CAPITULO 5 – CONFISSÕES

O dia havia começado tranqüilamente. O sol batia forte nas janelas naquele começo de verão. House havia chegado, curiosamente no horário, pra dizer que não havia nenhum caso interessante.

Ele estava sentado à frente do computador, rindo.

Cameron que estava sentada a mesa, o olhava, até que finalmente perguntou:

- O que você está fazendo?

- Olhando currículos.

- Vai mesmo contratar alguém? – perguntou novamente, curiosa.

- Com certeza. Estou pensando em contratar uma loira peituda pra competir com você.

Cameron rolou os olhos, e encarou quem está a sua frente.

Chase. Que tinha uma caneta na boca, fazendo cruzadas numa revista qualquer. Aparentemente ignorava o que House dizia.

Cameron discretamente dava olhares a ele, mas ele sequer levantou a cabeça para vê-la.

Como posso voltar a ter um relacionamento com Chase se ele nem ao menos vê que estou na sua frente?

- Com licença?

Os três se viraram para a porta.

- Entre. – House pediu e Andréa passou pela porta de vidro. – Bom dia, Ex-Quase Dra. Chase.

Andréa riu, e olhou para Chase, que devolveu um sorriso e um olhar divertido.

Cameron assistia a cena, com os punhos fechados por debaixo de mesa. Apertava com tanta força, com tanta raiva de Andréa, que as unhas machucavam a palma da sua mão.

- Bom dia, Dr. House. Eu posso roubar Robert por alguns segundos? – ela pediu, acentuando bem o nome de Chase com o sotaque inglês.

- Robert? É claro. Ao menos que você queira me roubar.

- Temo que não.

Chase se levantou, e os dois saíram pela porta.

House voltou ao computador, e Cameron furtivamente, olhava os dois conversando do outro lado do vidro, no meio do corredor.

- Como você está no dia de hoje? – ele perguntou para Andréa.

- Bem e mau, ao mesmo tempo. E você?

- Também. – ele concordou com a cabeça.

- Sem casos? – ela perguntou, balançando a cabeça na direção da sala, por um segundo ela viu o olhar de ódio de Cameron. Estreitou os olhos. Achou que era sua imaginação.

- Nenhum. House não encontrou nada que não fosse chato.

- Então você não está fazendo nada?

- Não.

- Quer almoçar comigo? Por minha conta.

Chase gargalha.

O estomago de Cameron revirou, e o coração dela disparou.

Ah, Deus! – ela gemeu alto, controlando o nervoso.

- Claro. – Chase respondeu. – Eu sei que você não acredita, mas... eu queria acender uma vela por ele. Você pode me encontrar na capela em... em meia hora?

Andréa respondeu com um sorriso:

- Com certeza. – deu um passo e lhe deu um beijo no rosto. Cameron arregalou os olhos. – Até daqui a pouco.

Chase a seguiu com os olhos, vendo-a andar no corredor.

Cameron gemeu de insatisfação novamente, e ouviu House gargalhar, olhando para ela.

Ela, envergonhada, baixou a cabeça.

Deus, esse ciúme tá me corroendo!

XXX

Andréa andava pelos corredores do Princeton Plainsboro Hospital, como se somente seu corpo estivesse ali. Seu pensamento, sua alma, seu coração estavam sentados num gramado verde num cemitério centenário na Inglaterra.

A sua frente, ela viu Dra. Cameron. Chacoalha a cabeça. Ainda não consigo compreender Robert.

- Dra. Cameron! – ela exclamou.

- Dra. Shepard, precisa de ajuda? – Cameron soltou, sem um mínimo de emoção.

- Sim, estou procurando a capela. Poderia me informar a direção?

Cameron a observou, odiando aquele sotaque. Amava o sotaque de Chase, mas a voz de Andréa a irritava.

- Claro. – tentou ser gentil. – Eu estou indo na mesma direção Eu te levo.

- Obrigada.

- Como estão as coisas na equipe do Foreman? – ela tentou puxar assunto. Precisava de informações.

- Bem, ele é um grande médico. Às vezes, parece tudo muito fácil com ele.

- Está gostando de Nova Jersey?

- Sim, até que estou. Na verdade, não tive muito tempo pra dar umas voltas, mas gosto do que eu vejo.

- E Chase? – Cameron perguntou com o estomago queimando.

