Capítulo 29 –
A loira nadava de volta ao Pérola Negra, as braçadas fortes e precisas, como lâminas afiadas cortando a água. Havia nela agora uma nova sensação, diferente de tudo. Tudo mesmo. Era um misto de crescente excitação e poder dentro de si. Era uma idéia maluca de que ela poderia fazer tudo o que bem entendesse naquele momento. Ah...era a boa aquela sensação, aquele domínio sobre si mesma que ela nunca conhecera... Bom, tinha seus 30 anos, mas no fundo...sei lá, é como se ainda fosse a meninha de 18 anos que conhecera Will Turner quando estava vestida de oficial.
Aquela menina que achava que podia ganhar o mundo...que acreditava na bondade das pessoas, que via os homens com bons olhos, que acreditava em quase tudo que lhe dissessem... Que era inocente em diversos aspectos, inclusive no amor... que não acreditava em paixão carnal...
Agora via a si mesma. Uma mulher que pode sim, pode passar doze anos ao lado de um homem que não amava, para proteger um outro ao qual amava. Uma mulher que apesar de não amar o marido tinha plena noção da paixão carnal que os unia, e da língua que seus corpos falavam quando estavam juntos.
E enquanto nadava pode perceber que agora haviam duas Helen. A Helen emotiva e a Helen instintiva. A emotiva era também racional, media as consequências, não fazia nada sem antes premeditar. Não se entregava de corpo e alma a homem algum que não fosse aquele que amava, pois só o amor podia fazer isso à ela. Mas a Helen instintiva não era assim. A Helen instintiva podia sim viver sem amar, mas não podia deixar de satisfazer seus desejos. E naquele ponto, John era extremamente util à Helen instintiva.
E agora chegara a hora. Qual das duas Helen ela teria de escolher para ser em definitivo? A dócil e meiga Helen emotiva ou a forte e inconsequente Helen instintiva?
O Pérola já estava à sua frente, ela puxara a espada e a segurava agora com os dentes, para deixar o corpo livre para subir à bordo. Finalmente ela estava no convés. Anne já havia se unido à eles, e foi ela a primeira a correr até a amiga:
"Len!!! Que bom que voltou, estavamos preocupados e...Meu Deus, o que houve com seu cabelo?" completou ela, sob o olhar de todos, sendo que Will, Dean e Pietro já estavam em torno delas, Amanda um pouco mais longe, e Jack da outra ponta do navio. Anne indicava as pontas de diversos tamanhos diferentes dos cabelos de Helen, algumas estavam na altura do pescoço, outras ainda na cintura e a maioria na altura do busto. Helen não espondeu, apenas olhou para ela de volta e sorriu.Livrou-se dela e foi abraçar-se a Pietro:
"Você está bem, filho?" perguntou ela, a voz calma e preocupada.
"Sim..." falou ele baixinho, baixando o cabelo com as mãos para encobrir as marcas no seu rosto. Ela captou o movimento rápido demais, e em um gesto ágil, ela segurou a mão dele, afastando os cabelos:
"O que foi isso? Pietro, fala!"
"Nada mãe, já disse..."
"Fala..." começou ela, exaltando a voz.
"Len, não vai se exaltar com o garoto não é? Relaxe, cuidamos dos canalhas que fizeram isto..." começou Dean displicente.
"Relaxa? Relaxa?! Não é tao simples Dean, quando se é o seu filho!"
Mas um abraço quente e suave a conteve, aquele abraço que era a chave que mudava a Helen instintiva para a Helen emotiva.
"Pst...calma, já foi, não é?" perguntava Will, baixinho, ao pé de seu ouvido.
"Mas..."
"Não adianta, já foi, mas Pietro está bem..." disse ele, deslizando os dedos suavemente pelo seu braço. "Isso é o que importa..."
Ela sentiu-se estremecer levemente, e um arrepio gostoso lhe subir pela nuca, daqueles que só Will sabia provocar. Virou-se de frente para ele, e tocou-lhe o rosto de leve, bem calmamente, e desta vez foi ele quem estremeceu.
