N/A: Finalmente terminei esse capítulo... Devo desculpas a vocês leitoras, e principalmente a Lis-sama... O teclado do meu notebook decidiu não funcionar, então tive que usar o virtual (já que eu ia ficar um mês sem pc e ia ficar caro o conserto), que não é grande coisa... Isso somado com minha falta de inspiração e constantes mudanças de humor resultou no atraso do término dessa fic... Infelizmente, Ma petite amie (MPA para os íntimos) chega ao fim. Eu amei escrever essa estória... Espero que tenham gostado também. E considero-a a minha melhor fic.
Talvez e faça alguns especiais nessa fic... Tipo, especial de dias dos namorados (lembrando que na fic ainda é setembro), Natal, Ano novo... Não sei... O que acha Lis-sama?
Bom, vou parar de falar para vocês poderem lê o final...Bem... Quem for diabético, por favo não leia... Fico meloso... xx
Boa leitura!
E ate a próxima!
Satiko
P.S: ignorem os erros.
Sesshoumaru abriu a porta da sua casa devagar, sentia o cheiro de Izayoi no escritório. Conseguiria ir ate o seu quarto sem que fosse "descoberto"...? Escutou um barulho e no instante em que pôs os pés na escada...
- Sesshoumaru? Dessa vez você demorou. – Sua madrasta caminhou até ele. – O encontro deve ter sido bom, então...
- Sim, foi. – Encostou-se no corrimão. – O que quer saber? – Perguntou.
- Não... Nada. – Subiu as escadas e parou no final da mesma. – Mas agora está tudo certo, não? Me parece que Shima Kagura e uma ótima mulher para você, Sesshoumaru. Então, não será mais necessário que você e Rin-chan se encontrem, afinal se detestam não? – Sorriu. – Está contente com isso, né? Agora pode desemburrar essa cara, querido. O quarto encontro será desnecessário.
- ... – Ele havia se esquecido desse detalhe, mas...
- Por falar nisso, pode cancelar sua conta no site... Ou eu pedirei para Rin-chan fazer isso. – Sorriu. – Espero que traga sua amada logo para almoçar conosco. Irei descansar um pouco. Pode me chamar quando o jantar estiver servido? – Perguntou, vendo-o acenar levemente com a cabeça, distante em seus pensamentos. Não vendo o sorriso que se formou nos lábios da humana.
Sesshoumaru balançou freneticamente a cabeça, e percebeu que Izayoi já não estava mais ali... Essa mulher... Parecia entrar na sua mente, para confundi-lo, atormenta-lo! Passou seus longos dedos por sua franja antes de subir e ir para seu quarto. Precisava descansar, assim, talvez, seus pensamentos voltariam para o lugar.
Rin mexia no seu computador distraidamente. Por razão desconhecida, sua grosseria com o Sesshoumaru estava-lhe entristecendo mais que o termino do seu noivado... Alias, isso era o de menos, ela concordara com tudo o que Bankotsu falara, o qual disse que eram jovens demais para casarem, que eles não se amavam, que fora uma paixão repentina, que acabara do mesmo jeito que começara... Enfim, percebera que há alguns dias o "sentimento" por ele diminuíra drasticamente.
Ela estava reativandoalgumas contas, poderia não encontrar o seu "príncipe" nos sites de relacionamento, mas poderia encontrar 'amigos' que estariam na mesma situação que ela. Digitou rapidamente algumas coisas na pagina de busca e esperou aparecer o resultado. Descartou vinte e dois perfis... Arqueou a sobrancelha e deu um sorriso triste ao ver o perfil de Sesshoumaru.
- ... Será que ele ainda vai querer o quarto encontro? – Indagou para si. Balançou a cabeça negativamente. – Duvido... Inokuma parece ter se dado bem com a Shima... – Suspirou. – Também poderia ter agradecido! Aquele ingrato! – Emburrou, desligando o computador e indo arrumar-se para ir ao restaurante. – "Trabalhar me fará parar de pensar tantas bobeiras..."
