SEGUNDA CHANCE
By Ligya Ford
CAPITULO 11 – Ainda e apenas
Once upon a time
A long time ago
I thought that I should leave you
I thought that you should go
I never really said goodbye
I never even heard you cry
And after all this time, it's hard to say
The only love I had, I sent away
Cameron tragava um cigarro sentada na mureta da cobertura do hospital. Eram quase 10 da noite, e ainda estava presa ao caso que House tinha pego pra tratar.
Respirou o ar fresco do inicio do verão. E suspirou, resmungando alto.
Ia fazer um ano que Chase havia ido embora. Ninguém sabia onde ele havia ido. Desconfiava que Andréa sabia, apesar dela negar. Sabia que Chase havia pedido para Andréa não dizer. Não dar seu paradeiro para ninguém. Imaginava que ele estaria em Londres, perto da irmã e do sobrinho. Depois do que havia acontecido, Chase iria querer ficar perto da família.
Talvez não. Ela iria preferir ficar sozinha.
Soltou a fumaça branca e a viu espalhando diante das estrelas salpicadas num céu sem nuvens.
Céu de verão. Limpo. Prometendo sol para amanhã.
Lembrou de um céu desse no ano anterior. Quando ela e Chase andavam numa lotada Nova Yorque. Numa noite quente onde promessas foram feitas. Onde caminhos haviam sido traçados.
Haviam sido... Não necessariamente seria algo que fosse acontecer.
Onde está o futuro? O destino?
Como será que Chase estaria depois de tanto tempo? Será que estaria totalmente recuperado? Será que teria conhecido alguém? Uma mulher que Elizabeth aprovasse, e que pudesse fazê-lo feliz?
Aquele sentimento a invadiu, e Cameron se apavorou.
Como queria mudar aquilo. Aquele destino.
Sair para o mundo. Perseguir um sonho. Ir de cabeça. Sem olhar pra trás. Mas tinha tanto medo. Aquilo a apavorava mais que tudo.
Já tinha voado demais. Suas asas estavam cansadas.
O que fez ela sentir tanto medo? É só levantar a cabeça e alçar vôo. O que a impedia de se lançar novamente?
Não era Chase. Chase havia ido embora.
Seu psiquiatra havia lhe dito que precisava deixá-lo ir. Que não adiantava insistir. Se ela mesma não podia ir atrás dele, ela devia aceitar o fato que ele foi. E que somente ela podia tentar trazê-lo de volta. E caso não quisesse, deveria deixá-lo. Definitivamente.
Ah, but you were young
Younger than I knew
I hope you can forgive me
I was younger too
I really thought that I could see
What was best for you and me
Though after all this time, it's hard to say
'Cause the only love I had, I sent away
Ela ouviu o portão de ferro se abrir, e viu Andréa saindo.
Ela tinha o enorme jaleco manchado de algo amarelo, e um ar de cansaço extremo. Ela, ao ver Cameron, sorriu.
Cameron havia começado a gostar de Andréa. Era inofensiva. Havia demonstrado ser uma boa amiga. Boa o suficiente para agüentar seus mau humores, e sua melancolia.
Nesses últimos meses, tinha ultrapassado o limite de rebeldia e depressão. Havia ficado intransigente e espirituosa. Tão mordaz e cínica quanto House. A perda de Chase a deixou mais do que com um coração despedaçado. Ela tinha o perdido.
- Ainda aqui, Allison?
- É. – ela esticou um cigarro para Andréa, que acendeu um. – House quer que eu e Kutner fiquemos aqui.
- Teve consulta hoje? – ela perguntou.
- Tive. Tive sim.
- Ele continua te dando Prozac?
Cameron balançou a cabeça: sim.
- Ele disse que vai tirar minha medicação, se eu faltar nas consultas. – e riu.
- Dr. Weber é um ótimo médico. Ele faz isso pra te deixar melhor.
- Eu sei. Mas... – suspirou alto.
Andréa a encarou, esperando a continuação da frase. O que não veio.
- Mas...? – insistiu.
- Mas eu não me sinto... melhor. Digo, não falo sobre os antidepressivos mas... em relação a lidar com tudo o que aconteceu.
- É sempre difícil. – disse Andréa.
Ela tragou o cigarro, e balançou a cabeça.
