Capitulo 17 - Vaga-lumes

Como a minha grande mestra de Fics de Comédia e amiga, Raposa do Deserto diria: "Quem é vivo sempre aparece". E como eu ainda não fui encontrar o meu criador, aqui estou eu com um novo capitulo da minha fic.

Sim, eu sei que eu estou mais do que atrasado, eu sei. Mas é que vocês já sabem as minhas velhas desculpas né.. formatura, vestibular, estudos, etc. E sabem muito bem que esses fatores não me deixam me concentrar devidamente na minha fic, causando os meus atrasos. Então pulemos essa parte.

Ao invés disso, tratemos de assuntos mais importantes, como a minha fic (XD ­). Pois então gente. Finalmente o capitulo 17 foi postado e ele marca o começo do fim dessa fic. Sim! A fic "Ódio e Amor 2 Lados da mesma Moeda " finalmente esta chegando ao seu final, para o delírio dos que a lêem. Bom, sem mais a declarar, eu desejo uma boa leitura a todos!!

Legenda :

- Blablabla - Fala dos personagens

" Blablabla " - Pensamento dos personagens

(Blablabla) - Eu falando alguma leseira..hehe

Disclaimer: Sakura Card Captor e seus respectivos personagens não me pertencem.. simples assim !!

Capitulo 17 - Vaga-lumes

- Um trabalho?

- Sim, isso mesmo. A professora Nayame que pediu.

-odeio geografia... – retrucou o garoto.

Sakura e Shoran conversavam tranquilamente apenas apreciando a companhia um do outro. Por terem chegado mais cedo ficaram encarregados de limpar a sala de aula que por mera casualidade estava deserta.

- Bom como nós somos uma dupla, logicamente iremos fazer esse trabalho juntos, não é? – disse Sakura.

- Humm. Mas pelo o que eu saiba, esse trabalho pode ser feito individualmente – respondeu Shoran indiferente.

- E daí?

- E daí que você é capaz de fazer esse trabalho sozinha, sem a minha ajuda.

Ao ouvir essas palavras, Sakura para o que esta fazendo e observa Shoran

- Então você não quer fazer dupla comigo no trabalho?-disse Sakura um tanto magoada, abaixando um pouco a sua face.

Shoran sentiu um leve aperto em seu coração. Fitando os orbes verdes tristonhos da amiga, Shoran abre um pequeno sorriso.

- Sua boba, não é nada disso. É que. Bem. – Shoran parecia meio sem jeito – Bom. O fato é que eu sou uma negação em Geografia, e se eu fizesse o trabalho junto com você, eu acabaria mais te atrapalhando do que te ajudando, e eu não quero isso. Você é talentosa Sakura, é a melhor aluna em Geografia da nossa classe, não quero te atrapalhar com a minha burrice nessa matéria, por isso queria fazer esse trabalho sozinho -

Sakura levantou um pouco a sua face, ficando face-a-façe com Shoran.

- Bobo é você seu bobo. É por isso que eu quero te ajudar. Eu já te falei, amigos ajudam uns aos outros e eu sou a sua amiga e gostaria de ajudá-lo. Gostaria de retribuir aquele grande favor que você me fez no dia em que nos estudamos trigonometria juntos na minha casa. Por favor, Shoran, deixe-me ajuda-lo – conclui Sakura.

Shoran olhou para os olhos esmeraldinos da Sakura. Eram perfeitos, definitivamente perfeitos. Sakura e Shoran ainda estavam próximos um do outro. Então, Shoran fechou os seus olhos e... Suspirou??!

- Eu não tenha escolha, não é?! – disse Shoran já se dando por vencido

- Não. nenhumazinha. – declarou Sakura "sapeca"

- Tudo bem então, mas depois não reclama quando as suas notas perfeitas em Geografia caírem drasticamente – alertou Shoran.

- Ahh. Vale a pena o sacrifício se for para ajudar o meu melhor amigo – disse Sakura dando um beijo estalado na bochecha do chinês, deixando-o visivelmente rubro. Sakura nem percebera isso, pois estava ocupada D+ rodopiando pela a sala de aula comemorando a sua "vitória".

Escutando toda essa conversa, estava a ex-agente secreta de codinome Dinne, mais conhecida como Satsuke, a professora de Educação Física daquele colégio.

"Humm. Muito interessante." – e desapareceu.

Enquanto isso, Tomoyo se encontrava na frente dos portões da escola. Parecia esperar por algo, ou alguém...

Ela estava tão nervosa que nem notou um jovem inglês caminhando em sua direção. e o mesmo parecia estar muito concentrado e pensativo. E Tomoyo só notou isso quando ele estava a poucos metros dela.

- Bom Dia Tomoyo – começou Eriol, porem sem o seu famoso sorriso inglês.

- B-Bom dia Eriol – respondeu Tomoyo

- Bem. Vamos entrar então? – convidou Eriol

- Sim. Vamos – disse uma Tomoyo insegura.

E assim os dois se puseram a caminhar lado a lado, no mais absoluto silencio. O que era uma cena irreal, pois sempre que se encontravam, Tomoyo e Eriol conversaram sobre os mais variados assuntos. Incomodada com todo esse silencio, Tomoyo tomou coragem e decidiu começar.

- Eriol. sabe.. Sobre ontem à noite eu. – começou Tomoyo

Eriol imediatamente parou de andar e olhou fixamente para a sua amiga.

- Sabe. Não era a minha intenção desligar o telefone sem mais nem menos. O que aconteceu foi. Bem. É que. A linha caiu. É. Foi isso. – disse Tomoyo com um sorriso amarelo.

