Capítulo 26 – A mesma pergunta, em outra hora.

Helen ainda estava pelos corredores, já tirara os sapatos e corria louca e infantilmente com eles nas mãos, Anne em seu encalço. Sem olhar para trás ela começou a tomar impulso e velocidade, até que girou em um corredor, derrapando um pouco, e acabou entrando no mesmo. O hall era amplo, comprido, e aparentemente não havia fim, pelo menos não até onde sua vista alcançava, o que não era muito longe, já que a iluminação local era fraca. Mas ela logo percebeu que nunca havia estado ali anteriormente, mesmo depois de mais de doze anos morando com John. Sentiu que não conseguia mover um músculo sequer, não podia, e mesmo que pudesse ela não tinha certeza se queria. O lugar lhe dava um arrepio crescente e fazia um frio muito desconfortável percorrer o longo de sua espinha.

"Anne..." começou a sussurrar suavemente "Anne, venha cá..."

Não recebeu resposta ou sequer som algum em troca, apenas o eco ainda mais baixo de sua voz na parede. O que eu faço? Eu tinha que ver o que houve com ela mas... Mas alguma coisa a prendia ao local e não era a imobilidade, pois esta já passara. Era algo muito maior. E ela não iria sair dali enquanto não descobrisse o que era.

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John e os outros já estavam aportando aos navios munidos de suas espadas, garruchas e rum. Tudo com um único objetivo tolo:'Conquistar' Tortuga:

"Quê?" exclamou Dean ainda surpreso.

"Isso, Tortuga é um porto estratégico tanto para troca e extravio de munições mas também de suprimentos, e apesar de ser um porto quase que 'reconhecido' como pirata, ainda não o é..." determinou John, enquanto acabava de arrumar as cordas.

"Isso não passa de uma grande tolice, muita falta do que fazer..." murmurava Amanda, enquanto John levantava a cabeça, deixando à mostra as marcas que as unhas de Helen deixaram em seu rosto.

"Marcas causadas por unhas femininas, Johnny?" questionou Jack entre um sorrisinho sarcástico.

"Cuide de sua vida, Sparrow, que eu cuido da minha..."

Dean buscou Helen com o olhar, e ao notar que ela não estava inquietou-se, limitando-se a trocar um olhar significativo com Jack, um daqueles olhares que os cumplices de um crime trocam entre si.

Pietro já ia se retirando para o salão, quando John parou-o:

"Hey, aonde vai?"

"Para meu quarto...vocês não vão zarpar agora, papai?"

"Sim, e você conosco..."

"Quê?!" exclamou Pietro, gelando "Eu...eu não...eu não sei o que vou fazer, talvez nem saiba como farei, mal sei lutar..."

"Vamos..." disse John em um tom quase gentil "Você vem conosco..."

"Mas...e a minha..."

"Mãe?!" interrompeu Anne, que viera correndo até eles "Ela está mal, está trancada no quarto. Pediu para que eu vá e tome conta de Pietro. Se eu puder ir, é claro..." completou

John assentiu com a cabeça. E ali estavam, todos eles, subindo a bordo dos navios. John subia ao Lost Shadow, em companhia de muitos piratas e um Pietro muito quieto. No Pérola Negra, sob o comando do Capitão Jack Sparrow haviam uma Amanda um pouco incomodada e uma Anne um tanto apreensiva. No Flying Dutchman estavam um Dean pensativo e um Will muito agitado:

"Vamos?" perguntou para o pai

"Às ordens..." respondeu Bootstrap sorrindo.

"Porque vai fazer isso, Will?" perguntou Dean quando o capitão já estava longe do pai. "Você vê algum fundamento em tudo isto? Ou assim como eu você concorda que tudo isto não passa de um motivo para matar as pessoas?"

"Não sei..." disse Will debruçando-se na amurada do navio. "A verdade é que concordo com você mas... não sei...parece que...meio que alguma coisa me disse para vir...Mas e você, porque veio? Vigiar seu pai?" completou sorrindo.

"Muito engraçado, haha..." disse Dean com um ar falsamente debochado "Sabe que não, apenas pensei que aqui fosse o melhor lugar no qual eu pudesse estudar os pergaminhos..."

"Ainda não desistiu?" perguntou o capitão mirando-o com seus profundos olhos castanhos.

"Não...e se você prestasse mais atenção nas coisas, também não desistiria...Olhe."

Dean se dirigiu até a cabine do navio na qual se acomodara, ao que Will automaticamente seguiu-o:

"Quê?" perguntava o capitão, um pouco perturbado.

"Quem é que está ao leme, Will Turner?"

"Ai!" disse Will levantando as mãos à testa "Esqueci.."

Ele já ia se retirano correndo para dar as ordens quano Dean segurou-o:

"Esquece, seu pai está lá..." disse Dean sorrindo "Tá vendo como você é desatento?"

"Sim, mas o que é que isso tem à ver?"

Dean pegou uma espécie de pasta de couro sobre a cama:

"Os seis pergaminhos estão aqui..AGORA, TENTE PRESTAR ATENÇÃO NELES..."

Dean entregou-os a Will, que perpassou os olhos atentamente pelos pergaminhos, até que sua íris se dilatou e se deteve em um determinado ponto. A estrela, marcada no entorno do papel, em conjunto com o triângulo de cabeça para baixo e duas gotas que formavam uma esfera.

"Ahm? Mas este é..."

"O selo de Calypso?" perguntou Dean apontando a estrela "Sim, e é a marca que há na nuca de Helen."

"Então?"

"Pense Will. Com quem estavam os pergaminhos?"

"Bem, com Helen, com Peter Jackson e com..."

"Sua mãe."

Will calou-se um pouco e Dean prosseguiu:

"Viu?"

"Então...tinha à ver...desde o início com a morte de minha mãe?"

"Sim...e como você 'morreu' o legítimo herdeiro dos seus pergaminhos é John...E depois teve a morte de Peter, e até hoje ninguém sabe quem o matou..."

Will baixou os olhos, reflexivo, e depois de alguns instantes levantou-os novamente:

"Então...Helen?"

Olhava para Dean questionador, mas com um ar de quem não queria escutar determinada resposta. Dean apenas encarou-o, firme:

"Não sei. Mas são muitas coincidências, não acha?"

"Pode ser..." suspirou Will. "O que você acha que devemos fazer?"

"Quer mesmo a minha opnião?" perguntou Dean entre um sorriso maroto.

"Sim.."

"Um resgate."

'Ahm?"

"Vamos resgatar Helen, masmo que isso signifique sequestrá-la."

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"AI MEU DEUS, AI MEU DEUS, AI MEU DEUS!" berrava Anne toda chorosa pelos cantos do pérola, correndo de um lado para o outro, Jack em seu encalço:

"O que houve, amor?"

"O QUE HOUVE? NÃO ME CHAME DE AMOR! Eu deixei Pietro com John, eu devia ter isso, eu...ai! ME DÁ ISSO AQUI!" e puxou a luneta das mãos do capitão, que sorriu malicioso. Amanda encarava-os com um olhar fuzilante. Anne puxou a luneta e apontou para o Lost Sahdow, seguindo os passos de Pietro.

"Então?" perguntou Jack, chegando-lhe por trás.

"Está bem, pelo menos me parece..." dizia ela, agora mais calma, relaxando os músculos e deixando-se recostar nos braços de Jack. Amanda se levantou:

"Que foi?" a voz era ligeiramente impaciente.

"Nada, só Pietro..." começou Anne

"Sua função não era cuidar dele? Devia estar perto dele, não de..."

"Não de, o quê?" perguntava Anne, com os olhos faiscando.

"NÃO DEVIA ESTAR AQUI NO PÉROLA, E SIM NO LOST SHADOW!"

"Ora, ora, ora, está com ciúmes, Mandy?" questionava Jack com um sorrisinho característico.

"Ciúmes de que Jack? Não de um...de um...um homem como você!"

"E quem disse que era de mim?"