- Eu conversei com a Cuddy. Ela me disse que não vai me mandar embora. Que uma médica tomando Prozac não é pior do que o House tomando Vicodin.
Andréa riu.
- Queria tanto fazer algo por você. – Andréa disse, pensativa.
Cameron a encarou, grata. Andréa se transformou em alguém que ela jamais achou que ela viria a ser.
- Você sabe o que eu queria, Andie. É só o que eu queria.
Andréa sentou do seu lado.
- O que você diria pra ele?
Cameron mordeu o lábio, e sorriu. Seus olhos começaram a arder.
- Eu não sei. – suspirou novamente, jogando a bituca de cigarro no chão. - Perdão, acima de tudo. Eu me sinto tão tola... tão patética.
Ele fechou os olhos e lembrou de Chase usar essa palavra. Ele dizia que ele era patético.
Ela chacoalhou a cabeça. E agora entendia o que Chase sentia. Como se sentia estúpido em amar sem ser amado. Amar sem poder doar-se. Agora ela sentia aquela profunda dor.
E aquilo doía como nada doeu na sua vida.
Mas se apegava em Deus.
Por mais incrível que pudesse parecer, ela ia a igreja no domingo de manhã. Confiava na palavra dele. Apesar de que em algumas vezes, duvidava de certos argumentos.
Duvidava de Seus propósitos.
Seu trabalho exaustivo era algo que não combinava com a fé que tinha em Deus. Deus e Medicina eram incompatíveis.
Pensou em Andréa e Chase quando perderam David. Dois médicos que não puderam salvar o filho. Se Deus iria tomar a vida de um bebe de 7 meses porque dar a vida? Por que proporcionar amor a um casal se vai tirá-lo logo depois?
Cameron ainda não engolia aquela injustiça. Não só daquela, como de muitas. Pobreza, mortalidade, violência... Aquilo a fazia duvidar de tudo. Mas precisava se apegar naquilo.
Saber que Deus lhe ajudou.
Que se sacrificou por Chase.
Sometimes as I lay here in the dark
I wonder where you're sleeping
If you think of me at all
Are you warm?
Are you happy where you are?
Do you sometimes feel like weeping
When the summers turn to fall?
Do you think of me at all?
- Você não é patética, Allie. – adicionou Andréa. - Nós perdemos, e ganhamos todos os dias. É natural. É normal. Eu me acostumei. Você vai se acostumar também.
- Eu acho que já me acostumei, Andie. Eu sei que eu me transformei em outra pessoa. Eu não consigo ser a mesma Cameron de antes. House gosta de apontar isso na minha cara todos os dias.
- Você não é diferente. Quando David se foi... eu também mudei. Como se a dor fosse algo... comum. Como se fizesse parte do que eu sou todos os dias.
- Eu endureci, não foi?
Andréa a encarou, e confirmou.
- Mas... – Andrea continuou. -... a gente aprende a viver mesmo com isso. Uma esperança... que lateja lá dentro.
Cameron tentou sorrir. Andréa tinha os olhos azuis escurecidos. Ela falava baixo e sério.
Será que havia alguma esperança?
- Allison... eu não sei qual os motivos que te fez abandonar o Robert mas... tudo vale a pena. Ainda há uma esperança. Você, ao contrário de mim, pode ter o que você perdeu.
O coração de Cameron disparou.
Será?
- Não desista, Allie. Por favor. Vocês dois merecem muito mais que isso.
Cameron deixou uma lágrima cair, e Andréa, compadecida, a abraçou.
- Obrigada.
And so I send this out
Wherever you may be
To tell you I still love you
You're still a part of me
And if you could never find a way
I'll be hoping for the day
When you can smile at me and tell me it's okay
That the only love I had, I sent away
XxLFxX
- Oi, Robert.
Chase levantou a cabeça e sorriu.
- Como vai, Marian?
- Bem. Muito trabalho?
- Muito. – ele respondeu a mulher loira que parava ao seu lado. – Estou aqui a 26 horas. Estou cansado, fedido, e faminto.
Marian gargalhou. Entregou uma pasta a uma enfermeira no balcão e o encarou novamente.
- E ai? Você decidiu se vai pegar um sol conosco? – perguntou ela, com um poderoso sotaque britânico.