- O que tem ele?

- É bom ter um amigo por perto nesses casos, certo?

- Ah sim! Claro que nós não temos mais tanta coisa em comum como antes... – Cameron levantou as sobrancelhas ao ouvir isso. – Mas Robert é alguém importante do meu passado. E resgatar amizades é importante.

- Realmente. Chegamos. – Cameron apontou para uma sala com portas escuras de madeira.

- Obrigada, Dra. Cameron.

- Não há de quê, Dra. Shepard.

Cameron deixou Andréa pra trás e seguiu o corredor a esquerda, indo na direção dos elevadores. Mas pelo canto do olho, viu Chase no corredor a sua direita. Não querendo que ele a visse, deu um passo mais rápido, e entrou em um nicho a esquerda no mesmo corredor que estava. Parou ali, e esticou o pescoço para poder saber a direção que Chase tomava. Ele entrou a sua esquerda, e entrou na capela.

O seu estômago revirou. Andréa estava lá.

Ela andou como um felino até a capela. Viu Andréa sentada no primeiro banco, e viu Chase andar até lá. Entrou tentando não fazer barulho, e rapidamente se escondeu novamente num nicho que dava entrada a uma porta.

Somente os dois estavam lá diante do altar. Podia ouvi-los.

O que está fazendo, Cameron? Ouvindo a conversa dos outros? Ela se recriminou. Mas a curiosidade era maior.

Sentia que Andréa era uma ameaça. Precisava fazer alguma coisa.

- O único momento que imaginei de te ver numa igreja seria no nosso casamento. – Cameron o ouviu dizer.

Andréa riu.

- Acho que nem isso, certo? Afinal nós não casamos.

Cameron o ouviu rir. Seu coração deu um sobressalto. Como era apaixonada por aquela risada.

Chase andou até o altar, e acendeu uma vela próxima a ele.

Andréa continuava:

- Incrível como este hospital é barulhento. - Chase se virou e se sentou ao lado dela no banco de madeira.

Cameron deu uma esticada no pescoço para poder vê-los, e odiou a aproximação deles.

Andréa está sentada em frente ao altar, e Chase se senta atravessado, com uma perna de cada lado do banco.

- Você se importa se eu fazer uma oração por nós dois? – ele perguntou.

- De forma alguma. – Andréa respondeu.

Ele pegou sua mão, e o coração de Cameron disparou.

Aquilo estava íntimo demais!

Cameron suspirou, tendo o estômago fervendo.

- "Pai Nosso... – ele começou com os olhos fechados. Andréa não o imitou, mas ficou fitando o chão, perdida em pensamentos. - ... livrai-nos do mal. Amém."

Andréa virou o rosto e viu Chase a fitando.

- Amém. – ela repetiu.

Chase levou a mão dela aos lábios e deu um leve beijo.

- Odeio esse dia. – ele murmurou.

- É. – ela concordou. – Eu também. Sabe que num dia como esse, eu sempre... dirijo até Abney Park ..., e na volta, eu sempre passo naquele restaurante nojento em Camden Place pra comer aquele peixe gorduroso que você gostava.

Chase sorriu.

- Ainda gosto. Tem um restaurante chinês aqui perto que faz exatamente como eu gosto.

Andy fez uma careta de nojo e Chase riu.

Cameron fechou os olhos e também fez uma careta. Mas uma careta de dor. Sentia um ciúme e uma inveja profunda daquela intimidade.

Andy suspirou e olhou para o altar.

- Então, - começou Chase. – você continua atéia?

- É surpresa pra você?

- Não. É que... não sei, depois de tantos anos, achei que as coisas pudessem ter mudado.

- Não. Não mesmo. Eu não acho que tenha mudado nesses cinco anos. Talvez... talvez tenha ficado mais triste. Como você ficou.

Chase não retrucou. Suspirou e coçou os cabelos com uma das mãos.

- Um pouco. – ele disse, em seguida.

Andréa riu levemente.

- Sabe... tem uma pergunta que eu queria lhe fazer a muito tempo. – ela disse, virando pra ele.

Chase a olhou curioso. Cameron redobrou a atenção.

Andréa continuou:

- Você acha que... acha que ainda estaríamos juntos... se não tivesse acontecido... o que aconteceu?

A mente de Cameron viajou. O que será que aconteceu?

