Blá, blá, blá! Inu-Yasha, chega de falar! Auhuasuahs! Genti, novidade! Pra história não ser concentrada só no Inu... EU SOU A NOVA NARRADORA! YUPI! Fui promovida! Fui promovida! Auhauhauhau! De escritora sem participação alguma eu virei narradora tbm! Q EMOIÇÃO! Uauhauhauhuha! Ok, ok! Vamos as REVIEWS!
ReizytáH Yakut: Calma! o.O o Inu naum tem culpa da câmera não entrar! Foi meu cérebro maléfico o responsável por issooo! Uahudhiahuhs! Oh! Não mate um dos meus protagonistassssssss! Uahuahuahuha! PRONTINHOOOO! Já fiz esse capítulo! Uahauhauhauh! Não se preocupe! Ausuhauhsuhuahushuahhsuah! XD Bjuxxxx!
sakura-chan: Óh! NÃO! Não vou deixar tão calmo assim! Paciência! Paciência! Muitas loucuras vão ocorrer! Só ainda não sei direito como escreve-las... u.u Não estou conseguindo inspiração... Duas ou três (não lembro) loucuras já estão mais do que confirmadas nessa história! Uahuaha! Mas não se preocupe! Eu vou continuar a escrever Asagi Sakura! Nem que demore 30 anos pra eu terminar! Asuahushuahushuha! o.O Ah! Sobre o hentai... hum... não sei se vai ter... u.u não sou muito boa nisso... Affffff... É a vida! Veremos o q meu cérebro mantém escondido (Pra isso preciso de um psicólogo... XD)... uhauhuauha! Oh! Bela pergunta! Sim! Sim! Kouga vai aparecer e muito! Já a Kikyou eu não sei se vai entrar muito na história... u.u Nos capítulos que escrevi, acho que ela aparece duas ou três vezes... não tenho certeza... uahuhauhauha! Bjuxxxx!
mk-chan160Ooooouuuu! A resposta para sua pergunta é... FILME! Asagi Sakura é um filme em que foi utilizado o nome real dos atores... XD É q ia dar uma baita confusão mudar os nomes deles... uahauhauhauauauh! Agora a confusão vai se dissolver! A história trata, na verdade, da vida dos atores enquanto eles fazem o filme nomeado Asagi Sakura... Simples, não? uhuahuhauah! A história realmente começa de um modo muito confuso, mas agora tudo entra nos eixos! XD uahauhuahha! AH! Que bom que estou evoluindo no modo de escrever! Fiquei mto feliz em saber issooo! Bigadu pela sinceridade! XD Bjuxxxx!
Nathália: Bah... q pena q seu pai não deixa... T.T Isso é mto chato! Meu pai e minha mãe dizem q é coisa de cria e num sei o q, mas eu não to nem aí! O PC é meu, a vida é minha! Uahuahuauha! Podem me chamar de criança ou do que quiserem! EU AMO ANIMEEEEE! Uahuahuaha! Deve ser bem complicado pra vc... T.T OH! Acho que você acertou em cheio! Asagi Sakura é um filmeeee! Bah! Mas a história fica bem mais legal daqui por diante! Você vai ver! XD Bjuxxx!
Ah! Adivinhem! Adivinhem! Nossos queridos personagens vão fazer uma visitinha a outro país! (olhinhos brilhando) OH! Vai ser tão emocionante! Tantas brigas antes disso! Tudo tão fofo! Eu não consigo conter minha felicidade! XD Asagi Sakura está dando muito, muito, muito certo! Espero que curtam a VERDADEIRA história que está começandoooo!
Bom... Estão prontos para entrar em uma nova história? Em um novo mundo mais real do que os anteriores? Preparados para o verdadeiro começo do nosso "conto de fadas"?
OK! VAMOS LÁ!
Ah! Desculpem por toda a enrolação até agora! Hehehe! Foi pura mudança de planos! Não era pra ser assim... mas acabou sendo! Uahuahuah! Desculpem outra vez! XD
Ps: Podem me matar agora! Iwhohiohoiqhiohw
No capítulo anterior...