- Quando vocês vão mesmo?
- Quarta a noite. Eu, Lou, Adrian e Charlie estamos de folga.
Chase levantou as sobrancelhas e pensou nas opções.
– Acho que não. Eu tenho uma... visita pra fazer na quinta. E só pode ser na quinta. – ele disse. Mariam pareceu decepcionada. – Faz o seguinte, me dá o nome do hotel. Talvez eu apareça lá na sexta.
Mariam sorriu feliz.
- Combinado. Ficaremos no Sofitel em Cannes.
- Uau!
- Eu sei. Mas a ultima vez que tive férias foi há dois anos. Eu mereço passar quatro dias na Còte d'Azur pelo maior preço que eu posso pagar.
Chase riu. Ele respirou fundo e assinou uma folha numa pasta verde. Marian o fitou, preocupada.
- Como você está? – ela perguntou.
- Bem... eu to bem.
Ela não acreditou.
- Robert... sei que as coisas parecem difíceis. Mas não adianta ficar aqui, trabalhando sem parar para esquecer os problemas. Já se passou quase um ano. Você tem todo o direito de levantar a cabeça e seguir em frente.
Chase a encarou. Já conhecia aquele discurso de cor.
O ouvia de Marian, de Elizabeth, de James...
- Estou tentando, Mar. Juro que eu estou.
- Então, venha conosco. Como nos velhos tempos. Nos tempos que fugíamos das aulas de Imunologia e pegávamos o trem até Paris.
Chase riu, gostoso.
- Parece tão simples.
- E é. – ela confirmou. – Prometo que não vai ficar entediado.
Chase sorriu, e lhe deu um beijo na bochecha.
- Você é incrível, Mar. Só você pra me dar um injeção de ânimo.
- É pra isso que serve os amigos.
XxLFxX
Já se passava das cinco da tarde quando Chase parou em frente a "Bouquet", a floricultura de sua irmã. Havia feito o caminho lentamente, prestando atenção nas ruas de Notting Hill e suas peculiares lojas e casas. Lembrou de quando morou ali com Elizabeth, quando ela tinha acabado de montar sua floricultura, e ele vivia na vai-e-vem vindo de Oxford.
Entrou na loja, abrindo a porta que fazia barulho com um sino dourado preso na dobradiça.
- Hey, lindo! – exclamou Elizabeth, atrás do balcão. – Parece que você saiu de um furacão.
- Não... só uma tempestade. – ele sorriu. – Está pronta?
- Estou. Só preciso colocar estas tulipas no refrigerador.
Chase andou em um dos corredores, lotados de arranjos coloridos, e lembrou do buquê que havia dado a Cameron. O engraçado é que, quando o comprou, lembrou da irmã.
- Tranca a porta pra mim? Eu já volto. – Elizabeth disse, e entrou nos fundos da loja.
Chase continuou caminhando pelos corredores cheios de plantas grandes e pequenas, flores coloridas e perfumadas.
O radio ambiente tocava baixo, mas Chase podia ouvir claramente a voz com sotaque do vocalista:
Time,
it needs time
To win back your love again.
I will be there, I
will be there.
Love, only love
Can bring back your love
someday.
I will be there, I will be there.
Fight, babe, I'll
fight
To win back your love again.
I will be there, I will be
there.
Love, only love
Can bring back your love someday.
I
will be there, I will be there.
Chase bufou.
Porcaria de música.
Mas internamente, ele concordava com a musica. Ele ainda tinha a esperança batendo lá dentro. Acelerando seu coração. O fazendo respirar todos os dias.
Telefonava para Andréa, e nunca perguntava por Cameron. Mas Andréa sempre dizia que estava tudo bem. Que somente ela havia sobrado na equipe de House, e que ele tinha contratado dois médicos.
Andréa havia dito que Cameron agora tinha sessões com um psiquiatra de Princeton, e que tomava antidepressivos.
Ele não entendia porque. Qual o motivo a faria fazer isso? Pensou na vaga possibilidade de ser efeito do que havia lhe acontecido.
Mas... por que ela não conversou com ele? A noite do assalto havia sido cheia de promessas. Ela lhe pediu um futuro. Foi explicito. Mas... ele inspirava profundamente, sem compreender o que tinha acontecido. A ausência, a distancia, a falta de amizade, a falta de tato... Essa não era Cameron. Cameron jamais agiria assim.
Então por que?
Ele não sentia raiva dela. Não sentia ódio.
Sentia apenas uma profunda confusão. Adoraria sentar a frente dela e lhe perguntar um simples "por quê". Só isso.
If
we'd go again
All the way from the start,
I would try to
change
The things that killed our love.
Your pride has build a
wall, so strong
That I can't get through.
Is there really no
chance
To start once again?
I´m loving you
- Quinta é dia doze. – disse Elizabeth, aparecendo subitamente.
- É, eu sei. – disse ele, desligando o rádio.
- Deixa ai. Adoro essa musica.
- Eu odeio essa musica.
- Você agora odeia. Vamos, Robert, já se passou um ano. Para com isso.
- Liz, cala a boca e me deixa em paz. Que tal irmos embora? Eu estou morto de fome.
- Hey, não vem dar uma de criança comigo. Você age como se tivesse perdido outro filho.
Chase a encara, estreitando os olhos, se sentindo um lixo por continuar sendo tão patético. Se virou e foi na direção da porta.
Respirou o ar de verão de Londres, e bufou.
Elizabeth continuava querendo mandar na vida dele. E Chase odiava isso. Amava a irmã, mas não via a hora de se livrar dela. Estava pensando em voltar pra Melbourne, e encontrar os velhos amigos do colégio. Ver seu amado tio Tom e tia Claire, irmãos da sua mãe, que tanto lhe ajudou depois da morte dela.
Suspirou alto, e cantarolou. Maldita musica continuava na sua cabeça.
Try,
baby try
To trust in my love again.
I will be there, I will be
there.
Love, our love
Just shouldn't be thrown away.
I will
be there, I will be there.
If we'd go again
All the way from
the start,
I would try to change
The things that killed our
love.
Your pride has build a wall, so strong
That I can't get
through.
Is there really no chance
To start once again?
Chase e Elizabeth caminhavam dentro do estacionamento do Emirates Stadium. Eles haviam apenas tomado um banho e deixado Michael com a baby-sitter.
Subiram as escadarias, e em seguida, passavam pelas catracas. Em poucos minutos, se aglomeravam com os torcedores do Arsenal andando para todos os lados, procurando seus assentos e/ou desafiando as filas dos cachorros-quentes.
Chase entrou no anel central e pode ver o esplendor do estádio. As cadeiras vermelhas, o metal polido e gramado verde brilhante.
Era um jogo amistoso, entre a Internazionale, da cidade italiana de Milão. E James jogava como titular. Elizabeth parecia mais animada que o próprio marido.
Chase sentou com a irmã numa cadeira próxima, e suspirou. Estava extremamente cansado, e se não fosse pela vontade de ver os maiores jogadores do mundo em campo, como Crespo, Cambiasso, Ibrahimovic, e Vieira, não estaria lá.
Bocejou de sono, e olhou ao redor. As cadeiras vermelhas lhe lembraram o Madison Square Garden, e o jogo que havia ido com Cameron. Seu coração acelerou novamente e se amaldiçoou.
- Oh, Deus! – murmurou. Isso é tortura!
If we'd
go again
All the way from the start,
I would try to change
The
things that killed our love.
Yes I've hurt your pride, and I
know
What you've been through.
You should give me a chance
This
can't be the end.
I'm
still loving you.
XxLFxX
N/A: Pronto, pipol. O que acharam do capitulo? Muito chororó? Pois é, estou feliz com o meu trabalho. A Poli me elogia tanto, que eu pus na cabeça que sou boa sim. Escrever pra mim é muito mais que diversão. É assunto sério.
E respondendo as acusações de estar "implorando por rewiews", eu digo: foda-se! Olhe minhas rewiews! Olhe meus hits! Em 14 capitulos (dentre eles, previas e recados) são 63 rewiews e a bagatela de 3721 hits. Isso é o que eu chamo de implorar por leitores e rewiews, certo?