- Acho que sim, Andy. – Chase respondeu. – O que não nos faltava era amor.

- Mesmo assim. Amor não é tudo. Criar uma família é complicado. Deveres, responsabilidades, rotina...

- E eu ainda acho que teríamos continuado juntos. Teríamos nossa família.

Família?

Chase continuou:

– Nós teríamos tido a cerimônia suntuosa como era o sonho da sua mãe...

Andy lembrando, chacoalhou a cabeça, e começou a rir.

- Com 400 convidados... – ela continuou.

- ... no castelo de Warwick.

- Minha mãe é louca. – Andy gargalhou.

- Seu pai ia matar aqueles marrecos que se empoleiravam no telhado da sua casa, e teríamos pato assado no buffet.

Andy riu ainda mais.

Cameron se pegou sorrindo, imaginando os patos. Só que imaginou ela gritando com o pai, o pedindo pra parar, não Andy.

Ela conseguiu imaginar Chase num lindo terno branco, andando num gramado verde em frente a um castelo medieval, a esperando.

Lágrimas molham seu rosto, e a sensação de que nada daquilo poderia um dia ser real a invadiu. O seu pensamento foi interrompido pela risada deliciosa de Chase, que continuava a imaginar a sua cerimônia de casamento:

- ... você usaria aquele vestido horroroso da sua vó...

- Eu lembro do Liam experimentando ele.

- Rasgando ainda mais aquele troço velho. – ele gargalhou com ela.

- Por que que o meu irmão tinha que fazer isso?

- Porque sua mãe e sua vó queriam saber como ficaria em você.

- Eu podia ter experimentado.

- Não ia caber em você.

- Não me zoa, Robbie. – lhe dando um tapa no braço.

A feição do rosto deles mudou. Uma lembrança os remeteu novamente a consternação. Andréa baixa a cabeça e suspira alto.

- De qualquer maneira, eu teria estragado o vestido, do mesmo jeito que Liam estragou. – ela se defendeu.

Chase riu, triste.

- Nós teríamos nos mudado para a minha casa em Covent Garden, onde você colocaria hortênsias azuis nas janelas, ameaçando cair na cabeça das pessoas. Nós compraríamos um labrador, e criaríamos uma família enorme. Eu teria que trabalhar três turnos por dia no HCA pra alimentar todas as bocas. Inclusive a do cachorro.

Andréa estreitou os olhos.

- E eu não ia trabalhar?

Chase fez uma careta engraçada, como se o que ela tivesse dito fosse a coisa mais absurda do mundo.

- Claro que não. – ele respondeu, como se fosse óbvio.

Andréa riu, chacoalhando a cabeça.

- É claro que nós estaríamos juntos, Andy. – ele confirmou. – E felizes.

- Você acredita em... em destino? – ela lhe perguntou.

- Eu não sei. – ele disse e fez uma pausa, olhando para o nada. – Tudo o que vimos nos filmes, nos livros... até mesmo na religião, sugere que o destino é um conto de fadas. Um final feliz. Você luta toda sua vida por isso, certo? Eu tentei. Juro que tentei. E... não há uma única pessoa que eu ame que esteja do meu lado agora. Esteja de verdade.

Andréa o olhou, e pegou na sua mão. Ele continuou:

- Isso é destino? Eu perdi todas as pessoas que eu amei. Todas. Sem exceção. Inclusive você. O que é estar destinado a algo? Se o destino é algo bom, por que eu estou sozinho?

- Acho que eu sou a pessoa menos indicada pra responder isso, Robbie. O meu fadado destino está ligado ao seu.

- Engraçado como isso soa patético. – ele disse, rindo.

- É. – ela concordou, rindo.

- Você acha que não vamos mais ter chance nenhuma?

- Chance de que?

- De felicidade. Amar de novo, ser feliz de novo...

- Nesses cinco anos, você não teve nenhuma perspectiva disso?

- Talvez, nós últimos quatro meses. – ele fez uma careta, se achando ridículo. Cameron aparecia na sua mente, sem ele perceber.

Cameron deixa as lágrimas rolarem pelo seu rosto.

- Pois é. Você compartilhou seus sonhos com uma mulher que queria só o seu...

- Não termine isso. – ele a interrompeu. – Estamos numa igreja.

-... pênis. – ela murmurou pra ele.