Eriol ouvia a sua amiga pacientemente, sempre com um sorriso nos lábios. Apos Tomoyo finalizar a sua fala, Eriol se aproxima da sua amiga e a abraça carinhosamente.

- Não importa Tomoyo. Você é a minha melhor amiga e sempre será. Se você está ou não com algum problema eu não sei, só quero que saiba que eu estarei sempre ao seu lado para te ajudar, não importa o que seja. – disse Eriol ainda braçado a amiga

Tomoyo foi pega de surpresa, depois do incidente da noite anterior ela nunca pensara que o seu amigo a abraçasse daquela forma. Apesar de visivelmente corada e um pouco nervosa, Tomoyo retribuiu ao abraço do amigo.

- Obrigada. Eriol.

Enquanto isso, na sala dos professores, uma jovem professora de Matemática chamada Mitsuke dormia tranquilamente em um sofá que se localizava dentro da sala dos professores. Ate que o silencio é quebrado, quando Clow entra na sala.

Apesar do barulho. Mitsuke não acorda. O que da a chance de Clow se aproximar e observar o rosto da sua linda colega de trabalho. Ela era realmente linda, principalmente dormindo. Clow deu um sorriso bobo e se aproximou lentamente do rosto da professora. Seus lábios ficam a milímetros de distancia. Clow exitou por alguns instantes, mas logo colou os seus lábios juntos a da ruiva em um selinho rápido.

Com o ato, Mitsuke acorda e mais do que rapidamente empurra seu colega ao perceber o que acontecera naquele instante.

- SEU IDIOTA! O QUE PENSA QUE ESTA FAZENDO??? – disse Mitsuke visivelmente envergonhada

- Te acordando – Disse Clow simplesmente enquanto levantava.

- Ahh claro. Como foi que eu não percebi isso antes? – disse a ruiva com um visível tom de ironia na sua voz.

- Pare com esse tom de ironia Mitsuke, você sabe muito bem que eu sempre te acordava assim naquele tempo. – disse ele fitando o rosto cético da mulher a sua frente.

- Naquele tempo?

FLACK BLACK

Uma jovem menina ruiva, que aparentava ter nove anos de idade dormia tranquilamente em seu quarto recheado de ursinhos de pelúcia kawai e outros brinquedos que a menina gostava. E essa menina se chamava Mitsuke, que nesse momento residia em Londres, Inglaterra. O silencio daquele recinto foi quebrado com o som da porta do quarto sendo aberta, revelando um garoto de 12 anos de idade. Seu nome era Clow Reed, e nesse momento estava no quarto da sua melhor amiga, Mitsuke

O relógio do quarto marcava 8:00 da manhã. Para alguns, isso é muito cedo, considerando que era sábado. O pequeno Clow deu um terno sorriso, poderia muito bem deixar a sua doce amiga dormir mais um pouco, ate por que, Mitsuke ficava linda dormindo. Quando a sua mão tocou a maçaneta, Clow teve uma idéia melhor. Ficou um pouco rubro com os seus pensamentos, mas mesmo assim achou que não era má idéia. Afinal de contas. Eram amigos desde que se entendia por gente. Então, silenciosamente, o menino, a "passos de gato" se aproximou da cama da amiga. Quando estava bem próximo da face da garota, reuniu toda a sua coragem e depositou um pequeno selinho na boca da sua amiga. Com o contato, a mesma começou a acordar lentamente. Olhou surpresa para Clow, que exibia um pequeno sorriso.

- Clow-nii-cham. Você por acaso me beijou? – perguntou a menina um pouco rubra e tocando seus lábios.

- Sim – disse simplesmente – Ontem o meu pai leu para mim um conto chamado "A Bela Adormecida", aonde o príncipe desperta uma princesa do seu sono eterno com um beijo – continuou.

- Nhaa. Mas eu não sou uma princesa, seu bobo – disse a pequena Mitsuke corada enquanto escondia o rosto nas cobertas.

- Mas tem a beleza de uma. – respondeu Clow se aproximando da amiga.

- Bobo – disse Mitsuke mais envergonhada ainda.

Clow se limitou a sorrir ao ver a amiga toda sem jeito, ate corada ela fica linda.

- Me desculpe então Mitsuke-nee-chan, foi uma idéia boba. Não vou fazer mais isso! -Desculpe-me! – disse Clow

- Hum.. Não precisa se desculpar!Eu. eu.. Gos-gostei do beijo.. – disse a pequena Mitsuke.

- Serio?!

- S-Sim.

- Sendo assim, da próxima vez que eu te ver dormindo, como a princesa no conto, eu vou te acordar com um beijo, para que você possa acordar e sorrir para mim, assim como você esta fazendo agora.

Mitsuke fica muito corada com a afirmação do amigo

- T-ta bom. Clow-nii-chan !

FIM DO FLACH BLACK

- Me poupe Clow, isso foi há muito tempo, nos ainda éramos crianças bobas naquela época!

- Eu não me recordo de ver você reclamando quando eu te acordava assim.

- Mas esta vendo agora. Muita coisa mudou quando você partiu para o Japão a fim de concluir seus estudos.

- Você sabe que eu não tive escolha – disse Clow mais serio

- Sim. Eu sei. A sua família.

- Isso mesmo. Mas o importante é que nós nos reencontramos e... – começou Clow.

-. e o que Clow – interrompeu Mitsuke

- ... E eu gostaria de pedir uma coisa, desde que eu te reencontrei aqui, Mitsuke..

