Oi! Como vão vocês?

Nee... Demorei um pouco, não? Mas... Foi menos que a outra vez não? (Demorei menos por medo da Lis-sama...). Sinceramente, num fui muito com a cara desse capitulo... Ele ficou pequeno... E sendo o penúltimo, pensei que ficaria bem maior... Mas... Lis-sama (que revisou) gostou então tá ótimo, não?

Tentarei não demorar a postar o ultimo... Tentarei, não prometo nada. Afinal, final é sempre final... (Só com o Word mesmo para conseguir escrever com acendo agudo. Eu num uso o Word...) .

Ah... Eu tinha falado no primeiro capitulo que essa fic seria inspirada num filme? Não? É... Hehehe... Because I Said (titulo em português... Minha mãe quer que eu case) Só que eu num consegui ver o filme... ri de si mesmo. Até hoje eu não sei como é esse filme... Alguém sabe? procura no meio das leitoras alguma mão levantada.

Mas... Eu falei: - Ah... Nada de se inspirar nos outros... Seja original, Susane Satiko!

E saiu isso... orgulhosa. Para mim, Ma petite amie é minha melhor fic! Amo-a! Mas... Eu a fiz de coração, então acho que não teria como sair ruim... (Embora não esteja excelente...)

Mas chega de papo! ouve as leitoras gritarem aleluia.

Espero que gostem do capitulo e que deixem reviews!

Até a próxima!

Satiko.


Sesshoumaru abriu os olhos lentamente, sentindo os fortes raios solares baterem neles. Estava esparramado pela cama, virou-se de lado e encarou o despertador digital que marcava 11h21. Arqueou a sobrancelha, nunca acordara tão tarde... Suspirou, pondo-se de pé, seu corpo estava todo dolorido, mas ele estranhamente sentia-se bem. Reprimiu um bocejo e foi em direção ao banheiro, tomar um banho rápido...

Enquanto a água fria caia sobre seus ombros, o youkai começou a pensar no que lhe aguardava naquela tarde... Veria Rin com o noivo, e teria que conversar com algum esboço de monstro... Fechou os orbes ao pensar em como seria a pretendente de hoje... Francamente, Izayoi e sua ajudante não entendiam nada de gostos masculinos com o sexo oposto...

Desligou o chuveiro, enxugou-se e foi para o closet nu, apenas com uma toalha sobre os ombros para que os seus cabelos não molhassem a roupa que vestiria. Ele não estava nem um pouco afim de usar roupa social hoje, então colocou a única calçajeans que ele tinha, que "colou" em seu corpo quando vestiu, deu de ombros e vestiu uma camiseta preta com escritos em inglês. Olhou-se no espelho e mau se reconheceu, suspirou e foi em direção a cama, onde se sentou para terminar de secar os cabelos e penteá-los.

Quando apareceu na sala, onde estavam Izayoi, Inuyasha e Kagome, percebeu que era observado por dois pares de olhos espantados e um sorridente. Ignorou os três e foi para a cozinha, onde pegou um copo de suco de melancia, nem "vendo" a empregada que preparava o almoço.

Estava voltando para o quarto quando foi parado por uma voz.

- Ohayou, Sesshoumaru. – Cumprimentou a matriarca. – Dormiu bem?

- Ohayou. Sim, Izayoi. – Respondeu. – Kagome, Inuyasha. – Disse antes de subir as escadas.

Ohanyou piscou, seu meio-irmão lhe chamara pelo nome? Balançou a cabeça, não deveria ter tomado aquele quinto copo de suco... E... Sesshoumaru dissera "Kagome"? Ele sempre a chamara de "Higurashi", mesmo depois de casada... Suspirou, também não deveria ter comido aquele oitavolámen...

- E engraçado como um simples sorriso pode mudar uma pessoa, não? – Pensou alto Izayoi, despertando a curiosidade do casal.

- De quem você esta falando, hahauê?

- Oh, de ninguém... – Sorriu misteriosamente, levantou-se, começando a andar para o escritório. – Inuyasha, pode dizer ao seu irmão que o almoço ficara pronto daqui uma hora? – Perguntou, ouvindo-o dizer "meio-irmão". –Detalhes, detalhes...