Ele percebera o quão...Normal era conversar com Kagura. Pareciam que eram amigos de longa dada e ate mesmo trabalhavam no mesmo lugar. Quando o assunto, finalmente, terminou (no meio da refeição), Sesshoumaru vasculhou o restaurante com os olhos e achou uma jovem humana. Mais parecia uma menina, verdade, com aquelas roupas e naquele jeito, exceto por um detalhe... Seus dedos brincavam em um copo vazio de Wisk.
- Oh, eu me lembro daquela menina... – Kagura também a fitava, mas com um olhar curioso. – Ela estava com você hoje de tarde. – Afirmou sorrindo. – Ela deve ser uma gracinha de pessoa... Embora esteja muito triste... – Suspirou. E olhou para seu acompanhante. – Ela é sua sobrinha? Quer falar com ela?
O youkai acenou negativamente, voltando sua atenção para sua refeição. Ouviu a mulher na sua frente soltar outro suspiro. O silêncio fez-lhes companhia.
- Sesshoumaru... – Chamou-o, que colocou sua xícara de café na mesa e encarou-a. – Obrigada, foi um grande prazer conhece-lo . – Sorriu, fazendo menção de levantar-se para ele faze-lo primeiro.
- ... – Se levantou, olhando-a com a típica sobrancelha arqueada, mas sabia o que ela iria falar.
- Percebeste que nos demos muito bem não? – Perguntou.
- Hai. – Confirmou com a cabeça. – Mas apenas isso. – Sorriu de lado.
- Exato. Acho que podemos ser amigos. – Pegou sua bolsa depositada num canto da mesa. – Não foi negar que o achei muito interessante. Entretanto, você é exatamente como eu. E não é isso que procuro. E além do mais... Parece que você já tem sua amada não? – Despediu-se dele com um simples abraço e um beijo na bochecha. – Pegarei um táxi, afinal você tem algo a fazer... – Saiu sorrindo.
Sesshoumaru sentou-se para terminar seu café, porem este já estava morno. Deixou-o de lado e chamou um garçom, pedindo a conta. Enquanto o jovem distanciava-se para efetuar o pagamento a cartão. Ele se pôs a pensar, fitando algum ponto dos cabelos de Rin... Sabia que aquilo era completamente estranho e novo, mas também sabia que era grande e encantador... Saiu de seu primeiro devaneiosentimental pelo garçom que voltara.
Caminhou em direção a jovem que parecia alheia a tudo a sua volta. Sentou-se ao seu lado e viu o sorriso bobo-triste que ela possuía.
- O que foi? – Perguntou, ouvindo um suspiro "meio apaixonado". – Qual o problema, Rin?
- Não chega a ser problema... Quer dizer, é um problema, mas bom. Entende, Sesshoumaru... – Disse, sem, de fato, perceber que eraele.
- O que seria esse problema "bom", Rin? – Ele tinha um sorriso no rosto. Rin era tão... Diferente dele...
- Sesshoumaru, eu... Sess... Eu... – Arregalou os olhos, deixando o copo rolar pelo balcão e ser salvo pelo barman. – Sessho...! – Seu grito foi interrompido por uma mão.
- Estamos em um restaurante... Não seria educado da sua parte gritar... Principalmente por você ser a dona do restaurante. – Teve que provoca-la, esperou que ela estreitasse os olhos ou ate mesmo mordesse sua mão (que continuava sobre os lábios dela). Mas a jovem continuava com os olhos arregalados, como se ele fosse algum fantasma.
- O que foi? Há alguma coisa errada em mim? – Perguntou, soltando-a. Rin limitou-se a negar, e com a mão pedir outra doce de Wisk. – Pensei que não bebesse...
- E não bebo... – Tomou um gole. – Apenas em situações especiais ou em emergências...