- E - e o que seria? - Mitsuke tinha medo da resposta

- Mitsuke. Por favor – Clow pega na mão da sua amiga - quer corrigir alguns exames para mim? – disse Clow simplesmente

Mitsuke Capota (acho que todo mundo sabe o que significa esse terno né??!).

- Seuidiota. Você queria me perguntar se eu queria corrigir os seus exames desde quando nós tínhamos 16 anos de idade??! Isso é ilógico! – irritou-se Mitsuke

- Hum.. pensando bem.. é mesmo.. – disse Clow enquanto coçava a sua cabeça com cara de pensador -... bom, deixa isso para lá! Você aceita?

- CLARO QUE NÃO!! – bravejou – Não sou a sua escrava!!

- Humm. E que tal uma troca de favores. Você ME AJUDA a corrigir esses exames e em troca, eu preparo um jantar magnífico para você. Peça o que você quiser e eu cozinharei para você!

- Não sabia que gostava de cozinhar – estranhou Mitsuke

- Bom. Morando sozinho no Japão, eu tinha que me virar, e o Yue me ensinou a preparar uns pratos deliciosos também!

- Pera ai.. O Yue? Nosso diretor? – surpreendeu-se Mitsuke

- Sim, Yue é um velho amigo meu. Ele parece um pouco malvado, mas é uma pessoa legal, quando se conhece ele bem é claro!

- Nossa, eu nunca adivinharia que você era amigo do Yue – declarou Mitsuke.

- Acredite, nem eu – disse uma pessoa na porta de entrada.

- Senhor Yue - disse Mitsuke se levantando rapidamente e arrumando as suas roupas amarrotadas.

- Clow, Mitsuke. Se forem ter algum relacionamento mais intimo, que o tenham FORA da MINHA escola. Fui claro? – disse Yue autoritário

- Sim. Perdoe-me, Yue – disse Clow.

- Yue. Não é o que...

- É tudo – disse Yue saindo do local

Mitsuke olhou para o amigo com uma cara de ódio.

-E então. Aceita a troca de favores?

- humm. – Mitsuke pensativa

- Gosto de comida Italiana. – Mitsuke declarou.

- Ótimo! Esteja na minha casa no próximo sábado, às 10 horas da manha! E o jantar vai ocorrer no próximo domingo, tudo bem?

- Ta. Tanto faz – disse Mitsuke fazendo pouco caso, o que era uma mentira, a ruiva estava ansiosa para o fim de semana chegar.

E para sorte e felicidade de muita gente, era sexta feira! Logo as aulas do dia começariam, mas, enquanto não, os alunos do 2° ano, ainda brincavam e conversavam. E entre esse grupo estava Sakura Kinomoto, que se encontrava sentada na sua carteira conversado com o seu melhor amigo, Shoran.

- Então eu soube que a Tomoyo é a nova dupla do Eriol, isso não é D+?

- Hum.. Pode ser legal. Mas o que isso tem de tão "D+"?

- Ora Shoran, não está obvio, a Tomy tem uma quedinha pelo o Eriol!

- Serio? O.o

- Claro. Eu posso ser distraída, mas esta tão na cara que ela gosta do Eriol que até eu percebo isso.

- Eu não sou distraído, e não notei nenhum relacionamento mais intimo entre eles. Eu acho que isso é tudo coisa da sua cabeçinha boba e romântica, Sakura!

- Nhaa – reclamou Sakura dengosa – Não é verdade. Ate por que. Você viu quando eles se conheceram. Eles se odiavam profundamente e agora são amigos inseparáveis! Esse é um típico caso de ódio que vira amor!

- Grande coisa. Eu também te odiava quando eu te conheci e olha como estamos agora? Somos amigos, assim como eles também são.

Um silêncio profundo se fez entre aqueles dois. Como se os dois seres envolvidos ali refletissem sobre o que estava sendo "discutido". Era verdade, não era? O modo como Tomoyo e Eriol se tornaram amigos era bastante parecido com o modo como Sakura e Shoran se tornaram amigos. Em ambos os casos, no inicio existia um ódio profundo entre os envolvidos, porém, com o passar dos tempos e dos acontecimentos, acabou se formando um profundo laço de amizade entre eles.

E se Tomoyo e Eriol acabassem se apaixonando? Claro, Sakura iria ficar muito feliz pela a amiga, porém, isso significaria, necessariamente, que Sakura e Shoran também deveriam se apaixonar?

Dizem por ai que "os opostos se atraem". Essa é uma verdade universal no campo da Física, sem sombra de dúvidas. Porém, esse conceito não somente pode ser aplicado no campo de Física, como também pode ser aplicado no campo do relacionamento humano. Sakura e Shoran eram lados totalmente opostos, assim como positivo e negativo, ou cara e coroa. O mesmo vale para Tomoyo e Eriol. De início, o relacionamento de ambos os "casais" foram bem conturbados, porém, no final, a verdade universal da física prevaleceu. Assim como os pólos positivo e negativo de um imã tende a se atrair, ou como os lados cara e coroa de uma moeda tendem a se completar, Sakura e Shoran, assim como Tomoyo e Eriol, no final das contas, se tornaram amigos.

Porém até onde essa verdade Universal da Física vale? Claro, Sakura e Shoran, assim como Tomoyo e Eriol se tornaram amigos. Mas isso significa necessariamente que eles precisem se apaixonar pelo seu "antigo inimigo"? Levando em consideração que aquilo não se tratava de simples equações físicas, e sim de algo muito mais complicado. O campo do relacionamento Humano. Ao contrário da Física, que é uma ciência puramente exata, o campo de Relacionamento Humano é algo totalmente incerto. Não existem leis que governam aquela área. Talvez, no final das contas, os opostos não se atrairiam tanto como todos pensavam. Ou talvez, essa atração seja algo momentâneo, que por um motivo ou outro, faça os opostos se repelirem. Não é à-toa que muito de nós encontre surpresas nesse desconhecido campo do amor.

De fato, nenhum daqueles quatro adolescentes sequer imaginaria que as suas vidas tomassem rumos tão "inesperados". Aliás, nenhum ser humano é capaz de saber o que o espera no futuro. A morte é a única certeza nesse mundo. É por isso que é tão "divertido" viver a vida. Nenhum de nós, seres humanos, sabemos o que nos espera a cada novo instante das nossas vidas. E por causa disso, muitos de nós ficamos muito nervosos em determinadas situações, pois, nós não sabemos o que pode acontecer no próximo minuto, no próximo segundo, no próximo instante. Qualquer um de nós pode a qualquer instante morrer, ou até, se apaixonar.

Era assim que uma jovem de orbes violetas se sentia naquele instante. Medo, insegurança, nervosismo. Estava ali, parada, em frente a uma porta, com uma plaquinha ao lado escrita "Hiraguisawa". Ela estava ali para fazer o trabalho de Geografia, uma vez que Eriol era o seu novo parceiro de duplas para trabalhos escolares, assim como Sakura e Shoran eram um para o outro.

Tomoyo ainda se lembrara da surpresa ao receber essa notícia. Infelizmente, sua antiga parceira de trabalho teve que ser transferida subitamente e Eriol estavam sem ninguém fazendo dupla com ele. Por isso, os dois acabaram tendo que formar uma dupla, juntos!

- Tomoyo. Que bom que pode vim. Entre, por favor – Era Eriol, educado como sempre.

- Obrigada – disse Tomoyo timidamente.

Eriol acompanhou a amiga ate a sua sala, que era muito bem decorada, por sinal. Tomoyo percebera isso, uma das suas muitas habilidades era de ser observadora em todos os detalhes.

- Eu vou pegar um pouco de chá e biscoitos. Ainda está cedo, podemos conversar um pouco antes de iniciar o trabalho.

- Ah. Claro Eriol.

Alguns instantes depois, Eriol voltara com uma bandeja com um bule de chá e alguns biscoitos. Apos servir a sua amiga e depois de se servir, começaram a conversar normalmente, como sempre conversaram, sobre os mais variados assuntos. Apesar de algumas interrupções de Nakuru...

A conversa entre eles estava, por sinal, muito boa, porém, Tomoyo não fora lá para uma visita social. Ela estava lá para fazer um trabalho escolar, e não para conversar. Então, os dois logo começaram a pesquisar as informações necessárias para o término do trabalho.

- Humm. Eu acho que eu tenho um livro que pode ajudar muito nessa parte aqui. Eu vou descer para procurá-lo. Pode ficar a vontade na minha ausência, eu não demoro.

- Tudo bem Eriol – confirmou Tomoyo

Após a saída de Eriol, Tomoyo continuou trabalhando normalmente. Anotando algumas informações importantes para a sua apresentação oral do trabalho. Passara-se 15 minutos desde a saída do amigo. Estranhando isso, Tomoyo interrompe o seu trabalho e sai do quarto. Péssima idéia. Ela acabara se perdendo na casa. Não que a casa fosse uma verdadeira mansão, até por que a casa da própria Tomoyo era maior do que aquela, porém, como não conhecia os caminhos, se perder era fácil.

Tentando achar o caminho de volta para o quarto do amigo, Tomoyo acaba achando um jardim que se encontrava aos fundos da casa. Eram 19:30 horas e a noite já tinha caído inteiramente naquela cidade. O jardim era lindo, apesar de ser um pouco pequeno, ele abrigava uma variedade de rosas, e tulipas belíssimas. No meio desse jardim, existia um grande carvalho. E perto dessa arvore majestosa, encontrava-se um jovem de cabelos meia noite, que observava a arvore com muito interesse.

Sem perceber, Tomoyo começa a caminhar em direção ao jovem. O jardim tinha uma iluminação fraca, porém continuava a caminhar em direção a arvore. Ao perceber os seus movimentos, o jovem se vira e põem-se a observar a figura feminina que o fitava.

Era o Eriol? A falta de luminosidade não deixava a pergunta ser respondida. Isso até que um pequeno ponto brilhante de cor azulada passa em frente ao rosto do jovem que ali se encontrava. Tomoyo sente seu coração disparar instantaneamente, sim, Era o Eriol, o seu Eriol.

Mas ele estava diferente. Alguma coisa tinha mudado ali. Já olhou para a bela face do Eriol muitas vezes, e sempre o maximo que sentia era os suas bochechas esquentarem ou ela corar levemente. Só isso. Mas agora não. Seu coração estava descompassado. Suas pernas bambas. O que estava acontecendo?

- É um Vaga-lume? – perguntou Tomoyo, como se a pergunta tivesse "pulado" de seus lábios.

- Sim, eu estava procurando o livro quando eu vi que algo brilhava nessa arvore. Sai para averiguar e acabei achando o meu pequeno amigo aqui – disse Eriol enquanto o vaga-lume dava voltas pela a sua cabeça.

- Será que existe mais?

- Não sei

Nesse momento, o rosto de Tomoyo é iluminado por uma pequena fonte de luz flutuante. Sim, existia mais um vaga-lume naquele jardim, que agora iluminava timidamente o rosto da jovem ali presente.

Como obra da ironia, Eriol sente seu coração bater mais forte, ao observar a suave face de Tomoyo sendo iluminada por aquele solitário vaga-lume. Pela a falta de luminosidade e com a ajuda do vaga-lume, Eriol agora poderia apreciar cada parte da linda face de Tomoyo, agora fracamente iluminada por aquele vaga-lume. Seu rosto era perfeito, já sabia que a sua amiga era linda, porém nunca havia notado os mínimos detalhes de sua beleza incomparável. Era um momento raro e único, em que Eriol vislumbrava de uma beleza infinita, sem comparação a beleza que vira nos seus sonhos, sem comparação a qualquer coisa existente naquele mundo.

Eriol abriu seus lábios, na tentativa de pronunciar algumas palavras, mas logo os fechou. Palavras não eram necessárias naquele momento único. Ele contemplara a coisa mais perfeita na sua vida.

Tomoyo ainda tentava, inutilmente, desviar o olhar daquela face que tão intensamente a vislumbrava naquele momento. Os dois pequenos pontos de luz que ali flutuavam só permitia ao casal que observassem um ao outro e mais nada.

Como se estivesse sendo puxada por algo invisível, Tomoyo começa a caminhar novamente em direção ao amigo, e quanto mais ela se aproxima, mais o local era iluminado com pequenos pontos brilhantes e flutuantes, que iluminavam o restante do jardim, tirando-o das trevas que uma vez estivera.

Era como se a própria natureza quisesse ajudar a aproximar esses dois seres. O silencio, reinava soberante e absoluto ali. A única coisa que importava era o aqui e agora.

Nesse momento, Tomoyo se encontrava a centímetros do seu amigo. Enquanto no jardim reinava o silencio celeste, na mente da jovem, reinava o caus absoluto. Tomoyo não conseguia raciocinar. Era como se o seu lado racional tivesse sido sobrepujado pelo o lado irracional, ou melhor, emocional.

Enquanto Eriol tinha a sua mente organizada. Porém, nada pensava nada refletia. A única coisa que importava era a figura a sua frente. A beleza mais bela e perfeita que ele já vira naquele mundo. Era como se ele estivesse ipinotizado por ela.

Naquele jardim, um minuto parecia uma hora e um momento parecia uma eternidade. E o casal agradecia aos céus por isso. Esse era o momento mais perfeito da vida de cada um deles. Tanto que meras palavras não seriam capazes de explicar o que ocorria ali.

Sem alguma explicação lógica, Eriol da um passo em direção a jovem a sua frente. Ação que assustou um pouco a menina, de tal modo que a sua parte racional lhe ordenava que desse alguns passos para trás, como um instinto de defesa, porém, seu corpo não obedeceu, talvez por que, na verdade, Tomoyo não corria perigo nenhum ali.

Eriol fitava intensamente Tomoyo. Não sabia bem o porquê daquela súbita aproximação, daquele súbito passo que dera, somente para ficar mais próximo da amiga. Talvez quisesse observar melhor o rosto ainda iluminado por vaga lumes da sua amiga. Ou talvez houvesse outro motivo.

Sim, era outro motivo. Mas qual seria? Eriol não sabia o certo a resposta, porém, isso não é a maior das suas preocupações agora.

Pois, naquele lindo jardim agora iluminado por inúmeros vaga-lumes, aqueles dois jovens ali presentes, tão próximos de si, começaram a se aproximar mais e mais. Era algo fora do controle de ambos, sim, era o coração que mandava agora.

E quanto mais aqueles dois seres aproximavam a suas faces, os inúmeros pontos brilhantes que ainda iluminavam o jardim começaram a se agitar, se movimentando como uma perfeita valsa. Aqueles pontos brilhantes agora circulavam entre aqueles dois seres que se aproximavam cada vez mais e mais. Como se a própria natureza os incentivassem a não desistir do que estaria prestes a acontecer.

E em todos os momentos, os lábios trêmulos de ambos se aproximavam cada vez mais. A cada centímetro, a cada milímetro que a distancia entre os seus lábios diminua o coração de ambos agora batiam descompassados, enquanto os inúmeros vaga-lumes "dançavam" cada vez mais rápidos em volta deles, como se eles fossem o próprio centro do universo.

E então, acontece. Um beijo, um contato, emoções a flor da pele. E se ainda existiam lugares naquele jardim que ainda não eram iluminados, agora isso jaz mentira. Tudo, absolutamente tudo era iluminado. Como se a natureza comemorasse aquele momento único que marcaria a vida dos dois para sempre.

Como era estranho beijar! Ao primeiro contato dos lábios, ambos sentiram uma descarga elétrica gostosa passar pela a sua coluna espinhal. Apesar de surpresos, não recuaram nem por um milímetro. Ao contrário, aquela sensação só os incentivou mais a continuarem aquele ato.

Aos poucos, um beijo que começara tão timidamente, agora se aprofundava cada vez mais e mais. Não era necessária pressa nenhuma. O tempo era algo totalmente irrelevante para aquele casal, naquele lugar, naquele momento. Ambos queriam aproveitar cada segundo disso, como se fossem morrer apos concluírem esse ato.

Apesar da atmosfera quase mágica naquele lugar, Tomoyo e Eriol ainda continuavam muito humanos, consequentemente, teriam que se separar para buscar oxigênio. Porém, mesmo se separando, ambos aproveitaram esse momento ao Maximo, fazendo isso de forma bem lenta. Como se esse ato de se afastar fosse como uma extensão do beijo que acabaram de executar.

Os dois continuavam muito próximo um do outro. Apesar de muito confusa, Tomoyo não consegue tirar os olhos de Eriol, mesmo estando muito corada naquele momento, enquanto Eriol fitava um ponto qualquer no chão.

- Me desculpe Tomoyo.

Aquilo foi um grande choque para a menina. Não esperava aquelas palavras naquele momento. Não que a mesma esperasse uma declaração de amor por parte do amigo naquele momento. Simplesmente não esperava um pedido de desculpas naquele instante.

- Eriol.

Eriol da dois passos para trás, se distanciando da sua amada, e como conseqüência disso, os vários pontos brilhantes que uma vez iluminavam tão belamente aquele lugar, se extinguiam pouco a pouco, até que o jardim todo fosse tomado pelas as trevas mais uma vez, sobrando somente um ponto brilhante, que flutuava entre o casal.

- Me desculpe Tomoyo. Eu sou realmente um idiota. Não mereço ser seu amigo, não mereço ser o seu amado, não mereço se quer olha-la – disse Eriol, que não conseguia olhar para o ser a sua frente.

- Mas então? Por quê? – perguntou Tomoyo.

Sim, já estava na hora de por tudo a limpo. Por que eles se beijaram agora? Por não antes ou talvez depois? Por que ambos se permitiram esse beijo, uma vez que eles deveriam ser somente amigos, e nada mais.

- Beija-la foi o pior erro da minha vida, Tomoyo – nesse momento, o coração de Tomoyo aperta – Eu nunca, em hipótese alguma deveria ter feito isso. Quando eu percebi que você não me amava, eu decidi que ser somente o seu amigo, já era mais do que o suficiente. Por que sendo o seu amigo, eu poderia ficar próximo de você, eu poderia conversar com você, brincar com você, estudar com você! Mesmo que eu nunca fosse o seu escolhido, já me bastava ter você próximo a mim. Pelo menos era isso que eu pensei, pois, quanto mais me aproximava de você, mais e mais o amor que eu selei para sempre no fundo da minha alma, se libertava. E hoje, esse amor se libertou completamente.

Tomoyo estava com os seus lindos orbes violeta arregalados. Então, mesmo quando eram amigos, Eriol ainda a amava. Como Tomoyo fora tola. Como nunca percebera isso? Justo ela que era tão observadora, não conseguiu enxergar o que estava na sua frente o tempo todo.

- Então Eriol, você. – continuou Tomoyo

- Sim Tomoyo, eu te amo. Eu te amo desde a 1° vez que eu te vi e sinceramente, eu nunca deixei de te amar, nunca Porém, só agora eu aceitei os sentimentos que eu sinto por você, Tomoyo. Antes, eu negava os mesmo, em nome da nossa amizade. Mas hoje eu percebi que eu não posso mais negar o amor que eu sinto por você, mesmo que isso signifique o fim da nossa amizade para sempre – diz Eriol, dando as costas para a amiga.

Uma fina lagrima correu pela a face de Tomoyo, seguido de um pequeno soluço que a mesma dera.

- Por favor, Tomoyo, não chore por mim, eu não mereço as suas lagrimas, eu não mereço sua amizade. Eu não mereço você. – disse Eriol abaixando a sua cabeça, ainda de costas para a amiga.

Tomoyo se aproxima novamente do amigo e toca-lhe o ombro, fazendo o amigo a fitar.

- Então, por que me beijou hoje, Eriol.?

- Eu já te disse Tomoyo, eu te beijei hoje por que eu te amo. – disse Eriol, triste. Sabia que o seu amor era impossível.

- E. – Tomoyo cora levemente – Por que você acha que eu te beijei, Eriol – pergunta Tomoyo docemente ao amigo.

Eriol, que estava de cabeça baixa, levanta-a subitamente e olha para a amiga, que sorria docemente para ele. Ao mesmo tempo, que o jardim começara a se iluminar novamente, como se a esperança renascesse ali das próprias cinzas, como na lenda da ave Fênix.

- Tomoyo. Não. Não pode ser. – Eriol estava chocado. Não, aquilo não poderia ser verdade;

- Pode sim – disse Tomoyo sapeca, enquanto se aproximava cada vez mais da face do seu "amigo", que não podia acreditar no que estava acontecendo.

Quando os lábios de ambos estavam a alguns milímetros de distancia, Tomoyo interrompe o seu movimento.

- Sabe, eu passei vários dias e noites refletindo sobre os meus sentimentos, tentando descobrir o que eu sentia de verdade por você. Mas agora, eu não tenho mais duvidas de nada, Eriol, por que agora eu tenho absoluta certeza que eu amo você e somente você, meu querido Eriol.

- Tomoyo. Eu não. – a voz de Eriol saia fraquíssima.

- Talvez eu tenha descoberto isso tarde D+. Mas mesmo assim, eu não me arrependo desses sentimentos que eu guardo aqui dentro do meu coração. Talvez, seja tarde D+ para nos ficarmos juntos, mas...

- Sua boba – interrompe Eriol. – Se eu estou bem lembrado, EU me declarei para você primeiro. Depois do que você falou o que te faz pensar que você vai escapar de mim – diz Eriol em um tom maroto.

- Desculpe, eu não resisti – disse Tomoyo tirando o espaço que ainda existia em seus lábios e começando um cálido beijo, agora com mais amor e paixão, aonde Tomoyo se entrega ao seu amado Eriol que a envolve em seus braços delicadamente.

Perto dali, Nakuru observava a cena toda com um sorriso bobo nos lábios. Mal podia esperar o momento para começar a encher o saco do seu irmãozinho dizendo que eles formavam o casal mais kawai de toda a Tomoeda e outras brincadeirinhas que fariam o seu irmão corar de vergonha na presença da Tomoyo. Até que sente uma presença estranha. Não estava sozinha ali. Agilmente, ela sobe no teto da casa e descobre quem é o "invasor".

- Então é você. – acusou Nakuru

- Senhorita Hiraguisawa? – surpreende-se o "invasor"

- Não precisa ser tão formal comigo, Satsuke. Ou devo chama la de Agente Dinne?!

- Nossa. Parece que o meu passado secreto não era tão secreto quanto eu pensei – debochou a ex agente

- Digamos que a família Hiraguisawa gosta de saber que tipo de pessoas leciona para os seus herdeiros – comentou.

- Muito esperta Nakuru.

- Mas me diga. O que você esta fazendo aqui?! – exclamou a adolescente.

- Nada. Só observando as estrelas. – disse inocentemente.

- Estrela é...? suspiro Você esta aqui por ordens do Yue, não é?! – disse em tom meio cansado.

- Não sei do que esta falando – disse Satsuke me tom serio.

- Claro que você sabe Dinne. Não se faça de idiota comigo. Nós já sabemos que esse tal de Yue quer se meter em negócios que não lhe vem ao respeito. E é claro, que ele não poderia fazer isso sozinho, então ele contratou você, não é?

- Muito esperta novamente Nakuru! Com certeza você é membro da família Hiraguisawa. – elogiou a agente

- Deve existir um motivo muito forte para uma ex agente como você ter voltado a ativa.. Quanto foi que ele te pagou? – indagou Nakuru

Satsuke se deu apenas ao trabalho de dar um meio sorriso

- Muito – simplesmente

- Não importa. Eu pago 10 vezes mais que ele. Mas por favor, Satsuke, pare com isso, por favor! Você sabe que sua vida correrá um grave risco se você continuar com isso! – implorou Nakuru

- Uma proposta tentadora, muito tentadora. Mas eu não irei aceita-la.

- Por quê?

- Porque eu não faço isso só por dinheiro, Nakuru. – disse em um olhar misterioso.

- Não é por dinheiro?! Então. Não. Não pode ser.

- Isso mesmo cara Nakuru. Eu estou apaixonada pelo o Yue. – disse Satsuke

Nakuru abre a sua boca, em sinal de surpresa, mas logo a fecha, e abre um pequeno sorriso maroto.

- Humm. Pensando bem. Não estou surpresa. Só por esse motivo mesmo para fazer você se arriscar de tal maneira.

- De fato. Então você já sabe que não importa o que você fale ou faça, eu vou continuar a minha missão, pelo o meu amado Yue – disse Satsuke sonhadora.

- Se você me perguntasse, eu diria que você esta agindo como uma completa idiota, minha amiga. Arriscando a vida só por causa de um homem. Isso é bobagem – irritou-se Nakuru

Satsuke apenas se limitou a olhar a garota com desdém

- E se você estivesse no meu lugar? O que faria? – questionou

- Oras, eu mandava aquele Yue para o.. – começou

- E se o diretor não fosse o Yue, e sim o seu amado Toya? – interrompeu-a

Nakuru parou e refletiu um pouco. Abaixou a cabeça, em sinal de desistência.

- Eu faria exatamente o que você esta fazendo agora. Nossa como eu sou boba. Fica te chamando de "boba apaixonada" quando eu sou mais boba ainda – choramingou Nakuru

- Tudo bem Nakuru. O amor é um sentimento estranho que às vezes nos força a fazer loucuras. É assim mesmo. Mas olhe pelo o lado positivo: o seu amor ainda tem chance de ser correspondido. Entanto o meu não passa de um amor platônico – disse Satsuke com um saudosismo na voz.

Nakuru se surpreendeu com a afirmação.

- Se você sabe que não vai levar a nada, então por que você continua com isso?! – questionou a garota.

- Até hoje eu me pergunto a mesma coisa. Eu sou uma garota muito emotiva, talvez por isso meu coração ainda insiste em manter acessa uma pequena luz de esperança. Acho que é por causa dessa luz que eu estou fazendo isso – comentou

- A minha relação com o Toya também não é um mar de rosas, como você pensa. Sim, nós somos amigos, mas eu acho que ele não sente nada por mim. – comentou triste – Ele nem sequer me nota – completou no mesmo tom

- Então faça ele te notar! – disse Satsuke enquanto saltava até a sacada onde Nakuru estava

- Como? – confundiu-se

- Toda sexta feira à noite, o Toya, apos finalizar seus estudos, vai para um pequeno banco situado no parque me que vocês se conheceram. Ele vai lá e fica por mais ou menos 1 hora, somente apreciando a natureza. Pode ser um bom momento para fazer ele te notar ou quem sabe se declarar. – comentou a professora divertida.

- Nossa que idéia brilhante e. EI. Como você sabe de tudo isso? – exclamou Nakuru

- Huhuhu. Eu não sou uma ex-agente secreta a toa, maninha. – comentou Satsuke divertida

- Bom, eu vou seguir o se conselho. Muito obrigada e eu também lhe desejo sorte com a sua "aventura" amorosa. – comentou, com um meio sorriso.

- Lhe desejo o mesmo. Até mais. Disse pulando da sacada e desaparecendo em seguida, deixando a sonhadora Nakuru para trás.

Continua no próximo capitulo.. e que capitulo será... (:P )

Bom.. vocês acabaram de ler o cap 17 da minha fic ! Legal não?! Sabe, eu gostaria de ver a cara de vocês nesse exato instante. Eu nem consigo imaginar o que vocês acharam desse capitulo. Espero que ao menos tenham gostado, nem que só um pouquinho!

Bom.. antes que vocês me matem, eu não posso deixar de pedir as minhas mais sinceras desculpas pelo o meu monumental atraso. Eu sei que é muita irresponsabilidade minha, como escritor de fics, mas mesmo assim gostaria de pedir a compreensão de vocês sobre isso!

Aproveitando, também gostaria de parabenizar mais uma vez a leitora kureopatsura-chan que ganhou o meu concurso e agora esta lendo (ou melhor, acaba de ler) o cap 17 antes de todo mundo! Espero que a mesma tenha gostado tanto do capitulo quando eu gostei de escrevê-lo!

No capitulo de hoje, eu procurei falar de todos os casais. Uma vez que essa fic se aproxima do seu fim, eu achei melhor da uma "geral" para que todos saibam o que exatamente esta acontecendo. Eu comecei com o casal Sakura x Shoran. E sim, de novo eu os fiz passarem por mais um trabalho chato! E um trabalho de geografia, que é uma das minhas matérias favoritas sendo irônico. Oras, se eu tenho que me matar de estudar, os personagens da minha fic também tem né??! De início, essa primeira cena deveria ser algo bem mais intimo entre Saki e Shao, porém, minha revisora me deu outras idéias. Por isso, só fiz mais uma cena "kawai" entre eles. O próximo casal da lista é Clow x Mitsuke. Dei mais uma mexidinha nesse casal. Em breve, eles estarão juntinhos! Me aguardem ! E é claro, a atração principal do capitulo. E é claro, antes da atração principal do capitulo de hoje, eu fiz uma seria de parágrafos de narração explicando parte da idéia da minha fic. Eu acredito que mesmo se duas pessoas totalmente opostas possam sim ter uma linda história de amor juntas. Como eu venho mostrando durante a minha fic. E ao mesmo tempo eu monstro que isso é praticamente impossível, uma vez que o campo do Relacionamento Humano é algo totalmente imprevisível. Em outras palavras, só por que o casal Tomoyo x Eriol acabaram juntos na minha fic, não significa necessariamente que Sakura e Shoran também seguiram a mesma sina dos amigos. Até por que, esses dois casais são bastante parecidos, olhando por um certo ângulo. E finalmente, o "gran finale": Tomoyo x Eriol. Como um dos meus casais favoritos, tinha que ter uma cena toda especial entre eles. Há muito tempo eu já pensava como fazer esse casal se apaixonar um pelo o outro de uma maneira bem legal, afinal de contas, foi o primeiro casal que eu formei na minha fic, alem de ser um dos meus casais favoritos. Então tinha que ser algo quase mágico mesmo! E como se nesse capitulo já não houvesse emoções o bastante, o Miseno-san aqui surpreende todos mais uma vez com outra revelação chocante: Sim, a Satsuke, nossa agente secreta número 1 não vai acabar sozinha não! Sim, Satsuke é apaixonada pelo o Yue! Varias perguntas devem esta bombardeando a sua mente agora, caro leitor. E não se preocupe, por que eu não responderei nenhuma delas (: P ). Mas ao menos eu posso explicar o porquê de eu ter "criado" esse casal( e olha que eu ODEIO fics com casais inventados). Um dos motivos para isso foi que, eu não gostaria de ver o Yue, um dos meus personagens favoritos, sozinho no final da minha fic. Afinal de contas, o Yue também é humano ( somente na minha fic, é claro..) e ele também tem o direito de se apaixonar, mesmo que seja por uma personagem que eu criei ! Outro motivo que me levou a isso foi que eu gostaria de ter experiência com casais " adultos", uma vez que a minha fic os personagens são quase todos adolescentes. Faço isso por que em uma fic futura que eu farei com S x S, eu quero usar personagens adultos e gostaria de saber como eu vou me sair escrevendo com esse tipo de casal.

Aproveitando, gostaria de fazer um agradecimento muito especial a minha nova amiga e revisora EMY, que teve a bondade de revisar o capitulo de hoje e de me ajudar a corrigir alguns erros que se encontrava nela. Alem de melhora-la muito também com as suas dicas e sugestões. Espero que ela possa me ajudar no futuro assim como me ajudou hoje!

E para finalizar, gostaria apenas de fazer uma pequena correção que a minha revisora me alertou. Parece que o prefixo "nee-chan" usada pela a Mitsuke se referindo ao Clow durante o Flach Black desse capitulo foi incorretamente usada. O prefixo "nee-chan" é usado para irmãozinhos menores, ou seja, o Clow seria mais novo que a Mitsuke. Intrigado com esse fato, eu resolvi pesquisar as datas de nascimento oficiais desses dois personagens. Eu só achei a da Mitsuke ( 11 de fevereiro) e parece que a do Clow é desconhecido. Então, nessa fic, eu vou colocar a data de Nascimento do Clow no dia 15 de Janeiro ( meu niver xD) somente para esclarecer essa questão do uso incorreto ou não no prefixo "nee-chan" no capitulo de hoje.

Hoje eu vou somente agradecer aos seguintes leitores que tiveram a gentileza de me mandar uma review a respeito do capitulo anterior da minha fic.

mary-chan!!

Tammy Hunter

AnGe Lille

Nysmaella

Sakura-chan e Tomoyo-chan

Raposa do Deserto-Desert Fox

Saky-Li

Inês

Musette Fujiwara

kureopatsura-chan

Daia-chan

MeRRy-aNNe

Lunamc

Saky-Moon

Não vou responder a cada uma das reviews por motivo de força maior. Sim, eu sei que eu sou um idiota por fazer isso com vocês, mais é que realmente não da pessoal. Minhas mais sinceras desculpas!

Miseno-san