- Andy! – ele a recriminou.

Cameron arregalou os olhos molhados. Andréa sabia sobre ela. Sabia sobre o relacionamento que ela e Chase tiveram. Ele tinha contado tudo.

- Ao menos isso ela não pode reclamar. Você sempre foi...

- Andy! – Chase olha para a porta, pra ver se não há ninguém ouvindo.

-...hábil.

Cameron ainda estava em choque, ouvindo as palavras de Andréa. Ela lembrou das noites que teve com Chase. Como o sexo era incrível. Como ele a fazia se sentir única.

- Por favor, Andy!

- Pára, tá! Você nunca teve vergonha de falar sobre isso comigo.

- Mas era diferente. Era sobre você e eu.

- Vou perguntar pra ela se você continua habilidoso.

Chase a olhou, começando a se irritar. Cameron levou a mão a boca, segurando o choro.

- Tá, tá, desculpe. Eu paro.

- Nós somos patéticos. – ele confessou.

- É, não é? Ah, Robbie, onde foi que erramos? Afinal de contas, era pro mundo ser nosso. Nós somos o estereótipo perfeito. Eu e você. Bonitos, ricos, inteligentes, atraentes, de boa família, bom nome, boa profissão. Eu e você deveríamos ser as pessoas mais felizes do mundo.

Chase riu, concordando.

- O que aconteceu foi o acaso, Andy. Encontramos algo que não é possível lutar contra.

- Isso é contraditório. Se não vamos vencer pra que lutar? Se existe Deus, pra quê a Medicina? É a grande questão da humanidade. Se ele vai tirar, porque dar? Pra que? Pra me passar uma maldita lição? Sendo uma pessoa rica, eu não posso ter tudo?

- Talvez essa lição seja pra mim, não pra você.

- Por que?

- Como uma punição.

- Punição? Por que Ele te puniria? Você sempre foi perfeito. Você é ótimo e dedicado em tudo o que faz. Filho perfeito, namorado perfeito, primeiro aluno da turma, o melhor médico residente em Oxford... Tenho certeza que House pode dizer o mesmo.

Chase riu.

Cameron pensou. Ela está certa. Você é perfeito, Chase.

- Eu digo punição, por ter abandonado o seminário.

Andréa começou a rir.

- Ah não. Me diz que você não acredita nisso.

- Não. Não acredito. Mas já me fez pensar.

- Você pode amar a Deus de outra maneira a não ser sendo padre, Robbie.

- Eu sei. Foi o que o monsenhor me disse quando desisti. A questão é que eu falhei, como seminarista, e como pai de família.

Andréa se comoveu, e o abraçou.

- Você não falhou. Se alguém errou aqui, foi Ele.

A cabeça de Cameron começou a girar mais rápido. Do que eles estavam falando? Deus errou em que com eles?

O celular de Chase começou a tocar. Eles se soltaram dos braços um do outro, e Chase atendeu

- Chase... Estou indo. – e desligou. – É House. Tenho que ir.

- Vou com você. Meu horário de lanche acabou faz tempo. Ainda bem que Foreman compreende.

- Você contou a ele?

- Ah... não... disse que era problema de mulher.

- É, conveniente.

Andréa deu uma tapa no braço dele.

- Mal-educado. – ela resmungou.

Eles saem da capela, seguindo na direção dos elevadores, quando Chase deu um passo pra trás.

- Ouviu isso? – ele perguntou.

- Isso o que?

Chase voltou para a porta da capela, olhando lá dentro, com uma ruga enorme na testa.

- Achei ter ouvido um celular tocando.

- Não era de alguém aqui fora?

- Talvez. – ele deu de ombros e vão embora.

Dentro da capela, Cameron segurou a respiração, tendo o celular nas mãos. Ela olhou para o visor e vê: HOUSE CHAMANDO.

Suspirou. Oh, Deus! O que aconteceu com Chase?

X

Ela chegou a sala de reuniões. Chase estava lá ao lado de House, em frente a cafeteira.

Ela suspirou, passando a mão pelo rosto, sentindo pra ver se não estava mais molhado de lágrimas.

Entrou, tentando não fazer barulho, mas os dois se viraram para ela.

- Onde você estava? Por que desligou o celular na minha cara? Por que está com os olhos vermelhos? Estava chorando?

Ela encarou Chase, que estava curioso.