-Eu vou ir pra casa... ta? – ela avisou enlaçando meu pescoço.
-Não... você vai ficar... – murmurei colando nossos lábios sedentos.
-Não vou ficar... – ela murmurou de volta abrindo um sorriso.
-Vai sim... – sorri maliciosamente prendendo suas pernas ao redor de minha cintura – Afinal de contas, está mais do que na hora da nossa conversinha...
-Podemos conversar amanhã...
-Não... tem que ser hoje... – beijei-lhe os lábios começando a caminhar em direção do quarto.
-Já que você insiste... Não vejo por que não...
-Ótimo... – sorri largando-lhe sobre a cama antes de arrancar-lhe outro beijo ardente de desejo. Levantei lentamente da cama indo até a porta aberta – Daqui a diante a câmera está proibida de entrar! – exclamei com um sorriso malicioso.
-CORTAAAAAAA!
Capítulo 5 – O verdadeiro começo...
-Ah! Inu-Yasha! É a vigésima vez que você estraga essa cena!
-Fazer o que, Kagome? Eu não me canso de repeti-la!
-Sorte sua que a Kikyou não veio gravar hoje... – a jovem sorri descendo da cama – ela ia ficar uma fera!
-Pois que fique! – o rebelde rapaz exclamou indo pegar um pouco de água com a assistente.
-Brigaram outra vez?
-BAH! Ela insiste em dizer que você está roubando o lugar dela no meu coração!
-Bobagem! – a jovem mulher virou-se de costas para o companheiro tentando esconder o rubor da face.
-Assim não dá, Inu-Yasha! Chega dessas suas intromissões! – o diretor se movera na direção do rapaz – Ou trabalha direito, ou acabamos com esse filme!
-O que? Mas ele é uma de suas grandes produções românticas! – o rebelde exaltou-se preocupadamente.
-Faça as coisas direito, Inu-Yasha, ou está tudo acabado! – o velho e baixinho diretor ordenando que guardassem os materiais de trabalho – Encerramos por hoje! – ele exclamou retirando-se do local de filmagem.
-Ele não vai acabar mesmo com o filme, vai? – o rapaz indagou repousando suas mãos nos ombros da companheira – Quero dizer... Ele...!
-Você sabe que ele pode muito bem desistir de tudo, Inu-Yasha. Acho melhor levarmos o filme mais a sério. – a garota respondeu-lhe com um amigável sorriso.
-Vamos repassar as falas juntos? Eu não consigo direito sozinho.
-Se você não ficar brincando eu repasso com você. Ouviu? Sem brincadeiras sem-graça!
-Certo... – ele sorriu levemente dando um breve toque no nariz da jovem que não deixa de ruborizar – Que tal ir lá pra casa?
-Pode ser... – ela respondeu encabulada.
-Vamos! – ele sorriu enlaçando a mão da jovem ruborizada Ah... como esse filme os acostumou a agir assim...
Os dois jovens atores seguiram de mãos dadas até entrarem no carro do rapaz, notando, então, o que havia acontecido. O rapaz tentou disfarçar o rubor da face ao adentrar o carro falhando desastrosamente. A jovem mulher, por sua vez, se encontrava em uma mesma situação. Pararam em um sinal... O rapaz desviou o olhar para a moça ao lado aumentando o constrangimento ao notar a roupa que ela estava. Ela nota o olhar ruborizando mais ao lembrar que só estava com a camiseta que o rapaz teria lhe emprestado no filme. O carro tornou a andar e logo eles chegaram ao seu destino.
-Entre... – ele murmurou ao abrir a porta.
-Obrigada... – ela sorriu levemente.
-Acho melhor eu ver algo para você vestir... – ele sorriu levemente logo adentrando uma das portas.
-Ta... – ela sussurrou mantendo-se parada no mesmo lugar.
-Aqui está, Kagome! – ele adentrou a sala sorrindo, após alguns minutos – Talvez você precise dobrar a barra da calça... Folgada ela não vai ficar já que você pode regula-la na cintura. A camiseta pode ficar um pouco grande, mas...!
-Tudo bem... – a jovem o interrompeu sorrindo alegremente – Obrigada, Inu-Yasha...
-Bom... de nada... Ali é meu quarto. – ele apontou para a porta a suas costas – Pode se mudar ali e se precisar o banheiro também é lá.
-OH! Uma suíte! – ela aumentou o sorriso apertando as roupas do rapaz contra o peito.
-Sim... Seu quarto não é assim?
-Não... Moro com minha mãe em um templo antigo... Lá não tem essas coisas chiques!
-Mas não por falta de dinheiro... Está pra nascer uma atriz mais bonita que você!
-Ahn? – a jovem enrubesceu rapidamente – O-obrigada!
-Verdade, Kagome... – ele sorriu levemente – Vá se mudar agora, vá!
-Sim... – a jovem corre até o quarto se "trancando" lá – Bobo... assim me deixa sem-jeito! – ela murmurou escorregando pela porta tentando inutilmente acalmar o coração.
O quarto do rapaz era muito bem organizado. A cama no canto, o extenso guarda-roupa no outro, um sofá pequeno, um cabide e o criado mudo. A decoração combinava totalmente com os móveis. Tudo em seu lugar...
-Perfeito... – a jovem comentou após ter se mudado – Aposto como tem dedo de mulher nisso tudo! – ela exclamou enquanto dobrava a camiseta que vestia antes.
-Tem sim... – a jovem estremeceu ao sentir o rapaz repousar as mãos em sua cintura – Tenho uma decoradora particular...
-Ah... – ela murmurou encabulada.
-Mas não precisa ter ciúme dela...
-Não estou com ciúme! – ela se defendeu repousando as mãos sobre as do rapaz com intuito de retira-las dali, mas perdeu os movimentos ao sentir os quentes lábios do rapaz repousarem em seu pescoço – O que... está fazendo? – ela indagou corando ao notar seu tom fraco e falhado.
-Entrando no clima do filme... – ele murmurou apertando-lhe o corpo contra o seu.
-Pare com isso... – ela murmurou com a voz rouca – Ou vou embora!
-Desculpe... – ele soltou a jovem no mesmo instante – Mas não vá... – ele sussurrou-lhe aos ouvidos.
-N-não vou... - ela sorriu e enlaçou-lhe a mão – Só se comporte!
-Certo... – ele sorriu vendo a jovem encarar-lhe docemente – Vamos comer algo antes de começar a ensaiar?
-Vamos! – ela aumentou o sorriso sendo guiada pelo rapaz.
Ambos fizeram um reforçado lanche enquanto conversavam sobre os mais diversos assuntos. Em seguida o rapaz a guiou para o andar superior do apartamento onde pôde ver um lugar amplo e quase vazio. Provavelmente era ali que ele ensaiava... Havia ali apenas um sofá e uma pequena geladeira.
-Costumo ensaiar aqui... é bem espaçoso.
-É sim... – a jovem sorriu pouco antes de sentir o jovem abraçar-lhe pelas costas.
-E então... por onde vamos começar?
-V-você decide... – ela murmurou sentindo a respiração quente do rapaz chocar-se contra seu pescoço.
-Que tal depois daquela gostosa noite de sono, hãn?
-Desde que eu não tenha que ficar nua de verdade... – a mulher sorriu com sarcasmo.
-Ah... era justo o que eu queria! – ele resmungou colocando os lábios sobre a bochecha da jovem.
-Pois vai ficar só querendo... – ela murmurou sedutoramente quase que inconscientemente.
-Tudo bem então... – ele sorriu soltando a jovem e indo até o sofá, o abrindo. Sim... era um sofá-cama – Venha! – ele estendeu-lhe a mão, a qual a jovem segurou subindo na cama improvisada.
-Ok... – ela suspirou deitando-se ao lado do rapaz, dando-lhe as costas.