"Will, a gente precisa muito conversar..."
"Vai dizer que não podemos ficar juntos?" brincou ele sorrindo.
"Acho que você foi exposto demais à convivência com o Dean e com o Jack..." rebateu ela, bincalhona.
"Pode ser..." disse ele com o olhar sonhador.
"Vem..." ela puxou-o carinhosamente pela mão, levando-o até a cabine de Jack.
"Então..." disse ele sntando-se à mesa. "Que assunto temos a tratar de tão importante, que não seja...nós dois..."
"Eu não disse que não tem a ver com nós dois..."
"Ah.." sorriu "Então?"
"Will, porque você foi atrás de Pietro?"
A pergunta pegou-o de surpresa e até mesmo chocou-o. Ele olhou-a estupefato:
"Ora, porque ele..estava em perigo e..."
"Como você sabia que ele estava em perigo?" perguntava ela, a cabeça ainda baixa desde que entraram na cabine.
"Eu..eu não sabia direito, mas... senti, eu acho..."
"Como você pode sentir?"
"Não sei mas...mas porque está me perguntando isto?"
"Porque gosta tanto de Pietro?"
"Não sei..."
"Mas eu sim..."
"Quê?"
"Bem, eu sei que devia ter dito desde o início...que talvez você não me perdoe..."
"Hey..seja o que for, não tem nada que você possa ter feito que eu não tenha como perdoar..mesmo que contra a minha vontade, não teria como não perdoar..." disse ele, abraçando-a "Agora, fala.."
"Will...nunca quis ter um filho...um filho comigo?" perguntou ela, com a voz fraca, levantando o rosto.
Ele parou por um tempo, até que voltou o olhar para ela, e seu sorriso se iluminou.Ele segurou firme as mãos dela, um aperto suave e ao mesmo tempo intenso. Ia abrir a boca para falar, mas pareceu-lhe que as palavras lhe faltavam, e nada, nenhuma delas seria boa o suficiente para expressar o que ele queria dizer de verdade. Por via das dúvidas ele simplesmente chegou o rosto mais perto do dela, observando a respiração pausada e tensa que ela tinha no momento, os olhos azuis concentrados porém confusos, que miravam exatamente os seus, castanhos vivos e brilhantes. Perpassou a boca semicerrada, os lábios rubros que sempre lhe faziam o mesmo pedido. Desta vez ele não fechou os olhos para que seus lábios tocassem os dela, apesar de ela ter feito exatamente isso. Enquanto suas línguas dançavam unidas, e a respiração se tornava mais fraca e curta, ele observou as feições dela se transformarem em alívio, pois no fundo ela sabia, exatamente o significado daquele beijo.
Abriu os olhos novamente e encarou-o, e constatou que ele ainda trazia o mesmo sorriso maroto anterior.
"Isso não se faz..." concluiu ela, com os olhos cintilantes."Me fez achar que...sei lá, me fez achar que não havia gostado da notícia...isso não se faz..."
"Ah, não?"
"Não...mas não sou das que podem reclamar, não é?"
"Não...pode sim..."
Ela riu e abraçou-o novamente, deslizando os dedos sobre suas costas carinhosamente:
"Você não existe, Will Turner...não pode existir, de tão..."
"Tão?" ele levantou uma das sobrancelhas, sorrindo levemente.
"Tão...perfeito...para mim..." disse ele, abaixando a cabeça. "Nunca pensei que...que um dia fosse encontrar alguém assim...você tem paciência..e me entende...e..."
"Pare de procurar palavras...os gestos são melhores para este tipo de coisas..." sussurrava ele, o rosto se tornando um pouco provocador.
"Você acha?" disse ela, parando para beijá-lo "Que tal este?"
"Ótimo...mas, espere...e meu filho?"
"Hã?"
"Pietro...ele, ele sabe?"