- Essa se encaixa em qual? – Rin levantou dois dedos enquanto engolia o resto. – Nas duas? – Arqueou, não uma, mas as duas sobrancelhas. – O que deve ter acontecido a Nakayama Rin para beber, dizendo que é uma situação especial e uma emergência...
- ... Você esta falando demais hoje, Inokuma. – Fez um gesto para o barman, indicando que era para "colocar na conta" - ... Sua namoradaShima esta lhe fazendo muito bem. – Sorriu, embora não tenha saído muito verdadeiro...
- Concordo com você. – Deu um sorriso misterioso, típico de Izayoi. – Minha namorada esta me fazendo muito bem... E isso com a ajuda da minhaamiga Shima...
- Amiga? Mas... Se ela não é sua namorada... Quem seria? – Perguntou, vendo aquele sorriso dele alargar. – Quem hein? Quem é sua namorada?
- Se quer tanto saber... Descubra sozinha... Ma petite amie. – Sussurrou em seu ouvido, permanecendo assim por algum tempo.
- Amie... – Aquilo... Era francês! Droga! Era horrivelmente horrível em francês! Estreitou os olhos, vindo de Sesshoumaru, com certeza, não era uma coisa boa Afasto-o de si. – Se... Eu descobrir que "isso" é um xingamento... – Balançou a cabeça, não podia fazer nada contra ele. Maldito youkai lindo-perfeito... – Isso não foi um xingamento, foi?
- Descubra sozinha... – Deu de ombros, gostando de vê-la nervosa... Ela ainda estava vermelha por causa da sua aproximação, o que a deixava uma gracinha.
Rin levantou-se cansada, não queria e nem podia ficar perto de Sesshoumaru. Pegou sua bolsa, que mais parecia uma mochila, caída aos seus pés.
- Não estou nem um pouco a fim de descobrir, Inokuma. – Procurou a chave de seu carro. – Nori-kun, cuide de tudo para mim, sim? Estou cansada hoje.
- Pode deixar, Rin-chan! – Disse o barman. – Descanse e coma bem, não é comum você esta indisposta como hoje... E só venha amanhã se estiver 100!
- Ok, 'tou-san... Ja ne… - Brincou. – Tchau, Inokuma. – Afastou-se um pouco, mas deu alguns passos para trás. – A propósito, você deveria me agradecer...
- Exatamente pelo que? – Indagou, ignorando a cara que ela fez. – Por me colocar num site, sem eu saber? Ou por marcar encontros com monstros?
- ... – Não respondeu, ele estava certo afinal. Deu as costas para ele.
- Pela ma petite amie... – Repetiu a frase em francês. – Arigatoo. – Agradeceu, vendo-a virar o rosto em sua direção. – E pare de me chamar por Inokuma, Rin-chan.
- Somente no dia que Sesshoumaru-kun combinar com você, Inokuma-san. – Respondeu, saindo de seu restaurante com passos apressados.
- Se Rin-chan não estivesse apaixonada por um "amigo", diria que ela gosta dele... – Comentou Nori para um garçom que deu uma risadinha da lerdeza da pessoa.
Sesshoumaru olhava a tela de seu notebook entediado, passava as páginas sem realmente vê-las... Acabou por entrar no site em que Izayou e Rin o colocaram... Deu de ombros e fez algumas combinações, não tinha nada para fazer, afinal... Olhava por cima os perfis que apareceram nos resultados, sempre achava um defeito em todos... Mudou de página...
Ele sorriu com o que viu... Bolou um plano enquanto fitava um ponto qualquer da tela. Colocou em seu rosto um sorriso de lado, um tanto quanto malicioso.Clicou e digitou algumas coisas, terminando com o botão esquerdo do mouse. Desligou o computador decidiu ir tomar um banho para dormir... Afinal, sábado prometia!