- Almoçando. Porque estava almoçando. Estou com sono. E não. – ela respondeu como se fosse um questionário.

- O quê? – House não entendeu.

- Respondida suas perguntas? – ela começou a se irritar.

- O que está havendo com você?

- Algum caso interessante? – ela ignorou a pergunta. Estava odiando aquilo. Aquela conversa na capela estava fazendo sua mente pirar. Não conseguia sequer ver algo nos olhos de Chase.

- Não fuja da pergunta. Por que está tão irritante? O ciúme já invadiu seus neurônios? – House continuou.

Cameron olhou Chase, que devolveu um olhar que ela desconhecia. Como se ele não se importasse nem um pouco com o que House disse. Como se, não se importasse, se ela fosse sentir ciúmes mesmo.

Será que ele...? Será que ele não se importa se...?

- Quando você resolver dizer qual o motivo da ligação no meio do meu almoço, eu vou estar aqui. – ela disse, se sentando.

House gargalhou.

Ela levantou a cabeça, e encontrou o olhar de Chase. Aquele mesmo olhar de minutos atrás. Um olhar diferente.

Naquele momento, o coração de Cameron amoleceu. O que será que aconteceu na Inglaterra? Por que ela sentia que algo de tão terrível o machucou, a ponto de ficar tão magoado com a falta de entusiasmo dela no relacionamento que tiveram?

Cameron baixou a cabeça, e fechou os olhos.

Se sentia culpada. Culpada por não ter visto que Chase não é qualquer um. Não é um homem como House, Foreman ou até mesmo, Matthew.

Como iria consertar aquilo agora?

XXX

N/A: Pronto mulherada. Me desculpem pela demora. Mas finalmente terminei o capitulo. Na verdade, houve varias modificações. Ele seria mais longo, mais dramático, e tirei tudo isso. Deixei assim para poder postar logo, e para vocês pararem de me encher. Acredito que o capitulo seis saia logo, porque esse capitulo era pra ser longo, então muita coisa já foi escrita, é só mesmo juntar tudo, misturar e assar.

AGRADECIMENTOS A MULHERADA DA COMU CHAM

MAI, MONA, CAMILA (minha primeira "membra" do meu blog multiply), NAYLA, LALÁ, NAIKY, KATE E SAWYER (viu como eu sou chique, ele me mandou um recado lá da ilha!!! Hey, logo estréia o filme novo do Josh, esqueci o nome e também não vou procurar agora).

E AGRADECIMENTOS ESPECIALISSIMOS A: LIS (você sempre lê tudo meu antes de todo mundo mesmo, até sabe como a historia vai acabar, segunda "membra" do blog), SALLY (ainda vou escrever como você!!! To te devendo rewiews por Just Like Heaven), GABY e LETICIA (eu amo Coldplay,quando fico sem inspiração pra escrever, escuto eles).

ALUSÕES:

Abney Park é bairro que possui um cemitério famoso no noroeste de Londres. É lindo. Claro, de uma maneira que um cemitério possa ser lindo. Achei o lugar ideal para enterrar alguém com uma família rica e centenária como a de Andréa (ops, acho que falei demais). Achei bem medieval, parece até meio macabro mesmo. Querem checar: é um bairro muito legal em Londres. Com seus mercados, pubs e clubes, onde nos finais de semana, turistas e descolados disputam as ruas em buscas de novidades.E o mais louco é que tem opções de produtos ligados a maconha por toda a rua. Não o produto ilegal em si, mas calças, calçados, camisetas, entres outras coisas, feitas pela fibra da Cannabis. Você até encontra pirulitos e chá de maconha. Hahahahahahaha.

Covent Garden é também um bairro em Londres. Conhecido também por seus mercados, lojinhas e vida noturna.

HCA é a abreviação para Hospital Corporation of America, e é o maior hospital particular do mundo, tendo dezenas deles em várias capitais, inclusive Londres.

Castelo de Warwick é um dos maiores castelos da Inglaterra. Dizem que a visita é inesquecivel. Com jardins, torres, salões, masmorras, aposentos reais, armas e armaduras medievais, parece mesmo que você está num filme como "Hamlet", ou "O Feitiço de Áquila". Chequem de novo: SEIS – BREVE!!!

TENHO CINCO FICS DE HP PRA ATUALIZAR!!!