"Em termos, digamos que sim...hum, eu não podia mentir para ele, não é mesmo?"perguntou ela, mas em um tom de afirmação.
"Hum...desde quanto tempo?"
"Desde que pude contar à ele...há uns 5 anos...eu creio.."
"Huhum...eu..."
"Você?" questionou ela, segurando o braço dele de leve.
"Hmm..é estranho...eu..não sei nada sobre ele, e de repente ter de chegar e falar, bem Pietro, muito prazer, sou seu pai, não me parece muito justo..."
Ela abaixou a cabeça, sua consciencia pesada. Não era justo com Will. Não era justo com Pietro, Em suma, ela fora a injusta. Privara os dois de algo que podia ter sido um amor fraternal sem fim.
"Desculpe...eu...sou a culpada de tudo isso..."
"Não fala isso..." disse ele baixinho enquanto levantava o queixo dela com a ponta dos dedos, suavemente. "Sei que você deve ter tido os seus motivos...eu confio em você..."
"Bem...se você quiser...eu te conto sobre Pietro...bem fácil..."disse ela, mexendo os dedos das mãos em movimentos circulares."Hum, deixe ver...desde o nascimento?" ela se virou pra ele, questionadora.
"Desde quando você quiser..." começou ele, pegando-a levemente pelo braço e levando-a até a cama que havia na cabine de Jack. Sentou-a recostada na cabeceira e depois deitou-se em seu colo, apoiando a cabeça sobre as coxas, fitando-a intensamente, com aquele olhar que a fazia estremecer.
"Bem..." começou ela, mas logo corou, pois ele ainda a olhava. "Se você continuar a me olhar assim eu não vou me concentrar..."
"Se é assim..." disse ele levantando as mãos "Eu olho para o outro lado..."
"Hunf... não precisa virar a cara, é só não me olhar daquele jeito...se não eu vou parar para fazermos...ham, outras coisas..." ela concluiu, com o mesmo sorriso malicioso que Jack adorava exibir.
"Tudo bem... continua..." disse ele virando os olhos para o teto.
"Bem...no dia em que ele nasceu..." começou ela, fechando os olhos. "Ai, eu queria que você pudesse ver...o que eu vejo em minha mente."
Será que ele pode?
"Bem, vejo pelos seus olhos..." disse ele, sorrindo-lhe gentilmente.
É isso. Isso mesmo.Você vai ver Will...ver pelos meus olhos...
"Olha nos meus olhos, Will"
"Mas, você que pediu que eu não..."
"Olha, só olha...e presta atenção no que eu te falo..."
"Mas..."
"Você disse que confiava em mim, não? Então..."
Ele a olhou com um ar de 'você é maluca' mas contentou-se em por-se de joelhos na frente dela, e ela fez o mesmo gesto. Com cuidado ele levou a mão direita dele até o seu rosto, fazendo com que seus dedos perpassassem as bochechas rosadas. Pressionou a mão suavemente contra o seu queixo e lá a deixou. Depois a loira fechou os olhos, concentrada, e levou a sua mão direita até a têmpora, franzindo a testa de tanto esforço que fazia. Abriu os olhos. Novamente estavam naquele tom azulado, sem riscos ou detalhes na íris, apenas um círculo azul com um brilho branco.
E de repente tudo começou a mudar, e os olhos dela começaram a tomar cores diferentes, como uma tela, reproduzindo imagens que Will desconhecia, que ele não havia vivido, e que não condiziam com a realidade, já que não era o refelexo dele, que estava justamente na frente dela. Tudo começou a mostrar uma agitação grande, e enquanto Will via aquelas cenas indecifráveis de uma multidão infinita, Helen soltava gritos de dor, altos como ele jamais ouvira ser.
"Helen! Fala comigo! Que foi, você tá bem?" perguntava ele, aflito, sem a largar. Não recebera resposta alguma em troca, apenas os gritos incessantes de dor. Por instantes pensou em chamar alguém que o pudesse ajudar, mas logo compreendeu. O dia do nascimento.