- O que será que ela esta aprontando?

- Inuyasha! Izayoi fez um simples comentário...

- Kagome, Kagome... Até parece que você não a conhece... – Suspirou. – Um simples comentário dela há três anos fez com que nos namorássemos e casássemos depois... – Disse, como se lamentasse tal fato.

- Do jeito que você fala ate parece que não gostou...

- Não é que eu não tenha gostado... Mas agora eu tenho que agüentar a tua comida... – O hanyou estava pensando no que sua mãe poderia estar aprontando que sequer percebeu o que falara.

- ... – Suspirou e levantou-se. – Se não gosta da minha comida, cozinhe você! E hoje você dormir no sofá! – Gritou, saindo da casa depois. Seu marido piscou, inerte ao que acontecera.

- Keh! As mulheres são tão estranhas... – Comentou para si, voltando a imaginar do que a senhora Inokuma aprontava.


Rin estava em seu restaurante vendo se estava tudo em ordem. O recinto estava cheio para o almoço. Ela estava sorridente naquele fim de manhã, sairia com seu noivo e daria uma, novamente, de cupido para um... Amigo.

Sentiu seu celular vibrar em seu bolso e alargou o sorriso ao ver o número.

- Yo!

- Ola, Rin-chan! – Era Izayoi; um suspiro prendeu-se na garganta da jovem.

- Oh... Olá, Izayoi...

- Pensou que fosse ele? - Perguntou, percebendo que a voz da jovem entristecera um pouco.

- N-Não, Izayoi! Mas... Algum problema? - Imagina... Eleligar... Devia estar louca, ele nunca faria isso.

- Nenhum... Apenas queria saber quando vira aqui para me ajudar a escolher a quarta pretendente do Sesshoumaru...

- Ah... Quase me esqueço disso... Bom, pode ser quando você quiser... - Deu de ombros, sentando-se num banco do bar.

- Uhn... Estou meio ocupada esses dias... - Mentiu. - Bom, teríamos que deixar para semana que vem de qualquer maneira... Mas como está você e Bankotsu?

- Acho que agora estamos bem... - Suspirou, não queria falar dele.

- Oh, vocês brigaram? - Indagou.

- Sim, m-mas já resolvemos... - Forçou um sorriso. - Eu preciso desligar, Izayoi. Tenho que dar uma olhada na cozinha, ver se os 'meninos' estão aprontando...

- Ah, sim, claro. E obrigada. - Agradeceu. – Tambem preciso desligar. Ja mata ne, Rin-chan.

- Uhn? Ja ne... - Despediu-se. - Oh! Obrigada pelo quê...? Uhn? Desligou. - Suspirou, colocando o celular de volta no bolso e indo pra a cozinha.


Sesshoumaru estava esperando o casal de humanos em frente para uma fonte doshopping. Não fora ali que ele 'encontrara' com uma velha...? Deu de ombros e viu eles aproximarem-se. Rin cumprimentou-o com um beijo, estava sorrindo, mas alguma coisa dizia ao youkai que aquele sorriso era um tanto forçado. O noivo dela apenas disse 'oi'. Talvez, eles brigaram novamente...

- Oh, vamos... Temos nove minutos para chegar... - Disse a jovem, tentando apressar os dois. - Kagura-san está esperando numa livraria...

- ... - Essa já tinha um ponto, parecia gostar de ler...

- Acho que os dois se darão bem, Sesshoumaru-san... Ambos são empresários, sérios, youkais, tem a mesma idade, moram em bairros próximos, possuem gostos iguais...

- ... - E, mas e a aparência? Ela já tinha pontos com ele, mas talvez fosse o esboço daquela velha...

- Oh... Ela e bem bonita, não se preocupe... - Sorriu amarelo, vendo-o encará-la com aquela sobrancelha arqueada.

- Diga-me um motivo para não me preocupar... Para você, aquela filha do abominável homem das neves era "bonitinha". Imagino o seu "bem bonita"... - Rin emburrou e parou, fitando o interior da livraria.