Rin fitava nervosa a porta do próprio restaurante... Estava sentindo-se uma adolescente em seu primeiro encontro. Arrumou-se quando vi um jovem de aparência européia entrar, mas deixou sua cabeça cair sobre a mesa quando ele foi em direção a uma grande mesa com empresários. Suspirou, levantando-se para ir ao toalete, avisando a um garçom que se caso algum chegasse perguntando por ela, que o levasse a sua mesa. Andou olhando para a porta a cada dos passos, somente parou quando estava de frente ao espelho. Estava extremamente, demasiadamente nervosa! E tinha chegado mais cedo, o que piorava sua situação.
Passou levemente as mãos sobre o vestido lilás, que era bem simples, sem muitos detalhes, nem muito curto ou longo, mas deixava Rin mais bela do que era. Verificou se tudo estava impecável... Roupa, maquiagem, cabelo... Constatou em seu celular que ja eram 20h08, "jogo-o" de volta na sua pequena bolsa branca e rezou para que esse tal de Uram (apelido do site) não fosse tão severo com horários como um youkai que conhecia ... Balançou a cabeça, não era hora de pensar nessas coisas.
Soltou um longo e profundo suspiro e abriu a porta, caminhando lentamente para a mesa onde estava anteriormente... Seu passo diminui, parando ao lado da mesa ao ter absoluta certeza de quem estava ali.
- U-Uram? – Gaguejou, enquanto o rapaz fitava-a com aqueles olhos dourados.
- Maru... Se eu colocasse "Sesshy" iria ser muito na cara, alem de ridículo. – Levantou-se, estendendo-lhe uma única, porem linda, tulipa branca. A jovem aceitou-a quase que automaticamente e se surpreendeu quando Sesshoumaru beijou levemente sua testa. Olho-o sem ação, vendo que ele fazia sinal para que sentasse. Ele acomodou-a e voltou para sua cadeira. – Aliás, você esta atrasada 13 minutos!
- E... Você... E... Gomen... - Rin estava surpresa! Não sabia o que falar, como agir, só conseguia olha-lo! Seus dedos brincavam levemente com o cabo da flor.
- O que vai pedir Rin? – Perguntou, cotando o silêncio, quando m garçom aproximou-se.
A jovem abriu automaticamente o menu e escolheu. Voltando a fitar o homem a sua frente depois.
- Você gosta dos livros de Agatha Christie? - Ela concordou cm m aceno. – Já lê "a testemunha ocular"?
- Não... Na verdade, o único que li foi "O Homem de Terno Marrom"... – Disse colocando a tulipa em cima da mesa. – Mas irei lê-lo. Depois lhe direi o que achei. – Sorriu e ele concordou com a cabeça. – Sesshoumaru por que...
- Depois Rin. - Responde, já sabendo o que ela não tardaria a perguntar.
Os pedidos logo chegaram e eles começaram a comer, conversando sobe qualquer coisa, menos o que Rin queria saber! Apesar de esta nervosa com isso, acabou soltando-se no decorrer do jantar. Somente quando estavam no estacionamento ela pareceu lembrar.
- Não irá me fala Ino... – O youkai aproximou-se dela, fazendo com e seus rostos quase se tocassem
- Pensei que acabaria deduzindo sozinha, Rin... E, não me chame de Inokuma... – Sem responder, ela deixa-se se conduzida até o carro dele.
- ... Kami... – Sussurrou vendo os letreiros da capital passarem rapidamente pela janela. – Ontem, você falou... Ma petite amie... Que é minha pequena amiga em francês... Eu não entendo...
- Ma petite amie também pode se uma forma carinhosa de fala "minha namorada"... – Disse, olhando de esguelha para ela, no sinal fechado.
O silencio permaneceu até pararem em gente ao prédio de Rin.
- ... Namorada... Você falou que tinha, mas não falo quem... Falou esse "negocio" em francês... Kagura-san não é a sua namorada... Marcou um encontro comigo... Me deu uma tulipa... Eu... Eu não consigo chega a uma conclusão lógica... E... – Arregalou os olhos e fitou o youkai e sorria... – Eu...