Ouviu a porta da cabine se abrir atrás dele, mas não conseguia desgrudar os olhos dos dela. Até que tudo ficou escuro por um tempo(que ele concluiu ter sido o tempo em ela deve ter dado à luz a Pietro de vez.). Ouviu a voz de Dean:
"Que houve, porque Helen estava gritando?" perguntava o moreno, arfante.
"Helen está...hum, me contando algo...na verdade mostrando, algumas coisas que aconteceram..."
"Will eu..."
"Dean"começou ele sem parar de fitar-lhe os olhos."Por favor, pode nos deixar...sozinhos? Avise aos outros que está tudo bem..."sorriu ele.
"Mas..."
"Dean é...algo importante. Por favor."
"Certo." disse o outro, apertando os lábios, e abrindo os olhos o máximo que pode. Retirou-se da cabine.
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"E então?" questionou Jack, sorrindo "Que esses dois estavam fazendo que berravam tanto? E em minha cabine, para completar..."
"Nada disso, Jack..." sorriu Dean "Não sei ao certo, mas Will sequer virou para mim e disse que era importante e...pediu para não ser incomodado...e Pietro, onde está?"
"No Flying Dutchman, com Bootstrap e Anne. Provavelmente ela o colocou para dormir, foi o que Helen a recomendou..." respondeu Amanda prontamente. "Depois do que ele passou, só uma boa noite de sono..."
Jack e Amanda mal se olhavam. Na última vez, quando ela se aproximou dele(ele julgou ser para beijá-lo) ele só sentiu foi o rosto queimar por um tapa desferido. E depois ela ficara olhando-o, não sem antes dizer:
"Você acha mesmo que o que falei foi verdade? Jack, acho que você já caiu nessa piada antes..."
"O mesmo para você, luv..."
"Ah, Jack...eu sei, entre nós nunca daria certo!"
"Tente se convencer disso..."
"Oh, não se preocupe, senhor...já me convenci há tempos..." sorria ela, irônica.
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Esperou por algum temp ainda. O desmaio já devia ter virado passado, uma vez que se não fazia parte da memória dela, ela já devia ter voltado ao transe. Mas isso não ocorrera, ao contrário. Ao invés de ela abrir novamente os olhos e ele ver aquelas esferas azuladas e sem detalhes, ela abriu-os lentamente, e tudo que ele pode ver foram o par de olhos azuis claros, cheios de detalhes, a íris completamente normal.
"Desculpe, Will...é que...ai, isso, isso me deixa fraca..." dizia ela, arfante.
"Tudo bem..." sorriu ele, passeando as mãos pelo cabelo dela."Só queria saber se tava tudo bem!"
"Está..." suspirou ela. "Ufa, ai, minha cabeça dói..."
"Não faça mais este esforço então..."
"Mas eu sei que posso controlar!"
"Hey... pode até ser, mas não está vendo como isso te fez mal?" ponderou ele sério, ao que ela somente abaixou a cabeça.
"Queria que você soubesse como tudo aconteceu com Pietro exatamente..." disse ela baixinho.
"E eu vou saber..." continuou ele, novamente levantando seu rosto "É só você me contar, ou talvez ele mesmo...sei que devia ter passado algum tempo junto dele, mas... acho que a partir de agora dá para recuperar o tempo perdido..." completou ele. "Não fique assim, não é culpa sua, tenho certeza de que Pietro também pensa assim..."
"Certo...hum, deixa ver...por onde começo?"
"Ham, primeiras palavras?" ponderou ele, novamente se appiando no colo dela, enquanto ela acariciava os seus cabelos.
"Mamãe..."
"Acho justo..."
"Espada..."
"Ham?" virou-se ele para ela.
"Bom, John ficou bem feliz..."
"Hum..."ele voltou a pensar "Primeiros passos?"
"Com um ano, dois meses e três semanas..."
"Precoce, não?" disse ele, divertido.