-Hum... – ele abraçou-lhe depositando a face ao lado da sua – Vamos começar?
-Eu acordo e fico desesperada pra ir embora. Estou certa?
-Correta! Vamos lá!
-Ok! – ela respirou fundo fechando os olhos. Ela soltou um suspiro demorado virando-se na direção do rapaz – Inu...? – ela piscou algumas vezes acariciando-lhe a face e soltando um sorriso em seguida. Ela retirou o braço do rapaz de sua cintura levantando-se lentamente da cama – Droga! – a jovem fingiu começar a procurar por suas roupas intimas que provavelmente estariam espalhadas pelo chão do quarto.
-Kagome...? – ele murmurou vendo a jovem repousar uma das mãos em uma porta imaginária.
-Ah... te acordei! Desculpe! Eu...!
-Aonde vai? – ele elevou-se da cama indo até a jovem a abraçando pela cintura – Pensei que fosse ficar aqui comigo...
-Mas é que... Eu... Eu... – ela mordeu os lábios, os olhos marejados – Preciso ir... meu... irmão... e...
-Kagome... Olhe pra mim... – o jovem segurou a face da moça entre as mãos – Relaxe um pouco... Eu sei que desde ontem você está tensa e triste... Precisa se despreocupar um pouco!
-Mas, Inu-Yasha! É muito difícil! Será que não entende? Eu...!
-Calma... Você não pode fazer mais nada agora... Vão crema-lo e quando essa hora chegar nós estaremos lá, ok? – ele indagou-lhe e ela acenou positivamente com a cabeça. Ele sorriu levemente apertando-lhe fortemente contra o peito aquecido – Agora se alimente direito e relaxe ao menos um segundo!
-Obrigada por tudo, Inu-Yasha... – ela murmurou enlaçando os braços ao redor do corpo do jovem.
-Não precisa agradecer afinal de contas, eu te amo, não amo?
-Não sei... – ela sorriu inocentemente.
-Ainda duvida?
-Não... – ela riu encarando-lhe a face carinhosamente.
-Eu acho que você devia parar de desconfiar do Inu-Yasha, ele te ama...
-Não sei Kagura... Algo me diz que ele é algo mais do que amigo da Kagome...
-Ah... deve ser por causa do filme... Antes eles não gostavam nem um pouco um do outro. Agora com esse filme eles começaram a conviver e começaram a gostar um pouco um do outro... Mas não acho que passe de uma amizade...
-Não sei Kagura... Ainda não consigo confiar inteiramente nele... É como se algo me dissesse que ele está me traindo com a Kagome, entende?
-Olha, você tem a chave da casa dele, não tem?
-Tenho.
-Então por que você não vai de surpresa na casa dele agora? Assim vê se ele está ou não te traindo?
-Por que agora?
-Por que eu vi a Kagome e ele indo para o apartamento dele.
-O que...?
-Ela está lá agora! É uma boa oportunidade para você saber se está rolando algo entre eles.
-Hum... certo. Vou lá agora mesmo! – a jovem atriz Kikyou levantou-se saindo do café que estava com a amiga, seguindo para o apartamento do namorado.
Ela adentrou o prédio logo alcançando a porta do apartamento, a qual abriu lentamente pondo-se para dentro. Ela pode ouvir a voz do namorado vir do andar superior, seguindo para lá em seguida. Lentamente pôs-se a espiar pela fresta da porta entreaberta. Apurou a audição fitando os dois atores lá dentro.
-Kagome... Olhe pra mim... – ela viu o namorado segurar a face da companheira entre as mãos – Relaxe um pouco... Eu sei que desde ontem você está tensa e triste... Precisa se despreocupar um pouco!
Kikyou sentiu o coração se apertar ao ver tais cenas.
-Mas, Inu-Yasha! É muito difícil! Será que não entende? Eu...!
-Calma... Você não pode fazer mais nada agora... Vão crema-lo e quando essa hora chegar nós estaremos lá, ok? – Kikyou viu a outra acenar positivamente com a cabeça. O namorado dela sorriu levemente apertando a outra fortemente contra o peito – Agora se alimente direito e relaxe ao menos um segundo!
-Obrigada por tudo, Inu-Yasha... – a "rival" murmurou enlaçando os braços ao redor do corpo do rapaz que a acompanhava.
Kikyou sentiu-se encher de raiva e ciúme.
-Não precisa agradecer afinal de contas, eu te amo, não amo?
A jovem de longuíssimas madeixas sentiu os orbes ficarem marejados. Ela mordeu os lábios tentando evitar ruídos. Não queria ser descoberta pelos dois amantes.
-Não sei... – a odiada Kagome sorriu inocentemente.
-Ainda duvida?
-Não... – a "rival" riu encarando a face do rapaz a sua frente carinhosamente.
Kikyou afastou-se da porta descendo as escadas e saindo da casa do "namorado". Sentia-se traída, humilhada, enojada. Sentia raiva do "namorado" e ainda mais raiva da garota metida que o acompanhava. As lágrimas cortavam-lhe a face com rapidez, mais rapidez do que ela mesma corria em direção do café que deixara a amiga. Queria poder contar ao menos com Kagura agora.
Inu-Yasha sorriu verdadeiramente para a garota tão bela a sua frente. Respirou fundo esquecendo-se do filme e abraçando a jovem com carinho. Ela o tentava... sim... Realmente Kikyou tinha motivos para ficar com ciúmes... A jovem piscou algumas vezes repousando as mãos na cintura do rapaz tentando afastar-lhe. Logo ela pode notar os olhos dele fitando os seus gentilmente. Entreabriu os lábios para protestar contra as atitudes do rapaz, mas foi impedida pelos lábios quentes dele que pressionavam os seus. Os orbes da jovem arregalaram-se imediatamente. Uma das mãos dele escorregou para sua nuca que foi levemente massageada. A jovem, com o coração disparado, foi se rendendo aos poucos, retribuindo, assim, aquele beijo tão provocante que o jovem iniciara. Os lábios que moviam-se em sincronia se afastaram ao som musical eclodir no quarto.
-Droga! – a jovem empurrou o rapaz correndo até a bolsa que havia colocado no chão ao lado da porta. Abriu a bolsa e pegou o aparelho celular – Oi, amor! Tudo bem?
-Hump... – Inu-Yasha murmurou sentando-se na "cama".
-Oi, K-chan! Onde você está?
-Eu... – ela desviou o olhar para o rapaz ao lado corando levemente – Na casa do Inu-Yasha... estávamos repassando algumas cenas...
-Ah... Sei...
-Deixe de ser ciumento, Kouga! – ela ordenou sabendo da rivalidade dos dois rapazes.
-Você sabe que eu não gosto desse cara!
-Eu sei, amor, mas... Não fique com ciúmes... – ela murmurou pensando seriamente se ele não devia sentir ciúmes, afinal, Inu-Yasha a beijara e ela retribuíra!
-Aconteceu alguma coisa?
-Que?
-Sua voz está estranha...
-Ah! Não... não aconteceu nada! – ela deu um riso seguido de um suspiro – Me ligou pra que?
-Queria jantar com você, mas acho que você está ocupada agora...
-Ah... eu já jantei...
-Com esse idiota?
-Kouga! – ela exclamou pensando ainda mais seriamente se seu namorado não estava desconfiando dela e de Inu-Yasha – Nós dois saímos da gravação e viemos pro apartamento dele. A gente comeu e foi ensaiar... Então você me ligou...
-Desculpe... mas... Você sabe... ele já me roubou uma garota antes...
-Sou toda sua, não se preocupe...
-Cah! – o rapaz ao lado exclamou fazendo Kagome corar violentamente.
-Certo... Posso te buscar?
-Pode... afinal de contas, é só atravessar o corredor, não?
-É sim, K-chan... Estou indo aí! Beijos.
-Beijos, Kouga.
-Até.
-Até... – Kagome desligou o aparelho guardando-o na bolsa.
-Aquele imbecil vai vir aqui?
-Meu namorado, Inu-Yasha. É Kouga, não imbecil. E sim, ele está vindo. – ela respirou fundo colocando a bolsa no braço.
-Kagome...
-Escuta, Inu-Yasha... – a jovem encarou o rapaz pela primeira vez depois do ocorrido – Não espelhe o que aconteceu aqui... ok? – ela indagou seriamente.
-Só por que você retribuiu meu beijo? – ele a encarou levantando da "cama".
-Inu-Yasha... Por favor... – ela continuou a implorar-lhe.
-Vou ver o que posso fazer... – ele respondeu enlaçando a garota em um abraço apertado impedindo-a de se afastar.
-Você NÃO irá contar a ninguém! Não é? – ela exclamou encarando-lhe os orbes. Ele sorriu beijando-lhe os lábios com carinho.
-Não conto... Prometo... – ele sorriu soltando-lhe e acariciando-lhe a face.
-Obrigada... – ela deu um meio sorriso suspirando.
A campainha soa no andar de baixo e os dois seguem até lá abrindo a porta. Kouga se encontrava lá e não parecia nem um pouco animado de ver a namorada ali.
-Kouga! – a garota exclamou sendo arrastada para fora pelo namorado.
-Espero que não tenha encostado um dedo nela! – o rapaz retrucou abrindo a porta do próprio apartamento.
-Em nem meio fio de cabelo. – Inu-Yasha respondeu para o alívio da corada Kagome.
-Até amanhã, Inu-Yasha! – ela sorriu e foi "empurrada", em seguida, para o apartamento do namorado.
-Até logo... K-chan... – ele murmurou à porta fechada a sua frente entrando em seu próprio apartamento – Minha K-chan... – ele resmungou suspirando.
Caminhou lentamente até seu quarto olhando a hora no celular... Onze horas... Soltou outro suspiro enquanto se atirava sobre o colchão macio da cama. Seus olhos violetas percorreram o teto da casa enquanto a imagem da jovem não saía de sua mente... Tocou levemente os lábios com a ponta dos dedos... Como desejava imensamente aquela garota!
Percorreu o quarto com o olhar fitando intensamente uma peça de roupa caída no chão do quarto. Levantou-se indo até ela pegando-a nas mãos... A camiseta que Kagome usara... Ele sorriu respirando fundo para poder sentir o aroma adocicado da jovem atriz. Aumentou o sorriso ao cheiro feminino inundar-lhe as narinas... Atirou-se de costas na cama apagando o sorriso.
-Merda... – murmurou pegando o telefone celular e discando alguns números.
-Fala ignorância.
-Irmãozinho, tem noção de onde foram comprados os colchões de ar?
-Por que quer saber?
-Por que acabei de explodir o da minha cama...
-Sango... o que acha de fazermos algo diferente?
-Por que nós dois?
-Oras... Você uma garota tão bonita e delicada... Minha namorada querida!
-Miroku, sou sua namoradinha no filme, agora, na vida real não passo de sua amiga distante!
-Distante?
-Distante de você seu pervertido!
-Ahhh... desculpe-me Sangozinha! – o rapaz resmungou fitando a jovem ao seu lado – Você sabe que não consigo me controlar!
-Quando quer você se controla! E NUNCA MAIS me chame de Sangozinha! – a garota replicou dando-lhe um leve tapa na cabeça.
-Ahhhhhhhhhh... Mas vamos fazer algo legal? Que tal um passeio? Hum... Ou então uma janta!
-Não está muito cedo pra jantar? – a jovem indagou constatando que eram apenas seis e meia.
-Então façamos os dois! Podemos ir a um parque! E depois quando escurecer bastante te levo pra casa, você se arruma e eu te levo pra jantar! – ele respondeu animado.
-Por que tanta insistência em me levar pra sair? – ela indagou fitando o céu. Um leve rubor pintando-lhe as bochechas.
-Por que eu gosto de você. – ele sorriu gentilmente vendo a jovem lhe fitar espantada – De verdade.
-Miroku... – ela murmurou sorrindo levemente, mas logo se arrependendo e acertando-lhe um soco na cabeça – Esqueça! Eu NÃO vou sair com você seu tarado sem vergonha! – ela levantou-se furiosamente do café onde se encontrava com o rapaz, levando a bolsa junto e deixando o pervertido esbofeteado para traz – Esse Miroku... vou te contar! Não pode dar uma brecha que ele se aproveita! – ela murmurou lembrando do modo como o rapaz repousara o braço em seus ombros pouco antes de levar o primeiro tapa – Pervertido! – ela exclamou chamando a atenção de algumas pessoas.
Corada, Sango chamou a atenção de um dos táxis adentrando-o e dando seu endereço ao motorista. Suspirou fitando o céu azulado pela janela do carro em movimento. Piscou algumas vezes tentando fazer com que as lágrimas que beiravam seus orbes achocolatados não escorressem. Miroku era novamente o culpado... a iludia de tal forma somente para se aproveitar dela! Isso não era justo! Ela o amava! Sabia disso, embora negasse! E ele só a usava... isso a machucava! Machucava demais!
A garota pagou o taxista descendo do automóvel adentrando, em seguida, em seu prédio. Acionou o elevador, adentrou-o e foi até a porta de sua casa. Deixou a bolsa sobre o sofá se dirigindo rapidamente ao banheiro. Lavou a face se olhando no espelho por alguns minutos. Despiu-se após a banheira morna estar cheia o suficiente para que pudesse adentrar. Sentou-se calmamente suspirando... Era o que precisava agora... Um demorado banho...
Somente saiu da banheira depois que sentia-se enrugada e que as lágrimas haviam cessado. Moveu-se lentamente até o quarto, deixando um rastro de pingos pelo caminho feitos por seu longo cabelo castanho. Olhou para o relógio sobre o criado mudo... Oito e trinta, este marcava. Abriu as portas do guarda-roupa deixando a toalha deslizar até o chão. Olhou para as roupas sentindo-se entristecida. Nada que ela gostasse... Deixou um suspiro escapar dos lábios ao ouvir o celular tocar. Foi até a sala e tirou-o da bolsa atendendo-o ao chegar no quarto e se colocar na frente do guarda-roupa.
-Fala, Inu-Yasha.
-Sango, quando for se mudar, por favor, feche a cortina, ok?
-QUE?
-Não grite! Estou te fazendo um favor ao avisar que dá pra ver você do meu prédio!
-AHHHHH! – a jovem atriz correu até a janela fechando-a imediatamente – Obrigada, Inu-Yasha!
-Só tente não gritar ao telefone que eu não sou surdo, ok?
-Ah! Desculpe! – ela deu um meio sorriso – Obrigada mesmo!
-De nada... Ou você acha que eu ia deixar verem minha priminha pelada pela janela, hãn?
-Ta bom... Era só isso... priminho? – zombou ela sorrindo.
-Sim... era só isso, sim...
-Certo...
-Só fique mais atenta, ok?
-Certo...
-Não deixe aquele pervertido te abalar tanto, ok?
-O que...?
-Tenho que desligar prima. Beijo!
O telefone ficou mudo. Sango fechou os olhos atirando o celular sobre a cama acendendo a luz em seguida. Fitou o guarda-roupa. Sorriu e decidiu fazer uma pequena visita ao seu adorável consolador: o Shopping. Puxou uma saia de pregas preta e uma Baby Locke azul. Pegou um All Star cano longo e correu até a porta colocando o celular de volta na bolsa. Calçou o tênis, pegou a bolsa e pôs-se para fora do apartamento. Desceu até a garagem adentrando em seu Golf preto. Colocou o óculos escuro que permanecia no carro dando a partida em seguida.
Depois de horas dentro do Shopping, retornou para a casa repleta de sacolas. Roupas, calçados e assessórios... Largou as sacolas no chão do quarto estirando-se na cama. Fitou o teto por algum tempo... sentia-se triste ainda... Geralmente depois de uma visita ao shopping tudo voltava ao normal! Sussurrou alguns palavrões fitando o relógio... realmente ficara um bom tempo presa naquele engarrafamento... Sacou o celular.
-Oi, Sango-chan! Como está?
-Olá, Kagome-chan... Pode conversar agora?
-Claro que posso! Onde você está?
-Estou em casa... Mas não precisa vir aqui, sua casa é muito longe.
-Ah! Sango! Eu estou aqui no Kouga! É um pulinho e eu estou aí, ok?
-Obrigada, amiga...
-De nada! – Sango escutou a amiga rir – A gente já se vê!
-Sim... Beijos.
-Beijos, Sango-chan!
O telefone emudece e Sango larga o celular sobre a cama. Estava cansada, eram onze horas, mas sabia que se o shopping não funcionara era por que precisava falar com alguém. E urgentemente... Não se demorou muito e a campainha já soava acordando-a de seus pensamentos. Levantou-se da cama atendendo a porta.
-Olá K-chan! – ela sorriu abraçando a amiga com carinho.
-Oi, Sango-chan... Agora me conta o que aconteceu pra você estar com essa carinha! – Kagome sorriu encarando a face da amiga – Foi o pervertido, não foi?
-Todo mundo está adivinhando, é?
-Todo mundo?
-Meu primo me ligou e disse, do nada, para que eu não deixasse o Miroku me abalar tanto! – a garota bufou sentando-se no sofá – Está tão na cara que eu gosto dele?
-Quer que eu diga a verdade, amiga? – a outra indagou encostando a porta.
-Claro!
-Está muito na cara... – ela deu um meio sorriso sentando-se ao lado da amiga.
-Ah... eu não sei mais o que fazer, K-chan! O Miroku me irrita! Parece que ele só me diz coisas bonitas pra aproveitar minha burrice, por acreditar, e passar a mão em mim! AHHHHHHHH! Eu sinto vontade de matar ele!
-É normal... – Kagome sorriu e Sango olhou-a com a sobrancelha elevada – Digo... é normal que queira mata-lo! Mas o Miroku não faz por mal! Ele diz o que sente e em seguida estraga tudo! Isso é uma característica marcante dele!
-Mas não deixa de me irritar... – a jovem suspira fitando a amiga – Mas... as coisas que ele diz... É tudo besteira, né?
-Com você eu acho que não... – a garota sorri com a surpresa da amiga – Sango, o Miroku gosta muito de você! Eu sei disso!
-Gosta nada!
-Com as outras garotas, ele fala o que vem na mente e faz um sorriso mais do que pervertido surgir. Com você não... Ele fala como se tivesse passado a noite inteira ensaiando para te dizer as palavras certas e os sorrisos dele pra você são sinceros! Mas... – a garota suspirou – Ele ainda não conseguiu deixar de ser pervertido...
-ARGH! Que ódio! Eu ainda me mato por gostar desse pervertido!
-Ao menos ele não é imbecil... – Kagome deixou escapar fitando o céu através da janela aberta.
-O Kouga é imbecil?
-Que...? – Kagome indagou encarando a amiga.
-Você disse que ao menos o Miroku não é imbecil... Imbecil como quem, se não é do Kouga que você está falando?
-Hum! – a jovem corou desviando o olhar para as mãos – D-de ninguém, oras! Só que... uma vez uma amiga minha namorava um cara muito imbecil... E... não durou muito, entende? – a jovem remendou sorrindo levemente.
-Mentira!
-Verdade, Sango-chan!
-Sua cara! É mentira!
-Hum...?
-Você fica vermelha quando mente! – Sango sorriu vendo a face da amiga aumentar o rubor – Fala a verdade! AHHHHHHH! Por acaso você está gostando de outro?
CONTINUA...