Amanda abriu a boca para falar mas resolveu ficar quieta. Caminhou até a outra borda do navio e sentou-se lá, ainda com um jeito infantilmente impaciente. Anne sorria debochada:

"Ridícula..."

"Imbecil..." sussurrava Amanda de outro lado.

"Mulheres..." murmurava Jack entre um sorrisinho, ao observar as duas.

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Com algum esforço ela rompeu a barreira que a mantinha paralisada. Se movia agora como um gato cauteloso, pisava como se o chão fosse de um vidro extremamente frágil. Os olhos azuis nunca estiveram tão atentos e a audição nunca fora tão exigida. Ao fim do corredor, logo ela descobriu, haviam três grandes portas. Uma bifurcação, um trevo que parecia não ter somente apenas três caminhos, mas sim uma infinidade de opções diferentes. Ela fechou os olhos, concentrada, determinada a descobrir tudo o que pudesse daquele lugar. Tremendo um pouco ela levou a mão até a maçaneta da porta à direita.

A sala era escura, a iluminação vinha apenas de um archote na parede. O local era úmido e empoeirado, tinha um quê de calabouço. Um quê, somente, não! Haviam diversas cortrentes e algumas algemas, além de muitas grades. E mesmo o local onde ela estivera presa antes era muito mais amigável e arejado. Aliás, era arejado principalmente porque a porta não era de ferro como esta, eram apenas barras.

Mas este devia ser pior do que todos os outros, e estar dentro dele lhe dava um aperto no coração, a pior sensação que qualquer um podia experimentar.

A porta atrás dela estava aberta, mas o barulho desta rangendo lhe trazia arrepios ainda maiores. Foi cambaleando que ela deu seus leves passos para trás, até sair da sala e pisar no corredor.

Fechou a porta e abriu a porta em frente. Era ampla e arejada, com uma leve iluminação solar, que começava a se pôr. Não era de muito longe que ela via os navios à mando de John, ainda estavam muito perto, apesar de já terem partido.

Não deviam ter se passado mais de meia-hora que ela estava por aquele lugar desconhecido. Haviam naquela sala diversos archotes apagados, presos às paredes branco-pérola. Uma grande escrivaninha se fazia notar ao centro da sala. Era de uma madeira escura, mogno. Foi até ela e sentou-se na cadeira, de um espaldar reto e confortável, os apois de braço lhe davam uma sensação de poder que ela nunca havia experimentado antes...

Fico me perguntando se não seria tudo um jogo, se John não esperava que eu viesse até aqui algum dia..."

Será mesmo que ele esperava e tudo era uma grande cilada? De qualquer jeito ela continuou sentada e se curvou para a frente, pra uma das gavetas fechadas, e sem dúvida alguma, elas eram convidativas. Puxou uma, duas, três...Todas, sem exceção estavam trancadas. Ela já ia tirando os grampos de seus cabelos quando sentiu um estalo de sua cabeça.

Pietro estava indo para a batalha no Lost Shadow, junto de John.

Seu impulso inicial era o de correr e nadar até lá...mas duas coisas a impediram: A primerira era saber que, apesar de cruel, John não seria capaz de por a vida do filho em risco. A segunda era que alguma coisa ainda a prendia ao local, e ela ainda não vira a última sala.

Foi até ela, mas estava trancada. Já ia começar a se desesperar. Quando levou as mãos ao psoço e sentiu a pesada corrente que havia pendurada.

Era de ouro, e o pingente era uma chave um tanto estranha. A corrente que ganhara de John haviam 12 anos. Puxou-a de seu pescoço e testou a chave.

E tal foi sua surpresa ao ver que conseguira abrir a porta.

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Will ainda olhava para a sede da corte, e lembrava-se do rosto da bela que ali residia. Jurava ter visto os olhos azuis claros e os cabelos dourados. Suspirou. Que ela não esteja em perigo, que ela esteja bem...por favor... Q quem dera ele tivesse percebido antes aonde estivera se metendo. Até onde aquele louco sentimento por Helen iria lhe levar.

Se ele soubesse antes que iria acabar assim teria feito tudo do mesmo jeito? Teria se envolvido e envolvido a ela também? Teria deixado ela com Jack?Teria ela modificado o jeito de Jack? Teria ela conhecido John do mesmo jeito?

As dúvidas que inundavam sua cabeça logo foram drenadas por uma crteza que vinha do fundo de sua alma. Que apesar de tudo o que aconteceu, ele teria feito tudo, tudo do mesmo jeito.

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Ao entrar na última sala ela teve a mais estranha de todas as sensações. Um solavanco no estômago ao entrar. Havia uma única mesa, pequena e frágil, naquela que sem dúvida era a maior sala de todas. E sobre aquela mesinha havia o que ela estava procurando.

O mesmo baú que ela vira 12 anos atrás.

O mesmo baú que continha o coração de Will.

Ela recostou o ouvido na superfície do objeto, podia escutar o coração batendo. Escutava-o batendo fixamente, em um compasso único. Em um compasso que somente se igualava ao dela. Os olhos se encheram de lágrimas, lágrimas de felicidade, lágrimas de emoção. Já não importava que ela não tinha a chave do baú, afinal Will Turner era ferreiro, e uma chave não deve ser tao difícil de fazer. Mas nem isso importava. Tudo o que importava é que ela tina nas mãos o coração dele, o coração daquele que amva. Não tinha forças para sair do lugar, apenas chorava compulsivamente enquanto sorria. Um alívio enrme perpassava o seu interior, e com esforço ela se levantou. Começou a correr, o baú em seus braços, foi até o seu quarto. Sacou do armário uma garrafa de rum e a espada de Peter. Parou para olhá-la fixamente:

"Me deseje sorte, Pete!" murmurou "Me deseje sorte..."

Saiu do local correndo, em direção a orla. Quando sentiu a leve brisa e a água salgada molhando os pés ela se ajoelhou e levou as mãos a tempora. Tentou se concentrar.

Ela deixou que toda a sua energia fluisse dentro de si, deixou-a livre pra percorrer seu interior, concentrando-se apenas na sensação. A energia devia percorrê-la e ela devia sentir o efeito dessa energia dentro de si.

A sensação de poder crescia dentro de si continuamente, até que ela abriu os olhos. Já não eram mais azuis claros e cheios de detalhes, mas apenas uma pequena bola de cor azul marinho, com um brilho branco. Levantou as mãos e fez uma força qu parecia ser surpreendente. Aos pouco as águas foram agitando-se, mais e mais, formando grandes ondas. Ela abaixou as mãos e as águas voltaram a se acalmar automaticamente, e seus olhos voltaram ao estado normal. Sentiu que perdia as forças e também um pouco do fôlego, e enquanto se apoiava nos cotovelos, sorriu.

Subiu em um barquinho próximo, a espada de um lado e o coração ao outro, e soprou suavemente sobre sua mão. Sentiu a água correndo sob a pequena embarcação. Ao longe via os navios, e depois de algum tempo, saiu do rumo deles. Fechou os olhos e virou a garrafa de rum em sua boca, até que esta estivesse completamente vazia. Quando sentiu que sua consciência já estava nas últimas, ela se concentrou novamente.

Não fazia idéia de onde estava, mas novamente ergueu as mãos e se concentrou, até que seus olhos se transformassem novamente na bola cor de mar. Um redemoinho começava a se abrir perto do barco, não muito largo, mas ia afundando, e mais, e mais...quando não conseguia mais ver o fim, ela levantou a outra mão, e da água formou-se uma espécie de braço, que levou o baú até as profundezas do mar.

O coração do oceano.

Quando sentiu algo pulsar dentro de si, ela cedeu a força e a pressão, e as águas voltaram para o lugar, causando uma série de ondas perigosas, ao que ela teve muita dificuldade de controlar. Voltou ao barco, soprou-o com mais força. A água corria sob ela na velocidade do som, e logo ela viu o vulto de seus sonhos.

Pois Will Turner estava ao leme do Flying dutchman, cabelos ao vento, e mesmo que ele não a visse, ela conseguia vê-lo. E isso era tudo o que importava.

Segundos depois o barco já ladeava o navio. Ela se levantou, prendeu a espada por entre o vestido e começou a subir no navio pelas mesmas escotilhas que subira na noite de seu primeiro beijo com Will. As roupas estavam igualmente molhadas, os cxabelos no mesmo penteado. Já era a mesma hora da noite. O céu parecia o mesmo. O vestido era o mesmo, o espartilho também. Subiu ao convés sorrateiramente e posicionou-se de frente para o leme, mas em certa distância, de modo que Will ainda não a via. Caminhou passos leves e lentos, para disfarçar a vontade que sentia de correr até ele. Foi quando ele a viu. Esfregou os olhos.

"Estou sonhando?" murmurou

Sorriu para ela, e o sorriso dela em troca foi ainda maior.Largou o leme, largou a realidade e largou a consciência e foi correndo em direção à única coisa que existia naquele momento. Abraçou-a como se o abraço pudesse uni-los para sempre, e tudo o que ele queria era sentir seus cabelos, sua pele, seu cheiro, um doce aroma floral. Deslizou as mãos pelos cabelos e nuca dela, enquanto o outro braço a apertava contra seu corpo. Ela fazia a mesma coisa, como se testasse aquilo tudo, com medo de perceber que aquilo tudo não passava de um sonho.

Mas não era sonho. Era real. E ele estava ali, com ela.

'Len?" sussurrou ele

"Sim?"

"Eu te amo. Eu ainda te amo. Muito. Tanto ou mais que antes."

Ele apertou mais o abraço e baixou a cabeça na altura dos lábios dela, trocano um beijo tao caloroso que poderia ter incendiado todo aquele mar.

"E você?" questionou ele baixinho, em tom suave, ao pé do ouvido dela.

Ela se separou dele gentilmente, passando as mãos pelo cabelo:

"Quando...quando você me pediu isso eu não consegui entender..."

"Quê?"

"Quando você me pediu um tempo...para acertar as coisas com Lizzie...eu não pude aceitar. Eu fui egoísta. E agora, vou ser mais egoísta ainda..."

Ele olhou para ela apreensivo:

"Will...preciso de um tempo...para...para terminar tudo com...com o Johnny."

"Certo..." disse ele sorrindo

"Espere por mim"

"Eu sempre esperei...esperei até hoje..."

Ela beijou- mais uma vez, e depois acenou para Dean, que observava a cena sorindo. Antes de pular na água ela virou-se para Will e sussurrou:

"Eu te amo"

A água do mar já batia em seu corpo e ela nadava até o Lost Shadow. Will a observava subir as escotilhas e não podia deixar de sorrir. Ela estava de volta. De volta para ele.

Como eu prometi, Will e Helen juntos de novo...aiai...Agora, antes de mais nada, agradecer ao Luiz Felipe Green Jacket, que deu a idéia dos olhos de Helen ficarem nessa forma quando ela estiver 'poderosa'. Ah, o final que a sem-noção da Tatyana sugeriu para este caps:

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"Para terminar tudo com Johnny..."

"Certo..."(vira e mata o John, que estava tomando um cafezinho) "mais alguém?"

"O.O"

"-.- ... eh?"

"Não..." OO (engolindo em seco)

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Só que era sem-noção demais , e não deu pra deixar assim(num fique triste Lara..). Parando com as gracinhas agora, reviews:

Lara: Tá, tá, vc tinha razaum, eu reconheço, agora pare de odiar o john, fique calma!Ah, e eu num adoro a Amanda, eu adoro a Anne!!!ela sim eh legal...rsrsrs

Rô:Sim mana, mais uma pra competir pelo Jack..rsrsr

Taty:Ah, calma, o Will vai saber sobre o pietro mais cedo ou mais tarde...rsrsrs, eu adoro qnd a Amanda se irrita..rsrsrs

Mais uma coisa: Muito obrigada a todos vcs que leem e mandam reviews, saum vcs q me dao forças para continuar escrevendo!!! No caps passado a fic atingiu a marca de 100 reviews, oq me deixou mto feliz!!!d