AGRADECIMENTOS A: Nati(obrigado pelo elogio, eu tento manter os personagens como são. Digo, fora uns dramas a parte.), Erica(meu anjo, se quiser chorar, chore. Não segure isso não. Faz mal. Eu disse isso pra Ni e repito, faz bem pra alma, pro coração, e pros olhos.), Mona(pois é, não é por nada, mas estou adorando isso. Essa tortura com os leitores. Sempre deixa a curiosidade a mil. É pra sempre deixar querendo mais.), Vanessa (Concordo com você. O amor vale tudo. E realmente é a vez da Cameron fazer algo. Voltaire dizia que não é a nossa condição, mas a riqueza da nossa alma que nos torna felizes. Enquanto a Cameron aceitar – ou não – o que ela quer de verdade, nunca vai ser feliz.), Lalá(obrigada pelos elogios, agradeço de coração. Pois é, Deus é mais forte.), Ni(minha fofa mascote, "minha paciente" favorita, minha bailarina. Anjo, não faço idéia de onde sai tanta inspiração. Deve ser de livros, musicas, filmes, pessoas, e idéias, provavelmente.) Naiky(Eu comentei isso nesse capitulo. O Chase não a odeia. Ele não compreende o que aconteceu. E ele cansou de dar o braço a torcer.), Poli(Amore mio, io aspetto che tu avere fermare di piangere. Ainda acho que o destino é algo inventado pela gente. Somos nós que fazemos o destino. Somos nós colhemos o que plantamos. Por isso, somos nós que temos que correr atrás se queremos alguma coisa. Se conseguimos algo que sonhamos por tanto tempo... se alcançamos um objetivo... ou se temos um homem amado... isso sempre terá o dedo do Universo? Não sei se concordo com isso. Te amo, sabia disso? Claro que sabia.), Jordana (Amor, eu ODEIO de morte FIC MELOSA. ODEIO FIC NOVELA MEXICANA. Por isso eu escrevo como eu gostaria que as coisas fossem. Afinal eu escrevo para os outros, não só pra mim. Ah, o House assim, eu faço de propósito. O House é assim, ele procura sempre um motivo pra falar uma merda. Jogar um sarcasmo na sua cara e sair rindo.)
Ah, e um ultimo agradecimento. Um super especial a Sally. Ela consegue me dar tanta força, que eu queria pegar um avião até POA, e abraçá-la a agradecendo. Não no ff, e nem na comu, mas ela me deixou um comentário, que tive vontade de chorar. Valeu pela força, Sally. Você é incrível!!
NOTAS:
Prozac - é um anti-depressivo.
Marian - o nome foi tirado - por isso é uma leve homenagem - do livro "A Cidade do Sol". A heroina da historia tem 15 anos, é uma filha bastarda de um rico comerciante, que é dada em casamento para um sapateiro de 40 anos de Cabul. Pobre Mariam! Uma linda historia de amor e de auto-conhecimento que eu recomendo.
Sofitel - é uma rede de hoteis, que tem no mundo todo.
Cannes - é uma cidade litoranea da França. Em Cote d'Azur.
Arsenal - é um time ingles da primeira divisão.
Emirates Stadium - é o estádio do Arsenal.
Internazionale - "A Inter" é um dos - junto com o Milan - dos maiores times da cidade de Milaõ. 15 vezes campeão italiano e 2 vezes campeão da Liga dos Campeões.
Crespo, Cambiasso, Ibrahimovic, e Vieira – pronuncia Vieirrá - são do elenco principal da Inter. Ainda no elenco, há os brasileiros Julio César, Maicon, Maxwell e César.
As canções são: "Only love I had", da banda Venice, mas confesso que me apaixonei ao ouvir Vonda Shepard a cantando em "Ally McBeal". Infelizmente essa canção não há para downloads, e nem para ouvir – e nem para ver a cena da Ally – no youtube. E "Still loving you", da banda alemã Scorpions.
Pipol, corre o boato de que será o ano dos shows no Brasil: Iron Maiden (ingressos esgotados em São Paulo desde novembro), Fatboy Slim, e Bob Dylan. E mais! Ozzy Osbourne, Foo Fighters, Rage Against the Machine e The Cure reservaram datas para turnê pela América do Sul.
E de acordo com os produtores, duas bandas tem grandes chances de pousar aqui: Guns n'roses e a banda dos meus sonhos, a que eu chorei – chorei vendo cenas na Globo - porque não puder ir ao Rock n'Rio pra ver: REM!