"Com a mãe que tem..." ela concluiu marota. "Aprendeu a lutar desde os 7."
"Luta o que?"
"Algo de luta corporal, ainda está em treinamento com as espadas, e começou a lidar com as armas de fogo há... 3 semanas."
"Hum..experiente."
"Mais do que muitos sabia?" riu ela.
"Deixe ver...toca piano, como você, gosta de música, canta..."
"Músicas?"
"Algumas baladas medievais, enfim, música de trovadores e também as músicas de cingapura, e a que Jack vive cantando..."
"Yoho..."
"A pirate's life for me..., sim.Ah, e gosta de jogar, dados e cartas..."
"É por isso que se dá bem com Jack..." concluiu Will revirando os olhos. "Já parou para perceber que toda vez que alguém joga com ele sai berrando, menos Dean?"
"É que Dean rouba tanto quanto ele, daí os dois saem berrando..."
"Tal pai, tal filho."
Conheço casos que não são bem assim.
"Ah, foi Dean que ensinou Pietro a jogar, nesses dias..."
"Traduzindo, foi Dean que ensinou ele a roubar!"
"Que seja, Will!" disse ela com a voz infantil.
"Hunf..." suspirou ele "Por alto já está bem...acho que...agora só indo falar com ele." disse passando as mãos pelos cabelos depois que já havia levantado.
"Will" chamou ela, quando ele já estava na altura da porta.
"Hum?" perguntou ele, virando-se.
"Boa sorte."
Ele não respondeu, apenas esboçou um sorriso singelo.
Subiu ao convés, aonde Jack, Dean, Gibbs, Ragetti, Pintel e Amanda estavam, todos envoltos em um jogo de dados:
"Dois cincos..." começou Dean.
"Ah..de novo não..." suspirou Will, que não aguentava mais ver aquele jogo. Mas logo todas as atenções foram voltadas para ele, e o jogo terminou:
"Então os dois pombinhos resolveram se aproveitar da minnha aconchegante cabine, para..." começou Jack, em um tom debochado e fazendo gestos característicos.
"Para fazer nada senão conversar, Jack..." disse Will em um sorriso amarelo. "Aliás, por onde anda Pietro?"
"No seu navio, com a Anne..." disse Dean, ainda revistando os dados que haviam sob o copo de Jack. "Porque?"
"Vou..preciso falar com ele..."
Dean sorriu conclusivo.
"Tudo bem...qualquer coisa estamos aqui, jogando...Aliás, é sua vez Jack. O que você tinha apostado?"
"Dois quatro..."
"Pois eu o desafio, e digo que são três dois."
Jack encarou o filho com castanhos fuzilantes. Dean levantou uma das sobrancelhas e abriu um sorriso debochado:
"Que foi? Não era o rei do jogo, papá?" zombou Dean.
Amanda olhou para Gibbs que olhou para Ragetti que olhou para Pintel.
"Que ele vai fazer?" sussurrou Amanda para Gibbs.
"Ele vai aceitar o desafio, acho. Jack nunca foge de desafios como este." respondeu o outro, sério e atento.
"Está aceito o seu desafio, garoto. Depois não venha chorar, savy?"
"Não vou chorar...pode deixar, capitão. Porém, se eu ganhar, eu serei capitão deste navio."
"E se eu ganhar..." continuou Jack "Você me cede os pergaminhos."
"Justo." concluiu Dean. "A sorte está lançada."
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N/A: Nos 2 ultimos caps vcs tiveram uma maior aproximação da Amanda e do Jack, alem de um uso mto maior dessa personagem...bem, o fato se deve a um ser mto especial pra mim, meu amigo, Thiago Franquini, q me ajudou com os 2 ultimos inteiros pq eu tava com problemas de inspiração!!rsrsrsrs
Saiu um pouco maior esse capítulo de hoje. O q será q vai acontecer com Jack??? O.O qual será a reação de Pietro qnd Will falar com ele??Num percam no prox. Caps. Agora reviews:
