Meu deus, o que não faz a dor na consciencia XD
To até postando mais da fic..
depois do carnaval eu termino! (gordinho da cerveja: SERÁÁÁÁÁ?!)

Mas beleza, achei uma loja pra comprar os numeros que faltavam da minha coleção de SK, então quem sabe eu não escrevo alguma coisa...MAS NÃO É PROMESSA!!!

Ham... sobre esse capitulo, a tres anos atras, ele até foi escrito, mas eu não sei se agora eu escreveria algo assim...
pelo menos, não tão obvio, até por que os personagem do Takei não são assim faceis de analizar e bla bla bla...

Anyway, espero que gostem Dv


CAP. 5 - Apenas diga Sim

No dia seguinte ao que Yoh foi embora, os preparativos da festa começaram. Keiko quase não parava quieta, mas ninguém via Anna desde a despedida.

-Tamao, onde a Anna está?

-No quarto, mestra Keiko. Está lá desde ontem, quando o Yoh foi embora.

-Vá chamá-la, por favor, temos apenas duas semanas para terminar os preparativos.

-Não acho que vai dar para fazer isso, mestra. Ela está chorando, com a porta trancada.

-Chorando é? Tamao vá ver se os aprendizes já terminaram as tarefas. Eu vou falar com ela.

Poucos metros dali, Anna estava olhando pela janela, com o amuleto nas mãos e chorando.

-Anna? Vou entrar. Precisamos conversar.

-Keiko? Pode entrar! Desculpa por ter feito você vir até aqui. Eu esqueci completamente dos planejamentos...

Anna limpou os olhos e destrancou a porta

-Tudo bem, criança. Eu sei como é difícil quando a pessoa que ama pode não voltar. Depois que o Yoh e o Hao nasceram o Mikihisa se dedicou ao shugandô e dificilmente eu o via. Muitas vezes eu cheguei a achar que ele estava morto.

-O MIKIHISA JÁ TINHA FEITO ISSO ANTES! Não digo o Qomolangma, mas em outros picos! O Yoh só teve um mês pra se preparar! EU NÃO QUERO VIRAR VIÚVA ANTES MESMO DE ME CASAR!

-Hum... Pelo visto, você realmente gosta dele. Acho que escolhemos bem a mãe da próxima geração dos Asakura... Você sabe que, quando se casarem, você deve dar a luz a um novo membro da família. Certo?

-Eu sei. O Yoh me contou quando nós estávamos vindo. Mas, é estranho saber que tem tanta coisa dependendo de nós dois. O destino de uma família, o nosso próprio destino!

-Anna, eu entendo sua tristeza. O Yoh, além de seu noivo, é meu filho. Sinto-me culpada em mandá-lo pra lá. Mas o destino quis assim. Agora só nos resta rezar.

-Mas eu tenho medo. E se eu não falar? E se no casamento eu não agüentar a pressão? O que eu vou dizer? O que eu vou fazer? Eu... Eu não sei se devia...

-Anna, neste caso, apenas diga sim. Quanto à hoje, não precisa sair. Deixa comigo que eu resolvo tudo. Enquanto isso pense sobre a sua lista dos padrinhos e na dele também, acho que quando ele chegar, vai estar muito cansado.

"Yoh, eu vou te esperar. Não importa o que aconteça, quanto tempo leve. Eu vou estar sempre te esperando. Você vai ter seu amuleto de volta no pescoço e eu vou ter você ao meu lado."

O dia começou cedo para Anna. Mal o sol havia nascido e ela estava indo para a cachoeira. Quem sabe terminando tudo rápido ele não voltaria mais cedo? Mas ele não voltaria. Não naquele dia.

Saiu mais cedo da purificação. Não conseguia se concentrar e suportar a água quase congelada. Só pensava em como queria que ele voltasse. Como queria olhar ele sorrindo e ver aquele jeito calmo de ser. Daria tudo por um segundo disso. Distraída com tantos pensamentos não demorou muito para chegar ao templo, onde Keiko a esperava impaciente.

-Porque você acordou cedo hoje? Ficamos desesperados com o seu sumiço! Eu já estava quase mandando os aprendizes atrás do Mikihisa!

-Ele está por perto? Mas eu achei que ele estivesse na base do Qomolangma!

-Ele está em algum lugar na floresta. E além do mais, o que ele estaria fazendo no Qomolangma? – Anna tentou articular, mas Keiko deu as costas - Não precisa responder. Vamos! Temos muito que fazer até o casamento.

As duas entraram em silêncio em uma sala quase vazia. A jovem itako se sentou em uma almofada bem de frente a Keiko.

-Imagino que você já tenha pensado sobre os padrinhos. Devem ser seus amigos e muito confiáveis.

-Na verdade, não. Não me sinto confortável com grande movimento.

-Não sou eu que devo tomar esse tipo de decisão. Quem vai casar é você. Mas em todo caso, você tem que experimentar a comida. Vamos logo para a cozinha, temos muito que provar.


Gosto?! Review!