- Não é obvio? – Disse.- Ma petite amie, você. Kagura me fez perceber que não queria alguém igual a mim, e sim alguém que me completasse... Que tivesse muitas diferenças e semelhanças... Percebi que já tinha encontrado esse alguém... Você.
- Não... Não pode ser! – Seu rosto parecia pegar fogo, seu coração... Ia explodir! Saiu do carro correndo, mas não conseguiu nem dar dez passos.
- Diga que não sente nada por mim! Que não sente nada quando estamos juntos! Diga! – Abraçou-a.
- ... – Ela não conseguia fala. Fecho os olhos inconscientemente, sentindo o calor que vinha dele. Mas logo sentiu frio quando ele afastou-se... – Você...
- Eu gosto de você, Rin. Na verdade, não é gostar... Eu estou apaixonado por você, Nakayama Rin. E quero, desejo, que você se torne "ma petite amie"!
- Não fale essas coisas... – Sentia que ia cair, de tanto suas pernas temerem... Estava parecendo uma idiota parada ali, enquanto ele se declarava!
- Entendo... – Suspirou derrotado, talvez tenha sido precipitado! Automaticamente afastou-se dela indo para seu carro, pensando no que iria faze agora, mas, definitivamente, não ia desistir!
- "Kami..." Sess... Sesshoumaru-kun!!! – Gritou, fazendo-o parar. Toda sua emoção transformou-se num grande sorriso e em lágrimas... – E também estou apaixonada por você... Apesar de você se um chato, grosso, frio... E sinto algo extremamente forte por você...
No instante seguinte, Rin era abraçada por Sesshoumaru. Ela sentiu-se protegida, o abraço acalmo-a, mas aquele sentimento parecia fica cada vez mais forte dento de si. Eles se afastaram e o yokai limpo sas lágrimas.
- Essa foi a primeira e ultima vez que e te fiz chorar. – Rin sorriu.
- Se forem de felicidade, como essas, e não me importo de derrama-las por você todos os dias. – Disse antes de fecha os olhos ao sentir os lábios dele nos seus.
Izayoi estava lendo uma revista, sentada em sua cama, quando exclamou:
- Yes!!! – Fez uma pequena comemoração, interrompida por Inu Taysho que saia do banho.
- O que é isso, Izayoi? – Perguntou meio assustado. Será que sua mulher já não estava bem da cabeça? – O que acontece? - Reformulou a pergunta ao ver o sorriso da esposa... Que parecia mais "normal" que o "normal".
- Parece que todo de certo! Logo terei um netinho...! – Alargou o sorriso.
- Kagome... – Não terminou ao perceber que ela balançava negativamente a cabeça.
- Do jeito que ela e Inuyasha são lerdos... – Suspirou, arrancando m isso do marido. – Tenho que da um jeito neles... – Fez uma cara pensativa. – Tenho que fazer lago para "eles" se casarem! Preciso de um netinho! – Modificou o sorriso, de repente. – Esse plano é perfeito! Izayoi, você e demais!
Se marido não estava entendendo mais nada... Balanço a cabeça antes de joga-se na cama. Izayoi só aprontava! Tinha pena do Sesshoumaru, seria vitima mais ma vez (na verdade mais duas) dela...
- O que foi Sesshoumaru? – Perguntou a ver a expressão pensativa dele. Aconchegou-se melhor nele e no sofá, do seu apartamento, a fim de ficar mais perto.
- Nada... – Volto a acariciar-lhe os cabelos e beija-la.
Por algum motivo ele pensara que Izayoi já sabia de todo e que as maluquices dela não iriam parar... Mas ela que aguardasse... Dessa vez ele estaria preparado e teria uma ajudante! Não cairia novamente nos planos dela!
"Você que pensa Sesshoumaru... Você que pensa..."
Fim?