- Bom, veja com seus próprios olhos o meu "bem bonita"... - Disse, apontando levemente para a loja, mais precisamente para umayoukai parada próxima a porta de vidro, folheando distraidamente um livro. - E aí? O que acha?

- ... - Sesshoumaru não respondeu, mas a sombra de um meio sorriso apareceu em seus lábios.

Kagura fechou o livro e olhou diretamente para ele, sorriu e foi ao seu encontro.

- Olá. Sou Shima Kagura. Prazer em conhecê-lo. - Inclinou levemente o tronco.

- Inokuma Sesshoumaru. - Respondeu, balançando a cabeça.

Rin sorriu. Eles iriam se dar bem, não? Começou a se distanciar, acompanhada por um Bankotsu mergulhado em pensamentos. Sussurrou um 'tchau' e 'boa sorte' para o amigo, que escutou, mas não deu retorno.

- Rin...

- Hai, eu sei, Bankotsu... - Suspirou. - Até imagino o que seja. Vamos para uma cafeteria? Estou com vontade de tomar cappuciono...

- Mas você nunca gostou... - Comentou, enquanto entravam num estabelecimento e sentavam-se numa mesa.

- E... Demo... Aprendi a gostar. - Sorriu. - Acho que nossa conversa vai ser longa, não e mesmo? Então vamos pedir algo para comer também... - Disse, enquanto uma atendente se aproximava.

- Não, não irá. Acho que tudo foi precipitado, Rin... Quero desfazer o nosso noivado.

Ayame, a atendente, chocou-se, talvez fosse melhor...

- Dois cappucionos, por favor. Sendo um descafeinado. - Pediu a jovem sem tirar os olhos castanhos do, agora, ex-noivo.


Kagura e Sesshoumaru estavam dentro da livraria, conversando assuntos diversos, folheando e comentando sobre alguns livros. De fato, eles tinham muito em comum.

- Não gosto... - Parou a frase, olhando para fora.

- Algum problema, Sesshoumaru?

- Iie. Não gosto dele, pois coloca em demasia sua opinião. - Voltou a falar, mas aquele cheiro...

- Sim, concordo contigo, mas ele não poderia escrever algo que contradiga sua opinião...

O tempo passou rapidamente, os dois youkai's sequer perceberam que ficaram por mais de uma hora em pé no mesmo lugar. Ambos acabaram por comprar um livro e saíram em direção ao estacionamento.

- Gostei muito de te conhecer, Sesshoumaru. - Sorriu, vendo que seus carros estavam próximo um do outro. - Podemos...

- Vamos jantar hoje. - Disse.

- Oh, claro. - O vermelho de seus olhos pareceu ficar mais brilhante. Tirou papel e caneta da sua bolsa e anotou seu endereço. - Aqui. - Entregou-lhe.

- Passarei às 20 horas. Tchau, Kagura. - A youkai deu-lhe um beijo próximo aos lábios, antes de entrar em seu carro, partindo. Ele ignorou e andou até o seu automóvel, limpando a marca de batom, mas parou ao ver Rin aproximar-se.

- Quer carona? - Perguntou, viu a jovem acenar positivamente e abriu a porta do passageiro para ela.

- Arigatou. - Agradeceu, enquanto saiam do shopping. - Parece que vocês de deram bem...

- Hai.

- ...

- Não fará perguntas?

- ... Não.

- Vocês brigaram?

- Vire a direita, Inokuma-san. Peço para que me deixe no meu apartamento. - Disse, fingindo não ter ouvido a pergunta dele.

- ... "Brigaram".

Rin apenas falava a direção e o resto do tempo, o único som ouvido era da cidade em torno deles. Chegaram em frente a um condomínio simples. Ela já ia abrir a porta do carro quando sentiu seu braço ser segurado.

- O que aconteceu?

- ... Não te interessa. Não se intrometa. Tchau e obrigada, Inokuma-san. - Disse, puxando seu braço e saiu correndo.

Sesshoumaru ficou olhando-a sumir, suspirou, sentindo a voz dela ecoar em sua mente e causar um efeito não muito bom.

-Convivência... Convivência demais... - Murmurou para si, antes de partir para sua casa, onde com certeza, Izayoi o esperava, ansiosa, para saber se conseguira uma namorada.