

Porém, este sorriso logo se apagou. Não havia caído uma gota de sangue do corpo de seu oponente. Pela primeira vez, Will deu uma risada e um olhar característicos de Jack:

"De novo..escute, vocês britânicos deveriam procurar outro lugar para acertar.."

Enquanto dizia estas palavras, Will puxava a espada de seu peito. Assombrado com o que acabara de presenciar, Peter sentiu seu corpo muito leve e sem força. Suas mãos já não o obedeciam e ele ficou sem ação. Como pode ser? Porque não morreu se eu o feri no coração?

Peter tentou ainda dar um soco em Will, mas não consegiu, pois este segurou-lhe a mão. Em um movimento ágil, lhe devolveu o soco. Peter parecia ainda não acreditar no que via, parecia estar em um pesadelo, do qual desejava despertar rapidamente. Will, vendo que seu oponente ainda não acreditava, pegou a espada e rasgou os próprios pulsos. Nada aconteceu. Peter já miuto assustado deu um passo para trás, depois outro, e assim seguidamente, até sair do cômodo, caminhando, tonto.

Helen havia assistido a cena com certa apreensão. Agora já sentia-se aliviada. Não estava temendo por Will, mas por peter. De qualquer modo, quando Will percorreu seu corpo com os lábios, ela não resistiu e cedeu novamente a seus impulsos.

Próximo Capítulo:

"É sobre lizzie que quero falar..."

"Quê?"

"Helen, preciso ir vê-la."

Mais um caps terminou, como disse esse é o que eu mais gosto. Will e Helen finalmente ficam juntos, mas as coisas nunca dão muito certo para eles né? O caps todo fofo, tinha que chegar o Pete no final. De qualquer jeito, adoro essa figurinha que é o Peter, e ele ainda promete muitas surpresas e até reviravoltas...Pois ele conhece Helen desde criança...Antes dos próximos caps, venho avisar, finalmente vcs vão ver a Lizzie, vamos, fiquem felizes, eu sei...Apesar de eu não gostar nem um pouco dela...rsrsrsrs... Mais uma coisa, desculpem pelo Jack não Ter aparecido neste capítulo, é o único em que isso acontece!!Que dizer, sorry, no próximo Jack Sparrow estará de volta...

Agora, reviews:

Mah Fernandes: Sim, finalmente Will e Helen começaram a engrenar, mas não sei por quanto tempo!!!Ah, valeu pelo Jack, é a parte mais difícil, Jack tem um humor surreal e trabalhar com isso é bem difícil e exige toda a minha pouca criatividade...

Roxanne Norris: Aqui está o caps, esse sim é fofo!!! Que bom q vc torce pelos dois, eu amo esses dois juntos apesar de me divertir tanto separando-os...

Druckgeister: Jack por enquanto fica sozinho sim...é triste mas é real..lá pro final as coisas mudam...hehhe Eu não to com tanta pena assim da lizzie num, pq ela traiu o meu Will!!!! Mas ela aparece e prometo não fazê-la sofrer muito!!!

Ieda: Calma, Jack vai voltar ao ritmo dele...calma calma..obrigada pela review, ok?

Carlinha Turner: Bem, em primeiro lugar, não necessariamente o coração fica com os sentimentos das pessoas, já que o de Davy Jones no início era de calypso, e ele ainda gostava dela, mas fez o que fez não é? Bem, obrigada pela review msm assim, entendo que você goste da Lizzie, se ela num tivesse pego o Jack eu tbm gostaria dela...aiai...Lizzie pode sofrer, mas ainda terá um final feliz(vide cena extra), bjs ok?

Por fim, venho agradecer a Tatyana Vargas, sem ela esse caps num seria possível, ela escreveu boa parte dela, entaum, os aplausos por esse cap saum quase todos dela!